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Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 72 milhões neste sábado

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As seis dezenas do concurso 2.754 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio está estimado em R$ 72 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

 

Nathalie Moellhausen passa mal na esgrima, volta a competir, mas é eliminada

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Principal nome da esgrima brasileira, Nathalie Moellhausen foi eliminada, neste sábado, dos Jogos Olímpicos de Paris-2024 para a canadense Ruien Xiao. Na terceira parte do duelo na espada, Nathalie precisou pedir atendimento médico. Ela voltou a competir, mas não conseguiu reverter a desvantagem e perdeu por 15 a 11. Dias antes da estreia a brasileira havia sido hospitalizada, mas foi liberada pelos médicos para competir.

Após a derrota, Nathalie mal conseguiu dar entrevista à TV Globo, uma das detentoras dos direitos de transmissão. Muito ofegante e com dificuldades de respirar ela afirmou não ter condições de falar, mas disse que vai se pronunciar em breve. “Tudo o que eu tenho que dizer será após a cirurgia, semana que vem”, completou a esgrimista.

A transmissão também citou um possível desmaio da brasileira após o duelo. Em sua conta oficial no Instagram, horas antes da estreia, Nathalie compartilhou que estava com problemas de saúde, sem dizer ao certo o que tinha.

A brasileira recebeu apoio nas redes sociais no que pode ter sido a sua última participação em Jogos Olímpicos. Nathalie Moellhausen tem 30 anos e disputou sua quarta Olimpíada. Sua melhor campanha aconteceu na Rio-2016, quando terminou na sexta colocação.

Arthur Nory erra na barra fixa e é eliminado das Olimpíadas de Paris

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O ginasta brasileiro Arthur Nory está fora da final da barra fixa nas Olimpíadas de Paris. Campeão mundial da prova em 2019, o atleta cometeu um erro no início de sua série e não tem mais chances de avançar.

 

Já o compatriota Diogo Soares, que também está na primeira subdivisão do classificatório, busca uma vaga na decisão do individual geral.

Arthur Nory se apresentou apenas na barra fixa e fez apenas 12.900. O brasileiro teve um problema após a execução de um elemento ainda no começo de sua série, o que comprometeu sua nota.

Como penas os oito melhores colocados da classificação geral avançam para a final, Nory não tem mais chances de se classificar. O brasileiro é momentaneamente o décimo colocado.

Já Diogo Soares se apresenta nos seis aparelhos e tenta uma classificação para a final do individual geral. O brasileiro estreou nas argolas, conseguindo 13.033. Na sequência, fez 14,200 no salto sobre a mesa, 13,933 nas barras paralelas e 14,133 na barra fixa.

Os 24 melhores ginastas da classificação geral disputam a final do individual geral. Há limite de dois atletas por país nas finais da ginástica, seja geral ou por aparelho.

As finais da ginástica masculina acontecem entre 29 de julho e 5 de agosto. Os atletas disputam medalhas nas provas individuais e também por equipes.

Entenda o que é a doença ataxia de Friedreich, também conhecida como morte em vida

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VITOR HUGO BATISTA
JOÃO PESSOA, PB (FOLHAPRESS) – O piloto de avião Antonio Maranhão Calmon, 47, compartilhou na última semana sua experiência com a ataxia de Friedreich.

 

A doença genética rara e neurodegenerativa compromete aos poucos a coordenação motora e o equilíbrio.

Na maioria das vezes, os primeiros sintomas aparecem na infância e adolescência e incluem dificuldades no equilíbrio e na marcha, levando a frequentes quedas.
Calmon foi diagnosticado apenas aos 37 anos e precisou abandonar a carreira e mudar os planos de vida.

Ele descreveu a batalha diária contra a doença, muitas vezes referida como “morte em vida”. No entanto, o termo é contestado pela comunidade médica.
Segundo o neurologista José Luiz Pedroso, vice-coordenador do setor de ataxias da Escola Paulista de Medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o termo é inadequado e pode gerar uma desesperança no tratamento dos pacientes.

“Com o passar dos anos, os pacientes podem perder a mobilidade e necessitar de cadeira de rodas, mas isso não significa morte em vida. Com acompanhamento profissional, eles podem ter uma boa qualidade de vida, ter vida social, se alimentar, se comunicar e ter a preservação das funções vitais”, explica.

O QUE É A ATAXIA DE FRIEDREICH?
A ataxia de Friedreich é uma doença autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar duas mutações genéticas -uma do pai e outra da mãe- para desenvolver a condição.

Essas mutações ocorrem no gene FXN, responsável pela produção da proteína frataxina. A falta dessa proteína leva à degeneração de células nervosas, resultando na perda progressiva da coordenação e do equilíbrio.
Em outras palavras, é uma doença genética neurodegenerativa, porque progride com o passar do tempo.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE ATAXIA?
Existem mais de 200 tipos genéticos de ataxia. Elas podem ser classificadas em formas recessivas, que geralmente começam na infância ou adolescência, e dominantes, que tendem a surgir mais tarde e podem afetar vários membros da família.

QUAIS SÃO AS CAUSAS DA ATAXIA?
Sim. Além da causa genética, a ataxia pode ser adquirida e estar relacionada a fatores externos, como medicamentos e outras doenças. As ataxias adquiridas não são progressivas.

O álcool pode causar ataxia devido à degeneração cerebelar. Além disso, alguns medicamentos anticonvulsivantes (como a fenitoína), quimioterápicos e certos antibióticos podem provocar ataxia. No entanto, essas reações são relativamente raras.
Existem ainda as ataxias provocadas por AVC ou problemas autoimunes, como a esclerose múltipla.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA DOENÇA?
Na maioria dos casos, o primeiro sintoma é a alteração do equilíbrio, que dificulta a marcha e aumenta a quantidade de quedas.

Esses sinais geralmente aparecem entre 14 e 25 anos de idade, mas é possível que se desenvolvam em idades mais precoces. “Após os 25 anos, consideramos que os sintomas vieram tardiamente”, diz Pedroso.
A doença progride lentamente, afetando a capacidade de caminhar e, eventualmente, levando à necessidade de uso de cadeira de rodas.

A ATAXIA TEM CURA?
As formas genéticas de ataxia, como a ataxia de Friedreich, não têm cura. Contudo, existem tratamentos que podem ajudar a gerenciar os sintomas e aumentar a expectativa de vida.

Por outro lado, ataxias adquiridas, como as provocadas por um AVC ou problemas autoimunes, como a esclerose múltipla, podem ser tratadas e, em alguns casos, revertidas com o tratamento adequado.
A expectativa de vida para pessoas com ataxia de Friedreich é variável. Com cuidados médicos e multiprofissionais adequados, muitos pacientes podem viver além dos 50 anos.

“Não existe uma definição clara, porque depende muito da gravidade da doença de cada paciente, que pode desenvolver formas mais leves ou graves, e do cuidado e acompanhamento multiprofissional”, explica Pedroso.

PESSOAS COM ATAXIA PODEM TER FILHOS? A DOENÇA TRAZ OUTRAS COMPLICAÇÕES?
Se a pessoa com ataxia tiver filhos com uma pessoa sem a doença, o risco do filho desenvolver a condição é baixo ou quase zero. Isso porque ambos os pais precisam ter alteração genética para que o filho nasça com a doença.
Se os dois genitores tiverem a condição, a chance do filho nascer com ataxia é de 50%.

“É importante que os pacientes tenham aconselhamento genético para essas questões”, indica Pedroso.

Além disso, o neurologista lembra que uma gestação envolve mudanças corporais e estruturais no organismo da mãe, que podem gerar um risco maior e mais dificuldades para aquelas que têm a doença.
Além das alterações neurológicas, a ataxia de Friedreich pode provocar complicações em outros sistemas do corpo. Com a progressão da doença, podem ocorrer os seguintes problemas:
– Neuropatia periférica: a doença pode afetar os nervos periféricos, levando a sintomas de neuropatia.
– Complicações cardíacas: segundo Pedroso, uma parcela dos pacientes desenvolve cardiopatias, como arritmias e hipertrofia ventricular. É essencial que esses pacientes recebam acompanhamento cardiológico regular.
– Diabetes: devido ao envolvimento mitocondrial -relacionado à fonte de energia das células- da doença, há um risco aumentado de desenvolvimento de diabetes.
– Escoliose: a ataxia de Friedreich também pode causar escoliose, uma curvatura anormal da coluna vertebral.

COMO É O TRATAMENTO DA ATAXIA DE FRIEDREICH?
Atualmente, há muitas pesquisas em andamento para o tratamento das doenças neurogenéticas.

Diversos medicamentos, como antioxidantes, neuroprotetores, polivitamínicos e imunomoduladores, foram testados, mas sem resultados significativos.

Recentemente, uma nova medicação chamada Skyclarys (omaveloxolone) tem mostrado alguma promessa. Estudos indicam que essa droga pode reduzir a progressão da doença, embora não a cure. É o primeiro tratamento para a ataxia de Friedreich.

A FDA (agência americana que regulamenta drogas e alimentos), aprovou o medicamento nos Estados Unidos.
Pacientes que utilizaram omaveloxolone apresentaram uma leve melhoria na gravidade dos sintomas, mas a progressão da ataxia não foi totalmente interrompida.

 

Milton Cunha solta palavrão no ar em transmissão de abertura das Olimpíadas

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LUÍSA MONTE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma fala de Milton Cunha durante a transmissão da cerimônia de abertura das Olimpíadas no Youtube da Cazé TV repercutiu nas redes sociais. O carnavalesco, que comentou o evento no canal nesta sexta-feira (26), deixou a fala “desfile de merda” escapar.

 

A delegação da Geórgia desfilava no seu barco no Rio Sena quando Cunha disse a frase polêmica. Momentos antes, porém, havia sido exibido um pequeno desfile de moda, que simbolizava a importância da França no cenário mundial do estilo. Não ficou claro a que o carnavalesco se referia.

No X (ex-Twitter), Cunha disse que, na verdade, chamou o desfile de “fraco”. “Eu disse que o desfile de moda que estava acontecendo dentro da fabulosa Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Paris 2024 era fraco”, escreveu ele.
A reportagem procurou a Cazé TV, mas não obteve posicionamento até a última atualização deste texto.

A transmissão da abertura dos Jogos Olímpicos na CazéTV contou com narração de Luís Felipe Freitas. A Globo e o SporTV também exibiram a cerimônia ao vivo.

Nadal, LeBron, Biles e Marta: ídolos e lendas vão se despedir dos Jogos Olímpicos em Paris-2024

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As competições estão no início na Olimpíada de Paris-2024, mas os fãs do esporte já sentem um frio na barriga com a proximidade da despedida de lendas de várias modalidades que vão competir em uma edição dos Jogos Olímpicos pela última vez. Alguns deles vão até se aposentar logo após a disputa do grande evento esportivo, como o britânico Andy Murray, bicampeão olímpico no tênis.

O esporte que mais será desfalcado de lendas para as edições seguintes das Olimpíadas é o tênis, que ficará sem três de seus maiores exemplares. O espanhol Rafael Nadal e o sérvio Novak Djokovic devem disputar uma partida de Olimpíada pela última vez na capital francesa, justamente no saibro de Roland Garros, onde se acostumaram a brilhar – o complexo será o palco do tênis em Paris-2024.

Murray, por sua vez, deixará o tênis em definitivo nesta Olimpíada. Inicialmente, planejou jogar na chave de simples e de duplas. Mas recuou nos últimos dias e desistiu de jogar em simples, focando somente nas duplas.

Os Estados Unidos são um celeiro de astros no esporte, mas vai perder três lendas. LeBron James vai liderar mais uma versão do “Dream Team” para tentar a quinta medalha de ouro seguida da equipe antes de ‘pendurar o tênis’ em Olimpíadas. Simone Biles, para muitos a maior ginasta de todos os tempos, promete travar boa briga com a brasileira Rebeca Andrade e, desta forma, acumular mais pódios. Katie Ledecky, a maior nadadora da história em provas de longa distância (400m, 800m e 1.500m), buscará aumentar a lenda sobre seu nome antes de parar de contar ladrilhos e deixar as piscinas.

A Jamaica, depois de sofrer com a aposentadoria de Usain Bolt, também vai ficar sem Shelly-Ann Fraser Pryce, uma das maiores velocistas olímpicas, que promete abandonar as pistas, mas antes sonha buscar o terceiro ouro olímpico na tradicional prova dos 100 metros.

O esporte brasileiro não ficará de fora e terá a oportunidade final de torcer por Marta no futebol e Thaísa, no vôlei. A primeira almeja a sua primeira medalha de ouro, após duas pratas, enquanto a segunda pode ser a primeira brasileira a ganhar três medalhas de ouro. Marta pode se aposentar em definitivo nesta temporada.

Mas a tristeza dos fanáticos por esporte não deverá durar muito porque após a cerimônia de encerramento em 11 de agosto outros grandes esportistas vão surgir para ganhar a admiração e o respeito na sequência da história olímpica.

No judô, Michel Augusto vence na estreia; Natasha Ferreira é derrotada em 45s

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O brasileiro Michel Augusto, de 19 anos, avançou às oitavas na categoria 60 kg masculino do judô nos Jogos Olímpicos de Paris. Já Natasha Ferreira foi derrotada na estreia e está fora do 48 kg feminino.

 

Michel Augusto levou sustos no início, mas se recuperou e venceu por 1 a 0. Ele aplicou um waza-ari com 2min19s de combate e depois administrou. O costa-riquenho começou melhor e quase surpreendeu, só que não conseguiu pontuar no início e acabou sendo dominado.

O brasileiro, embora esteja em sua primeira Olimpíadas, era o favorito na luta. Medalhista de ouro no Pan-Americano de 2023, ele é o 25º no ranking mundial, enquanto o rival ocupa a 92ª posição.

Michel vai enfrentar nas oitavas o japonês Ryuju Nagayama. Todos os confrontos da categoria serão disputados neste sábado (27).

NATASHA ELIMINADA
Natasha Ferreira foi derrotada na primeira luta pela japonesa Natsumi Tsunoda, tricampeã mundial. A derrota cedo não credencia a brasileira para a repescagem da disputa pelo bronze.

Natasha Ferreira foi derrotada na primeira luta pela japonesa Natsumi Tsunoda, tricampeã mundial. A derrota cedo não credencia a brasileira para a repescagem da disputa pelo bronze.

A japonesa aplicou um waza-ari com 29 segundos e venceu por imobilização com 45 segundos. Ela aplicou uma chave de braço na brasileira.

A rival era favorita. Tsunoda é a número 4 do ranking e vai em busca de sua primeira medalha olímpica, enquanto a brasileira de 25 anos ocupa a 26ª posição. Natasha teve a sua primeira participação em Olimpíadas.

Mergulhadores encontram navio com cerca de 100 garrafas de champanhe

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Uma equipe de mergulhadores poloneses encontrou um “tesouro” no Mar Báltico, no interior de um navio que naufragou no século XIX. Segundo a agência de notícias The Associated Press (AP), a embarcação estava “carregada” com artefatos históricos, incluindo 100 garrafas de champanhe. 

 

“Encontramos um veleiro do século XIX em muito bom estado, carregado com champanhe, vinho, água mineral e porcelana. Vimos mais de 100 garrafas de champanhe e cestos de água mineral em garrafas de barro”, explicou Tomasz Stachura, do grupo de mergulhadores Baltictech, acrescentando que a descoberta ocorreu ao largo da Suécia, a cerca de 37 quilômetros a sul da ilha de Oland. 

Stachura, que é mergulhador “há 40 anos”, contou que “muitas vezes acontece haver uma ou duas garrafas”, mas “descobrir um naufrágio com tanta carga é uma novidade”. 

Apesar do champanhe, a água mineral foi a descoberta “que se revelou mais interessante”, uma vez que no século XIX, “a água mineral era tratada quase como um medicamento e só chegava às mesas reais”

Aliás, foi a descoberta da água mineral que permitiu descobrir em que época é que o navio naufragou. Os mergulhadores conseguiram perceber, através de uma gravação na embalagem de barro, que se tratavam de garrafas do produtor alemão Selters.

“Graças à forma do selo e com a ajuda de historiadores, sabemos que o nosso carregamento foi produzido entre 1850-1867. Curiosamente, a fábrica de cerâmica onde a água foi engarrafada também existe, e estamos em contato com eles para saber mais detalhes”, contou o mergulhador.

Os mergulhadores já alertaram as autoridades regionais suecas sobre a descoberta, mas a recuperação dos artefatos levará tempo. “O navio ficou lá por 170 anos, então deixe-o lá por mais um ano, e teremos tempo para nos preparar melhor para a operação”, explicou Stachura.

Pode ver, na galeria acima, imagens da descoberta.

Leia Também: Perseverance encontra sinais (promissores) de vida em Marte

Cantora gospel Camila Campos chora ao conseguir sentar; vídeo

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Camila Campos, de 29 anos, não conseguiu conter as lágrimas na sexta-feira (26) ao finalmente conseguir se sentar. A cantora gospel, que foi diagnosticada com câncer nos últimos estágios de sua gravidez, compartilhou nas redes sociais um vídeo emocionante em que aparece chorando no hospital ao lado do marido, o jogador de futebol Léo Zagueiro, ídolo do Cruzeiro.

 

Os seguidores de Camila se comoveram com sua conquista. “A cada dia comemoraremos uma vitória! Obrigada, Deus!!!”, declarou um. “Quanta emoção, obrigada, Senhor!”, disse outro. “Que linda, estamos celebrando com vocês cada vitória e declarando o milagre completo. Temos um Pai que nos sustenta mesmo nos dias mais difíceis. Ele nos abraça e caminha conosco”, acrescentou mais um seguidor.

 

Nascimento da filha
Sofia, segunda filha de Camila e Léo, nasceu ontem, apenas algumas horas depois da artista revelar nas redes sociais que o câncer de mama havia se espalhado para os ossos. Nesta manhã, a cantora compartilhou um relato sobre o parto.

“São tantas emoções, uma mistura de alegria com expectativa, esperança e medo. Devagarzinho, a gente vai organizando as emoções. Ficamos surpresos e muito felizes com o carinho e o amor de tantas pessoas que estavam lá para nos abençoar, orar e apoiar”, começou Camila. “Grandes amigos, enfermeiros, copeiras, médicos e funcionários, praticamente todo o hospital, proclamaram palavras de vida para Sofia e para mim”, concluiu.

Confira os memes da cerimônia de abertura das Olimpíadas 2024

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A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 foi o assunto mais comentado nas redes sociais nesta sexta-feira (26).

 

Na X, antigo Twitter, os memes tomaram conta e os internautas se divertiram fazendo piadas com o evento.

O ‘rato’, animal que é geralmente atribuído de maneira pejorativa como um dos símbolos da capital francesa, chamou a atenção do público. A presença de uma pessoa fantasiada de rato gerou repercussão e comentários de internautas nas redes sociais.

Confira alguns dos memes:

mas é claro que teriam pessoas fantasiadas de croissant e RATO na frança #paris2024 #cerimoniadeabertura #openingceremony pic.twitter.com/QA0xTz6bJm

— PAIVA (@paiva) July 26, 2024 “>

mas é claro que teriam pessoas fantasiadas de croissant e RATO na frança #paris2024 #cerimoniadeabertura #openingceremony pic.twitter.com/QA0xTz6bJm

— PAIVA (@paiva) July 26, 2024

Os dois franceses mais importantes dos últimos 20 anos já deram as caras (Zidane e Rattatouile)

— Andrey Raychtock (@_andreyray) July 26, 2024 “>

Os dois franceses mais importantes dos últimos 20 anos já deram as caras (Zidane e Rattatouile)

— Andrey Raychtock (@_andreyray) July 26, 2024

o rato tulio chegando no restaurante da vila olímpica pra resolver o problema da comida dos atletas pic.twitter.com/IlWdV8D6u3

— little thing so cute from daddy (@likeazombie) July 26, 2024 “>

o rato tulio chegando no restaurante da vila olímpica pra resolver o problema da comida dos atletas pic.twitter.com/IlWdV8D6u3

— little thing so cute from daddy (@likeazombie) July 26, 2024

*Lady Gaga esta en París por los juegos olímpicos*

Las ratas debajo de la Torre Eiffel

*Lady Gaga esta en París por los juegos olímpicos*

Las ratas debajo de la Torre Eiffel:#Paris2024 #OpeningCeremony pic.twitter.com/uncE6nnGNR

— Anxiety (@andrescaceress1) July 26, 2024

Mulher acorda de coma horas antes de suporte de vida ser desligado

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Uma mulher do Reino Unido protagonizou um caso completamente atípico, ela acordou apenas horas antes de estar programado desligar a máquina de suporte de vida a que estava ligada.

 

Emma Price, de 32 anos, abriu repentinamente os olhos e surpreendeu os seus familiares, que pensavam que ela se encontrava em quadro de morte cerebral, segundo o jornal MyLondon.

A mulher, que sofreu uma overdose após ter tentado tirar a própria vida, conseguiu respirar por conta própria durante mais de 30 minutos, levando a mãe, Samantha Day, a falar num “milagre”.

“Não consigo explicar, nunca chorei tanto na minha vida. Estamos muito felizes que esteja acordada. Estávamos já planejando o funeral e nos preparando para nos despedir dela, mas abriu os olhos e começamos a chorar novamente, mas desta vez eram lágrimas de alegria”, disse.

Emma – que sofreria de ‘bullying’ no seu local de trabalho – é uma “lutadora”, afirmou a mãe, mostrando-se confiante que a mulher voltará à vida normal “pouco a pouco”.

Desde que se soube que Emma estava no hospital, a família arrecadou mais de 4 mil libras (cerca de 30 mil reais) em apoios.

Leia Também: Ministério faz post racista sobre delegação brasileira na Cerimônia de Abertura e se desculpa

Timberlake "não estava alcoolizado" quando foi detido, diz advogado

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O advogado de Justin Timberlake defendeu, esta sexta-feira, que o cantor norte-americano “não estava embriagado” quando foi detido, no mês passado, por conduzir sob efeito de álcool e acusou a polícia de Nova Iorque, nos Estados Unidos, de ter cometido “um número muito significativo de erros”.

 

O cantor, de 43 anos, foi detido no último dia 18 de junho após não ter parado num sinal stop e por suspeitas de conduzir sob efeito de álcool. Acabou por ser libertado no próprio dia após estar presente a um tribunal.

Esta sexta-feira ocorreu a sua primeira audiência em tribunal e o seu advogado, Edward Burke, acusou a polícia de ter cometido “um número muito significativo de erros” na detenção. 

“O fato mais importante a saber sobre este caso é que o Justin não estava embriagado e não devia ter sido detido por condução por influência de álcool”, disse, citado pela BBC. 

Já em declarações aos jornalistas, à porta do tribunal, o advogado defendeu que o cantor “respeita a aplicação da lei” e cooperou com os agentes da polícia. “Eles cometeram um erro com a detenção. Estamos confiantes de que esta acusação será rejeitada”, disse.

Justin Timberlake não esteve presente na audiência por se encontrar em Cracóvia, na Polônia, na sua turnê mundial ‘Everything I Thought it Was’.

De acordo com o relatório da acusação, na época da detenção, o cantor tinha os olhos “injetados de sangue e vidrados” e um “forte odor a bebida alcoólica emanava do seu hálito”.

Tinha ainda um discurso lento e teve um “desempenho fraco” nos testes de sobriedade realizados pelos agentes, tendo mesmo recusado fazer o teste no bafômetro. 

Leia Também: Antony Starr, de ‘The Boys’, diz que ser amamentado na série foi como cena de amor

‘Oh là là’: as imagens da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos

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Foi com um ‘convidado’ especial que começaram nesta sexta-feira (26), de forma oficial, os Jogos Olímpicos. Com muita chuva, a cerimônia de abertura contrariou o habitual e não aconteceu num estádio. 94 barcos transportaram cerca de 11 mil atletas pelas margens do rio Sena até à Torre Eiffel.

 

Mas não foi apenas no rio que se fez a festa. Às margens, milhares de pessoas assistiram a um desfile cheio de cores e alegria, que transformaram a capital francesa num autêntico espetáculo. A noite terminou com um balão de ar quente que foi acendido com a tocha olímpica e sobrevoou os céus de Paris.

Confira a fotogaleria:

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Ministério faz post racista sobre delegação brasileira na Cerimônia de Abertura e se desculpa

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O Ministério do Esporte deu uma baita bola fora nesta sexta-feira. Em tempos de luta contra discriminação racial e de gênero, a entidade governamental usou a imagem de um macaco com um chapéu em um barquinho para simular a delegação brasileira aguardando o desfile da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Paris-2024, no Rio Sena. Após repercussão negativa, se desculpou e tirou o post do ar.

O post causou enorme desagrado e muitas cobranças, com muitos brasileiros cobrando até por demissão de quem realizou a postagem. O Ministério do Esporte rapidamente apagou a citação, em um “mea-culpa.”

Na legenda do post racista, no X, antigo Twitter, os dizeres: “Todo mundo aguardando o nosso barco”. Após a mensagem ser apagada, o Ministério do Esporte continuou fazendo citações da cerimônia. “Chegou o nosso barco”, postou, com um emoji sorrindo e de felicidade.

“Nossos porta-bandeiras estão conduzindo essa festa lindamente. No barco do Brasil só tem espaço para alegria,. Vamos com tudo”, prosseguiu, com imagens da deleção nacional bastante festiva, antes de soltar nota reprovando a atitude.

“O Ministério do Esporte reconhece e lamenta profundamente o erro cometido ao publicar uma imagem inadequada em nossas redes sociais na data de hoje, antes da cerimônia de abertura da Olimpíada. A publicação foi imediatamente retirada do ar, devido à sua conotação insensível e ofensiva.

“Entendemos que a imagem carrega conotações racistas históricas e perpetua estereótipos prejudiciais. O Ministério do Esporte reconhece que essa publicação foi um erro grave e incompatível com os valores que defendemos. Lamentamos profundamente por qualquer ofensa causada e estamos empenhados em garantir que algo semelhante não ocorra novamente”, se desculpou o órgão.

“Reafirmamos nosso compromisso inabalável no combate ao racismo e a qualquer forma de preconceito. O Ministério está implementando medidas rigorosas para garantir que nossa comunicação institucional seja sempre guiada por princípios de respeito, inclusão e diversidade”, seguiu a nota oficial. “Estamos revisando nossos processos internos e oferecendo treinamento contínuo a nossa equipe para garantir que todas as nossas comunicações futuras reflitam nosso compromisso com a justiça social e a igualdade.”

Negociações para o fim da Guerra da Ucrânia ganham força

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após dois anos e cinco meses de morte, destruição, gastos brutais e esgarçamento do tecido geopolítico mundial, um movimento para achar uma saída para a Guerra da Ucrânia ganha corpo no país que iniciou o conflito: a Rússia.

 

Nas duas últimas semanas, a Folha ouviu de pessoas com acesso ao Kremlin e ao Ministério da Defesa em Moscou relatos bastante semelhantes acerca de iniciativas discretas para a retomada de negociações de paz, interrompidas de forma direta após 29 de março de 2022.

Ao mesmo tempo, sinais públicos dessa movimentação começaram a surgir. As diferenças de enfoque, contudo, continuam profundas, o que torna hercúleo o trabalho de russos, ucranianos e potenciais mediadores.

Segundo um observador próximo do centro do poder russo, o presidente Vladimir Putin não estava blefando ou apenas tentando atrapalhar a conferência de paz que o Ocidente e a Ucrânia promoveram na Suíça, no mês passado.

Ao apresentar termos para acabar com a guerra, ele refletiu uma visão maximalista. Pediu a neutralidade ucraniana, o desarmamento do país e o controle sobre a totalidade das quatro regiões que a Rússia anexou ilegalmente em setembro de 2022 -nem chegou a falar sobre a Crimeia, absorvida em 2014.

Para essa pessoa e diplomatas, Putin pode se contentar com menos, desde que isso não sugira uma derrota militar. Já um consultor que esteve na cúpula da Otan em Washington, há duas semanas, afirmou que é consenso na aliança militar que alguma cessão territorial terá de ocorrer por parte de Kiev.

Novamente, vital aqui será não configurar a concessão como uma derrota. Esse consultor disse ter ouvido de dois generais que os militares ucranianos têm sido muito mais flexíveis nas conversas sobre o tema do que a retórica inflamada do presidente Volodimir Zelenski faz supor.

Hoje, Putin comanda cerca de 20% da Ucrânia. O temor em Kiev e no Ocidente é que ele use um eventual cessar-fogo ou mesmo um armistício ao estilo Coreias para se rearmar e ir em frente. O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, diz que a Otan terá de se preparar para uma guerra com os russos em no máximo cinco anos.

No caso russo, há questões de ordem militar também. O fracasso da contraofensiva ucraniana de 2023 deixou a iniciativa na mão de Moscou neste ano, e os avanços no leste do país têm sido diários. Em maio, Putin lançou uma nova frente na região de Kharkiv, no norte do país.

O russo disse que só queria criar um cordão sanitário para evitar ataques contra o sul da Rússia. Segundo um analista próximo do Ministério da Defesa russo, o objetivo era tomar toda a região, inclusive a capital homônima, segunda maior cidade ucraniana. Em ambas as hipóteses, o Kremlin não teve sucesso.

Para piorar, enquanto não tem faltado mão de obra (25 mil novos soldados por mês, para manter cerca de 470 mil lutando), os russos têm enfrentado uma perda de material grande, drenando seus estoques soviéticos –blindados dos anos 1960 são vistos com frequência em ação.

Nem tudo é má notícia para Moscou. A produção de mísseis está sendo ampliada, e a munição para artilharia continua sustentando uma razão de até 5 para 1 contra a ucraniana. A ação em Kharkiv também foi bem-sucedida em drenar energia vital das Forças Armadas de Zelenski. Estima-se que triplicou o contingente ucraniano em Kharkiv, o que segurou os russos, mas abriu outras brechas no dique de 1.000 km de frentes de batalha do país, particularmente em Donetsk (leste).

A volta do apoio ocidental, após um semestre de indecisão nos EUA, também sugere mais fôlego para Kiev. Nada que fará a guerra parar, mas talvez voltar a uma situação de maior equilíbrio.

Nas palavras do analista, Putin joga pelo empate. Como falhou em conquistar Kiev, se congelar o conflito levando em conta as fronteiras ocupadas atuais, poderá dizer ao público russo que triunfou.

O apoio à guerra ainda é grande, segundo pesquisas do independente Centro Levada, mas no mês passado pela primeira vez há mais pessoas interessadas em negociações de paz do que em combates.

É desse caldo que saíram os sinais recentes de acomodação, que passaram por conversas indiretas entre russos e americanos relatadas pela Folha e confirmadas por Moscou.

Primeiro, o premiê húngaro, Viktor Orbán, aproveitou seu semestre como presidente temporário da União Europeia para fazer uma espécie de “tour da paz”.

Orbán visitou Zelenski, Putin, o líder chinês Xi Jinping e o presidenciável americano Donald Trump, cuja posição contrária ao apoio à Ucrânia apavora os defensores de Kiev. Segundo diplomatas, na viagem a Moscou ele ouviu os termos de Putin, inclusive os que não são públicos.

O húngaro, um admirador do russo, repassou os recados por meio de uma carta aos líderes europeus. Em média, todos o criticaram, desautorizando o uso da UE, mas só em público.

Sinal ainda mais eloquente veio na forma da primeira visita de Dmitro Kuleba, o combativo chanceler de Zelenski, à China aliada dos russos, na quarta (24). Para evitar dano de imagem, coube a seu par chinês, Wang Yi, dizer que Kuleba está disposto a negociar.

O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, saudou a disposição do rival. Na quinta (25), ele foi além, dizendo que os russos topam conversar com Zelenski. Não é casual: quando o mandato do ucraniano acabou, em maio, Putin colocou em xeque sua legitimidade apesar de a legislação do vizinho não permitir eleições sob lei marcial, uma realidade desde a invasão.

Na mão contrária, Zelenski sinalizou que aceita debater com o líder russo –mesmo com uma lei de 2022 proibindo negociação com Putin. O ucraniano também aposta numa segunda cúpula de paz, desta vez convidando Moscou.

Este por ora é um caminho incerto, dado que o arranjo só leva em conta um prato feito por Kiev, mas mostra que as placas tectônica da diplomacia estão se movendo enquanto Rússia e Ocidente se estranham de forma aguda, e o mundo espera o resultado da eleição americana.

Se o leme das conversas estiver com Pequim, é possível até que o Brasil, que dividiu oferta de mediação com a China, tenha algum papel no enredo.

Abertura das Olimpíadas de Paris sobe audiência de Globo e Cazé TV

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ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – A transmissão da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris nesta sexta-feira (26) conseguiu elevar a audiência da Globo e do SporTV2, além de alcançar bons números para a Cazé TV no YouTube.

 

Segundo dados prévios de audiência, a transmissão marcou 16 pontos de audiência na Grande São Paulo. Foram 22 pontos de pico no principal mercado de televisão do Brasil.

No mesmo horário, a Record marcou 5, o SBT ficou com 3 e a Band alcançou 2 pontos. De cada 100 televisores ligados em São Paulo, 41 estavam ligados na Globo assistindo a cerimônia. Normalmente, a Globo costuma marcar 13 pontos na faixa da tarde. É um crescimento de 23%.

Já o SporTV2 conseguiu picos de 3 pontos no Ibope PNT da TV paga, liderando entre todos os canais de TV por assinatura com larga vantagem para o Viva, que ficou em segundo lugar.

A Cazé TV no YouTube variou entre 400 e 500 mil telespectadores simultâneos durante toda a cerimônia, que ficou marcada por comentários bastante sinceros de Milton Cunha, que criticou a festa preparada pelos franceses.

Na Globo, a cerimônia ficou a cargo de Luís Roberto, Galvão Bueno, Daiane dos Santos e Ítalo Ferreira. No SporTV, Milton Leite, Marcelo Lins, Fabi Alvim e César Cielo formaram o time da transmissão. Ambas as equipes estavam em Paris.

A Cazé TV foi a única que fez a transmissão do com equipe de narração no Brasil, mas com apresentadores e comentaristas na França. Além de Casimiro Miguel e Milton Cunha, Luís Felipe Freitas e Belle Suarez fizeram parte da equipe.

Por que delegação do Brasil não ficou até o final da cerimônia de abertura da Olimpíada?

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Logo após finalizar sua passagem de barco pelo Rio Sena, toda a delegação de atletas do Comitê Olímpico do Brasil (COB) retornou para a Vila Olímpica, nos arredores de Paris, e não ficou até o fim para assistir ao restante da cerimônia de abertura da Olimpíada.

 

A razão para a saída dos atletas brasileiros do evento foram as condições climáticas na capital francesa, que está sob forte chuva nesta sexta-feira. Durante quase todo o período do desfile de barcos, que transportaram todas os países durante a cerimônia, estava chovendo.

Visando o descanso e a preservação da saúde dos competidores do País, o chefe da missão brasileira, Rogério Sampaio, orientou que os brasileiros retornassem para a Vila. Não houve orientação geral para que todos os países saíssem da cerimônia de abertura após a passagem pelo Rio Sena.

Parte da delegação do Brasil já não compareceu à cerimônia na capital francesa. O time de vôlei feminino, por exemplo, anunciou há alguns dias que não participaria do evento. Isso porque o Brasil estreia na modalidade na segunda-feira, contra o Quênia, às 8h (horário de Brasília).

Diante da possibilidade de ficarem algumas horas em pé, as jogadoras do time de vôlei optaram por não participarem. A decisão teve o aval do treinador José Roberto Guimarães. “Eu tinha a minha opinião, mas tem que deixar o grupo escolher. Elas decidiram não participar, porque sabem que 7, 8 horas em pé é cansativo e elas precisam ter energia acumulada para os jogos. Elas escolheram não e eu levantei a mão para o céu, se não eu seria voto contra e eu não quero esse embate. Está todo mundo pensando no mesmo caminho”, disse o treinador à Cazé TV.

Já o time de futebol feminino desistiu de comparecer ao desfile por conta de questões logísticas, somadas ao fator de descanso físico. Após vencerem a Nigéria por 1 a 0 na quinta-feira, na cidade de Bourdeaux, na estreia da modalidade, as jogadoras tiveram dificuldade de retornar à Paris por conta dos problemas nos trens do país.

Incêndios na fiação dos trilhos interromperam a locomoção dos veículos e causaram confusão e transtornos para todos que usariam os trens, que era o caso da seleção feminina de futebol. A próxima partida do Brasil será no domingo, contra o Japão.

Antony Starr, de ‘The Boys’, diz que ser amamentado na série foi como cena de amor

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SAN DIEGO, EUA (FOLHAPRESS) – “The Boys”, série do Amazon Prime Video, ganhará mais um derivado depois que sua quinta e última temporada for exibida. “Vought Rising” contará a historia de Soldier Boy e Tempesta, ou Stormfront, nos Estados Unidos dos anos 1950. Os roteiros estão em fase de escrita e ainda não há previsão de estreia. Jensen Ackles e Aya Cash vão novamente interpretar os personagens, vistos em temporadas anteriores de “The Boys”.

 

O anúncio foi feito num dos painéis mais disputados da San Diego Comic Con, mais importante feira de cultura pop do mundo, neste sábado (26). O primeiro trailer da segunda temporada do spin-off “Gen V” também foi lançado.
Mas foi para falar essencialmente da quarta e recém-finalizada temporada de “The Boys” que o Amazon Prime Video montou o palco. Nele, estiveram o criador Eric Kripke e quase todo o elenco protagonista.

À frente dele estava Antony Starr, intérprete do extremo e sádico Capitão Pátria, o Homelander, que afirmou que a quarta leva de episódios foi a mais desconfortável para ele, enquanto ator.

“Eu fiz muitas coisas estranhas na minha carreira, mas uma das mais estranhas foi abrir o roteiro da quarta temporada de ‘The Boys’ e me deparar com uma cena sobre leite materno”, disse Starr.

Na cena em questão, para mostrar sua devoção ao Capitão Pátria, a personagem Espoleta conta que está fazendo um tratamento para produzir leite materno para ele -que, cria de um laboratório, tem uma estranha obsessão com tudo o que é relacionado à maternidade.

“Nós fizemos umas coisas loucas na série, mas o estranho aqui é que a psicologia por trás disso fez dela uma cena de amor, de certa forma.”

Valorie Curry, intérprete da ultradireitista Espoleta, também enxerga uma camada mais profunda na relação, para além do absurdo.

“Minha coisa preferida na dinâmica deles é que a Espoleta não tem medo do Capitão Pátria. Ela deveria ter, mas sua devoção por ele é tão profunda que ela nem se preocupa. É um amor perturbador. Na verdade, é servidão”, afirmou.

Jack Quaid, Erian Moriarty, Karen Fukuhara, Tomer Capone, Laz Alonso, Nathan Mitchell, Chase Crawford, Claudia Doumit, Susan Heyward, Jeffrey Dean Morgan e Ackles também participaram da conversa, que por coincidência aconteceu no dia do aniversário de cinco anos da estreia de “The Boys”.

Djokovic confia em ‘última dança’ com Nadal na Olimpíada e descarta aposentadoria: ‘Nem penso’

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Novak Djokovic vem recebendo tratamento de celebridade antes dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Assediado por muitos por onde passa, foi bastante requisitado e tietado na França, se encontrou com a ex-tenista Serena Williams entre outras estrelas dos esportes e falou sobre o futuro e um possível embate com o espanhol Rafael Nadal na segunda rodada do torneio de simples. “Seria um espetáculo.”

 

O sérvio estreia no torneio de tênis olímpico neste sábado, diante do australiano Matthew Ebden, no complexo de Roland Garros. Em busca de sua primeira medalha olímpica, é o favorito absoluto no confronto e, caso avance, terá pela frente o vencedor de Rafael Nadal x Marton Fucsovics. O espanhol deve ter mais trabalho diante do húngaro, mas também é apontado como candidato à vitória.

“Estou animado com essa partida da segunda rodada e vou dar o meu melhor. Vai ser um espetáculo se nos encontrarmos. Quero alguns fogos de artifício na quadra, como nos bons e velhos tempos. Espero que nos encontremos porque provavelmente será uma última dança para nós dois”, afirmou Djokovic, crente que não deve ter mais embates com Nadal no circuito, onde o espanhol vem jogando cada vez menos.

Aos 37 anos, se recuperando de problemas físicos e ainda sem títulos na temporada, algo raro da carreira, Djokovic pôs fim às especulações e garantiu que a aposentadoria das quadras ainda nem passa por sua cabeça.

“Sendo sincero, não tenho a aposentadoria em mente. Mesmo sabendo que muitas pessoas adorariam que eu me aposentasse. Claro que o fim está mais próximo do que o começo, eu sei disso, mas ainda gosto de competir e continuarei até não gostar mais”, disse o ex-número 1 do mundo.

Djokovic desejou sucesso ao britânico Andy Murray, que anunciou sua despedida após os Jogos Olímpicos, e revelou que ainda sonha ver Nadal por mais tempo em quadra. “Ele ainda não disse quando será seu último torneio, então espero que possa continuar”, afirmou, sem esconder que a nova geração chegou forte.

“Claro que há uma mudança de gerações. Você tem (Carlos) Alcaraz e (Jannik) Sinner, atualmente os nossos dois melhores jogadores do mundo, merecidamente, jogando em um nível muito alto. São muito jovens e vão praticar esse esporte no futuro. Mas estive presente na mudança de muitas gerações nos últimos 15 anos e gosto de ver isso”, elogiou.

“Também acho ótimo poder jogar com Nadal e outros veteranos como (Stanislas) Wawrinka, que venceram vários Grand Slams e fizeram um grande nome no esporte. Isso também acrescenta mais importância e atenção ao nosso esporte, dá um bom equilíbrio”, concluiu.

Quem é Isaquias Queiroz, porta-bandeira do Brasil na Olimpíada que superou perda de rim

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Isaquias Queiroz não sabe o que é participar de uma Olimpíada sem ser medalhista. Mais do que isso, nas duas vezes dos que ele participou dos Jogos, a média é de duas medalhas por edição. Isso graças ao fato de ser o primeiro brasileiro a conquistar três medalhas em uma única competição, no Rio-2016, com duas pratas e um bronze. Em Tóquio, em 2021, veio mais uma, desta vez, ouro. Aos 30 anos, a expectativa é de, pelo menos, manter a média em Paris-2024.

 

Antes das conquistas olímpicas, porém, Isaquias já tinha feitos inéditos, como ser o primeiro brasileiro a conquistar o Campeonato Mundial Júnior de Canoagem Velocidade, em 2011. No mesmo ano, venceu a prova olímpica do C1 200 metros e a não olímpica do C1 500m (ambas individuais).

Dois anos depois, o atleta deixou o interior da Bahia em direção ao Rio de Janeiro para dedicar-se ainda mais aos treinos. Além de lidar com a mudança, Isaquias precisou digerir a frustração de não ter sido convocado para o Pan-Americano de Guadalajara-2011. Depois disso, porém, foi campeão mundial na Alemanha, em 2013.

A sequência de sentimentos estourou em um desabafo publicado por Isaquias nas redes sociais ainda naquele ano. No texto, ele lamentava não ter recebido gratificação em dinheiro após o título mundial e que pensava em largar o esporte. “Estou pensando seriamente em abandonar a canoagem. Já não aguento mais apresentar bons resultados e não ter mudanças significativas em minha vida”, escreveu na época. Após a postagem, a Confederação Brasileira de Canoagem reconheceu que poderia fazer aprimoramentos, mas reiterou que não havia prometido prêmios a atletas.

Como se sabe, Isaquias continuou. Ainda antes dos Jogos do Rio-2016, em 2014, ele venceu o Prêmio Brasil Olímpico, concedido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) a um atleta destaque. O canoísta também foi escolhido em 2016 e 2017. No ano seguinte, veio um baque. O treinador Jesus Morlán morreu em 2018, vítima de um câncer no cérebro, aos 52 anos. Havia sido ele um dos incentivadores de Isaquias quando o atleta pensou em desistir. O ouro em Tóquio foi dedicado a Morlán. Hoje o brasileiro é treinado pelo comandante da seleção brasileira, Lauro de Souza Júnior.

NASCIDO NO INTERIOR DA BAHIA, PERDEU O PAI E FICOU SEM UM RIM

Dona Dilma criou nove crianças na cidade de Ubaitaba, a quase 375km de Salvador. Desde 1996, quando o pai de Isaquias morreu, a tarefa da matriarca foi solitária. E com mais desafios além da solidão.

Com três anos, Isaquias sofreu um acidente em casa e se queimou com água fervente. Foi internado, não teve bom prognóstico, mas conseguiu superar. Outro susto foi quando o filho de Dilma foi tomado por uma conhecida da mãe, com intenção de vendê-lo. Ele tinha cinco anos. O resgate foi feito por Dilma, com ajuda de amigos, no mesmo dia.

Isaquias, aos 10 anos, teve um novo baque. Uma queda de uma árvore danificou o rim esquerdo. O órgão teve de ser removido. Até hoje, o brasileiro precisa estar atento à hidratação.

Os problemas que Isaquias encarou não o colocaram num lugar de desastre. Ubaitaba, chamada de Dubai por ele e amigos, foi onde viveu boa parte de sua vida e desenvolveu laços e costumes, como frequentar os paredões, festas com sons enormes, normalmente atrás de veículos. A cidade baiana é polo do arrocha, gênero musical xodó de Isaquias.

SEBASTIAN, NO NOME DO FILHO, É EM HOMENAGEM A RIVAL ALEMÃO

Em 2017, o canoísta virou pai, com o nascimento de Sebastian. O nome é uma homenagem a um ídolo do brasileiro, e também adversário. Em agosto daquele ano, quando o filho nasceu, Isaquias estava na República Checa para disputar o Mundial. Acompanhou o parto em uma chamada de vídeo. No dia seguinte, ficou com o bronze na prova C1 1000m. O vencedor foi o alemão Sebastian Brendel, bicampeão olímpico, em Londres-2012 e no Rio-2016.

Brendel estará em Paris, aos 36 anos. Além dele, Isaquias também terá como fortes adversários o checo Martin Fuksa, o romeno Catalin Chirila e o polonês Wiktor Glazuno, atual líder do ranking mundial do C1 1000m. O brasileiro é 11º.

O momento de Isaquias é favorável. Foram duas medalhas de ouro na etapa da Hungria da Copa do Mundo, no C1 500m (que não faz parte dos Jogos) e no C1 1000m. Na disputa do C2 500m, Isaquias Queiroz e Jacky Godmann terão pela frente as duplas de Itália, Polônia, Alemanha, China, Espanha e Hungria.