Home Blog Page 2591

Lula determina que Defesa Civil fique à disposição da região Sudeste

0

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) determinou que a Defesa Civil Nacional fique à disposição da região Sudeste, principalmente o Rio de Janeiro, estado mais atingido pelas fortes chuvas que tiveram início, com maior intensidade, no fim desta sexta-feira (22).

O ministro Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional) entrou em contato com o governador do Rio de Janeiro e com os prefeitos de cidades fluminenses. “Liguei há pouco para o governador Cláudio Castro, e o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, para reafirmar nosso compromisso de somar esforços no socorro ao povo petropolitano, que sente os impactos das chuvas no estado”, destacou.

Há previsão de forte chuva para regiões dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro no fim de semana.

O secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, já está no Rio de Janeiro. Integrantes do Grupo de Apoio a Desastres chegam neste sábado (23) na capital para ajudar o estado e as cidades a solicitarem situação de emergência ou estado de calamidade pública.

Técnicos da Defesa Civil Nacional vão atuar no município. Profissionais vão auxiliar membros das cidades afetadas pelas fortes chuvas a fazerem os planos de trabalhos necessários para obter recursos do governo federal, seja para assistência humanitária, restabelecimento ou reconstrução.

Chuvas devem se prolongar até domingo (24). A Defesa Civil Nacional indica que a população cadastre os telefones celulares, enviando mensagens de texto para o número 40199 com o CEP da região onde mora, para passar a receber alertas por SMS.

ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGISTRA 4 MORTES
A cidade de Petrópolis está em estado de alerta por chuvas intensas que atingem a região desde a quinta-feira (21). Um deslizamento no bairro Independência, nesta sexta-feira (22), deixou três pessoas mortas.

Os bombeiros ainda buscam por outras duas pessoas vítimas do desabamento, informou o Comitê de Chuvas do RJ. Outras quatro pessoas foram resgatadas com vida no mesmo bairro.
A operação de buscas conta com 40 militares especializados em salvamento em desastres. Cães farejadores do Corpo de Bombeiros auxiliam a ação.

A Defesa Civil do município contabilizou 109 registros de ocorrências por conta da chuva desde quinta até às 19h45 desta sexta, sendo 75 deslizamentos. Houve registros de deslizamento nos bairros Araras, Independência, São Sebastião, Itamarati, Quitandinha, Estrada da Saudade e Castelanea.

Mais cedo, um homem morreu em Arraial do Cabo. Um vendedor ambulante foi atingido por um raio enquanto recolhia seu material de trabalho no Pontal do Atalaia, segundo a Defesa Civil.

CUIDADOS QUE POPULAÇÃO DEVE TOMAR
Defesa Civil orienta população. Em coletiva de imprensa, a Defesa Civil Nacional e o Ministério da Integração indicaram cuidados que a população das áreas afetadas deve tomar:

Obedeça sirenes, deixar sua casa caso seja pedido e seguir orientações de autoridades. Vale o mesmo para carros de som e mensagens de SMS.

Obedeça ordens de autoproteção e pense na vida em primeiro lugar.

Envie seu CEP para o número 40199 e receba alertas da Defesa Civil em seu celular.

Entre em contato com a Defesa Civil local para se informar quais são os refúgios mais próximos e sobre riscos.

Busque abrigo em áreas seguras e aguarde até que a chuva pare.
Evite atravessar regiões alagadas. A exposição e o contato com a água contaminada podem causar doenças como hepatites virais, leptospirose, diarreias e verminoses.

Se informe em fontes oficiais. Leia a cartilha de deslizamentos da Defesa Civil e a de enchentes do Ministério da Saúde.

Leia Também: Maquiadora com queimadura na testa após unção com óleo em igreja

 

Maquiadora com queimadura na testa após unção com óleo em igreja

0

A maquiadora Meanny Oliveira e a filha estão entre os 13 fiéis que tiveram queimadura na testa após unção com óleo durante a Missa da Graça, na Paróquia de São José, no Trapiche, em Maceió, Alagoas.

Meanny disse ao site G1 que, ainda na missa, achou que o desconforto na testa tinha relação com o calor que fazia na noite de 19 de março.

Na hora, senti algum calor, algum desconforto, mas associei ao calor, a gente estar assistindo à missa do lado de fora, ao suor. Achei que era algo pontual, meu”, disse.

[Legenda]© Reprodução/TV Gazeta  

O óleo usado na missa é uma mistura de azeite (óleo de oliva) e essência de mirra, segundo a Vigilância Sanitária de Maceió. O padre enviou amostras do óleo para análise em um laboratório da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

“Óleo de oliva comprado no mercado. A gente traz para cá e faz a benção proposta no livro para poder usar aqui na igreja”, disse o padre Leonel Quaresma.

Leia Também: Temporais provocam 4 mortes no RJ; em Petrópolis, família é soterrada

 

 

Vídeo mostra destruição em sala de espetáculos de Moscou após atentado

0

Começaram, este sábado (23), a ser divulgadas as primeiras imagens do interior da sala de espetáculos Crocus City Hall, nos arredores de Moscou, que ontem foi alvo de um ataque terrorista que provocou mais de uma centena de mortos. 

O Ministério de Emergências da Rússia divulgou um vídeo – que pode ver na galeria acima – e diversas imagens, que mostram os danos causados na sala após o incêndio que ocorreu após o ataque armado. 

Os terroristas balearam as vítimas e usaram ainda líquido inflamável para incendiar a sala. Mais de uma centena de pessoas morreu e várias dezenas ficaram feridas no atentado, que foi reivindicado pelo Estado Islâmico (EI). 

O EI, que já atacou a Rússia em várias ocasiões, afirmou na plataforma de mensagens Telegram que os combatentes do grupo “atacaram uma grande concentração (…) nos arredores da capital russa”.

Este sábado, o Kremlin anunciou a detenção de 11 pessoas ligadas ao atentado, incluindo quatro atacantes.

© Russian Ministry of Emergencies / Handout /Anadolu via Getty Images   © Russian Ministry of Emergencies / Handout /Anadolu via Getty Images  
© Russian Ministry of Emergencies / Handout /Anadolu via Getty Images  

Leia Também: Estado Islâmico assume atentado que matou 143 em Moscou

Leia Também: Suspeito preso na Rússia diz que ia receber R$ 27 mil pelo ataque

Leia Também: Putin deseja “rápida recuperação” a vítimas do ataque em Moscou

Leia Também: Ucrânia “nada tem a ver” com tiroteio em Moscou

Leia Também: Kremlin anuncia detenção de 11 pessoas ligadas a atentado em Moscou

Temporais provocam 4 mortes no RJ; em Petrópolis, família é soterrada

0

ALÉXIA SOUSA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Um menino de 9 anos, uma mulher de 24 e uma idosa morreram em um deslizamento na tarde desta sexta-feira (22) em Petrópolis, na região serrana do Rio. A cidade é atingida por uma forte chuva que começou na última quinta (21).

Até as 20h30, quatro foram resgatados com vida e ainda havia um homem de 25 anos e uma menina, de 4, sendo procurados embaixo dos escombros.

Todas as vítimas estavam em uma casa que desabou no bairro da Alto Independência e, segundo as primeiras informações, seriam da mesma família.

Entre os soterrados está uma mulher que vivia com os três filhos, sendo que um foi resgatado. Ainda não há informações sobre quem são os dois desaparecidos.

O Corpo de Bombeiros informou que o desabamento ocorreu na rua Angelo João Brand por volta das 17h30 e que equipes seguem trabalhando no local, com auxílio de cães farejadores. Moradores da região também ajudam na retirada dos escombros.

Na região dos Lagos do Rio, um homem morreu depois de ser atingido por um raio no Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo.
Na Baixada Fluminense, uma casa desabou no centro de Nilópolis. Um homem foi resgatado com vida dos escombros, segundo o Corpo de Bombeiros.

O Comitê de Chuvas do Governo do Estado informou que, desde a noite de quinta (231), os bombeiros foram acionados para 56 ocorrências relacionadas às chuvas em todo território fluminense.

O governador do Rio, Cláudio Castro (PL) anunciou no início da noite desta sexta que está a caminho da cidade de Petrópolis para avaliar o impacto das chuvas.

Por volta das 14h50, a Defesa Civil alterou o estágio operacional da cidade para “crise”, tendo em vista os altos índices pluviométricos e a previsão de chuva muito forte na cidade. O órgão pede que a população fique atenta às próximas atualizações.

De acordo com o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), já choveu mais que o dobro do acumulado previsto para o período entre 12h e 18h, que era de 51mm -está em 125 mm.

A Defesa Civil do município contabilizou 109 registros de ocorrências, sendo 75 deslizamentos. Por volta das 20h30, ruas do centro da cidade estavam alagadas e vias importantes da região interditadas.

Por causa do temporal, a subida da Serra de Petrópolis foi interditada, de forma preventiva, na altura da praça do pedágio em Duque de Caxias, na tarde desta sexta.

Horas antes, a subida da Serra de Petrópolis funcionava em meia pista no km 94 da BR-040, no sentido Juiz de Fora, devido a um deslizamento de terra. A descida da serra seguia aberta, mas a concessionária Concer alerta que chove intensamente nos locais e pede que os motoristas evitem o tráfego na BR-040 enquanto a chuva não cesse.

Os impactos da chuva também implicaram no acesso a outras cidades da Região Serrana. No início da tarde, o trecho da BR-116, que liga a Região Metropolitana do Rio à Teresópolis, foi completamente interditado, nos dois sentidos, sendo liberada quase às 18h, cerca de duas horas depois. A concessionária EcoRioMinas informou que a interdição foi feita por precaução, e que não foram registrados acidentes ou deslizamentos.

O município de Teresópolis estava em Estágio de Atenção por conta das chuvas fortes.

Na rede estadual, as aulas foram suspensas em todas as cidades do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, os diretores devem estar de prontidão para abrir as unidades para abrigos e pontos de apoio, caso necessário.

As aulas particulares também foram suspensas, e provas foram remarcadas. Creches particulares enviaram comunicados para que os pais mantenham as crianças em casa se possível.

Na capital, ruas ficaram alagadas e ao menos seis árvores caíram. O município está no estágio dois na escala de risco, que vai até cinco. .

Tanto na capital quanto em Angra dos Reis, na Costa Verde, o risco de deslizamento é considerado alto.
No início da noite de quinta (21), em entrevista coletiva, o prefeito Eduardo Paes (PSD) alertou os moradores para a tempestade.

“Essa chuva virá forte podendo passar de 40mm em uma hora e 200mm em 24h, mais no final da sexta-feira. É bem maior do que a média histórica de março, que é 124mm no mês todo”, disse.

“As pessoas devem olhar para essas 72 horas imaginando que aquilo que não for essencial, não deve ser feito”, completou o prefeito, que passou a madrugada no Centro de Operações da Prefeitura acompanhando as projeções da meteorologia.

Ao lado da chefe de meteorologia do Centro de Operações Rio, Raquel Franco, Paes pediu para as pessoas que moram em áreas de risco tomem cuidado e respeitem a sirene. “Parece que teremos um evento severo”, afirmou.

Leia Também: Dani Alves e Robinho arrasados pela própria CBF: “É vergonhoso”

 

Suspeito preso na Rússia diz que ia receber R$ 27 mil pelo ataque

0

IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um dos quatro acusados pelo atentado terrorista que matou ao menos 143 pessoas na noite de sexta (22) em Moscou afirmou ter sido contratado para fazer o ataque pelo equivalente a R$ 26,8 mil. “Recebi metade no cartão”, reclama, algemado, aos policiais que o detiveram.

Ele e outros três suspeitos de terem atirado contra a plateia que esperava por um show de rock na casa Crocus City Hall foram pegos após furar um bloqueio policial na região de Briansk, 340 km a sudoeste de Moscou. A ação foi coordenada pelo FSB (Serviço Federal de Segurança, na sigla russa).

Com eles a polícia encontrou passaportes do Tadjiquistão, república ex-soviética de maioria muçulmana na Ásia Central. O Estado Islâmico, grupo terrorista combatido pela Rússia na guerra civil da Síria, assumiu a autoria do ataque.

No vídeo, o preso é questionado sobre o que fazia no Crocus. “Ataque”, responde, dizendo que a motivação foi “por dinheiro”. “Cerca de meio milhão de rublos, que não recebi. Recebi metade no cartão”, completa.

A ação foi a mais violenta em 13 anos na capital russa, ultrapassando em número de mortos o ataque que deixou 37 vítimas no aeroporto de Domodedovo, em janeiro de 2011. O país tem longo histórico de conflito com o extremismo islâmico, e o maior massacre da sua história recente foi durante o cerco para libertar uma escola tomada por tchetchenos em Beslan (Ossétia do Norte), em 2004, que deixou 334 mortos.

A Prefeitura de Moscou divulgou que vai indenizar a família de cada morto na ação em R$ 160 mil, pagando um terço disso a parentes de quem precisou ser internado. Outdoors eletrônicos em toda a cidade estão tomados por mensagens de condolências pela tragédia.

Leia Também: Estado Islâmico assume atentado que matou 115 em Moscou

Leia Também: Ucrânia “nada tem a ver” com tiroteio em Moscou

Leia Também: Putin deseja “rápida recuperação” a vítimas do ataque em Moscou

Leia Também: Kremlin anuncia detenção de 11 pessoas ligadas a atentado em Moscou

Leia Também: Vídeo mostra como se iniciou o atentado em Moscou

Vídeo mostra como se iniciou o atentado em Moscou

0

Um vídeo que mostra os momentos anteriores ao pânico ter-se instalado na sala de espetáculos de Crocus City Hall, em Moscou, na Rússia, foi divulgado nas redes sociais.

Nas imagens é possível ver o momento em que ainda havia pessoas sentadas à espera que o concerto começasse. De forma calma, começam a criar algumas filas nas escadas.

É então que os primeiros tiros podem ser ouvidos no vídeo, seguidos de alguns gritos.

No final do vídeo, é possível ouvir os disparos mais alto, significando que os suspeitos começaram a aproximar-se da sala.

Veja o vídeo acima.

Leia Também: Macron planeja caminhada noturna pela Paulista e pode visitar Masp

Estado Islâmico assume atentado que matou 93 em Moscou

0

Número de mortos aumenta para 93

O número de mortos no ataque a uma sala de espetáculos, nos arredores de Moscou, aumentou para 93, segundo informou o Comitê de Investigação da Rússia. 

“No momento, foi estabelecido que o número de mortos é de 93 pessoas. O número de mortos aumentará ainda mais”, disse o Comitê, citado pela RIA Novosti. 

Além disso, os dados preliminares indicam ainda que as vítimas morreram devido a “ferimentos de bala e intoxicação por inalação de fumaça”. Os atacantes usaram “armas automáticas” e recorreram a “líquido inflamável” para incendiar as instalações da sala de espetáculos. 

Kremlin anuncia detenção de 11 pessoas ligadas a atentado em Moscou

Foram detidas 11 pessoas suspeitas de terem estado envolvidas no atentado a uma sala de concertos nos arredores de Moscou, na Rússia, incluindo quatro suspeitos de serem os autores do ataque, informou o Kremlin. 

 
“O diretor do FSB, Bortnikov, informou Vladimir Putin sobre a detenção de 11 pessoas, todos os quatro terroristas que estiveram diretamente envolvidos no ataque terrorista”, disse a assessoria de imprensa presidencial, segundo cita a agência estatal russa RIA Novosti.

O que aconteceu?

IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Moscou sofreu nesta sexta-feira (22) o primeiro ataque terrorista desde que o presidente Vladimir Putin ordenou a invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022. Ao menos 93 pessoas morreram e 146 foram feridas na ação. O grupo terrorista EI (Estado Islâmico) reivindicou a autoria do atentado.

É o maior ataque do tipo na capital do país em 13 anos. Segundo os canais de emergência da prefeitura moscovita, houve tiros e pelo menos duas explosões em torno do Crocus City Hall, uma sala de concerto ao lado de um shopping que fica 20 km a noroeste do Kremlin, o coração da capital russa.

A banda de rock da era soviética Piknik começaria um show no lugar, que tem 6.200 lugares e estava com os ingressos todos vendidos. Segundo o FSB (Serviço Federal de Segurança), um número incerto de atiradores matou os seguranças do local, entrou e começou atirar contra a plateia, que incluía crianças. Depois, explodiram duas bombas, deixando o local em chamas. Eles estão sendo procurados pela polícia.

Em Kiev, o assessor presidencial Mikhailo Podoliak negou qualquer envolvimento da Ucrânia no caso, que tem de todo modo os sinais do modus operandi de grupos terroristas islâmicos que atacaram a capital no passado. A confirmação do Estado islâmico em um canal do Telegram parece ter selado o diagnóstico.

Em redes sociais, imagens chocantes do ataque fizeram lembrar um trauma nacional, a sangrenta tomada de um teatro por terroristas do Cáucaso no começo do governo de Putin, em 2002.
O número de mortos e feridos ainda não é final. Segundo a prefeitura moscovita, cem pessoas foram retiradas do local após o início do ataque, na noite desta sexta, começo da tarde no Brasil.

As imagens disponíveis mostram ao menos três pessoas camufladas atirando contra a plateia do local. Houve um incêndio no teatro, registrado por imagens externas. O governo municipal de Moscou disse que 70 ambulâncias estão agora do lado de fora do ponto do incidente.

“Uma tragédia terrível aconteceu no shopping hoje”, disse no Telegram o prefeito da capital, Serguei Sobianin. Ao menos um helicóptero foi ao local ajudar a combater as chamas, segundo imagens da agência RIA-Novosti.

O ataque é o primeiro desde o início da guerra, mas a admissão do Estado Islâmico tira pressão sobre teorias nessa frente. Algumas horas antes do atentado, o FSB (Serviço Federal de Segurança, o sucessor principal da KGB soviética), afirmou que havia um alerta de atentado após o que chamou de um ataque desbaratado contra uma sinagoga moscovita pelo mesmo grupo.
Não há novidade aqui. A Rússia, que lutou duas guerras sangrentas contra secessionistas da Tchetchênia, república autônoma no Cáucaso (sul do país), enfrentou diversos atentados provocados por radicais islâmicos ligados à região.

O mais recente grande atentado em Moscou ocorreu em 2011, quando 37 pessoas morreram numa explosão no aeroporto internacional de Domodedovo. Naquela ocasião, um militante islâmico foi culpado pela ação. Depois disso, a mais chamativa ação havia ocorrido em São Petersburgo em 2017.

Ao longo dos anos 2000, houve diversas ações, todas atribuídas a rebeldes insatisfeitos com o controle russo sobre as repúblicas muçulmanas do Cáucaso. Em relação ao EI, a Rússia foi um dos países que mais duramente atacou o grupo durante sua intervenção na guerra civil síria, em favor do ditador Bashar al-Assad, iniciada em 2015.

De toda forma, o “timing” da tragédia chama a atenção. Nesta sexta, o Kremlin pela primeira vez chamou a Guerra da Ucrânia pelo nome, e não “operação militar especial”, o eufemismo oficial do conflito, numa escalada retórica na qual acusa o Ocidente por ter transformado o embate em algo maior.

Meio perdida com o desenrolar dos acontecimentos, a Casa Branca disse por meio de um porta-voz que desencoraja quaisquer ações dentro do território russo. A reação epidérmica vai em linha com o relato do jornal britânico Financial Times de que os EUA pediram para Kiev parar de atacar refinarias russas, por temer escalada.

Depois, a Embaixada dos EUA em Moscou emitiu um comunicado de condolências pelo ocorrido, em linha com o que disse a chancelaria francesa no X (ex-Twitter) -o país governador por Emmanuel Macron está em rota de colisão com Moscou acerca da guerra ucraniana.

Há duas semanas, antes da eleição que consagrou Putin, os americanos haviam dito que um ataque terrorista em Moscou era “iminente”. Agora, segundo relatos vazados à imprensa americana pelos serviços secretos do país, a responsável seria a filial afegão do EI, o Estado Islâmico-Khorasan. Nesta sexta, a chancelaria russa cobrou informações sobre a hipótese.

Há outras nuances. Muitos atribuem aos atentados colocados na conta de rebeldes islâmicos contra cidades russas em 1999 o ponto de partida do estabelecimento do então premiê Putin no poder: ele determinou uma guerra brutal e bem-sucedida na Tchetchênia, pavimentando a primeira de suas cinco eleições como presidente.

Não falta quem diga que tudo não passou de um ardil de serviços secretos para impulsionar o novo governante da época, mas provas nunca surgiram para tais alegações. É provável que tais especulações reapareçam agora.

Para os moscovitas, após um dia em que seu governo reeleito com 87% de aprovação no domingo (17) disse enfim que o país está em guerra, a ação contra a sala de espetáculos é um lembrete vivo sobre os tempos perigosos que vivem, apesar da calma e bem-estar que se veem na superfície cotidiana da capital.

Nesta sexta, dia em que o novo status do conflito foi entronizado pelo porta-voz Dmitri Peskov no Kremlin, a Rússia promoveu um grande ataque com mísseis e drones contra o sistema energético ucraniano, deixando ao menos 1,2 milhão dos 36 milhões de moradores sob controle de Kiev no escuro.

Leia Também: Vídeo mostra como se iniciou o atentado em Moscou

Kremlin anuncia detenção de 11 pessoas ligadas a atentado em Moscou

0

Foram detidas 11 pessoas suspeitas de terem estado envolvidas no atentado a uma sala de concertos nos arredores de Moscou, na Rússia, incluindo quatro suspeitos de serem os autores do ataque, informou o Kremlin. 

“O diretor do FSB, Bortnikov, informou Vladimir Putin sobre a detenção de 11 pessoas, todos os quatro terroristas que estiveram diretamente envolvidos no ataque terrorista”, disse a assessoria de imprensa presidencial, segundo cita a agência estatal russa RIA Novosti.

Poucos minutos antes, o parlamentar Alexander Khinshtein tinha dito, no Telegram, que dois suspeitos tinham sido detidos, após uma perseguição de carro, na região de Bryansk, enquanto outros suspeitos tinham fugido a pé para uma floresta nas proximidades. 

Lembrando que após o ataque armado, que fez pelo menos 60 mortos e mais de uma centena de feridos, seguiu-se um enorme incêndio na sala, que está localizada em Krasnogorsk.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, desejou a “rápida recuperação” das vítimas e “agradeceu aos médicos”, segundo disse a vice-primeira-ministra russa, Tatyana Golikova.

O ataque foi reivindicado pelo Estado Islâmico (EI) já depois de a Ucrânia ter negado qualquer responsabilidade e os serviços secretos de Kyiv terem acusado o Kremlin de orquestrar o ataque, para culpar a Ucrânia e justificar “uma escalada” da guerra, conforme noticiou a agência France-Presse (AFP).

As forças de ordem russas afirmaram estar à procura dos agressores e as autoridades advertiram que o número de mortos “pode aumentar”.

O EI, que já atacou a Rússia em várias ocasiões, afirmou na plataforma de mensagens Telegram que os combatentes do grupo “atacaram uma grande concentração (…) nos arredores da capital russa”.

A organização fundamentalista afirmou que o grupo de comandos tinha depois “regressado em segurança à base”.

O atentado, que os meios de comunicação social russos começaram a noticiar por volta das 20h15 de Moscou, foi realizado por vários indivíduos armados. 

Jornalistas da agência de notícias viram o edifício mergulhado em chamas, nuvens de fumaça negra saindo do telhado e uma enorme presença policial e dos serviços de emergência.

De acordo com a televisão russa, o telhado do edifício colapsou parcialmente. 

“Pouco antes de começar, ouvimos de repente várias rajadas de metralhadora e um grito terrível de mulher. Depois, muitos gritos”, disse à AFP Alexei, um produtor musical que estava no camarim no momento do ataque.

De acordo com um jornalista da agência de notícias estatal Ria Novosti, pessoas camufladas invadiram a sala de espetáculos antes de abrirem fogo e lançarem “uma granada ou uma bomba incendiária”.

Os serviços de emergência afirmaram que as chamas se espalharam pelos quase 13 mil metros quadrados do edifício, antes de o fogo ser contido.

O presidente da Câmara de Moscou, Sergei Sobyanin, anunciou o cancelamento de todos os eventos públicos deste fim de semana. Os principais museus e teatros da capital também anunciaram que vão fechar as portas.

Segundo a televisão russa, foram tomadas medidas de segurança reforçadas, principalmente nos aeroportos de Moscou e em outras grandes cidades do país.

Leia Também: Estado Islâmico assume atentado que matou 93 em Moscou

Ucrânia "nada tem a ver" com tiroteio em Moscou

0

A Ucrânia “não tem absolutamente nada a ver” com o tiroteio em Moscou, declarou um conselheiro da Presidência da República ucraniana, Mikhailo Podoliak, classificando o ataque como um “ato terrorista”.

“Sejamos claros, a Ucrânia não tem absolutamente nada a ver com esses acontecimentos”, garantiu na plataforma digital Telegram Podoliak, cujo país combate há mais de dois anos uma invasão russa.

“A Ucrânia nunca utilizou métodos de guerra terroristas”, acrescentou.

Para Kiev, “é importante realizar operações de combate eficazes, ações ofensivas para destruir o exército regular russo” e pôr fim à invasão, sublinhou ainda o responsável.

Por sua vez, a legião Liberdade da Rússia, um grupo de combatentes russos anti-Kremlin sediado na Ucrânia, negou também qualquer envolvimento no mortífero ataque armado hoje ocorrido numa sala de shows russa.

“Sublinhamos que a Legião não combate os civis russos”, declarou o grupo, que responsabilizou “o regime terrorista do [Presidente russo, Vladimir] Putin”.

O número de mortos subiu para 93 e mais de uma centena de pessoas ficaram feridas após o tiroteio seguido de um incêndio de grandes proporções numa sala de concertos nos arredores de Moscou, onde vários homens armados entraram, segundo as autoridades russas, que condenaram o que classificaram como “um sangrento atentado terrorista”.

O ataque perpetrado por vários indivíduos munidos de armas de fogo ocorreu ao início da noite no Crocus City Hall, uma sala de espetáculos situada em Krasnogorsk, um subúrbio situado junto à saída noroeste da capital russa.

De acordo com a agência pública russa Ria Novosti, os suspeitos estava usando roupas camufladas, entraram no prédio pelo piso térreo, abriram fogo e lançaram “uma granada ou uma bomba incendiária” sobre a multidão, “o que causou um incêndio”.

“As pessoas que se encontravam no local deitaram-se no chão para se protegerem das balas, durante 15 ou 20 minutos, depois começaram a sair do local. Muitas conseguiram escapar”, relatou a Ria Novosti.

Segundo o Ministério das Situações de Emergência russo, os bombeiros conseguiram retirar do edifício cerca de 100 pessoas que se encontravam na cave da sala de espetáculos e estão ocorrendo operações para “resgatar pessoas que se encontram no telhado do edifício, utilizando plataformas elevatórias”.

O presidente da câmara de Moscou, Sergei Sobyanin, anunciou o cancelamento de todos os eventos públicos.

O ataque ocorreu durante um show da banda de rock russa Piknik, cujos membros foram retirados do local, noticiou a agência TASS.

A embaixada dos Estados Unidos na Rússia tinha alertado há duas semanas os seus cidadãos, afirmando: “Os extremistas têm planos iminentes para atacar grandes concentrações em Moscou, incluindo concertos”.

“Se os Estados Unidos têm, ou tiveram, informações fiáveis sobre este assunto, devem transmiti-las imediatamente à Rússia”, afirmou hoje a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova.

No passado, a Rússia foi alvo de numerosos ataques por parte de grupos islâmicos, mas também de tiroteios sem motivos políticos ou atribuídos a pessoas desequilibradas.

Em 2002, combatentes chechenos fizeram reféns 912 pessoas no teatro Dubrovka, em Moscou, para exigir a retirada das tropas russas da Chechênia.

O sequestro terminou com uma operação das forças especiais russas que acabou na morte de 130 pessoas, quase todas asfixiadas pelo gás utilizado pelas forças de segurança.

Leia Também: Kremlin anuncia detenção de 11 pessoas ligadas a atentado em Moscou

Putin deseja "rápida recuperação" a vítimas do ataque em Moscou

0

“O Presidente desejou a todos uma rápida recuperação e agradeceu aos médicos”, disse hoje a vice-primeira-ministra russa, Tatyana Golikova, citada pelos ‘mídia’ do país.

Vladimir Putin ainda não se pronunciou publicamente sobre o atentado, que causou pelo menos 115 feridos.

O ataque armado, seguido de um enorme incêndio numa sala de concertos nos arredores de Moscou, foi reivindicado pelo grupo fundamentalista Estado Islâmico (EI).

Isto depois de a Ucrânia ter negado qualquer responsabilidade e os serviços secretos de Kyiv terem acusado o Kremlin de orquestrar o ataque, para culpar a Ucrânia e justificar “uma escalada” da guerra, conforme noticiou a agência France-Presse (AFP).

As forças de ordem russas afirmaram estar à procura dos agressores e as autoridades advertiram que o número de mortos “pode aumentar”.

O EI, que já atacou a Rússia em várias ocasiões, afirmou na plataforma de mensagens Telegram que os combatentes do grupo “atacaram uma grande concentração (…) nos arredores da capital russa”.

A organização fundamentalista afirmou que o grupo de comandos tinha depois “regressado em segurança à base”.

De acordo com o Ministro da Saúde da Rússia, Mikhail Murashko, 115 pessoas estão hospitalizadas, incluindo cinco crianças. Entre os feridos, sessenta adultos e um menor encontram-se em estado grave.

O atentado, que os meios de comunicação social russos começaram a noticiar por volta das 20:15 de Moscou, foi realizado por vários indivíduos armados na Crocus City Hall, uma sala de espetáculos situada em Krasnogorsk, nos arredores da capital russa, informou a AFP.

Jornalistas da agência de notícias viram o edifício mergulhado em chamas, nuvens de fumaça negra saindo do telhado e uma enorme presença policial e dos serviços de emergência.

De acordo com a televisão russa, o telhado do edifício colapsou parcialmente. Não foi dada qualquer informação sobre o número de pessoas presas no interior da estrutura.

“Pouco antes de começar, ouvimos de repente várias rajadas de metralhadora e um grito terrível de mulher. Depois, muitos gritos”, disse à AFP Alexei, um produtor musical que estava no camarim no momento do ataque.

De acordo com um jornalista da agência de notícias estatal Ria Novosti, pessoas camufladas invadiram a sala de espetáculos antes de abrirem fogo e lançarem “uma granada ou uma bomba incendiária”.

Os serviços de emergência afirmaram que as chamas se espalharam pelos quase 13 mil metros quadrados do edifício, antes de o fogo ser contido.

O Presidente da Câmara de Moscou, Sergei Sobyanin, anunciou o cancelamento de todos os eventos públicos deste fim de semana. Os principais museus e teatros da capital também anunciaram que vão fechar as portas.

Segundo a televisão russa, foram tomadas medidas de segurança reforçadas, principalmente nos aeroportos de Moscou e em outras grandes cidades do país.

Leia Também: Ucrânia “nada tem a ver” com tiroteio em Moscou

Baleado em sequestro no Rio sai de ventilação mecânica, mas segue no CTI

0

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O petroleiro Bruno Lima da Costa Soares, que foi baleado durante sequestro a um ônibus na Rodoviária Novo Rio, foi retirado da ventilação mecânica após apresentar melhora e não precisa mais da ajuda de aparelhos para respirar.

Bruno permanece internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva). Em nota, o Hospital Samaritano Botafogo informou que o petroleiro apresentou melhora clínica, mas que seu estado de saúde ainda demanda acompanhamento do pós-operatório das cirurgias realizadas.

O servidor da Petrobrás foi atingido no peito, no pulmão e próximo ao coração e foi submetido a procedimentos cirúrgicos. Bruno teria sido baleado pelo sequestrador, Paulo Sérgio de Lima, após tentar correr no momento do sequestro e ser confundido com policial à paisana.

Bala retiada do tórax. Na semana passada, o projétil que estava alojado próximo ao coração de Bruno foi removido. Ele também teve o baço retirado.

MPRJ DENUNCIA SEQUESTRADOR

Paulo Sérgio de Lima foi denunciado por duas tentativas de homicídio, cárcere privado e disparo de arma de fogo em via pública. Ele está preso desde o dia 12 de março, quando realizou o sequestro. A Promotoria requereu que o denunciado seja submetido ao julgamento pelo Tribunal Popular.

Sequestrador atirou contra vítimas, pois acreditava que eram policiais à paisana que estavam no coletivo para prendê-lo. Consta na denúncia que, em seguida, impediu que os outros 15 passageiros, entre eles uma criança de dois anos, saíssem do ônibus.

Ele ainda usou uma das vítimas como “escudo humano”. A denúncia também relata que Paulo Sérgio disparou arma de fogo em via pública, colocando em risco a vida das pessoas que transitavam pela Rodoviária Novo Rio.

SEQUESTRADOR TENTAVA FUGIR DO RIO APÓS BRIGA COM FACÇÃO

O sequestrador tentava fugir do estado. Segundo a Polícia Militar, ele fugia de “desavenças com facção criminosa”. Sequestrador “seria integrante do crime organizado”. Em nota, a corporação informou que homem era “oriundo da Comunidade da Rocinha” e teria “participado inclusive de disputas territoriais na zona oeste da Cidade do Rio”.

Outra pessoa foi ferida. Além de Bruno Soares, outro passageiro foi atingido por estilhaços e teria sido atendido em ambulatório no próprio terminal. Os dois estavam fora do veículo.

Dezesseis pessoas foram feitas reféns pelo homem armado, entre elas, havia uma criança e seis idosos. Inicialmente, a PM divulgou que eram 17 reféns, mas corrigiu a informação. O sequestrador manteve as vítimas no ônibus das 15h, aproximadamente, às 18h.

O sequestrador se entregou à PM. “Todos os reféns foram libertados, estão seguros, passam por um atendimento prévio, com bombeiros, para verificar as condições psicológicas e outras coisas mais”, disse o porta-voz da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Marco Andrade.

Homem tinha passagem na polícia por roubo. “Ele havia sido preso em 2019 e saído do sistema penitenciário em março de 2022”, segundo a Polícia Militar.

 

Ambulante morre após queda de raio em praia de Arraial do Cabo (RJ)

0

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um homem morreu após a queda de um raio em uma praia de Arraial do Cabo (RJ). Morte foi registrada no Pontal do Atalaia. A identidade da vítima não foi divulgada, mas a Defesa Civil informou que o homem era um ambulante que trabalhava no local.

Vítima estava recolhendo material de trabalho quando foi atingido. Ele ignorou a orientação de evitar locais abertos, informou a Defesa Civil.

Duas pessoas ficaram feridas. Outros dois homens que também foram atingidos pela descarga elétrica tiveram ferimentos e foram encaminhados ao Hospital Geral de Arraial do Cabo. Não há informação sobre o estado de saúde deles.

Acesso à praia foi fechado. A prefeitura informou que o espaço foi interditado para turistas e visitantes e somente moradores terão passagem permitida no local.

Passeios turísticos suspensos na cidade. Todas as trilhas, praias e lagoas foram interditadas devido à previsão de chuva para a tarde desta sexta-feira (22), informou a prefeitura. Agentes municipais monitoram a faixa de areia com trabalho de conscientização, informou o órgão em nota.

 

Enel é condenada a indenizar clientes por apagão de novembro em SP

0

A Justiça de São Paulo condenou a Enel a indenizar clientes que ficaram longos períodos sem energia durante o apagão após as fortes chuvas na região metropolitana de São Paulo, em 3 de novembro de 2023. Em três casos diferentes, a empresa alegou que a interrupção foi provocada pelas chuvas, mas os juízes decidiram que cabe danos morais de R$ 5 mil pela demora em restabelecer o serviço. 

Na primeira decisão, da juíza Patricia de Assis Ferreira Braguini, do Juizado Especial Cível e Criminal do Foro de Itapecerica da Serra, três pessoas da mesma família ficaram sete dias sem energia (entre 3 e 10 de novembro). A interrupção no serviço provocou prejuízos também no fornecimento de água, por paralisação da bomba que garante o suprimento, que é movida a energia. A juíza condenou a Enel a pagar R$ 10 mil por danos morais.

Na sentença, considerou que “a ocorrência de chuvas e vendavais são eventos previsíveis” e “evitáveis”, de maneira que a empresa deveria “ter apresentado solução mais rápida”. A juíza cita a resolução da Aneel que fixa em 24 horas o tempo para restabelecimento do serviço.

No segundo caso, uma mulher ficou mais de 120 horas (cinco dias) sem energia após o apagão de novembro. A juíza Leila Andrade Curto, do Juizado Especial Cível do Foro de Vargem Grande Paulista, condenou a Enel a indenizar em R$ 5 mil por danos morais.

Na terceira decisão, uma cliente também mulher ficou quase uma semana sem fornecimento de energia. A condenação do juiz Gustavo Sauaia Romero Fernandes, do Juizado Especial Cível e Criminal do Foro de Embu das Artes, determina o pagamento de R$ 5 mil de danos morais, mais R$ 350 por danos materiais pela Enel à cliente prejudicada. Ao decidir, o juiz considerou inédita a tempestade de novembro, nunca vista desde que vive na Grande São Paulo (“pouco mais de dez anos”), mas também julgou “inaceitável e não justificado” o tempo para o restabelecimento de energia. Segundo ele, é “pública e notória a lentidão da ré [Enel] para retomada após situações climáticas bem mais brandas”.

As ações foram movidas pelo advogado Daniel Garroux, especializado em direito do consumidor. Ele destaca que os juízes têm exigido provas na hora de avaliar os danos materiais sofridos em decorrência da falta de energia, mas que os danos morais são presumidos, conforme julgou a Justiça paulista.

 “De fato, conforme prevê a Resolução nº 1.000/21, da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), em seu art. 362, inciso IV, o prazo é de 24 horas para restabelecimento do serviço na zona urbana. A Enel demorou muito mais que esse prazo, extrapolando o limite do razoável. A ação de indenização é um instrumento importante que as pessoas têm para pressionar a empresa a mudar o comportamento. Porque o que temos visto é um grande desrespeito aos consumidores, afetando a vida das pessoas, prejudicando suas atividades de trabalho e interferindo muito no cotidiano daqueles que dependem do serviço básico de energia”, afirma Daniel Garroux.

Além dessas ações, a Enel já foi multada pela Aneel em R$ 165,8 milhões pelo apagão de novembro de 2023. Mas a empresa ainda não pagou o valor.

 

Macron planeja caminhada noturna pela Paulista e pode visitar Masp

0

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente da França, Emmanuel Macron, planeja realizar uma caminhada noturna na avenida Paulista e pode ainda fazer uma visita ao Masp em suas passagem por São Paulo, prevista para quarta-feira (27).

De acordo com a secretária de Europa e América do Norte do Itamaraty, embaixadora Maria Luisa Escorel de Moraes, as agendas ainda estão sendo organizadas. Ele realiza uma visita de três dias pelo Brasil e também passa por Belém, Itaguaí (RJ) e Brasília.

O roteiro em São Paulo, no dia 27, é o único em que o francês não estará acompanhado do presidente Lula (PT).

A embaixadora disse que a caminhada de Macron pela Paulista deve ocorrer ao fim de um jantar do qual participará com personalidades da cultura brasileira. Ela disse não saber quem participará. “Ouvimos falar de por exemplo em Chico Buarque, mas não temos ainda essa relação [dos convidados]”, disse Escorel.

“O presidente Macron parece que tem interesse em se deslocar do jantar e ir caminhando pela Avenida Paulista até o seu hotel para descansar”, afirmou.

“Será algo novo, que será interessante acompanhar. Mas a essa altura da noite já não há muito movimento na avenida Paulista , mas é inclusive a ideia… porque o presidente Macron é uma pessoa que faz muita atividade física, tanto que depois do jantar ele queira descansar, ou pelo menos gastar as calorias digeridas”, disse a diplomata, em tom de brincadeira. “Enfim, é uma coisa de fazer quando viaja, disseram que ele gosta de fazer passeios assim”.

Na terça (19), a fotógrafa oficial de Macron, Soazig de la Moissonniere, publicou nas redes sociais duas imagens em que o líder francês aparece treinando boxe.

Macron transmitiu uma imagem de virilidade e agressividade enquanto tem escalado declarações sobre a Guerra da Ucrânia. Ele não descarta enviar tropas para combater no território ucraniano contra as forças da Rússia.

A primeira agenda de Macron na capital paulista será um fórum econômico organizado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), uma iniciativa empresarial entre os dois países que não é realizada desde 2019.

Está prevista a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que acumula a função de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço.

Macron inaugura ainda o Instituto Pasteur de São Paulo, na USP, e tem um encontro agendado com a comunidade francesa no colégio Liceu Pasteur, na zona sul da cidade.

País tinha 9,3 milhões de analfabetos em 2023, equivalente a 5,4% da população, afirma IBGE

0

Embora os níveis educacionais do Brasil venham melhorando ano após ano, o País contava ainda, em 2023, com 9,3 milhões de analfabetos, ou 5,4% da população – uma redução de 0,2 ponto porcentual em relação ao ano anterior, o que equivale a 232 mil pessoas. O problema está diretamente associado à faixa etária e à raça, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD) Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira, 22.

Quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos, revelou o levantamento. Em 2023, eram 5,2 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que equivale a uma taxa de analfabetismo de 15,4% para esse grupo etário, quase três vezes mais do que a da população em geral.

“O analfabetismo hoje, no Brasil, está concentrado entre as pessoas mais idosas”, afirmou a pesquisadora Adriana Beringuy, que apresentou os resultados. “Os idosos ou não frequentaram a escola ou tiveram um aprendizado muito precário e, por isso, carregam essa condição de analfabetos ao longo da vida. A população mais jovem está muito mais escolarizada.”

No recorte por cor ou raça, revela-se também uma grande diferença entre as taxas das pessoas brancas e das pretas ou pardas. No ano passado, 3,2% das pessoas brancas eram analfabetas, contra 7,1% para as pessoas pretas ou pardas, mais que o dobro. Quando os pesquisadores sobrepõem as questões etária e racial, o problema fica ainda mais grave: a taxa de analfabetismo dos brancos de 60 anos ou mais é de 8,6%, e entre os negros ela quase triplica, chegando a 22,7%.

Na divisão por gênero, os números são mais parecidos: 5,2% para as mulheres e 5,7% para os homens.

De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), a redução do analfabetismo na população em geral deveria alcançar 6,5% em 2015 e a erradicação total até o fim de 2024. A meta intermediária foi alcançada em 2017.

A média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade, em 2023, foi 9,9 anos. De 2022 a 2023, essa média ficou estável. Entre as mulheres, o número médio de anos de estudo foi de 10,1 anos, enquanto para os homens, 9,7 anos. Com relação à cor ou raça, mais uma vez, a diferença foi considerável, registrando-se 10,8 anos de estudo para as pessoas de cor branca e 9,2 anos para as de cor preta ou parda, ou seja, uma diferença de 1,6 ano entre esses grupos, que caiu pouco desde 2016, quando era de dois anos.

Entre as crianças de 0 a 3 anos, a taxa de escolarização foi de 38,7%, o equivalente a 4,4 milhões de estudantes. Comparado ao ano de 2022, a taxa de escolarização das crianças de 0 a 3 anos apresentou a variação mais expressiva: 2,7 pontos porcentuais; frente a 2016, a expansão foi de 8,4 pontos porcentuais.

Entre as crianças de 4 a 5 anos, a taxa subiu de 91,5% em 2022 para 92,9% em 2023, totalizando 5,8 milhões de crianças. Já na faixa de idade de 6 a 14 anos, a universalização, desde 2016, já estava praticamente alcançada, mantendo-se em 99,4% das pessoas na escola em 2023, mesmo porcentual de 2022.

A taxa de escolarização entre os jovens de 15 a 17 anos em 2023 foi de 91,9%. Entre as pessoas de 18 a 24 anos e aquelas com 25 anos ou mais, 30,5% e 5,0% estavam frequentando escola, respectivamente.

As pessoas de 18 a 24 anos de idade são aquelas que idealmente estariam frequentando o ensino superior, caso completassem a educação escolar básica na idade adequada. Contudo, o atraso e a evasão escolar estão presentes tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio. Consequentemente, muitos jovens entre 18 e 24 anos já não frequentam mais a escola e alguns ainda frequentam as etapas da educação básica obrigatória.

 

Motoristas têm até o dia 31 para fazer exame toxicológico

0

Termina no dia 31 de março o prazo para a realização do exame toxicológico dos motoristas das categorias C, D e E que têm carteira vencendo entre janeiro e junho. A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) alerta que a não realização do exame é infração gravíssima, com multa de R$ 1.467,35 e perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O exame toxicológico de larga janela de detecção verifica o consumo, ativo ou não, de substâncias psicoativas com análise retrospectiva mínima de 90 dias.

De acordo com levantamento da Senatran em 20 de março, 2,4 milhões de motoristas das categorias C, D e E, com CNHs válidas e vencidas, ainda não haviam feito o exame toxicológico em todo o país.

O órgão alerta que a infração pelo descumprimento do prazo estabelecido será verificada diretamente pelos sistemas eletrônicos dos departamentos de Trânsito (Detrans) estaduais e do Distrito Federal.

Na prática, isso significa que, após o trigésimo dia do vencimento do exame, o condutor já poderá ser multado, com a aplicação da pena a partir de 1º de maio. A penalidade será aplicada a todos os condutores das três categorias.

O condutor pode verificar se o seu exame toxicológico está em dia por meio do aplicativo da carteira digital de trânsito (CDT). Basta acessar a área do condutor na CDT, clicar no botão “Exame Toxicológico” e verificar se o prazo está vencido.

Caso o exame esteja vencido, o motorista deve procurar um dos laboratórios credenciados a fim de fazer a coleta para realização do exame toxicológico.

A Senatran lembra que os condutores das mesmas categorias com a CNH vencendo entre julho e dezembro têm até 30 de abril para fazer o teste.

 

‘Nunca faltou energia aqui desse jeito’, diz funcionário que trabalha no Copan há 17 anos

0

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O icônico edifício Copan, na região central de São Paulo, está sem energia elétrica desde a noite de quinta-feira (21). Moradores relataram à Folha que a Enel deu previsão de resolver o problema até a meia-noite de quinta. Mas o prédio continua sem energia.

O assistente administrativo Valdemir Almeida, que trabalha no edifício há 17 anos, diz que nunca viveu essa situação.

“Nunca faltou energia desse jeito. A Enel diz que vai voltar, mas nunca volta. Só previsão furada. Só um elevador de cada um dos seis blocos funciona. E as lojas estão todas fechadas”, lamentou.

O Copan tem 1.160 apartamentos, divididos em seis blocos, e cerca de 70 estabelecimentos comerciais, de acordo com prefeitura.

Além do Copan, bairros como República, Bela Vista e Santa Cecília voltaram a ficar às escuras na noite desta quinta-feira (21). Diversos eventos foram cancelados e restaurantes deixaram de atender os clientes no jantar.

Muitos imóveis que enfrentam falta de energia e instabilidade no fornecimento desde segunda-feira (18) voltaram a ficar sem luz.

Segundo a Enel, apenas 40% dos clientes da região da Santa Cecília tiveram o serviço normalizado. Já os moradores da Vila Paim, na Bela Vista, voltaram a ter o reabastecimento da energia, conectados na rede ou por meio de geradores. Questionada a respeito do fornecimento na região da República e no Copan, a concessionária não informou a situação na manhã desta sexta.

Por meio de nota, a Enel ainda lamentou os transtornos causados aos clientes que foram impactados nos últimos dias pelas ocorrências envolvendo a rede de distribuição subterrânea da companhia.

“Cabe esclarecer que o trabalho na rede subterrânea é bastante complexo, envolve condições de temperatura e espaços confinados para acesso. Equipes da companhia seguem trabalhando nos reparos da rede para normalizar integralmente o serviço. A companhia também tem mobilizado geradores para abastecer os clientes impactados enquanto atua nos reparos na rede elétrica”, disse.

Em entrevista à Folha de S.Paulo nesta quinta, o diretor de manutenção da companhia, Darcio Dias, afirmou que a rede elétrica na região central da cidade foi recuperada apenas parcialmente desde a última segunda-feira (18) e que não há previsão para o restabelecimento pleno do fornecimento de luz.

 

Entenda o que muda no ensino médio após projeto aprovado na Câmara

0

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Câmara aprovou na quarta-feira (20) o projeto que prevê novas regras para os estudantes de ensino médio de todo o Brasil.

Os deputados aliados do governo Lula (PT) e os parlamentares de oposição fizeram um acordo nos bastidores e as novas diretrizes da última etapa educacional na formação escolar dos alunos foram aprovadas em votação simbólica, com resistências apenas do PSOL.

A matéria segue para o Senado Federal e, se a Casa fizer mudanças no texto, o projeto retorna para a Câmara antes de seguir para sanção presidencial.

O tema voltou à pauta do Congresso após o presidente Lula sofrer pressão de aliados e enviar um projeto de lei para revogar a reforma do ensino médio elaborada pelo então governo Michel Temer (MDB) e sancionada em 2017.

Agora, caso prevaleça o texto aprovado na Câmara, o sistema de educação terá que se adaptar para implementar as novas regras. Houve uma ampliação das disciplinas obrigatórias, aumento de carga horária para aulas do currículo comum de todos os alunos, mudanças nos itinerários formativos que os estudantes optam por se aprofundar, entre outras alterações.

A aprovação do projeto demandou muita negociação entre o relator, deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE), e o ministro da Educação, Camilo Santana. Ambos chegaram a se exaltar em uma reunião fechada e pediram desculpas recíprocas para tentar amenizar o clima.

O governo via como imprescindível a manutenção das 2.400 horas obrigatórias em todos os itinerários formativos. Mendonça, porém, conseguiu apoio da maioria dos partidos políticos e dos secretários estaduais de educação contra a proposta. A visão é que a falta de flexibilidade na carga horária inviabilizaria os cursos técnicos.

Ao final, o governo cedeu e fechou um acordo para evitar perdas maiores em relação ao projeto enviado ao Congresso ano passado. Entenda as mudanças:

1. Carga horária da grade curricular comum

Os deputados aprovaram uma carga horária mínima de 2.400 horas para o currículo comum, em que estão disciplinas tradicionais como português, matemática, história física, entre outras. Apenas estudantes que optarem por fazer curso profissionalizante terão a carga horária comum reduzida para 2.100. Alunos que escolherem cursos técnicos que demandem 1.200 horas, como de enfermagem, por exemplo, serão aproveitadas 300 horas do currículo comum -ao todo, são 3.000 horas no ciclo completo.

Hoje, devido à reforma aprovada em 2017, são separadas 1.800 horas para as disciplinas obrigatórias e 1.200 para o itinerário formativo escolhido pelo aluno.

2. Disciplinas obrigatórias

Caso as regras aprovadas pela Câmara virem lei, irão se tornar obrigatórias as seguintes disciplinas: língua portuguesa e literatura, inglês, artes, educação física, matemática, biologia, física, química, filosofia, geografia, história e sociologia. Atualmente, são matérias imprescindíveis segundo a base comum curricular o português, matemática, educação física, artes, sociologia e filosofia.

3. Itinerários formativos

Ao chegar ao ensino médio, os alunos precisam optar em qual itinerário formativo pretendem se aprofundar. Além do curso técnico, as outras quatro opções são linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e ciências humanas e sociais aplicadas. O governo tentou emplacar o nome da parte flexível do currículo como “percursos de aprofundamento e integração de estudos”, mas a Câmara retomou a expressão itinerário formativo. As escolas “deverão garantir que todas as escolas de ensino médio ofertem o aprofundamento integral” das quatro áreas, “organizadas em no mínimo dois itinerários”, conforme diz o texto aprovado.

4. Ensino a distância

A reforma do ensino médio de 2017 previa a possibilidade de aulas online e ainda permitia escolas a firmar convênios com instituições de educação a distância. O governo, porém, enviou o projeto ao Congresso sem essa previsão, permitindo apenas em situações específicas para os itinerários formativos. Ao final, a Câmara autorizou o ensino online, mas apenas em situações excepcionais e mediante regulamentação pelo Ministério da Educação.5. Enem

Embora não cite especificamente o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o projeto afirma que o governo federal deverá definir como serão abordados os conhecimentos dos itinerários formativos em provas de acesso a universidades. “A União desenvolverá indicadores e estabelecerá padrões de desempenho esperados para o ensino médio, que serão referência nos processos nacionais de avaliação”, diz a norma.

 

Mulher em condicional é presa no Centro de Campos

0
134ª DP/Foto: ClickCampos

Na tarde desta sexta-feira (22) uma mulher de 29 anos, identificada como Y.T.S, foi detida pelos agentes da Operação Segurança Presente na Rua Goitacazes, na área central de Campos.

Durante o patrulhamento na região, os agentes observaram um casal transitando de bicicleta em alta velocidade, com o homem carregando a mulher no quadro da bicicleta e apresentando volume na cintura.

Os policiais procederam com a abordagem e, após revista, nada de ilícito foi encontrado com o homem. No entanto, ao consultarem o sistema Hórus, descobriram um mandado de prisão em aberto contra a mulher por crime de tráfico de drogas. Importante ressaltar que a suspeita já estava em condicional e usava uma tornozeleira eletrônica.

A detida foi conduzida à 134º Delegacia de Polícia, onde foi confirmado o mandado de prisão. Ela permaneceu sob custódia à disposição da justiça.

Delegada Madeleine Dykeman anuncia saída da DEAM de Campos

0
Foto: Divulgação Deam

Na tarde desta sexta-feira (22), a delegada Madeleine Dykeman anunciou sua saída do comando da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) em Campos.

A transição de titularidade para a Dr.Juliana Calife está agendada para a próxima terça-feira (26). Nos próximos meses, Madeleine dedicará seu tempo aos compromissos da pré-campanha para a candidatura à prefeitura de Campos pelo União Brasil.