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Putin diz a Coreia do Sul que enviar armas para a Ucrânia seria ‘grande erro’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta quinta-feira (20) que a Coreia do Sul cometeria um “grande erro” se enviasse armas para a Ucrânia, e que Moscou poderia responder enviando equipamento militar para a Coreia do Norte.

Seul levantou a possibilidade de armar Kiev depois da visita de Putin a Pyongyang, onde o líder russo se encontrou com o ditador Kim Jong-un e assinou um pacto de defesa mútua com a ditadura norte-coreana. Os termos do acordo estipulam que, caso um dos países seja atacado, o outro virá ao seu socorro, e prevê mais cooperação militar.

Putin também disse durante a visita que pode fornecer mísseis de precisão para Pyongyang como retaliação pela autorização dada pelos Estados Unidos e seus aliados para que a Ucrânia use armas ocidentais contra alvos na Rússia.

Como resposta, a Coreia do Sul, apoiada diplomatica e militarmente por Washington, convocou o embaixador russo para explicações, e aventou a possibilidade de entregar armas à Ucrânia, que está em guerra contra a Rússia.

“Enviar armas letais para zonas de combate na Ucrânia seria um grande erro”, disse Putin, em visita ao Vietnã. “Se isso acontecer, tomaremos a decisão correspondente, que não deverá agradar os líderes atuais da Coreia do Sul”, acrescentou.

“Aqueles que enviam [mísseis para a Ucrânia] acham que não estão lutando contra nós, mas já disse, inclusive em Pyongyang, que nos reservamos o direito de fornecer armas a outras regiões do mundo, em relação aos nossos acordos com a Coreia do Norte, ressaltou Putin. “Não descarto essa possibilidade.”

Os EUA consideraram a declaração de Putin preocupante. O Departamento de Estado ressaltou que o envio de armas russas ao país comunista asiático “poderia desestabilizar a península coreana, dependendo do tipo de arma, e violar as resoluções do Conselho de Segurança que a própria Rússia apoiou”.

O ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul disse que, na reunião com o embaixador russo Gueorgui Zinoviev, instou a Rússia a “agir de maneira responsável”. O órgão afirmou que o apoio militar de Moscou a Pyongyang inevitavelmente traria um “impacto negativo nas relações” entre Rússia e Coreia do Sul.

De acordo com a embaixada russa, Zinoviev teria dito que “tentativas de intimidar a Rússia são inaceitáveis”. “O embaixador disse que a cooperação entre [Moscou e Pyongyang] não tem como alvo nenhum outro país”.

Felipe Neto posa dentro de caixão para homenagear Machado de Assis

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Felipe Neto, 36, encontrou uma forma inusitada de homenagear o escritor Machado de Assis (1839-1908), cujo nascimento completa 185 anos nesta sexta-feira (21). O influenciador digital fez um ensaio inspirado em “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e divulgou em suas redes sociais.

Nas imagens, Felipe aparece dentro de um caixão de verdade, que foi encomendado a uma funerária especialmente para a ocasião. Ele aparece segurando a obra de 1881 nas mãos e diz que sua intenção é impulsionar as vendas do autor, de quem se diz fã.

Vale lembrar que o clássico da literatura brasileira é uma obra narrada por um personagem que já está morto e relembra as histórias da vida que teve. “Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas”, diz a primeira frase do livro.

“Para homenagear Machado de Assis vale de tudo, até entrar em um caixão frio para simbolizar Brás Cubas”, comentou o influenciador ao F5. “Confesso que não faria isso por outro autor e não recomendo muito a experiência.”

Ele explica que o autor é um de seus preferidos. “Machado de Assis é um dos maiores artistas de todos os tempos”, elogia Felipe. “Para mim, no mundo literário, está na mesma prateleira de Shakespeare, Kafka e Dostoiévski.”

As fotos também visam tentar fazer com que seu público se engaje na leitura desse e de outros clássicos do escritor. “Se eu puder influenciar alguns dos meus seguidores a embarcarem na leitura de Machado, sentirei que fiz um ótimo trabalho”, afirma.

Recentemente, o influenciador anunciou o lançamento do Clube do Livro Felipe Neto, que já tinha mais de 100 mil inscritos antes mesmo do lançamento oficial e deve funcionar nos moldes dos criados por outras celebridades. A ideia é indicar leituras a seus fãs em vídeos, postagens e análises de forma gratuita. Quem quiser, também poderá pagar uma assinatura para participar de lives e debates com ele sobre as obras.

Apesar de ser um projeto engendrado em parceria com a Companhia das Letras, ele diz que atuará de forma independente e promoverá livros de várias editoras. Felipe também diz que a ideia de monetizar o clube é para poder investir na disseminação da leitura e promover eventos e visitas a escolas.

Astro da série ‘Havaí Cinco-0’ morre aos 56 anos

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Morreu, aos 56 anos, o ator havaiano Taylor Willy, mais conhecido pelo papel de Kamekona Tupuola na série de TV “Havaí Cinco-0”.

Willy faleceu na madrugada desta quinta-feira (20), de causas ainda não identificadas. A informação foi originalmente divulgada pela emissora KiTV News, do Havaí.

O ator deixa uma esposa, Halona, e dois filhos. Além de “Havaí Cinco-0”, ele atuou também em séries como “One West Waikiki”, “P.I.” e “Magnum”, além do filme “Forgetting Sarah Marshall”, protagonizado por Jason Segel. Na juventude, foi também lutador de sumô e de UFC

O produtor de “Havaí Cinco-0”, Peter Lenkov, publicou uma bonita homenagem a Willy em suas redes sociais. “Me apaixonei por você na primeira audição. Você me encantou para te tornar um personagem fixo – na série e na minha vida. Vou sentir sua falta todos os dias, irmão”, escreveu.

Impedida pela 2ª Guerra, idosa de 105 anos recebe diploma de mestrado

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Virginia Hislop, 105, começou uma pós-graduação em Educação da Universidade Stanford, na Califórnia, em 1940. Mas, somente 80 anos depois, ela concluiu o mestrado e recebeu o diploma.

Virginia Hislop começou os estudos em Stanford em 1936. Na época, seu plano era se formar bacharela em educação, o que fez em 1940, e depois fazer um mestrado na área para poder ser professora, segundo informações publicadas no site da Stanford. Ginger, como é conhecida, queria proporcionar oportunidades para mentes jovens, seguindo os passos de sua avó e de sua tia Nora.

Planos foram interrompidos durante a 2ª Guerra Mundial. Pouco antes de Virginia entregar a dissertação, em 1941, seu então namorado George Hislop -que integrava o Corpo de Treinamento de Oficiais da Reserva de Stanford , foi convocado para servir durante a Segunda Guerra Mundial.

Situação levou o casal a se casar, e obrigou Ginger a deixar a universidade. “Pensei que [o mestrado] era uma coisa que eu poderia retomar depois, se precisasse. E sempre gostei de estudar, então isso realmente não me preocupou muito. Mas casar, sim”, explicou Ginger, que nasceu em Palo Alto e nesta sexta-feira (21) mora em Yakima, Washington.

No domingo (16), 83 anos depois, ela enfim recebeu o diploma. “Uma defensora ferrenha da equidade e da oportunidade de aprender. nesta sexta-feira (21) estamos orgulhosos de conferir o título de mestre em educação à nossa formanda de 105 anos”, discursou o decano da Escola de Educação de Stanford, Daniel Schwartz, na cerimônia de formatura. A celebração contou com a presença dos netos e bisnetos de Ginger, e os colegas formandos a aplaudiram de pé.

Mestrado é um ‘reconhecimento’ pelo trabalho de Ginger na educação. Segundo a ABC News, Stanford eliminou a exigência da dissertação para dar o diploma, mas o site da universidade não deixa claro o que aconteceu.

Em seu discurso, Ginger sugeriu que o mestrado é um recompensa pelo seu trabalho na educação ao longo da vida. “Para mim, este diploma é um reconhecimento dos muitos anos que dediquei trabalhando pelas escolas na área de Yakima e em diversos conselhos”, afirmou.

Atualmente, Ginger faz trabalho comunitário e cuida do jardim de casa. A rotina, segundo ela, a mantém afiada. “A maior lição que aprendi com ela é que você nunca para de aprender”, disse o genro de Ginger, Doug Jensen, ao site da Stanford. “Ela é uma leitora voraz e, aos 105 anos, ainda está ativa. Não há musgo crescendo debaixo de seus pés.”

“Acho que todas as crianças deveriam ter a oportunidade de desenvolver seu potencial da melhor maneira possível, e que todas deveriam ter a chance de buscar o ensino superior se assim desejassem. Tenho feito esse trabalho [na educação] por anos e é bom ser reconhecida com este diploma”, disse Virginia, durante sua formatura em Stanford.

Priscila Fantin afirma que personagens são ‘antídoto’ para depressão crônica

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Aos 41 anos, Priscila Fantin está novamente nas telas na reprise de “Alma Gêmea”, novela que estreou em 2005 na Globo. Ela, que já convivia com depressão na época, mesmo sem um diagnóstico, diz que suas personagens são um antídoto para a doença.

A atriz diz que o comprometimento com terapia e os medicamentos a ajudaram a melhorar. Ela também conta que a depressão nunca afetou sua atuação.

“Em ‘Alma Gêmea’, não tinha o diagnóstico, o peso de saber e o tratamento. Mas a Serena, por si só, já é um antidepressivo. Vivenciar as minhas personagens é um antídoto.”

Foi aos 26 anos que descobriu o que tinha e, hoje, entende como a depressão age no organismo. A artista define como intensa a relação com a condição.

“Posso dizer que já carregava uma tristeza profunda desde uns 19 anos. Tenho sempre que estar cuidando. Existem manobras para me manter saudável, mas ela pode se instalar de novo. Tento lidar com o maior carinho, cuidado, paciência e respeito comigo mesma. Senão, fica pesado demais”, afirmou ao jornal O Globo.

Leia Também: Com princípio de Alzheimer, Íris Bruzzi passa a morar no Retiro dos Artistas no Rio

Ex-goleiro do Corinthians, César morre vítima infecção generalizada

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O ex-goleiro Carlos César de Oliveira, que atuou no Corinthians nos anos 1980, morreu na noite da última quinta-feira (20), aos 69 anos, vítima de uma infecção generalizada.

César estava internado desde o dia 8 de junho, devido a uma parada cardíaca. Inicialmente, ele foi a UPA do Francês e imediatamente foi transferido para o HGE.

O ex-jogador enfrentava dificuldades após enchentes no Alagoas e chegou a pedir ajuda ao Corinthians: “É uma força para eu ter uma oportunidade para continuar vivo, continuar na luta, porque eu me considero um cara guerreiro. A gente fica sem teto, sem chão, sem saber por onde começar. Estou precisando de uma força para eu ganhar uma nova vida, para eu poder trabalhar com as minhas pernas e parar de incomodar com essas coisas que acontecessem”, disse ao UOL em 2022.

 

[Carlos César de Oliveira]© Arquivo Corinthians  

César fez 58 jogos pelo Corinthians (56 oficiais) e atuou ao lado de Sócrates, Zenon, Casagrande, Wladimir, Biro-Biro, Zé Maria e Paulo César Caju. O então goleiro foi comandando por Osvaldo Brandão.

Ele, porém, ficou marcado por uma falha na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1982, em jogo contra o Grêmio. César não levantou títulos pelo Corinthians.

O alagoano também teve passagens por Juventus, CRB, Flamengo-PI e ASA.

Aos 85, Fujimori se filia a partido no Peru, e aliados não descartam volta

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O ex-presidente Alberto Fujimori, 85, anunciou sua filiação ao partido Fuerza Popular, fundado pela filha Keiko, em 2010.

A filiação do político, que governou o Peru de 1990 a 2000, foi anunciada no perfil dele no X. Sua filha Keiko, que é presidente do Fuerza Popular e já foi primeira-dama do Peru após o divórcio dos pais, também compartilhou a novidade, que classificou como uma “grande notícia para todo o fujimorismo”.

Aliados não descartam candidatura, mas Fujimori não se pronunciou. Em entrevista ao Canal N, o congressista Alejandro Aguinaga sinalizou que ex-presidente pode voltar a concorrer à Presidência nas eleições de 2026. “Sua prioridade é a sua saúde, mas não se pode cercear seu direito de se candidatar ou de estar na política”, afirmou. Já Miguel Torres, porta-voz do Fuerza Popular, disse que, se Fujimori decidir se candidatar, “nós seríamos os mais felizes em apoiá-lo”.

Maioria da população acha que Fujimori não tem direito de voltar. Uma pesquisa Ipsos encomendada pela America TV mostrou que 73% dos peruanos consideram que o político “não tem direito” de participar das próximas eleições. Essa percepção negativa é maior no interior do país, com 78% dos entrevistados reagindo negativamente a um possível retorno de Fujimori, segundo o portal Infobae.

No início de maio, ex-presidente revelou um tumor maligno na língua. “Justo agora que reconquistei minha liberdade, tenho que enfrentar uma nova batalha”, disse Fujimori no X. “Nunca me rendo à doença e à arbitrariedade. Nada poderá evitar meu reencontro com todos vocês. Com o apoio de vocês, a ajuda de Deus e o amor da minha família, vou derrotar o câncer”. Ele também sofre de problemas cardíacos e hipertensão.

“Uma grande notícia para todo o fujimorismo. No sábado (15), meu pai preencheu sua ficha de filiação ao Fuerza Popular”, disse Keiko Fujimori, no X.

Chegada do inverno eleva casos de síndrome respiratória no país, diz Fiocruz

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O boletim InfoGripe, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), divulgado nesta quinta-feira (20), mostra aumento das internações por quadros de Srag (síndrome respiratória aguda grave) causadas pelo VSR (vírus sincicial respiratório) e pela Influenza A, vírus da gripe, no Centro-Sul do país.

O VSR é o principal agente causador de bronquiolite em bebês, uma doença respiratória comum e altamente contagiosa cujos sintomas principais são tosse e falta de ar. Em geral, os casos são leves, mas podem resultar em internações hospitalares.

A alta circulação do VSR afeta a incidência e mortalidade nas crianças pequenas. Outro vírus com destaque para a incidência em crianças é o rinovírus. Nas últimas oito semanas, a mortalidade por Srag foi semelhante entre crianças pequenas e idosos. A mortalidade da população com mais de 65 anos é mais associada ao Covid e à Influenza A.

No cenário nacional, há um sinal de estabilidade nos quadros de Srag nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). Segundo o boletim, a estabilidade é explicada por uma queda ou interrupção no crescimento das Srag por VSR e Influenza A em muitos estados do país, embora ainda estejam em ascensão em alguns estados do território nacional, especialmente na região Sul.

Porém, devido às inundações do Rio Grande do Sul, a Fiocruz alerta que os dados mais recentes devem ser analisados com cautela por conta dos eventuais impactos na capacidade de atendimento e registro dos casos de Srag no estado gaúcho.

Marcelo Gomes, pesquisador e coordenador do InfoGripe, entende que o aumento das internações pode estar associado com o início do inverno, quando a transmissão de vírus respiratórios se intensifica.

Na atualização, 11 unidades federativas apresentam sinal de crescimento de Srag na tendência de longo prazo: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte,

Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo. Em contraste com outros estados do país, Acre, Amazonas e Amapá ainda mostram crescimento de internações em crianças por VSR.

Em 2024, foram notificados 78.835 casos de Srag, o 38.361 (48.7%) eram positivos, 28.662 (36.4%) negativos e 7.398 (9.4%) aguardam resultado laboratorial. Nas últimas quatro semanas, os vírus que mais prevaleceram entre os casos positivos foram: VSR (51%), Influenza A (22,6%), Covid-19 (5,2%) e Influenza B (0,6%). Entre os casos de morte com resultado positivo para algum vírus respiratórios, tem-se Influenza A (46%), Influenza B (0,3%), VSR (22,6%), e Covid-19 (22,9%).

O estudo tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 17 de junho.

 

Linn da Quebrada é internada em clínica de reabilitação para tratar depressão

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Linn da Quebrada foi internada em uma clínica de reabilitação para tratar um quadro de depressão. A assessoria da artista confirmou a informação à Folha de S.Paulo.

Em abril, a cantora já havia anunciado que faria uma pausa na carreira para tratar da doença. “Para estar diante das câmeras e dos palcos de forma plena, é preciso estar com a saúde física e mental em dia. Quando algo não vai bem, é necessário parar, respirar e cuidar”, dizia o comunicado.

Segundo a assessoria de Lina, os motivos que circulam sobre o seu estado de saúde não procedem. “Nada tem a ver com falta de visibilidade e de trabalhos. A cantora, inclusive, precisou abrir mão de trabalhos já agendados para priorizar a sua saúde”, diz a nota enviada pela equipe.

A equipe não falará o local onde Linn está se tratando e agradece ao carinho dos fãs.

Famosos que abusaram do Botox (E os que juram nunca usar)!

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O uso de injeções de Botox para fins estéticos é um dos temas de beleza mais controversos do século XXI. Alguns acham que as pessoas devem ser livres para se submeterem ao tratamento se sentirem que isso lhes dará mais confiança, enquanto outros sentem que os procedimentos emanam uma cultura de beleza tóxica baseada na busca interminável pela juventude.

Famosas que estão sempre sob os holofotes são frequentemente julgadas duramente se optarem por usar Botox, mas também são julgadas duramente se parecerem mais velhas. O discurso levou muitas estrelas a falarem publicamente sobre o tema.

Clique na galeria para saber o que as celebridades disseram sobre Botox, quem assumiu já ter usado (e abusado) e quem promete que não vai aderir a esse recurso da cosmética nem amarrado!

Seleção masculina tropeça de novo e volta a adiar vaga na fase final da Liga das Nações

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A seleção brasileira masculina de vôlei voltou a tropeçar na Liga das Nações nesta sexta-feira. Desta vez, a equipe comandada por Bernardinho levou 3 sets a 0 do Canadá, com parciais de 24/26, 19/25 e 24/26, na penúltima partida do time nacional na fase classificatória.

Assim, os brasileiros adiaram mais uma vez a classificação para a fase final, que reúne as oito melhores equipes da competição. O Brasil já poderia ter sacramentado a vaga se tivesse vencido os Estados Unidos por 3 a 1 na quinta – acabou perdendo por 3 a 2. Agora as apostas estão todas no confronto com a França, na madrugada de domingo, às 4h (de Brasília).

Com o resultado, o Brasil perdeu duas seguidas pela primeira vez nesta Liga das Nações. O time figura no sexto lugar, com chance de perder colocações na sequência da rodada por ter jogos a mais que os rivais. São seis vitórias em 11 jogos, com 20 pontos.

“O próximo jogo se tornou uma final para a gente. Não pode vacilar, não pode começar devagar, como fizemos hoje nos dois primeiros sets. Erramos muito no saque, nos ataques. Elevamos o número de erros. Já tínhamos conversado no vestiário sobre o Canadá, por ser uma equipe que cresce quando começa na frente, joga muito bem. Quanto tem uma pressão, eles sentem também”, comentou o central Lucão.

“Conseguimos melhorar no terceiro set, mas acabamos errando algumas coisas que não podíamos ali no final do set. Mas é um aprendizado. Todo mundo está rodando, pegando experiência, crescendo ao longo do campeonato. O jogo de domingo é essencial para a gente. Não podemos vacilar”, alertou o experiente jogador.

O maior pontuador do Brasil nesta sexta foi Darlan, com 12 acertos. Leal e Lucão anotaram nove pontos cada. Pelo lado canadense, Loeppky foi o maior destaque da partida, com 21 pontos.

Ideia de introduzir armas nucleares na Guerra da Ucrânia é inaceitável, diz ONU

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), Rafael Grossi, afirma que as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio têm gerado uma das tendências mais negativas dos últimos tempos: o interesse pela expansão das armas nucleares.

“O resultado dessas novas tensões internacionais tem criado um atrativo maior pelas armas nucleares. Países pensando que eventualmente uma arma nuclear seja necessária”, disse o diretor à Folha durante visita a Brasília.
A Otan, aliança militar ocidental, anunciou na última segunda-feira (17) que considera deixar mais armas nucleares em prontidão para uso imediato contra a Rússia, em apoio a Kiev.

Grossi é crítico das ameaças de incorporar o componente nuclear à guerra. “Os países que têm armas nucleares têm uma doutrina, critérios que devem ser checados para eventualmente utilizá-las […]. Falar de introduzir armas nucleares nesse conflito, para mim, é inaceitável”, afirmou.

Outro foco da agência ligada à ONU é o Irã. O país não tem armas nucleares, mas passou a enriquecer urânio em grandes quantidades. O temor de que Teerã passe a produzir armamento do tipo gerou instabilidade em países vizinhos, que avaliam seguir o mesmo caminho.

PERGUNTA – A Otan anunciou que estuda deixar armas nucleares em prontidão para apoiar a Ucrânia na guerra contra a Rússia. Como a agência vê essa escalada?

RAFAEL GROSSI – A agência não tem mandato direto sobre a utilização eventual das armas nucleares, mas tem uma influência e normas legais no âmbito da não proliferação. Na minha opinião, o resultado dessas novas tensões internacionais tem criado um atrativo maior pelas armas nucleares -países pensando que eventualmente elas sejam necessárias.

Não há na América do Sul, mas na região do Oriente Médio, na Ásia, você pode imaginar. Países que têm dito de maneira muito clara que, se o Irã se dotar de armas nucleares, vão fazer o mesmo. Existe uma certa normalização desse discurso. Acho muito lamentável.

Temos que ter um retorno à calma. As tensões existem, não devemos ter uma visão angelical da realidade internacional. Mas também precisamos entender que certos discursos são provocativos e podem resultar em agravamento das tensões internacionais.

P – As declarações recentes do secretário-geral da Otan [Jens Stoltenberg, que deixará o cargo] sobre as armas nucleares na Ucrânia preocupam a agência? Quais são suas recomendações?

A introdução de armas nucleares em um conflito entre um país dotado e um país não dotado seria o equivalente a uma guerra nuclear generalizada. Os países que têm armas nucleares têm uma doutrina, critérios que devem ser checados para eventualmente utilizá-las. Um deles é ser atacado ou ameaçado com armas nucleares ou armas de destruição em massa. Outro é a possibilidade de destruição do Estado ou a sobrevivência do Estado. Por isso, falar de introduzir armas nucleares nesse conflito, para mim, é inaceitável.

P – O senhor conversou com o secretário-geral da Otan?

RG – Não.

P – Pretende conversar?

RG – Não. Acredito que temos mandatos diferentes. Temos os mesmos integrantes, mas temos mandatos muito diferentes. Essa é uma aliança militar, nós somos uma agência de paz e desenvolvimento tecnológico de não proliferação.

P – Na visita de Vladimir Putin à Coreia do Norte, um dos assuntos foi o estreitamento da aliança militar. Isso o preocupa do ponto de vista nuclear?

RG – É uma situação única. A Coreia do Norte abandonou o TNP [Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares], expulsou todos os inspetores e desenvolveram armas nucleares. E a Rússia é membro do TNP. Não temos informações que indiquem que existe uma colaboração no plano nuclear entre a Rússia e a Coreia do Norte.

P – A AIEA faz inspeções constantes na Rússia?

RG – Nós temos um regime de inspeções limitado nesses cinco países, porque esses países já têm suas armas nucleares. Temos muito trabalho no nível da segurança física, segurança tecnológica das centrais. E temos também inspeções mais simbólicas, diria, porque a natureza dessas inspeções é evitar a proliferação nuclear -e isso já ocorreu nesses países nos anos 1940, 1950.

P-A agência possui uma missão de tempo integral na Ucrânia. Como está a segurança nuclear no contexto da guerra?

RG – Estamos presentes em todas as cinco instalações nucleares da Ucrânia e também na política. São quatro centrais nucleares e Tchernóbil, que é uma instalação nuclear, mas em descomissionamento [desativação]. Estamos em todo o território ucraniano, inclusive no território ocupado, situação única na história.

P – O sr. já esteve com Putin. Conseguiu algum compromisso do presidente russo?

RG – Estabeleci compromissos para todos os envolvidos no sentido de evitar ataques às centrais nucleares e evitar a militarização delas. Naturalmente inclui a Rússia e outros atores, como a Ucrânia. Evitar o emprego de lançadores de foguetes, artilharia pesada.

Não é um compromisso legal, mas político, baseado na missão da agência. Apresentei esse compromisso ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, para ter uma natureza mais solene e importante em nível global. Recebi apoio de todos.

Não temos garantias de que não haverá ataques, mas acredito que estejamos exercendo um papel dissuasivo bastante claro.

P – As guerras na Ucrânia e em Gaza têm feito outros países buscarem armas nucleares?

RG – Vejo uma tendência. Está demonstrado que a arma nuclear, infelizmente, está exercendo um papel muito importante como dissuasão ou, eventualmente, como instrumento militar -espero que não seja usada.

P – A Marinha do Brasil tenta construir seu primeiro submarino nuclear. Há queixas de setores militares de que a AIEA faz exigência de inspeção muito rígida, o que comprometeria o sigilo da operação. Como o sr. vê essas críticas?

RG – É um desafio mútuo para o Brasil e para a agência. O Brasil tem um desenvolvimento tecnológico de grande importância; eu, como argentino, compreendo bem. Mas temos que ser todos iguais perante a lei. Um submarino nuclear não pode ser excluído das inspeções porque muito de seu material pode servir ao desenvolvimento de armas nucleares.

No marco legal existe essa previsão de desenvolvimento de um sistema de inspeção capaz de dar essas garantias [de não desenvolvimento de armas nucleares]. Não é fácil, mas é indispensável para o Brasil e para a Austrália também.

P – São casos diferentes.

RG – Diferente em tecnologia, mas igual quando falamos que um país tem muito material potencialmente bélico que não vai se submeter a inspeções por muitos meses. E que estará armazenado em instalações navais, com perímetros de quilômetros, que podem oferecer possibilidade de desvios. Naturalmente, existe essa tensão entre o pensamento soberanista e a impulsão internacionalista. Isso é natural e saudável quando trabalhamos com boas intenções, como é o caso do Brasil.

O Brasil não quer armas nucleares, quer propulsão nuclear. Isso está claro para todo mundo. Mas precisamos definir os critérios porque esse acordo tem que ser apresentado à Junta de Governadores [colegiado deliberativo da agência]. Quando este dia chegar, o primeiro defensor desse acordo tem que ser o diretor-geral, não os brasileiros. Sou eu que apresento o plano aos 35 países e preciso dar garantia de que esse acordo não vai trazer problemas.

P – Os militares brasileiros reclamam que a agência pretende submeter o submarino a inspeções que outros países não têm.

RG – São diferentes, mas isso é natural. São diferentes porque os países que têm submarinos nucleares são os países que já têm armas nucleares. A consequência lógica disso é que eles já as desenvolveram, infelizmente. Não há interesse de saber se neste submarino americano ou britânico eles vão desviar [urânio enriquecido para fabricação de bombas]. Não faz sentido.

A Índia também tem submarino nuclear, mas não assinou o TNP. Por isso que [as inspeções rigorosas] serão feitas nesses casos do Brasil e da Austrália.

P – Na proposta da AIEA, como seria a inspeção da tecnologia nuclear do submarino brasileiro?

RG – Na prática, [o ideal] deve incluir inspeções antes e após o retorno do submarino ao porto, para comparar o balanço do material. Ao chegar, analisa-se o material, o combustível, e aí se confirma que o material produzido foi utilizado somente para a propulsão do submarino.

RAIO-X | RAFAEL GROSSI, 63

É diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica desde 2019. É diplomata argentino com mais de 40 anos de atuação. Foi embaixador na Áustria, Eslovênia e Eslováquia. Representou a Argentina como aliado extra-Otan e foi chefe de gabinete da Organização para a Proibição de Armas Químicas, em Haia, na Holanda.

Errado é trair e ter várias amantes, diz Tadeu Schmidt sobre filha queer

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Tadeu Schmidt se prepara para o início das Olimpíadas de Paris. O apresentador vai comandar, ao lado de Fernanda Garay, a Central Olímpica, que vai resumir o dia nos Jogos Olímpicos de Paris em horário nobre na emissora.

No mês do orgulho LGBTQIA+, o também apresentador do BBB deixou claro o orgulho que sente da filha mais velha, Valentina. A jovem se define como uma pessoa queer.

“Errado é trair, é você ser um casal hétero e ter várias amantes. Errado é ser desonesto, ser mentiroso”, disse. Para ele, o caminho para o fim da homofobia é uma via de mão única que não tem volta.

O jornalista relembrou falas homofóbicas que teve ao longo da vida, inclusive com colegas de profissão. Em uma das ocasiões, foi corrigido por Murilo Salviano, correspondente da Globo em Londres.

“Um colega me alertou que alguém tinha se assumido gay, e eu disse ‘caramba, pensei que ele era homem’. Ele falou ‘Tadeu, homem ele é, ele não é hétero, ele é homossexual'”, afirmou em entrevista à revista Quem.

Até hoje, ele diz cometer deslizes, mas conta com a ajuda da esposa, Ana Cristina, e também da filha mais nova, Laura.

“Se vejo um stand-up e tem uma piada falando de homem e mulher, eu mando no grupo da família ‘vocês acham que é machismo?’, e elas falam ‘é machismo’. Aprendo com elas que não é só uma brincadeira. É um processo eterno, e eu nunca vou ser à prova de falhas.”

Briatore volta à F-1 como consultor da Alpine 15 anos após ter sido banido do esporte

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A Alpine confirmou os rumores nesta sexta-feira ao anunciar o retorno de Flavio Briatore à Fórmula 1. Aos 74 anos, o empresário italiano volta ao circuito, como “consultor executivo”, 15 anos após ser banido da categoria por ter sido um dos protagonistas do maior escândalo de manipulação de resultado da modalidade, o famoso Cingapuragate. O caso teve como maior vítima o brasileiro Felipe Massa, que luta na Justiça para ser reconhecido como o campeão mundial de 2008.

A surpreendente volta de Briatore havia sido antecipada pela imprensa europeia no fim do mês passado. E acabou sendo oficializada nesta sexta, antes do primeiro treino livre do GP da Espanha, em Barcelona. O italiano terá papel de destaque na Alpine, que conta atualmente com os pilotos franceses Pierre Gasly e Esteban Ocon.

Briatore terá a missão de ajudar a reerguer a equipe, que um dia foi a Renault. E uma de suas tarefas seria contratar o engenheiro e projetista Adrian Newey, que está de saída da Red Bull no fim do ano e é cotado para reforçar a Ferrari em 2025, quando a equipe italiana terá Lewis Hamilton em um dos seus carros.

Em comunicado, a Alpine afirmou que Briatore “vai focar predominantemente nas áreas de alto nível da equipe”, o que inclui “procurar os melhores talentos e fornecer insights sobre o mercado de pilotos, desafiando o projeto existente, avaliando a estrutura atual e aconselhando sobre alguns assuntos estratégicos dentro do esporte”.

A equipe francesa vive momento ruim na F-1. Após fazer temporadas promissoras, o time somou apenas cinco pontos nas primeiras nove etapas do campeonato deste ano. Figura apenas na oitava colocação no Mundial de Construtores. No início do mês, a Alpine avisou que mudará ao menos um dos pilotos para o próximo ano, uma vez que não renovará o contrato de Ocon.

Briatore havia sido banido da F-1 em 2009 após o escândalo no GP de Cingapura de 2008, quando pediu para o brasileiro Nelsinho Piquet bater de propósito para beneficiar Fernando Alonso na briga pelo título – o espanhol acabou campeão.

O dirigente italiano foi banido, depois teve a pena modificada e cumpriu suspensão até 2013. Ele estava longe da Fórmula 1 nos últimos cinco anos. Presente no paddock do GP de Mônaco deste ano, ele já vinha ensaiando um retorno, até mesmo na companhia de Stefano Domenicali, atual presidente e CEO da F-1.

Aquele GP de Cingapura causou prejuízos diretos a Felipe Massa na briga pelo título de 2008, que acabou ficando com Lewis Hamilton. Somente em 2009 o caso foi investigado, o que gerou as punições a dirigentes da então equipe Renault.

O tema voltou à tona com força no ano passado, quando Bernie Ecclestone, que foi o chefão da categoria ao longo de 40 anos, deu entrevista em que dizia considerar Massa o campeão verdadeiro daquele ano. Ele disse também que sabia da armação de Briatore para beneficiar Alonso.

Na prática, isso deu argumento e fundamentação jurídica para Massa acionar a Justiça com o objetivo de ter o título reconhecido e também de olho numa indenização que poderia superar US$ 150 milhões, algo próximo a R$ 815 milhões, pelo câmbio atual.

Criança fica gravemente ferida em acidente na BR-101 em Guarus

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HFM/Foto: ClickCampos
HFM/Foto: ClickCampos

Na noite dessa quinta-feira (20), um grave acidente na BR-101, próximo à entrada do Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Guarus, em Campos, deixou três pessoas feridas, incluindo uma criança. A colisão envolveu um carro e uma motocicleta.

A criança de 11 anos, passageira da moto, foi socorrida inconsciente e com escoriações graves. Todos os envolvidos foram encaminhados para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Segundo apuração da Redação ClickCampos, a menina, identificada pelas iniciais L. N. A., sofreu traumatismo craniano e fratura de fêmur, e seu estado é grave. Ela está em observação na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP).

O homem de 39 anos, identificado pelas iniciais R. L. M. M., apresentou trauma craniano e torácico, além de múltiplas fraturas nas pernas. Ele está em estado grave, em observação na Unidade Intermediária (UI) do Pronto-Socorro.

Não há informações sobre o estado de saúde da mulher envolvida no acidente.

Lula se vacinou contra dengue na rede privada, sem divulgar e antes da campanha do SUS

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) se vacinou contra a dengue no dia 5 de fevereiro, sem divulgação e antes de o SUS (Sistema Único de Saúde) iniciar a campanha de imunização. O Palácio do Planalto afirma que a dose foi fornecida pela rede privada, mas se recusa a informar o modelo e custo da vacina, além do nome do laboratório.

A campanha do SUS contra a dengue começou quatro dias após Lula receber a primeira dose. A escassez de vacinas na rede pública tornou o governo alvo de críticas e forçou o Ministério da Saúde a limitar a vacinação ao grupo de 10 a 14 anos.

Desde que assumiu o terceiro mandato de presidente, Lula se vacinou em público contra a gripe e Covid para incentivar as campanhas de imunização. Procurada, a Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência) não explicou por qual razão a vacinação contra a dengue não foi divulgada.

Apesar de o Palácio não informar o modelo do imunizante, a vacina atualmente aprovada para pessoas que nunca tiveram a dengue no Brasil é a Qdenga, da fabricante Takeda, a mesma que foi incorporada ao SUS.

A Secom também não informou em que local o presidente foi imunizado.

Lula recebeu a segunda dose da vacina contra a dengue no dia 6 de maio, também sem divulgação. As datas de aplicação do imunizante foram reveladas pela Presidência da República após pedido da Folha baseado na LAI (Lei de Acesso à Informação). A reportagem também solicitou dados sobre a imunização de Lula contra a Covid.

Na primeira resposta, a Presidência informou que Lula “recebeu todas as doses de vacinas compatíveis com a sua idade e já disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, relativas à Covid-19 e à dengue, conforme orientação de sua equipe médica”.

Após recurso, o governo apontou as datas e locais de imunização, além do modelo de cada dose usada pelo presidente contra a Covid. Foram sete aplicações, sendo que a última foi feita em 17 de junho com o imunizante da farmacêutica Moderna, adaptado para a variante XBB e comprado com atraso pela Saúde.

O Planalto informou, ainda na segunda resposta, as datas em que Lula foi vacinado contra a dengue, mas não apontou o local da aplicação e o modelo da vacina utilizada. A Folha solicitou novamente esses dados em recurso apresentado na segunda-feira (17).

A Secom confirmou, em nota, apenas que a vacina da dengue foi obtida da rede privada.

O Brasil enfrenta a sua pior epidemia de dengue. Dados do Ministério da Saúde apontam 6 milhões de casos prováveis e 4 mil mortes pela doença em 2024, além de outras 2,8 mil em investigação. Os registros feitos até junho superam o ano passado inteiro, quando houve 1,6 milhão de casos e 1,1 mil mortos por causa da arbovirose.

As doses compradas pelo ministério ainda estavam sob análise de controle de qualidade quando Lula se vacinou. Os imunizantes foram liberados em 8 de fevereiro e as primeiras vacinas foram aplicadas no dia seguinte pelo SUS.

Já o estoque das clínicas privadas ficou escasso entre fevereiro e março. A Takeda, que produz a Qdenga, vendeu toda a sua produção ao SUS.

O intervalo de três meses entre as aplicações da vacina indica que Lula recebeu a Qdenga.

Outra vacina contra a dengue registrada no Brasil, a Dengvaxia não foi incorporada à rede pública e tem esquema de três doses, sendo que o intervalo entre cada uma é de seis meses. O imunizante da Sanofi é indicado apenas a pessoas de 6 a 45 anos que já foram infectadas pela dengue.

As bulas dos dois imunizantes disponíveis no país não contemplam no público-alvo pessoas de 78 anos, como o presidente Lula. Nesses casos, o uso é considerado “off-label”, ou seja, fora das indicações do registro do produto na Anvisa e por prescrição médica.

Na data em que recebeu a primeira dose, Lula se reuniu com o diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, para discutir a fabricação do imunizante contra a dengue. A agenda oficial do presidente desse dia, porém, não tem registros da vacinação.

No dia seguinte, a ministra Nísia Trindade fez um pronunciamento em rádio e TV sobre o avanço da arbovirose. “A vacinação se dará de forma progressiva, dado o número limitado de doses produzidas pelo laboratório fabricante”, disse a ministra.

Nísia ainda afirmou que os critérios para distribuição das doses foram baseados na incidência da doença e que crianças seriam o público-alvo da campanha do SUS.

Um dos planos do governo é produzir na Fiocruz a vacina Qdenda. A fundação, porém, afirma em documentos internos que já “trabalha no limite” e diz depender da construção de uma nova fábrica para conseguir atender a demanda do SUS.

A Fiocruz ainda afirma que a sua estrutura atual exige cortar a entrega de outros imunizantes para fabricar a vacina da dengue.

Para a campanha de 2024, o Ministério da Saúde comprou e recebeu doações que somam 6,5 milhões de doses da Qdenga. As vacinas são suficientes para imunizar 3,25 milhões de pessoas.

O ministério ainda comprou 9 milhões de unidades da mesma vacina para o próximo ano. Todas serão fabricadas no exterior.

Durante a gestão Jair Bolsonaro (PL), o Ministério da Saúde usou termos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) para negar o acesso aos dados da carteira de imunização do então presidente em pedidos baseados na LAI.

A CGU (Controladoria-Geral da União) decidiu liberar os dados sobre a Covid no começo do governo Lula. Os pedidos ainda motivaram a abertura de investigação sobre suposta falsificação de certificado de imunização de Bolsonaro.

A Controladoria considerou que o próprio ex-presidente havia dito que não tomou a vacina. Disse ainda que a informação teria “interesse público geral e preponderante”, pois poderia ter influenciado a política pública de imunização durante a pandemia.

 

Cariucha passa por cirurgia de emergência após hemorragia

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Cariucha passou por uma cirurgia de emergência nesta sexta-feira (21) após sofrer uma hemorragia de madrugada.
A hemorragia foi decorrente de miomas no útero. Segundo a assessoria da apresentadora, ela já fazia tratamento e chegou a ser afastada do “Fofocalizando” em março.

A cirurgia começou às 8h e acabou por volta das 10h. O hospital não divulgou informações sobre o estado de saúde de Cariucha após o procedimento.

Cariucha foi levada às pressas ao Hospital São Luiz, em São Paulo. Após apresentar a hemorragia na madrugada, ela foi socorrida pelo assessor de imprensa, que mora no condomínio da apresentadora.

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Festa do Fundão com a 76º edição da Corrida Ciclística neste sábado

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Foto: Rodrigo Silveira/Divulgação
No próximo sábado (22), o Fundão será palco da tradicional Corrida Ciclística, que terá início às 8h, na praça principal do bairro. A corrida, que está em sua 76° edição, faz parte da programação da Festa do Fundão em homenagem a São João Batista e conta com o apoio da Prefeitura de Campos, por meio da Fundação Municipal de Esportes (FME).

A prova terá disputas nas categorias Masculino Elite, Masculino Master A (30 a 39 anos), Master B (40 a 49 anos), Master C (50 a 59 anos), Master D (60 a 69 anos) e Master E (acima de 70 anos), Elite Feminino (até 39 anos) e Master Feminino (acima de 40 anos). Serão dois percursos, o primeiro de 50 km (ida e volta) indo até a ponte de Outeiro e o segundo com 37 km até a localidade de Venda Nova.

“As provas de estrada não acontecem com regularidade, mesmo os atletas gostando. Tenho certeza de que será um sucesso. A parceria com a Prefeitura de Campos e da Fundação Municipal de Esportes é crucial para a realização da prova”, afirmou Afonso Celso, organizador da corrida.

Luciano Viana, presidente da FME, parabenizou os organizadores da festa por mais um ano de atividades esportivas. “É um prazer poder apoiar um evento de tanta tradição na nossa cidade, tenho certeza de que será uma grande festa”, conclui Luciano.

Inscrições para concurso da Câmara de São João da Barra são prorrogadas

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Foto: Divulgação

O prazo para inscrição no concurso público da Câmara de São João da Barra foi prorrogado. Os candidatos podem se inscrever até o dia 30 de junho, pelo site www.funrio.org.

Ao todo, são 11 vagas para o quadro permanente de servidores da Casa, com salários que variam entre R$ 2.261,47 e R$ 7.571,74.

As vagas são para: consultor jurídico (02); agente de segurança (03); assessor de relações institucionais (01); técnico legislativo (01 + 01 Cadastro Reserva); técnico legislativo arquivista (01); técnico legislativo de informática e inovação (01) e técnico legislativo de recursos humanos (01). O valor da taxa de inscrição é: R$ 49,50 para nível médio/técnico e R$ 80,00 para nível superior.

Salários

Os cargos de agente e assessor, para nível médio, terão remuneração de R$ 2.261,47. O vencimento do cargo de técnico legislativo, também nível médio, será de R$ 4.466,38. Já o salário dos cargos técnicos de arquivista, informática e recursos humanos será de R$ 4.466,38 e os interessados precisarão ter curso de nível técnico na área. A carreira de consultor jurídico requer curso superior em Direito e inscrição na OAB. O salário é de R$ 7.571,74.

Provas

As provas dos cargos de nível médio/técnico serão realizadas no dia 25 de agosto (sendo a do cargo de segurança no turno da manhã e, os demais, na parte da tarde). Já a aplicação da prova objetiva e discursiva do cargo de consultor jurídico será no dia 01 de setembro, no turno da tarde.

Mulher é morta em briga de funcionários após boato sobre traição

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Foto: Reprodução

Uma mulher de 23 anos morreu a facadas durante uma briga entre funcionários de uma empresa de alimentos em Florestal (MG). O caso aconteceu na tarde de quinta-feira (20).

A briga foi motivada por boato. Uma auxiliar de produção decidiu ir até a porta da empresa tirar satisfações com uma colega, que espalhou boato de que ela estava traindo seu companheiro, segundo a PM.

A mulher levou o marido, duas amigas e duas irmãs na porta da empresa. Na portaria, ela pediu que a colega saísse para “conversar e esclarecer a situação”. Todos trabalhavam na empresa, exceto a jovem que morreu.

A conversa virou discussão e o homem sacou uma faca. A auxiliar de produção contou à polícia que a irmã foi defendê-la e acabou sendo agredido pelo marido da colega, que tinha uma faca na manga da blusa. Ele feriu as duas irmãs.

Uma delas sofreu um corte superficial na clavícula, mas a jovem de 20 anos morreu após ser levada a uma UPA. A PM diz que testemunhas confirmaram a versão da auxiliar de produção.

Após o ataque, suspeitos de 20 e 24 anos entraram na empresa e fugiram pelos fundos, por uma área de mata. Eles ainda não foram localizados. Uma perícia foi feita no local.