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Tony Ramos é submetido a nova cirurgia após novos hematomas no crânio

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Tony Ramos - Foto: Reprodução

Na noite do domingo (19), o ator Tony Ramos, de 75 anos, voltou a ser submetido a uma cirurgia na cabeça após voltar apresentar hematomas intracranianos. O contratado da TV Globo foi operado pelo neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho no Hospital Samaritano Botafogo, no Rio de Janeiro.

O hospital revelou que Tony Ramos “encontra-se bem, acordado e respirando sem o auxílio de aparelhos”.

Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa da unidade de saúde, o procedimento foi necessário após o ator apresentar distúrbios de coagulação, o que ocasionou a formação de novos acúmulos de sangue na região da cabeça.

Tony Ramos foi levado ao hospital no início da tarde de quinta-feira (16), após se sentir mal. A primeira cirurgia para a retirada de um coágulo no cérebro teria sido considerada um sucesso. No sábado (18), o ator havia recebido alta da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e tinha sido encaminhado para um leito de semi-intensiva.

O hematoma subdural, como o que atingiu o artista, é um acúmulo de sangue entre o cérebro e o crânio. Ele costuma aparecer após traumas na região ou em idosos que usam anticoagulante.

 

Taxa de emissão do CRLV referente a 2023 começa a ser cobrada nesta segunda-feira

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Foto: Divulgação Detran

O Detran.RJ informa que, a partir desta segunda-feira (20/5), estão disponíveis no site do Bradesco os boletos para pagamento da taxa referente a 2023 de emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo digital (CRLV-e), no valor de R$ 76,77. Como o Detran divulgou no mês passado, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio determinou a volta da cobrança da taxa, que tinha sido suspensa em 2022 por lei estadual declarada inconstitucional pelos desembargadores.

No mês passado, o Detran.RJ começou a cobrar a taxa referente a 2024. Nesta segunda-feira, chegou ao banco o boleto de cobrança retroativa ao ano passado. Mesmo quem já obteve o documento de licenciamento anual de 2024 precisará quitar o valor da taxa de emissão do CRLV, tanto de 2024 quanto de 2023. O não pagamento impedirá a realização de qualquer serviço relacionado ao veículo, como transferência de propriedade e outros.

Com isso, o valor da Guia de Regularização de Taxas (GRT) passou a ser de R$ 268,65, dos quais R$ 191,88 são referentes à taxa de licenciamento anual do veículo e R$ 76,77 à emissão do CRLV. Como também já foi informado pelo Detran.RJ, para a emissão do documento de licenciamento de 2024 é necessária também a quitação integral do IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores) e das multas de trânsito vencidas.

Decisão judicial

A Lei Estadual 9.580/2022, que suspendeu o pagamento da taxa de emissão do CRLV, tinha alterado dispositivos da Lei Estadual 8.269/2018, que foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio do ano passado. A Constituição da República estabelece que é competência privativa da União legislar sobre trânsito. A lei contrariou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que condiciona o licenciamento anual à quitação de débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais. Em março, o Órgão Especial do TJ estendeu a declaração de inconstitucionalidade à Lei 9.580/2022.

O licenciamento anual é 100% digital. Para obter o documento de 2024, é necessário pagar a GRT, obtida no site do Bradesco, o IPVA e as multas vencidas. Após a compensação dos pagamentos, o documento digital CRLV-e fica disponível para o usuário no Posto Digital do Detran.RJ ou no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). Ou ainda no portal da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

O documento de 2023 ainda é válido, pois o Detran.RJ prorrogou os prazos do licenciamento de 2024. Para veículos com final de placa 0, 1 e 2, o prazo vai até 31 de julho de 2024. Para os finais de placa 3, 4 e 5, o licenciamento pode ser feito até 31 de agosto. E para os finais de placa 6, 7, 8 e 9, o prazo final é 30 de setembro de 2024.

Fonte: Detran

Equipe olímpica de boxe do Brasil garante vaga em oito finais da Eindhoven Cup

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Bia Ferreira - Foto: Olimpiada Todo Dia

Os boxeadores Caroline Almeida (50kg), Michael Trindade (51kg), Tatiana Chagas (54kg), Luiz Oliveira (57kg), Beatriz Ferreira (60kg), Wanderley Pereira (80kg), Keno Marley (92kg) e Abner Teixeira (+92kg) vão disputar, nesta segunda-feira, a final da Eindhoven Cup, competição realizada na Holanda. As finais do torneio serão nesta segunda-feira. Todos eles fazem parte da equipe olímpica de boxe, que estará em Paris daqui a pouco mais de dois meses.

Caroline Almeida derrotou a alemã Georgiana-Diana Podaru em decisão unânime dos jurados. Já Tatiana Chagas teve mais dificuldades diante da australiana Tiana Echegaray e o triunfo veio em decisão dividida por 3 a 2.

A campeã mundial profissional Beatriz Ferreira encarou a australiana Tina Rahimi, medalhista de bronze nos últimos Jogos da Comunidade Britânica e venceu por unanimidade. Já Jucielen Romeu foi derrotada pela holandesa Gabriella Wehrheim.

No masculino, Michael Trindade passou pelo dinamarquês Mishack Tusemerewe por 3 a 2. Luiz Oliveira, o Bolinha, eliminou o sueco Hadi Hadrous forma unânime.

Para fechar o dia, mais três vitórias, todas sobre rivais da Alemanha. O vice-campeão mundial Wanderley Pereira superou Silvio Schierle por 4 a 1, enquanto Keno Marley bateu Kevin Lebowski por decisão unânime, mesmo resultado obtido por Abner Teixeira diante de Amin Younes Ouchaou.

 

Quase 3.000 médicos se inscrevem para atuar como voluntários no RS em ação do CFM

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quase 3.000 médicos de todo o país se inscreveram para atuar como voluntários no atendimento das vítimas das chuvas do Rio Grande do Sul, em uma campanha promovida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e conselhos regionais.

A iniciativa ocorre no momento em que há um temor que as consequências das enchentes causem uma onda de doenças como leptospirose, hepatite A e doenças respiratórias, além de superlotação de hospitais e postos de saúde no RS.

Dos 2.804 médicos inscritos até a última sexta (17), a maior parte deles é de São Paulo (738), Minas Gerais (329) e do próprio Rio Grande do Sul (264), segundo dados divulgados pelo CFM.

A maioria (1.498) tem até 35 anos de idade e 1.600 (57%) são mulheres. Há médicos habilitados para os atendimentos básico, especializado, em UTI e medicina legal, entre outros. Além disso, 59% têm experiência em calamidade pública.

Na sexta, o presidente do CFM, José Hiran Gallo, entregou a lista dos médicos inscritos ao ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. O governador Eduardo Leite (PSDB) também recebeu uma cópia da lista. A ideia é que eles cuidem da logística (deslocamento, hospedagem, alimentação, suporte operacional, entre outras) desses profissionais.

Em relação às especialidades dos inscritos, mais de 150, por exemplo, são especialistas em cirurgia-geral e 200 em clínica geral. Pouco mais de um quarto (26%) disse ter disponibilidade imediata para iniciar os trabalhos voluntários e 28% dentro de uma semana.

Os médicos também informaram o tempo que podem ficar atuando no Rio Grande do Sul: 28% por até 15 dias; 10% por até 30 dias; e 18% por tempo indeterminado.

“Estamos falando de um grande número de profissionais que poderá socorrer as vítimas dessa tragédia nos próximos dias. É um grupo qualificado, jovem, disponível e com muita vontade de ajudar”, disse Gallo, em comunicado.

Para facilitar a atuação dos médicos voluntários, o CFM emitiu uma circular, dispensando a solicitação de visto temporário para os médicos de fora do Rio Grande do Sul. É uma situação de excepcionalidade.

O visto temporário é um instrumento exigido, normalmente, de médicos que vão atuar por até 90 dias em um estado onde não mantem inscrição em CRM.

No caso dos médicos voluntários para atuar no Rio Grande do Sul, será necessário apenas o envio de um e-mail, pelo profissional, ao conselho regional de origem (onde mantenha sua inscrição principal) para comunicação da sua atuação.

O número de médicos inscritos no CFM não contempla outros voluntários que já foram para o RS por conta própria ou por meio de outras entidades médicas.
Além dessa iniciativa do CFM, o Ministério da Saúde também começou a convocação de voluntários para atuação no Rio Grande do Sul por meio da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para isso, é obrigatório que o profissional tenha vínculo público municipal, estadual ou federal. Além disso, é necessário comprovar cinco anos de experiência em atendimento de emergência pré-hospitalar móvel e fixo e hospitalar. Veja aqui os critérios.

No caso de aeromédicos, é exigido diploma de medicina ou enfermagem com regularidade no conselho de classe. O interessado deve possuir Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para tripular aeronave (macacão com tecido anti chama, cadeirinha com mosquetão, freio 8, capacete, luvas de raspa e botas).

“É uma emergência de desastre, com uma complexidade imensa. É necessário ter perfil, não apenas vontade de ajudar”, disse o coordenador da Força Nacional do SUS, Fausto Soriano Estrela Neto. Desde o início da calamidade, o número de inscritos no cadastro da FN-SUS subiu de 47 mil, em abril, para 68,4 mil, na semana passada.

A partir desta segunda-feira (20), novos voluntários da Força Nacional do SUS chegarão ao estado. No início do trabalho da Força na região, em 5 de maio, a equipe contava com cem profissionais. Com o reforço, esse número chegará a 202. A medida permitirá que equipes volantes, com médicos e enfermeiros, atuem simultaneamente em dez municípios prioritários.

Além do voluntariado para atuar na linha de frente, há uma série de mobilizações de médicos na arrecadação de medicamentos e outros insumos de saúde.

Segundo o oncologista pediátrico Claudio Galvão de Castro Júnior, foram arrecadados e enviados ao estado gaúcho, por exemplo, 20 mil comprimidos de doxiciclina, medicamento usado da profilaxia da leptospirose e destinado a pessoas que ficaram muito tempo em contato com a água contaminada.

“Centenas de médicos de todo o Brasil foram às farmácias e compramos esses comprimidos. Centralizamos no Hospital do Rim [em São Paulo] e conseguimos um voo voluntário para isso chegar ao destino final”, afirma.

 

Adolescente é suspeito de matar pais e irmã em casa

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Foto: Reprodução

Um adolescente de 16 anos foi apreendido sob suspeita de ter matado os pais e a irmã dentro da casa onde a família vivia. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), o caso foi registrado na Vila Jaguara, zona oeste da capital paulista.

Conforme a investigação, policiais militares foram acionados no domingo (19), pelo próprio adolescente, que teria confessado ter cometido o crime contra a própria família na sexta-feira (17). O adolescente foi conduzido à delegacia e, posteriormente, à Fundação Casa. Até esta segunda (20), o suspeito não tinha defesa constituída para o caso.

“O menor relatou que usou a arma do pai, um GCM (guarda civil metropolitano) de 57 anos, para cometer os crimes contra ele, a irmã, de 16, e a mãe, de 50”, disse a pasta. Segundo a polícia, a arma e o celular do menor foram apreendidos e a perícia acionada.

O caso foi registrado como “ato infracional de homicídio – feminicídio, ato infracional de posse ou porte ilegal de arma de fogo e ato infracional – vilipêndio a cadáver (ofensa grave que viola o respeito aos mortos)” no 33° DP (Pirituba).

 

Dorival chama mais 3 jogadores para seleção brasileira na Copa América

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Dorival Júnior - Foto: Reprodução

A seleção brasileira contará com mais três jogadores além dos do 23 já anunciados em maio para disputarem a Copa América. O técnico Dorival Júnior convocou na noite de domingo (20), o zagueiro Bremer (Juventus/Itália), o volante Éderson (Atalanta/EUA) – estreante com a amarelinha – e o atacante Pepê (Porto/Portugal). A competição continental começa em 20 de janeiro, nos Estados Unidos. O Brasil estreia quatro dias depois, contra a Costa Rica. A seleção está no Grupo D, que tem ainda Colômbia e Paraguai.

A inscrição dos três atletas foi possível após a Conmebol anunciar na última quinta (16), o número máximo de 26 jogadores por seleção. A entidade também estendeu para o dia 15 o prazo para definição da lista definitiva de inscritos no torneio.

“Todos os atletas, independente do momento das convocações, chegam em igualdade de condições para disputar e brigar por uma posição dentro da equipe titular”, afirmou Dorival, em depoimento à CBF.

Além da inclusão dos três jogadores, Dorival também chamou o goleiro Rafael (São Paulo), em substituição de Ederson (Manchester City/Inglaterra), em recuperação de uma lesão no rosto, sofrida durante o Campeonato Inglês, no último dia 16.

A apresentação da equipe começará no próximo dia 30, em Orlando, no estado da Flórida (EUA). Durante a preparação, a equipe disputa dois amistosos: no dia 8 de junho encara o México, no Texas, e quatro dias depois enfrenta os Estados Unidos, em Orlando.

RJ Transplantes e HemoRio entram em quadra com a seleção brasileira de vôlei

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Foto: Reprodução

O programa RJ Transplantes, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), entrou em quadra com as jogadoras da seleção brasileira de vôlei no domingo (19), no jogo com vitória por 3 a 0 contra a Sérvia pela Liga das Nações, no Maracanãzinho.

As atletas entraram em quadra acompanhadas de crianças transplantadas, como forma de chamar a atenção do público para a importância da doação de órgãos. Arlindo Arthur Oliveira, de 7 anos, e Isabel da Rosa Santos, de 4 anos, se emocionaram ao entrar de mãos dadas com as jogadoras da seleção.

Ansioso para entrar em quadra pela segunda vez, Arlindo contava os minutos para reencontrar as jogadoras. O menino, que recebeu um transplante de coração aos 2 anos, ganhou a bola do jogo das mãos da capitã Gabi, após a partida. “As jogadoras são muito legais. Estou muito feliz de estar aqui hoje”, disse o menino.

Em outra ação de conscientização para salvar vidas, a equipe móvel do Hemorio esteve presente no Maracanãzinho. Os torcedores puderam fazer a doação das 8h30 às 14h, em uma área reservada.

A iniciativa da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) em parceria com a Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj) também será realizada no próximo domingo, 26 de maio, quando as seleções masculinas de vôlei do Brasil e Itália irão se enfrentar no mesmo local.

Voluntários do GRV e Defesa Civil/Campos reunidos com a Defesa Civil Nacional no RS

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Campos

As águas das chuvas que caíram em todo o estado do Rio Grande do Sul baixaram cerca de 1m neste final de semana, especialmente no município de Canoas, uma das cidades mais atingidas pela enxurrada e local onde os 16 integrantes do Grupo de Resgate Voluntário (GRV) e a representante da Secretaria de Defesa Civil de Campos, Scheila Leal, estão sediados. Neste final de semana, equipes da Defesa Civil Nacional estiveram reunidos com os voluntários de Campos para traçar novas estratégias de ajuda às vítimas e balanço das ações executadas.

A equipe do GRV e a coordenadora de Núcleo, Proteção e Defesa Civil estão em Canoas, no bairro Mathias Velho, mesmo local onde estão as equipes dos Anjos do Asfalto. O grupo de voluntários de Campos foi dividido em duas equipes, uma ficando na base – principal ponto de chegada de pessoas, além de animais, muitos deles feridos e precisando dos primeiros socorros – e a outra, composta pela equipe de salvamento aquático, foi para Porto Alegre.

O presidente do GRV Emílio Martins, explica que a equipe de Campos realizou este final de semana uma série de atendimentos, como por exemplo, a pessoas com hipotermia, ferimentos diversos ocasionados por animais e outros, a mulheres grávidas, crianças e idosos, totalizando mais de 200. “Os atendimentos não ficaram restritos ao solo, também fomos à água com atendimento com barcos na questão de manutenção de medicações e levando alimentos e água para as pessoas que estavam nas residências isoladas, além de fazermos a transposição de lugares alagados até os locais que já estão secando para chegar nas comunidades”, conta Emílio Martins, acompanhado de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, equipe de rádio comunicação e operacional, entre outros voluntários de Campos.

A coordenadora de Núcleo, Proteção e Defesa Civil de Campos, Scheila Leal, esteve reunida com a equipe da Defesa Civil Nacional, em apoio logístico, repassando informações das atividades locais. “Tudo aqui foi e continua sendo muito planejado para que as ações aconteçam da melhor e tenham êxito como está tendo, graças a Deus. Os dias aqui continuam nublados e com chuva fina e os trabalhos não param. As necessidades ainda são muito grandes”, acrescenta Scheila Leal.

Os 16 voluntários de Campos saíram da cidade na quarta-feira (15) e depois de cerca de 30 horas de viagem, chegaram ao estado do Rio Grande do Sul, onde mais de 30 municípios foram afetados pela enxurrada de água de chuva. Eles foram direto para o município de Canoas, cidade de pouco menos de 350 mil habitantes, uma das mais afetadas pelas águas. Estão centrados no bairro Mathias Velho.

Motor de avião pega fogo e obriga pouso de emergência; vídeo

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Um Airbus A320 da Air India Express tinha acabado de decolar de Bangalore, na Índia, no sábado (18), num voo em direção ao aeroporto internacional de Cochim, em Kerala, quando um dos motores do avião incendiou.

No vídeo, publicado nas redes sociais, é possível ver que o pânico instalou-se entre os passageiros enquanto o fogo se intensificava. “Por favor, sentem-se!”, pode-se ouve no vídeo um assistente de bordo dizendo por cima dos gritos dos passageiros. “Está tudo sob controle”, acrescentou.

Após aquele momento, o vídeo corta e só mostra, mais tarde, os passageiros saindo do avião e se deslocando pela pista.

A companhia aérea confirmou, em comunicado enviado ao India Today, os pilotos “optaram” por regressar ao Aeroporto Internacional de Bengaluru Kempegowda e “efetuaram um pouso de precaução” depois do motor ter se incendiado.

Após o pouso, o avião foi evacuado com êxito, sem nenhum dos passageiros ter ficado ferido, acrescentou.

“Lamentamos o incômodo causado e estamos trabalhando no sentido de providenciar alternativas para que os nossos passageiros cheguem ao seu destino o mais rapidamente possível. Será efetuada uma investigação exaustiva com o regulador para determinar a causa”, salientou a Air India Express.

A Air India Express é uma subsidiária de baixo custo e de pequeno curso da transportadora Air India.

Veja o vídeo acima.

Leia Também: Ucrânia acusa Rússia de ataques em Kharkiv que mataram ao menos 11

Mulher acaba seminua ao saltar portão de casa para furtar no Chile

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Uma mulher tentou furtar uma casa em Maipú, no Chile, mas acabou por ficar seminua quando as calças que tinha vestidas ficaram presas na grade do portão da habitação. A cena aconteceu no início do mês de maio e foi registrada por câmaras de videovigilância.

O momento inusitado aconteceu quando a mulher estava passando por uma casa e notou que estavam carros estacionados dentro da propriedade. Então, a mulher decidiu saltar o portão para ver se havia algo que pudesse furtar.

Segundo o Extra, a mulher nem chegou perto dos carros já que as suas calças acabaram por ficar presas nas pontas de ferro no gradeamento do portão. Assim, a mulher acabou por ficar presa de cabeça para baixo no portão. Aparentemente a mulher também não roupas íntimas, ou então perdeu-as juntamente com as calças.

Mujer quedó semidesnuda tras intento de robo a casa en Maipú, Comunidad de Santiago, Chile.

La mujer intento pasarse por encima de las rejas de una casa para cometer su delito de entrar a robar pero no conto que su pantalón se le iba a enredar lo que la termino dejando desnuda. pic.twitter.com/yvr8JIqpDM

— Abriendo Brecha (@Abriendo_Brecha) May 9, 2024

Depois de ficar pendurada, a mulher teve de despir as calças e descalçar os sapatos para conseguir se libertar. Depois, despiu a blusa e vestiu-a como se fosse uma calça. 

A pouca sorte da mulher não ficou por aí. Segundo a imprensa local, a mulher estava acompanhada por um cúmplice, que acabou por se colocar em fuga.

O site What’sTheJam afirmou que a mulher fugiu do local. Para trás ficaram as calças rasgadas. 

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Entre o luto, há quem celebre a morte do presidente iraniano. Porquê?

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Apesar das manifestações de pesar proferidas por vários líderes mundiais, a morte do presidente iraniano, Ebrahim Raisi, suscitou celebrações entre alguns cidadãos iranianos. Mas porquê?

Conhecido como ‘carniceiro de Teerã’, Raisi deixa um legado controverso. Em 1988, o chefe de Estado ajudou a supervisionar as execuções em massa de milhares de presos políticos, quando era procurador-geral adjunto do país.

De fato, durante uma palestra, em maio de 2018, Raisi considerou que este período foi “uma das maiores conquistas do sistema”, segundo um relatório da Anistia Internacional.

Além disso, um ano após assumir a presidência do Irã, Raisi ordenou que as autoridades reforçassem a aplicação das leis relativas ao uso do hijab, em 2022. Foi nesta conjuntura que Mahsa Amini foi morta sob custódia policial, supostamente pelo uso indevido do hijab, tendo levado a manifestações em massa por todo o país e pelo mundo.

Nessa linha, as filhas de Minoo Majidi, uma mulher de 62 anos morta durante os protestos de setembro de 2022, brindaram à morte de Raisi, tal como comprova um vídeo publicado na rede social X (Twitter).

هلیکوپتر
هلیکوپتر
pic.twitter.com/4ob9LPIZaI

— Mahsa Piraei مهسا پیرایی (@mahsa_piraei) May 19, 2024

A população lançou também fogos de artifício, ainda que as imagens não tenham sido verificadas de forma independente.

Iranians celebrating the Raisi helicopter crash with fireworks. They believe he’s dead.

“I hope the rest of them die in the same,” the voice on the video says. pic.twitter.com/ols40xlWVJ

— Iran News Wire (@IranNW) May 19, 2024

Vale salientar que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, nomeou o vice-presidente Mohammad Mokhber como chefe de Estado interino e decretou cinco dias de luto pela morte de Ebrahim Raisi.

O acidente vitimou também o ministro dos Negócios Estrangeiros do país, Hossein Amir-Abdollahian, além de outras sete pessoas, na área de Kalibar, quando a comitiva regressava da área de fronteira com o Azerbaijão, onde Raisi inaugurou uma barragem na presença do homólogo azeri, Ilham Aliyev.

Está programada uma grande cerimónia pública nesta segunda-feira, em Tabriz, de acordo com a CNN, que cita meios iranianos.

Já pelas 9h00 de terça-feira (02h30 em Brasília), uma procissão acompanhará os corpos das vítimas desde a Praça dos Mártires de Tabriz até ao aeroporto da cidade, antes de seguirem para Mashhad, onde Raisi nasceu.

Mais de dois mil socorristas e trabalhadores humanitários participaram na operação de busca e resgate do helicóptero acidentado, tendo recuperado os restos mortais das nove vítimas esta manhã de segunda-feira, de acordo com o Crescente Vermelho.

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‘Estudos alertaram, mas governo vive outras agendas’, diz Leite sobre falta de plano no RS

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PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) – O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), reconhece que estudos apontavam a possibilidade de haver uma elevação no nível das chuvas que poderia causar grandes enchentes no estado.

No entanto, afirma que não investiu mais recursos na prevenção porque “o governo também vive outras agendas” e que a pauta “que se impunha era a questão fiscal”.

O chefe do Executivo local nega a ideia de que mudanças em cerca de 480 normas ambientais sancionadas por ele em 2020 tenham ligação com a crise climática vivida no Rio Grande do Sul.
“Simplesmente burocratizar e dificultar licenças não é proteger o meio ambiente”, afirma.

Leite concedeu uma entrevista de 45 minutos à Folha no Palácio Piratini, sede do governo estadual, em meio ao trabalho para conter maiores danos decorrentes das chuvas que alagaram e destruíram cidades gaúchas nos últimos 20 dias.

Sobre a decisão do presidente Lula (PT) de nomear Paulo Pimenta ao Ministério de Apoio à Reconstrução do RS, ele diz que todo apoio é importante, mas que o protagonismo é do governo estadual.

Como tem sido a rotina do senhor nas últimas duas semanas? Tem conseguido dormir?

Eduardo Leite – A gente dorme, né? Temos que dormir até para estar com a cabeça boa para cumprir toda a missão. Nos primeiros dias, foi mais difícil porque era o momento crítico de resgate, de apoio aos municípios. Estamos assim desde 29 de abril.

Foram noites muito intensas, então nas primeiras noites era celular ligado o tempo todo. Nesses últimos dias, consigo ter um pouco mais de organização. É importante para ter a cabeça com capacidade de raciocinar e atuar sobre as diversas questões mais críticas, que agora são permitir abrigo adequado para as pessoas.

Há uma previsão para as ‘cidades provisórias’ ficarem prontas? E para os conjuntos habitacionais?

Eduardo Leite – O que a nossa experiência nos diz, especialmente a do Vale do Taquari no ano passado, é de que talvez de 10% a 15% da população que está abrigada fique por um período maior até que tenhamos soluções definitivas. Estamos pensando, junto com os municípios, em muitas soluções.

O governo disponibiliza recursos para aluguel social, ou seja, dá recursos para que a pessoa possa alugar uma casa por um período de até seis meses. Também há uma outra solução que está buscando se desenhar, que é a da estadia solidária, pagar para que uma família, numa casa, receba outra família.

Além disso, estamos projetando estruturas provisórias. Essas cidades temporárias -talvez não seja um nome exatamente adequado- serão abrigos em estruturas feitas com espaços adequados às famílias para um período um pouco mais longo, de alguns meses, até eventualmente termos a solução das moradias definitivas. O governo federal apresentou disposição de entrar fortemente na questão habitacional, e isso é positivo.

Como o governo estadual pode dar uma esperança para quem está nos abrigos de que terão nova residência antes de um, dois ou três anos?

Eduardo Leite – Em função do Vale do Taquari, desse aprendizado [por enchentes em 2023], a gente já tinha determinado a contratação por ata de registro de preços, modalidades de contratação, de moradias definitivas em métodos construtivos rápidos, como módulos de concreto ou steel frame [paredes em estrutura metálica revestida em gesso].

A gente já estava com esse processo de contratação, justamente observando as dificuldades, via Minha Casa Minha Vida, de viabilizar as moradias. Quando você tem recurso federal, tem que apresentar o plano de trabalho, estudos, dados e projetos.

Sábado [dia 18] eu conversava com os prefeitos do Vale do Taquari e era a reclamação deles, a demora de conseguir atender toda a burocracia que existe nos recursos via ministério, com a Caixa Econômica Federal.

Temos os números oficiais de óbitos, mas há receio de que possa haver mais mortos do que os dados indicam. O dado, de fato, pode ser somado ao de desaparecidos?

Eduardo Leite – Ainda é prematuro para dizer. Potencialmente, cada desaparecido poderá ser uma vida perdida, mas é um dado que ainda precisa ser apurado.

Desde o início, quando a gente contabilizava, nos primeiros dias, 27, 30 mortes, eu já dizia, “infelizmente será muito maior”. Entendo a imprensa, a sociedade querer saber desses números, mas qualquer número que sair agora é absolutamente impreciso diante de uma situação que a gente está observando.

Folha – Aliados do senhor criticaram a indicação de Paulo Pimenta para o Ministério de Apoio à Reconstrução do RS. A escolha do presidente Lula pode politizar a crise por ser um potencial candidato ao governo em 2026?

Eduardo Leite – A questão política em todo esse processo é o que mais me preocupa desde o início dele. Porque a dimensão que tem essa tragédia exige uma coordenação de esforços, um alinhamento entre forças políticas, empresariais, sociedade civil, que é especialmente difícil nos tempos atuais, de polarização, de disputas, de divisões, de redes sociais com opiniões para todos os lados, com força e virulência tentando destruir reputações. Mas é o esforço pelo qual, entendo, a gente deve canalizar aqui as nossas energias.

Naturalmente, o governo do estado tem um protagonismo que não é por vaidade ou interesse pessoal do governador, é pelo que o voto popular conferiu.

Nós somos uma federação, e uma federação composta por estados onde existem governos constituídos pelo voto popular para liderar um processo, não para mandar simplesmente. Não é para ser do jeito que eu quero, porque eu ganhei uma eleição, é para liderar o processo reunindo as forças da sociedade.

Cabe ao governo estadual liderar o processo?

Eduardo Leite – Por uma decisão que a sociedade tomou, pelo voto popular. Então, o que o ministério que o presidente Lula criou tem no nome, e entendo deva ser o que orienta a sua ação: é uma secretaria extraordinária para apoio à reconstrução. Todo apoio é bem-vindo. O apoio do setor privado, o apoio dos voluntários, o apoio das doações, o apoio da sociedade civil de diversas formas, o apoio do governo federal é bastante importante nesse processo.

O meu papel como governador não é o de fazer análises políticas, é de resolver o problema. Para resolver o problema, precisamos juntar as forças de todos, inclusive a do governo federal. O presidente apresentou o seu preposto para esta missão de apoiar a reconstrução, vamos trabalhar com ele, vamos juntar as forças para poder atender a população.

Tem dialogado com Pimenta?

Eduardo Leite – Sim, fizemos, inclusive, na sexta-feira [17] uma reunião conjunta com os prefeitos da região metropolitana porque a gente vai ter que trabalhar sobre as várias etapas que essa crise tem. A primeira delas é a preocupação com a questão da drenagem, inclusive, faço um registro: todos os governos estaduais estão ajudando a gente aqui.

Sobre a reconstrução, o senhor divulgou uma estimativa de R$ 19 bilhões

Eduardo Leite – Foi uma primeira estimativa, na verdade, temos até que tomar cuidado ao falar em números até que tenhamos isso consolidado. Por que nesse primeiro esforço olharam apenas estruturas de estradas, escolas, unidades de saúde, hospitais, enfim, o que foi atingido, sem olhar ainda a dimensão econômica dos impactos que têm.

A reconstrução será de reparo ou vai contemplar decisões estratégicas, investimentos para conter efeitos de mudanças climáticas? A mudança climática é foco da reconstrução?

Eduardo Leite – Sem dúvida. Dentro do que nós chamamos de Plano Rio Grande, que nós estamos estabelecendo desde quando o presidente Lula veio aqui. Usei o exemplo do Plano Marshall. O importante é o conceito. O plano de reconstrução do estado envolve um conselho da sociedade civil que a gente vai estruturar com participação de entidades empresariais e movimentos sociais.

Há um comitê científico de adaptação e resiliência climática com academia, especialistas, para orientar as decisões que deverão ser feitas em relação a à reconstrução -e dentro desse processo de reconstrução, sistemas de proteção e resiliência. Sofremos as consequências dos desmatamentos na amazônia e do que isso gera de mais umidade ou menos umidade trazida ao Rio Grande do Sul. A gente tem essa consciência.

Ambientalistas criticam mudanças sancionadas pelo senhor em 2020 em cerca de 480 normas ambientais. Isso pode ter relação com a tragédia vivida no estado?

Eduardo Leite – Sobre as 480 mudanças na legislação, na forma como se apresenta essa afirmação, ela naturalmente tenta induzir de que o que nós estamos vivendo no Rio Grande do Sul se relaciona a uma mudança legislativa de 2019, o que é absurdamente equivocado, para dizer o mínimo.

Além disso, sequer analisa o que está dentro dessas alterações. Nós temos ali, por exemplo, a mudança de protocolo que era exigido ser em meio físico para poder ser feito por meio virtual.

Tem outros vários pontos que são relacionados à correção de multas para infratores, que não havia previsão legal. Nós botamos correção de valores porque senão ele ganha dinheiro em cima da postergação, para ser mais dura a pena para o infrator.

Mas também simplesmente burocratizar e dificultar licenças não é proteger o meio ambiente. Acabaram com a legislação ambiental? Não, aprimoramos, modernizamos, ajustamos e até endurecemos em muitos pontos.

Estudos já apontavam a possibilidade de aumento significativo nas chuvas no RS. O governo do estado se preparou mal para lidar com as enchentes?

Eduardo Leite – Bom, você tem esses estudos, eles de alguma forma alertam, mas o governo também vive outras pautas e agendas. A gente entra aqui no governo e o estado estava sem conseguir pagar salário, sem conseguir pagar hospitais, sem conseguir pagar os municípios.

A agenda que se impunha ao estado era aquela especialmente aquela vinculada ao restabelecimento da capacidade fiscal do estado para poder trabalhar nas pautas básicas de prestação de serviços à sociedade gaúcha.

Cumprimos essa tarefa, porque agora estamos diante dessa crise enorme com capacidade fiscal para enfrentá-la. Então, alertas que estejam sendo feitos são ouvidos, mas eles se deparam com uma situação agora absurdamente crítica que naturalmente vai dar para eles um outro grau de importância, não apenas aos olhos do governo, mas da sociedade como um todo.

Esses alertas deveriam ter sido mais ouvidos?

Eduardo Leite – Muitos alertas se revelam agora especialmente relevantes. Muitos alertas foram feitos e não se consumaram também. Então, naturalmente, vamos estruturar o poder público para que a gente possa receber esses alertas, tentar depurar o que é crítico, o que não é tão assim. Não é o governante de plantão sozinho que vai conseguir fazer isso.

Até por isso o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência, para nos ajudar a entender. Já recebi alertas que não se revelaram. Agora mesmo na crise, fizemos alerta numa determinada quarta-feira que teriam vendavais e temporais e não se confirmou. Então, eventualmente, os alertas também não se confirmam.

A gente está buscando fazer a adaptação e essa situação crítica que a gente está enfrentando agora impõe ao governo e à sociedade uma nova postura, sem dúvida nenhuma, diante dos alertas.

RAIO-X

Eduardo Leite, 39Está no segundo mandato como governador do Rio Grande do Sul. É bacharel em direito pela UFPEL (Universidade Federal de Pelotas). Foi prefeito de Pelotas (RS) de 2013 a 2017, onde também foi vereador.

 

Ressaca do mar deixa 165 pessoas desalojadas em Macaé

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Macaé

No domingo (19), famílias foram atingidas pela ressaca do mar, no bairro Fronteira, faixa entre as travessas 8 e 12, em Macaé. Na busca de imóveis em área de risco, foram identificados até o momento, 55 processos, com 165 desalojados em média. Desse total, quatro pessoas estão desabrigadas e foram encaminhadas para o abrigo do Hotel de Deus.

A ressaca do último final de semana – avisada previamente pela Marinha do Brasil – causou o desmoronamento de dois imóveis sem vítimas, pois não havia moradores no local. As equipes continuam na região e seguem em monitoramento 24 horas por dia. Os imóveis que foram alcançados pela água na faixa de areia do bairro Fronteira já se encontravam interditados anteriormente com registros em processos junto ao Ministério Público e são de moradores resistentes à transferência de moradias.

Para buscar uma solução definitiva para o caso, a administração municipal contratará estudo técnico de oceanografia entre as travessas 1 e 14 que apontará as medidas necessárias para o local.

As famílias desalojadas recebem atendimento no ponto de apoio montado no Centro de Convivência da Praça da Fronteira. As equipes atuam no processo de abertura do aluguel emergencial – valor máximo de R$ 990,00 – para que todos sejam direcionados à moradia segura.

Família paga resgate milionário e mulher segue desaparecida há 3 meses em Petrópolis

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Anic de Almeida Peixoto Herdy - Foto: Reprodução

A advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy, de 55 anos, desapareceu em Petrópolis no dia 29 de fevereiro de 2024. A última imagem registrada de Anic foi em um estacionamento de um shopping. As investigações sobre o caso estão sendo realizadas pela equipe da 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro.

Em últimas imagens registradas, a mulher aparece desembarcando do seu veículo e entrando em um Jeep Compass preto. Em seguida, o carro deixa o local levando a mulher.

Na manhã desta segunda-feira (20), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro divulgou uma nota onde afirma que quatro pessoas da mesma família foram presas e denunciadas por extorsão mediante sequestro, por ligação com o caso. Ainda segundo o MPRJ, a denúncia foi feita no dia dia 14 de maio. O Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Petrópolis decretou as prisões preventivas dos acusados.

“A vítima desapareceu em 29 de fevereiro deste ano, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. De acordo com as investigações, o mentor do crime, funcionário da família das vítimas há aproximadamente três anos, aproveitando-se da confiança nele depositada pela família e do conhecimento sobre a sua rotina, arquitetou o plano criminoso e contou com o auxílio dos filhos e de uma mulher, com quem mantinha relacionamento amoroso, para sua execução. De acordo com apurado, o idealizador do sequestro apresentou-se à família como policial federal, sem ser, no entanto, conquistando, de imediato, a sua confiança e, assim, passou a realizar a segurança pessoal dos seus integrantes, além de ter acesso irrestrito a cartões de crédito e às respectivas senhas. A denúncia do MPRJ também destaca que o marido da vítima, sem conhecimento da verdadeira identidade dos sequestradores, pagou o resgate de aproximadamente R$ 4,6 milhões para libertá-la, o que, no entanto, não ocorreu até o oferecimento da denúncia”, confirma o MPRJ.

Ainda segundo a denúncia, a vítima despareceu em 29 de fevereiro, mas somente em 14 de março o caso foi levado ao conhecimento da Polícia Civil. A ideia de não levar os fatos ao conhecimento das autoridades locais partiu do próprio funcionário das vítimas, retardando o início das investigações.

Em caso de informações, a população pode entrar em contato através dos canais: (24) 2291-0604 / @105deppetropolis / Disque Denpuncia – 2253-1177 / (24) 98833-8175 / @105dp.pcerj

Imagens atualizadas: As tristes e devastadoras inundações no Sul do Brasil

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O Rio Grande do Sul foi atingido por fortes chuvas nas últimas semanas. A inundação devastadora matou pelo menos 155 pessoas e deixou 806 feridos. Até o dia 13 de maio, 132 pessoas haviam sido dadas como desaparecidas. As enchentes provocaram cortes de energia elétrica e comunicação, rompimento de pontes e barragens, estradas submersas e deslizamentos de terra em todo o Estado. Em torno de 616,9 mil pessoas precisaram sair de suas casas na região. Estima-se que cerca de 800 mil pessoas não tenham acesso a um abastecimento de água potável.

Está previsto que a chuva perca força a partir do dia 14 de maio (terça-feira), mas o acumulado dos últimos dias mantém o Rio Grande do Sul em alerta para aumento dos níveis de rios e lagos. As temperaturas também devem cair. Imagens de esperança, no entanto, começaram a surgir: o Brasil inteiro se mobilizou para ajudar o Sul das mais variadas maneiras.

Clique para ver imagens das tristes e devastadoras enchentes no Sul do Brasil.

 

Homem é preso com arma e munições em Guarus

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Foto: Digulgação/Redes Sociais

Um homem que não teve sua identidade divulgada, foi preso com arma e munições na tarde desse domingo (19), na Rua Paraíba do Sul, no Beco da Comunidade Minha Deusa, no Parque Guarus, em Campos.

Durante incursão, os militares avistaram o suspeito sentado com um revólver na mão. Ao perceber a presença dos policiais, o suspeito tentou fugir para uma residência próxima.

Os agentes seguiram o suspeito até a casa, onde o encontrou sentado no sofá. Após uma busca pelo local, os policiais encontraram um revólver calibre 38 com seis munições do mesmo calibre.

O suspeito e os materiais foram encaminhados para a 146ª DP/Guarus, onde o homem permanecerá preso.

Inscrições para a Guarda Mirim Municipal seguem abertas

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), por intermédio da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH), segue com inscrições abertas para a quarta turma da Guarda Mirim Municipal (GMM). O prazo para se inscrever vai até o próximo dia 7 de junho. O programa, criado em 2018 pela prefeita Francimara Barbosa Lemos, é executado pela SMTDH, em conjunto com diversas secretarias municipais.

Os interessados em participar devem comparecer à sede da SMTDH, situada na Avenida Vereador Edenites da Silva Viana, 141, no Centro da Cidade, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e pontos facultativos, das 8h às 17h. É necessário levar cópias de RG, CPF, NIS, comprovantes de residência atualizado e de escolaridade do candidato, além de cópias do RG, CPF e NIS do responsável. Cada guarda mirim receberá uma bolsa-auxílio no valor de R$ 100.

“O programa tem como principais objetivos a promoção da formação humana, capacitação profissional e inserção no mercado de trabalho, além do fortalecimento do vínculo pessoal, familiar, comunitário e social”, ressaltou o secretário da pasta, Fagner Azeredo.

A diretora do Departamento da Juventude, órgão vinculado à SMTDH, Ana Paula Ribeiro, informou que no total serão 50 vagas para adolescentes com idade entre 14 e 18 anos incompletos, obrigatoriamente matriculados no ensino regular e moradores de SFI. Já na segunda etapa serão avaliados, por intermédio de questionário socioeconômico, os jovens que tenham o perfil para atuarem na GMM, através de análise da equipe técnica da SMTDH.

Hospital Ferreira Machado celebra Semana da Enfermagem

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O Hospital Ferreira Machado (HFM) celebra a Semana da Enfermagem, reconhecendo a dedicação e o trabalho essencial dos seus 800 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares, que são fundamentais para o funcionamento do hospital e o atendimento aos pacientes.
O superintendente do Hospital Ferreira Machado, Arthur Borges, expressou reconhecimento e admiração pela dedicação dos profissionais de enfermagem. “É através do cuidado e compaixão desses profissionais que o HFM continua a ser um centro de excelência em atendimento de saúde. Neste período especial, gostaria de expressar minha sincera admiração por cada membro da equipe de enfermagem e reiterar meu compromisso contínuo em apoiar e valorizar o trabalho vital que realizam todos os dias”, enfatizou.
 
Dedicação e amor à profissão
O enfermeiro e chefe da Divisão de Enfermagem do HFM, Washington Oliveira, compartilhou sua experiência de mais de 30 anos na instituição, destacando a importância do cuidado e do reconhecimento profissional. “Estar no Ferreira é a soma de um sonho. Aqui, aprendi a ser enfermeiro de fato, a cuidar do outro. Emergência é vida, é luta. Uma cena marcante foi quando cuidei de um paciente gravemente queimado e, mesmo sem poder me ver, ele me reconheceu pela voz. Isso mostra como o nosso trabalho impacta vidas”, relatou Oliveira.
A técnica de enfermagem Marta Tavares, com 22 anos de casa, reforçou a vocação necessária para a profissão. “Fomos escolhidos. Precisamos ter paciência e carinho. É gratificante ouvir de um paciente: ‘Que bom que você está aqui hoje’. Entramos por necessidade, mas passamos a amar a profissão, cuidando do outro como se fosse da nossa própria família”, disse.
A paciente Sofia Barreto expressou sua gratidão pelo atendimento recebido no HFM. “Os enfermeiros e toda a equipe de enfermagem são excelentes. Estou com um problema de coluna e fui muito bem atendida desde o momento em que cheguei. A dedicação e o carinho que recebi fazem toda a diferença”, afirmou.
Celebração da Semana da Enfermagem
A Semana da Enfermagem, celebrada de 12 a 20 de maio, honra duas datas significativas: o Dia Internacional do Enfermeiro, em 12 de maio, marcando o nascimento de Florence Nightingale, considerada a pioneira da enfermagem; e o Dia Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, em 20 de maio, que lembra a morte de Ana Néri, a pioneira da enfermagem no Brasil.

Polícia Militar encontra maconha e cocaína em Horta na Baixada Campista

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Foto: Divulgação/Redes Sociais

A Polícia Militar encontrou drogas escondidas em uma horta na Rua Quatro, atrás do Hospital São José, em Donana, na Baixada Campista neste domingo (19).

Segundo informações, traficantes locais teriam acabado de esconder as drogas, e quando avistaram os policiais, começaram a fugir. Nenhum suspeito foi preso.

Após buscas pelo local, os militares encontraram 25 pinos de cocaína, e 09 buchas de maconha.

Os materiais foram encaminhados para   134ª DP/Centro, onde o caso foi registrado.

Água a R$ 80: MP do RS autua 65 estabelecimentos por preço abusivo; dois foram presos

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) autuou 65 estabelecimentos por preços abusivos. O Estado vive sua maior tragédia climática desde que as chuvas começaram no fim de abril, com ao menos 155 mortos e 94 desaparecidos.

De acordo com o MPRS, a maioria das autuações ocorreu em mercados e postos de gasolina. Em um dos postos, dois funcionários foram presos – o MP não deu mais detalhes sobre as prisões. Também foram fiscalizas farmácias, empresas de caminhão pipa e revendas de gás e água. Em algumas, o galão de 20 litros chegava a ser vendido por R$ 80.

A força-tarefa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRS) começou as fiscalizações no dia 4 de maio. Eles apuraram 315 denúncias de estabelecimentos em Porto Alegre, Gravataí, Viamão, Cachoeirinha, Canoas e Alvorada.

As denúncias chegaram pelo email [email protected], criado para atender a população durante as enchentes. No total, o MPRS disse já ter recebido 680 denúncias de todo o Estado.