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Médicos do Hospital Armando Vidal, em São Fidélis, retornam ao trabalho após pagamentos

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Após período de greve, médicos da emergência do Hospital Armando Vidal, em São Fidelis, retornaram aos atendimentos nesta quinta-feira (9).

Os médicos haviam entrado em estado de greve na terça-feira (07), devido estarem com três pagamentos em atraso, mas, o caso ganhou repercussão, e a prefeitura soltou uma nota em seu site e rede social informando que faria o pagamento nesta quinta-feira (09).

A prefeitura de São Fidelis fez uma nova postagem na noite desta quinta-feira (09), informando que realizou o pagamento, regularizando os atrasos com os médicos.

Maior Tatu do mundo é fotografado na Serra da Canastra, em Minas Gerais

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O fotógrafo Alessandro Abdala capturou imagens de um tatu-canastra no Parque Nacional da Serra da Canastra (MG) no final de março. As fotos impressionantes do animal foram compartilhadas em seu Instagram, onde ele revelou ter esperado quase quatro décadas para encontrar essa “lenda do cerrado”.

“Tenho frequentado o Parque Nacional da Serra da Canastra por quase quatro décadas. Desde as primeiras expedições, quando ainda era jovem, sempre foi um prazer explorar os vastos campos naturais em busca de animais, paisagens e aventuras. No entanto, a busca por uma lenda do Cerrado sempre me intrigou”, relatou Abdala em sua postagem.

“Após décadas de buscas frustradas, finalmente pude avistar o Gigante do Cerrado: o tatu-canastra!”, completou.

O tatu-canastra é uma espécie difícil de ser avistada, pois tem hábitos noturnos e passa a maior parte do tempo dentro de túneis subterrâneos que escava. Além disso, é um animal solitário que prefere ambientes quentes e úmidos.

[Legenda]© Alessandro Abdala  

Com cerca de 1 metro de comprimento, o tatu-canastra é considerado o maior tatu do mundo pelos especialistas.

Ao se deparar com o animal, o fotógrafo, acompanhado dos amigos @irmaos_pompeu, afirmou ter ficado fascinado, mas surpreendeu-se ao perceber que o tatu era dócil e tranquilo.

“O tatu-canastra mal se importou com nossa presença, deslocou-se lentamente diante de nossas câmeras até desaparecer na neblina e se misturar com o mar de capim ao nosso redor”, disse Abdala.

 

Idosa de 100 anos é resgatada durante enchente no Rio Grande do Sul

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Uma idosa de 100 anos foi resgatada após passar vários dias ilhada em sua casa durante as enchentes que têm assolado o estado do Rio Grande do Sul, resultando em mais de cem mortes.

Em entrevista ao Notícias ao Minuto, Geisson Flores, de 36 anos, compartilhou sua participação nos esforços de resgate da idosa, que estava acamada.

Geisson, que não é bombeiro nem profissional de resgate, se envolveu na comunidade para ajudar as pessoas afetadas pelas enchentes. Ele explicou que decidiu participar devido à sua experiência em lidar com a água e pilotar jet skis.

Um dos resgates mais marcantes ocorreu em 5 de maio, envolvendo a idosa de 100 anos, que estava no segundo andar de uma casa fortemente afetada pelas enchentes em Rio Branco, Canoas, nos arredores de Porto Alegre.

O resgate exigiu a remoção de uma grade de ferro de um portão para permitir que uma canoa chegasse à casa, localizada na parte de trás do terreno inundado. Com água pelo pescoço, a senhora foi retirada da residência em uma maca.

Geisson relatou que a idosa já estava isolada havia dois ou três dias e que a cuidadora estava desesperada, pois várias embarcações prometidas para resgate não haviam retornado.

Sobre as operações de resgate, Geisson comentou que os civis muitas vezes se coordenavam melhor do que os profissionais, destacando a importância da articulação e logística feitas pelas próprias pessoas afetadas.

Enquanto as autoridades e voluntários continuam os esforços para resgatar pessoas isoladas e fornecer assistência às comunidades afetadas, as enchentes no Rio Grande do Sul têm causado danos significativos em infraestruturas e deixado grande parte da população sem acesso a eletricidade e água potável. Com o estado afetado pelas mudanças climáticas, a situação permanece desafiadora.

Leia Também: Inmet prevê chuvas fortes no Rio Grande do Sul a partir de sexta-feira

 
 
 
 
 

 

Menor é flagrado com drogas, celulares e dinheiro em Comunidade de Campos

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Um menor, que não teve sua identidade divulga, foi detido com drogas pela Polícia Militar nesta quinta-feira (9), na comunidade Baleeira, em Campos.

Com o menor, foram apreendidas 52 buchas de maconha, 20 frascos de loló, 2 celulares e R$249,00 proveniente do tráfico.

O material e o menor foram encaminhados para a 134ª DP/Centro.

Crianças tiradas à força da guarda da mãe são recuperadas

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Foto: Divulgação Polícia Civil

Policiais civis da 130ª DP (Quissamã) e da 127ª DP (Armação de Búzios) resgataram duas crianças que foram levadas pelo autor do delito à força da guarda da mãe, por duas semanas. O caso ocorreu em Quissamã, há duas semanas, e elas foram encontradas, nesta quinta-feira (08/05), pelos agentes, em Búzios, na Região dos Lagos. A ação teve o apoio de guardas municipais.

Após denúncia feita pela mãe das crianças, os agentes iniciaram as buscas pelos menores de idade e obtiveram a informação de que eles estariam em Búzios. As investigações continuam para a localização do autor, que está foragido, e pela esclarecer todos os fatos. Ele pode responder pelos crimes de lesão corporal, furto, subtração de incapaz e cárcere privado.

RS volta a ter temporais a partir desta sexta; acumulados podem superar os 150 mm no fim de semana

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Após alguns dias registrando chuvas mais localizadas, o Rio Grande do Sul deve voltar a sofrer com temporais a partir desta sexta-feira (10). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuvas devem ser mais intensas no centro-leste e nordeste do estado.

A previsão é que os acumulados de chuva entre esta sexta e segunda-feira (13) superarem os 150 milímetros em boa parte do Rio Grande do Sul.

A região metropolitana de Porto Alegre, já muito atingida pelas enchentes, também deve registrar grandes volumes de chuva até a próxima segunda.

As chuvas nesse local são preocupantes porque é onde se encontram algumas das principais bacias de captação do rio Guaíba. Com os níveis já muito elevados, novos temporais podem agravar ainda mais as inundações no estado.

Fonte: G1

Dois homens são presos em flagrante com drogas próximo à Cidade da Criança

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Dois homens, que não tiveram suas identidades divulgadas, foram presos em flagrante na tarde desta quinta-feira, após serem vistos com maconha, próximo da Cidade da Criança, em Campos.

Durante o patrulhamento, foi visto que os dois homens estavam usando droga em via pública, e ao serem abordados, foram encontradas com eles, quatro buchas de erva, além de seda para colocar a droga.

Os homens e os matérias foram encaminhados para a 134ª DP/Centro para o registro da ocorrência.

Caminhão que transportava cana-de-açúcar tomba na estrada em Campos

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Um caminhão que carregava cana-de-açúcar, tombou na manhã desta quinta-feira (09), no Km 12, da RJ-224, no caminho entre Campos e São Francisco de Itabapoana.

O caminhão tombou ao realizar uma curva na estrada, mas antes de tombar, o motorista pulou do veículo e não sofreu ferimentos.

Homem é preso em flagrante por danificar colete policial durante abordagem em Campos

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Na tarde desta quinta-feira (09), uma equipe do programa Operação Segurança Presente, realizou a prisão em flagrante de um homem identificado como E.R.S.J., acusado de danos ao patrimônio público.

A ocorrência teve início por volta das 12:00, quando a guarnição em deslocamento para a base, observou o suspeito sem capacete tentando ligar uma motocicleta. Ao se aproximar, os policiais perceberam que o suspeito estava escondendo algo em sua bolsa. Ao ser abordado, o suspeito se recusou a permitir a revista da bolsa, resultando em um confronto em que os policiais tiveram que utilizar força progressiva para contê-lo.

Durante a abordagem, o suspeito demonstrou resistência e agressividade, danificando o colete de um dos agentes e chegando a atacar outro, causando danos materiais. Em vista disso, E.R.S.J. foi detido e encaminhado à 146ª Delegacia de Polícia de Guarus onde foram tomadas as medidas legais cabíveis.

Homem é preso pela Polícia Civil em Campos durante cumprimento de mandado de prisão condenatório

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Foto: Divulgação Polícia Civil

Na noite desta quinta-feira (09), os policiais da 146ª Delegacia de Polícia em Guarus, em uma ação coordenada com o serviço reservado do 6º Comando de Policiamento de Área (CPA), lideradas pelo Delegado Carlos Augusto Guimarães da Silva, realizaram a prisão de Evaldo Gomes Monteiro, em decorrência de um mandado de prisão condenatória.

O homem em questão, acusado de violar o Artigo 121 do Código Penal, entre outros crimes, foi localizado na Rua Flamínio Caldas, no Parque Leopoldina, após um trabalho de monitoramento e inteligência realizado pelas autoridades.

Ao abordarem Evaldo, que estava estacionando seu veículo na calçada, os policiais informaram-lhe sobre a existência do mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), sob o número 900259214-05, relacionado ao processo único da Vara Meio Fechada e Semiaberto da Comarca da Capital.

O homem não ofereceu resistência e foi conduzido à 146ª DP, onde o mandado foi formalmente cumprido.

Jovem viraliza por nunca ir aos casamentos das amigas; entenda o motivo

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Uma jovem espanhola optou por usar o TikTok para explicar por que recusa todos os convites que recebe para participar de casamentos.

Ela começa explicando que, historicamente, o casamento representava o momento em que as pessoas aproveitavam o amor para transformar suas vidas. No entanto, argumenta que hoje em dia tudo isso se perdeu, e o que antes poderia ser feito com “um papel e uma festa” se tornou algo exagerado, no qual as pessoas “montam um evento como se fossem influenciadores”.

Outra razão é o fato de ela “não gostar de se sentir obrigada a fazer algo”, e a presença em um evento desse tipo implica dar um presente, geralmente em dinheiro. “Prefiro gastar dinheiro em viagens”, defende, acrescentando que “ganhar dinheiro é difícil”.

Ela também enfatiza que não acredita no que os casamentos representam hoje em dia e que eles a deixam nauseada. “Chamem-me pouco romântica se quiserem”, afirma.

Sua postagem dividiu opiniões, com muitos concordando e muitos outros achando que, com essa atitude, a jovem não terá muitos amigos na vida.
 
 

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Youtuber mata colega a facadas durante live na Coreia do Sul

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Um youtuber de 50 anos foi morto durante uma transmissão ao vivo na cidade de Busan, na Coreia do Sul. Ele foi esfaqueado por um colega de trabalho. Segundo a agência Yonhap, o ataque ocorreu em frente ao Tribunal Distrital de Busan, no momento em que a vítima fazia uma live, e foi cometido por outro youtuber, cuja identidade não foi revelada.

O agressor, também de 50 anos, fugiu do local em um veículo após o crime, mas foi detido pela polícia duas horas depois na cidade de Gyeonngju, a cerca de 70 quilômetros de Busan.

Após o esfaqueamento, o suspeito fez três publicações em seu canal na plataforma de vídeos, que tem cerca de 8 mil inscritos. Na primeira postagem, ele pediu desculpas, demonstrando ressentimento em relação a um indivíduo que, em sua opinião, “prejudica a felicidade dos outros”. Já na última informou sobre sua prisão em Gyeongju, lamentando “por não poder ver o oceano” e expressando gratidão aos seus seguidores.

As autoridades locais apontam que os dois se conheciam e tinham um relacionamento conflitante. No entanto, as causas do crime são desconhecidas até o momento.

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Concurso seleciona as fotografias de animais mais divertidas do ano; veja

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Os bichos de estimação são nossos melhores amigos! Eles nos enchem de amor e, mesmo sem saber, trazem a leveza que precisamos em um mundo cada vez mais acelerado.

E é dessa leveza que surgem as ações e expressões que nos fazem rir até a barriga doer!

É por isso que existe o Comedy Pet Photo Awards, um concurso de fotografia que celebra os momentos mais caricatos dos nossos peludos.

Acima, você pode se divertir com uma seleção das 30 fotos mais engraçadas que foram submetidas ao concurso. E no dia 6 de junho, descobriremos quem será o grande vencedor!

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Com sistema de saúde no limite, Porto Alegre transforma abrigo em hospital

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BRUNO LUCCA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O sistema de saúde de Porto Alegre está operando no limite em meio à inundação. A situação é causada por três fatores: afastamento de funcionários, unidades de saúde fechadas e, principalmente, atendimento maciço a moradores de municípios vizinhos.

A prefeitura da capital gaúcha, por meio do secretário de saúde, Fernando Ritter, já pediu ajuda ao governo federal para adquisição de medicamentos, insumos e equipamentos.

Enquanto isso, abrigos da cidade, programados para acolher quem foi obrigado a sair de casa, estão sendo transformados em prontos-socorros improvisados. A medida visa evitar déficit de atendimento a feridos. Casos de hipotermia, pela longa exposição do corpo à umidade, também preocupam.

Grupos pequenos de profissionais e voluntários se unem nos trabalhos. Sem descanso, eles examinam casos várias horas por dia desde segunda-feira (6).

A gestão municipal se preocupa com a exaustão dessas pessoas e consequente perda de rendimento. Muitos médicos e enfermeiros estão afastados devido às enchentes.

Nos grandes hospitais ainda abertos, a situação é pior. Além de equipes reduzidas, há alta demanda de feridos vindos de municípios vizinhos, como Guaíba e Eldorado do Sul.

Antes das fortes chuvas, em abril, o secretário Fernando Ritter já alertava para a peregrinação em busca de médicos em Porto Alegre. À época, segundo ele, emergências já registravam 203% de ocupação, e o tempo de espera poderia superar as seis horas em casos mais graves.
Hoje, segundo relatos, o cenário é ainda mais complicado por unidades de saúde fechadas. Até a tarde desta quarta-feira (8), eram 37 das 132.

Outros fatores preocupam a Secretaria Municipal de Saúde. Primeiro, casos de dengue. Porto Alegre está em estado de emergência para a doença, com mais de 2.000 registros neste ano. A falta de testes é notificada em alguns pontos.

O município ainda se prepara contra possível surto de leptospirose. Pessoas expostas às águas das enchentes por período prolongado e equipes de socorristas de resgates e voluntários têm alto risco de contrair a infecção, transmitida via urina de ratos.

A SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) recomendou à gestão Sebastião Melo (MDB) o uso de remédios para a prevenção contra a patologia. A indicação principal da organização foi a doxiciclina, administrada em dose única para adultos e com base no peso corporal, para crianças. Alternativa ao medicamento é a azitromicina, nas mesmas condições.

 

Inmet prevê chuvas fortes no Rio Grande do Sul a partir de sexta-feira

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas fortes no Rio Grande do Sul a partir desta sexta-feira (9). A expectativa é de que se prolongue até o domingo (12) com maior intensidade entre o centro-norte e leste do estado, incluindo o litoral norte e o sul de Santa Catarina.

“Neste período, os volumes de chuva podem passar dos 100 milímetros (mm). Ainda conforme a previsão, os ventos mudarão de direção e soprarão predominantemente de sul. Entre o fim do domingo (12) e a segunda-feira (13), as rajadas variam de oeste a sul e depois de sul, com velocidade acima de 30 km/h. Já na terça-feira (14), os ventos enfraquecem”, informou o instituto.

Ainda segundo o Inmet, a instabilidade, em particular no Rio Grande do Sul neste fim de semana, decorre do recuo de uma frente fria de Santa Catarina para o estado, após uma frente quente, permanecendo então por lá “causando áreas de instabilidade e um gradual ingresso de ar frio”.

Na segunda-feira (13), com o frio ganhando força, poderá ocorrer geadas. A partir da terça-feira (14), a chegada de uma outra frente de ar frio e seco, de origem polar, deverá afastar a instabilidade.

“É importante ressaltar que os volumes de chuva previstos podem causar novos transtornos em áreas já afetadas anteriormente. Por esse motivo, o Inmet alerta e recomenda acompanhar e seguir as orientações da Defesa Civil Nacional”, informou, em nota, o instituto.

*Com informações da Agência Brasil

 

Lula diz ter ido dormir inquieto com cavalo ilhado em cima de telhado no RS

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RENATO MACHADO E IDIANA TOMAZELLI
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (9) que foi dormir inquieto na noite da anterior, com a imagem do cavalo que estava ilhado no telhado de uma casa, em meio à inundação no Rio Grande do Sul.

O mandatário também acrescentou que seu governo vai “cavucar dinheiro” e que vai encontrar os recursos necessários para auxiliar o estado.

“O que vocês perceberam é que dentro das desgraças todas que temos falado nos útimos dias, eu ontem à noite fui dormir inquieto com a imagem de um cavalo em cima de um telhado. Ou seja, eu fico imaginando se aquele cavalo pensasse, como a gente imagina que são os pensamentos, o que aquele cavalo estava pensando sozinho, em cima do telhado”, afirmou o presidente.

“Hoje eu fiquei sabendo que já salvaram o cavalo, conseguiram tirar o cavalo. Espero que ninguém monte naquele cavalo durante um bom tempo porque ele merece um bom descanso”, completou.

Na manhã desta quinta-feira, após passar dias ilhado no telhado de uma casa em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, o cavalo -que na verdade é uma égua- foi resgatado pelas equipes de resgate, que chegaram ao local para retirar o animal em botes e barcos dos bombeiros.

Imagens transmitidas ao vivo pela TV Globo mostram o momento em que um grupo de socorristas sobe no telhado, usa um equipamento para amarrar o animal e o coloca no bote. O resgate coloca fim a uma história que mobilizou autoridades, artistas e influenciadores do país.

Lula participou de cerimônia no Palácio do Planalto para anúncio de medidas econômicas para a população atingida pela calamidade climática no Rio Grande do Sul.

Ele estava acompanhado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e de ministros, como Fernando Haddad (Fazenda), que anunciou as medidas.

Durante o seu discurso, o presidente voltou a afirmar que não vão faltar recursos para a reconstrução do Rio Grande do Sul e que seu governo vai “cavucar” dinheiro e sempre vai encontrar os recursos necessários para ajudar o estado.

“Por último, eu queria dizer para vocês que a gente nunca tem todo dinheiro do mundo. E eu já disse três vezes: não faltará esforço desse governo, vamos tentar cavucar dinheiro onde tiver dinheiro. OLuís Roberto [presidente do STF] acabou de descobrir que tinha R$ 100 milhões lá e alguma coisinha na Justiça”, afirmou o presidente da República.

Pouco antes de Lula falar, Barroso havia anunciado que o Supremo detectou R$ 100 milhões em relação a penas pecuniárias, recursos que já foram quase que integralmente transferidos para a Defesa Civil do Rio Grande do Sul.
“Se a gente ficar cavucando a gente vai encontrar os recursos necessários para a gente devolver a dignidade ao povo”, completou.

Os estragos causados pelas chuvas que atingem o Rio Grande do Sul deixaram mais de cem mortos e afetam cerca de 1,5 milhão de pessoas.

 

Maioria vê ligação "total" de mudanças climáticas com tragédia no RS

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A pesquisa do instituto Quaest divulgada na quinta-feira, 9, aponta que 99% dos brasileiros enxergam relação entre mudanças climáticas e as enchentes no Rio Grande do Sul. O levantamento ouviu 2.045 pessoas, em 120 municípios, entre os dias 2 e 6 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A maioria dos entrevistados (64%) respondeu que a tragédia está “totalmente” ligada às mudanças climáticas, enquanto 30% disseram que “em parte” e 5% que “um pouco”. Apenas 1% não enxergaram ligação.

As enchentes possuem ligação com as mudanças climáticas? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Sim, totalmente: 64%

” Sim, em partes: 30%

” Sim, um pouco: 5%

” Não tem ligação nenhuma: 1%

A pesquisa também avaliou o nível de responsabilidade das autoridades na percepção dos entrevistados. O resultado mostra que o governo do Rio Grande do Sul têm o maior nível de responsabilidade pelo ocorrido: 68% disseram que o governo tem muita responsabilidade na tragédia, enquanto 20% disseram haver pouca responsabilidade e 12% nenhuma.

Quanto às prefeituras, 64% dos entrevistados responderam que o nível de responsabilidade é alto. Uma parcela de 20% considera que as administrações municipais são pouco responsáveis pelo ocorrido, enquanto 16% disseram que não há qualquer responsabilidade.

Para os entrevistados, o governo federal tem menor nível de responsabilidade entre as demais autoridades. Ainda assim, a opinião de que há “muita responsabilidade” foi majoritária: 59%. Para 24% da amostragem, o nível de responsabilidade do Governo Federal é pouco, e para 17% é nulo.

Qual é o nível de responsabilidade do Governo Estadual na tragédia do RS? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Muita responsabilidade: 68%

” Pouca responsabilidade: 20%

” Nenhuma responsabilidade: 12%

Qual é o nível de responsabilidade das prefeituras na tragédia do RS? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Muita responsabilidade: 64%

” Pouca responsabilidade: 20%

” Nenhuma responsabilidade: 16%

Qual é o nível de responsabilidade do Governo Federal na tragédia do RS? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Muita responsabilidade: 58%

” Pouca responsabilidade: 24%

” Nenhuma responsabilidade: 17%

Outro ponto abordado pela Quaest foi a atuação das autoridades no enfrentamento à tragédia. Entre os entes federativos envolvidos, a Prefeitura de Porto Alegre foi a melhor avaliada pelos entrevistados: 59% consideraram positiva a atuação, enquanto 28% avaliaram como regular e 13% como negativa.

Em relação ao Governo do Rio Grande do Sul, a pesquisa aponta avaliação positiva por 54% da população. A atuação do Estado foi considerada regular por 26% dos entrevistados e negativa por 20%.

Quanto ao Governo Federal, 53% dos entrevistaram disseram ser positiva a atuação, enquanto 24% avaliaram como regular e 23% negativamente.

Como você avalia a atuação da Prefeitura de Porto Alegre no enfrentamento da tragédia no RS? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Positiva: 59%

” Regular: 28%

” Negativa: 13%

Como você avalia a atuação do Governo Estadual no enfrentamento da tragédia no RS? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Positiva: 54%

” Regular: 26%

” Negativa: 20%

Como você avalia a atuação do Governo Federal no enfrentamento da tragédia no RS? Veja respostas ao questionário da Quaest

” Positiva: 53%

” Regular: 24%

” Negativa: 23%

A maior tragédia climática do Rio Grande do Sul já deixou ao menos 107 mortos e 136 desaparecidos. Em todo o Estado há cerca de 165 mil desalojados e 67 mil pessoas em abrigos públicos. Segundo a Defesa Civil estadual, 425 dos 497 municípios gaúchos foram afetados pelos temporais.

 

Eduardo Leite diz que RS vai precisar de R$ 19 bilhões para reconstrução

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) afirma que serão necessários R$ 19 bilhões para reconstruir as perdas em decorrência das chuvas que atingem o estado desde a última semana.

“São necessários recursos para diversas áreas. Insisto: o efeito das enchentes e a extensão da tragédia são devastadores”, escreveu ele em seu perfil oficial no X (antigo Twitter). “Nas próximas horas, vamos detalhar as ações projetadas que contemplariam as nossas necessidades.”

Na última terça-feira (7), o governo federal reconheceu estado de calamidade pública no RS, o que facilita a liberação de verbas ao estado. As autoridades também liberaram o saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e pagamentos antecipados do Bolsa Família, do seguro-desemprego e de benefícios como aposentadoria e pensão por morte.

Também foi suspenso o pagamentos de tributos para a Receita e a Fazenda, além do adiamento de prazos de renegociação de dívidas com os cinco principais bancos do país e de financiamento de crédito habitacional.

Na manhã desta quinta (9), a Defesa Civil do estado divulgou que o número de mortos subiu para 107 e o de desaparecidos, para 136. Mais de 164 mil moradores estão desalojados e há ao menos 400 mil pontos sem energia e 500 mil sem água no estado.

Novos temporais devem atingir as regiões já castigadas a partir de sexta-feira (10), com mais intensidade entre o centro-norte e o leste gaúcho, incluindo o litoral norte do estado e o sul de Santa Catarina. Nessas regiões, o volume de chuva deve variar entre 200 mm e 300 mm.

Leite alterou em torno de 480 normas do Código Ambiental do RS em seu primeiro ano de mandato, em 2019. A medida, sancionada em 2020, acompanhou o afrouxamento da política ambiental brasileira incentivada, à época, pelo então ministro Ricardo Salles, do MMA (Ministério de Meio Ambiente), no governo Bolsonaro.

Leia Também: Hospitais do RS suspendem cirurgias eletivas e pedem ajuda de custeio emergencial

 

Entenda por que a catástrofe no RS é um evento climático extremo

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Desde o final de abril, o Brasil assiste atônito às imagens das águas que dominam cidades e levam vidas no Rio Grande do Sul.

Expressões como catástrofe socioambiental, emergência climática, adaptabilidade e resiliência dominam os noticiários e passam a integrar o vocabulário de autoridades e da população brasileira, na busca por explicações e soluções aos eventos climáticos extremos.

Referência mundial para estudos ambientais e mudanças climáticas, o meteorologista brasileiro Carlos Nobre explica, em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o que são os eventos climáticos extremos e porque a situação no Rio Grande do Sul foi classificada dessa forma.

Agência Brasil: O que é um evento climático extremo?
Carlos Nobre: É quando você tem um evento meteorológico que sempre aconteceu, por exemplo, chuvas mais intensas, prolongadas, de grandes volumes. Outro evento extremo pode ser uma seca muito intensa, pouquíssimas chuvas, seca longa, ou ondas de calor, com temperaturas passando muito da média. Isso sempre aconteceu na natureza, são fenômenos naturais. Agora esses fenômenos estão se tornando muito mais frequentes. O que acontecia uma vez a cada década, hoje ocorre a cada dois anos ou até a cada ano, e batendo recordes.

Então, além de se tornarem mais frequentes, são fenômenos mais intensos, como é o caso das chuvas no Rio Grande do Sul, que bateram todos os recordes. Nunca, mais de 60% do território gaúcho mostrou um volume de chuva maior que 800 milímetros. Os dados mostram que, em menos de 15 dias, choveu o mesmo que em cinco meses em todo o estado e a previsão é de uma nova frente fria chegando com mais chuvas. Não é o mesmo volume que vimos na semana passada, mas os níveis dos rios continuarão altos e a população das áreas baixas vão continuar enfrentando alagamentos.

Isso está acontecendo em todo o mundo. Então, não é algo raro que vai acontecer a cada cem anos, não é um fenômeno extremo raríssimo. As mudanças climáticas – devido ao aquecimento global causado por gases do efeito estufa que lançamos na atmosfera – são a razão para que eventos extremos estejam se tornando mais frequentes e batendo recordes.

Agência Brasil: O que mudou na relação do homem com o planeta que fez com que chegássemos a esse ponto?
Carlos Nobre: Foi exatamente o que chamamos de aquecimento global de origem humana. Quando olhamos a história de bilhões de anos do planeta Terra, já tivemos – mais de 200 milhões de anos atrás –, um evento de vulcões e terremotos que lançou tanto gás carbônico na atmosfera, que a temperatura ficou muito mais alta e foi uma das causas da extinção de muitas espécies.

Nós já tivemos isso como fenômeno natural, mas desta vez não é nada natural. Praticamente, quase 100% do aumento desses gases do efeito estufa – que impedem a terra de perder calor com mais rapidez e eficiência –, é resultado da queima de combustíveis fósseis – o petróleo, o carvão, o gás natural – e de emissões devido ao desmatamento, que responde por cerca de 12% das emissões; somado à agricultura, que chega a cerca de 25% das emissões. A produção industrial também emite.

Já aumentamos em 50% a concentração de gás carbônico – dióxido de carbono; aumentamos em quase 150 vezes a quantidade de metano, que é um gás muito poderoso para aquecer o planeta. E o planeta mais quente tem mais evaporação de água nos oceanos e você cria os eventos meteorológicos extremos, eventos oceânicos mais extremos, como os três El Niños mais fortes do registro histórico (1992/93, 2015/16 e 2023/24). Todos os oceanos estão mais quentes. Então, essa é a causa de estarmos quebrando esses recordes em todo o planeta e no Brasil também.

Agência Brasil: É possível reverter o aquecimento global?
Carlos Nobre: Reverter o aquecimento global se torna praticamente impossível, porque o próprio metano tem um tempo pequeno de residência na atmosfera, de 9 a 11 anos. Reduzir as emissões de metano seria muito importante, porque o metano é muito poderoso. O metano que tem na atmosfera responde por cerca de 0,5ºC do aquecimento. Então, é muito importante reduzir o metano, porque podemos fazer a temperatura não subir mais e talvez até reduzir, mas é um enorme desafio.

Uma grande parte da emissão de metano vem da agricultura e, principalmente, da pecuária. O boi tem a fermentação entérica, que é a fermentação da grama que ele come, que produz metano. Uma série de outras atividades também produz metano. Ele compõe grande parte do gás natural e na produção, muitas vezes, ele vaza para a atmosfera. Já o gás carbônico fica, em média, 150 anos na atmosfera. Cerca de 15% do gás carbônico que entra na atmosfera hoje vai continuar mil anos lá. E o óxido nitroso, que é outro gás superpoderoso do efeito estufa, também ficará mais de 250 anos. Tem tanto gás na atmosfera, que mesmo zerando as emissões, o aquecimento continua. Se tivermos pleno sucesso de zerar as emissões até 2050, as temperaturas poderão começar a equilibrar no próximo século, não neste.

Agência Brasil: E o que será necessário para as pessoas sobreviverem ao longo de todo esse tempo?
Carlos Nobre: Não há a menor dúvida de que esses eventos, que já estão acontecendo, não têm volta. As emissões continuam aumentando, e existe até grande probabilidade que o aumento da temperatura ultrapasse 2ºC e não fique em 1,5ºC. A busca por soluções de adaptação não é mais um plano futuro, é um plano passado, que já devia estar ocorrendo no mundo inteiro, com muito mais rapidez e eficiência. Não estamos vendo uma busca por adaptações para eventos que já estão acontecendo. O exemplo é esse, no Rio Grande do Sul. Os países desenvolvidos estão gastando mais recursos em adaptação, muito em infraestrutura, preparando os portos para o aumento do nível do mar, mas nem assim estão buscando o que é necessário.

Nos países em desenvolvimento não vemos quase nenhuma adaptação. A gente está vendo toda a infraestrutura do Rio Grande do Sul afetada, as pontes derrubadas pela enxurrada dos rios, as casas todas inundadas. No Brasil, temos pouquíssima adaptação. Vemos mais os eventos de chuva, mas também não estamos adaptados para os eventos de seca. Batemos recorde com secas mais fortes do Amazonas e do Cerrado, em 2023 e 2024. A agricultura brasileira não está adaptada para eventos extremos. Veja aí a perda de produção de arroz que o Rio Grande do Sul teve com a chuva, e as secas são o principal fator de perda de safra. Então, não tem desculpa, precisamos não só reduzir as emissões, mas acelerar muito a adaptação.

Agência Brasil: O que é necessário ser feito?
Carlos Nobre: Temos que tornar as populações muito mais resilientes. No caso do Brasil, o Cemaden [Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais] já vem fazendo estudos, e milhões de brasileiros não podem mais continuar morando em áreas de risco, na beira do rio, em encostas muito íngremes. E também precisamos aperfeiçoar muito os sistemas de alerta.

Com as previsões meteorológicas é possível anunciar um evento de extremo climático com dias de antecedência, como o Cemaden alertou o Rio Grande do Sul e a Defesa Civil. Mas nós precisamos fazer com que esses sistemas de alerta estejam em todos os lugares de risco. O Cemaden está concluindo um estudo que aponta mais de 1,9 mil municípios com áreas de risco de deslizamentos, inundações e enxurradas. São áreas onde devem ser instalados sistemas de sirenes como já temos na região serrana do Rio de Janeiro, por exemplo. Lá, a população já está mais capacitada, há locais para onde deve se deslocar, quando as sirenes tocam. Então, isso precisa ser feito em milhares de cidades brasileiras. Somos muito mal preparados para informar a população sobre eventos extremos. 

No Brasil, quase duas mil cidades são avaliadas com riscos, então, a nossa classe política tem que fazer como têm feito nesses dias, quando o Congresso aprovou à jato a transferência de recursos para o Rio Grande do Sul. Os políticos estaduais têm que aprovar também à jato a criação de sistemas de alerta em quase dois mil municípios com enormes áreas de risco. Isso demanda centenas de bilhões de reais que precisam ser investidos para melhorar a ação da Defesa Civil e nós temos que fazer isso para ontem. Em médio prazo, uma década, buscar soluções para remover mais de 3 milhões de brasileiros que moram nessas áreas de altíssimo risco.

*Com informações da Agência Brasil

 

Lula diz que governo irá anunciar programa para restabelecimento de voos ao RS

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, deve anunciar nesta quinta-feira, 9, um programa para o restabelecimento de em parte dos voos ao Rio Grande do Sul, diante da calamidade pública do Estado por conta das fortes chuvas na região.

De acordo com o chefe do Executivo, os anúncios do governo desta manhã foram as primeiras linhas de crédito do governo à região. “Mas isso não termina aqui”, pontuou. Na terça-feira, 14, o petista disse que há previsão que o governo anuncie novas medidas de atendimento às pessoas físicas.

“Precisamos começar a pensar nas pessoas, em como o governo irá atendê-las”, afirmou Lula. “Temos que levar em conta que muitas pessoas perderam muitas coisas.”

Lula afirmou que a Casa Civil e demais ministérios terão que trabalhar muito neste final de semana para preparar medidas de assistência ao Estado. Segundo ele, enquanto o Brasil assiste a população ajudar a região gaúcha, “do outro lado, temos as pessoas torcendo para a desgraça voltar, é só ver a quantidade de fake news”, criticou.

Na fala, Lula também destacou o agradecimento ao Congresso Nacional pelo “papel extremamente importante e solidário”. “Agradeço à Câmara pela urgência que votou o decreto ao Rio Grande do Sul”, falou.