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Em baixa, Sunak termina ano de olho nas eleições de 2024 no Reino Unido

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MADRI, ESPANHA (FOLHAPRESS) – Logo no primeiro mês de 2023, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak (Partido Conservador), passou por uma situação curiosa. Ao se filmar para uma postagem nas suas redes sociais no banco de trás de um carro, anunciando um aporte de milhões de libras para a recuperação financeira de condados do norte da Inglaterra, foi multado.

A polícia assistiu ao vídeo e não gostou de ver o premiê sem cinto de segurança. Sunak apagou a publicação, pediu desculpas e afirmou acreditar que todos, sem exceção, devem usar o item. Àquela altura, porém, os britânicos já não estavam achando graça no primeiro-ministro que havia assumido fazia três meses.

Após fugaz passagem de menos de dois meses de sua colega conservadora Liz Truss, Sunak chegou ao cargo em fins de outubro de 2022, tornando-se o líder britânico mais jovem em dois séculos e o primeiro não branco -além de ser mais rico que o rei Charles 3º. Estreou com 34% dos britânicos favoráveis e 53% contrários ao seu nome, segundo pesquisa com 2.000 pessoas da plataforma YouGov.

Em 1º de fevereiro, porém, sua popularidade já havia caído para 28%, com 62% de rejeição. Na última pesquisa de 2023, divulgada em 11 de dezembro, apenas 21% dos britânicos eram favoráveis a ele, e 70% contrários. Já nas intenções de voto para as eleições gerais de 2024, o Partido Conservador, no poder há 13 anos, está de 18 a 20 pontos atrás do Partido Trabalhista.

A derrocada reflete um ano que começou com o primeiro-ministro enfrentando as maiores greves dos últimos 12 anos e termina com ele se agarrando a uma controversa lei que pretende enviar imigrantes com pedidos de asilo a Ruanda, na África, para tentar evitar o desastre que se anuncia nas próximas eleições.

No último dia 19, Sunak confirmou que haverá, sim, eleições em 2024, ainda que o Partido Conservador tenha até janeiro de 2025 para realizá-las. Especula-se que elas devem ocorrer entre setembro e novembro, mas há quem diga que poderiam ser adiantadas para o primeiro semestre.

As paralisações do início do ano já vinham tomando corpo desde 2022, principalmente no NHS (Serviço Nacional de Saúde), sistema público semelhante ao SUS (Sistema Único de Saúde) brasileiro. Em 1º de fevereiro, meio milhão de britânicos cruzaram os braços no que os sindicatos de saúde, transporte e correios, entre outros, chamaram de “walk out Wednesday”, ou “quarta-feira de greve”.

A maior parte dos setores encerrou a greve após um acordo com o governo em março, mas há funcionários da NHS parados até hoje, dez meses depois.

O aumento do custo de vida, da energia e as guerras da Ucrânia e de Israel parecem ter dificultado mais a vida dos britânicos do que a de outros países da região. Em novembro, a inflação referente aos últimos 12 meses no Reino Unido atingia 4,2%, enquanto na Europa como um todo esse número foi de 2,4%.

Ainda no início do ano, Sunak fez uma reforma ministerial para tentar colocar a economia nos trilhos, dividindo a pasta de Negócios, Energia e Estratégia Industrial em três novos departamentos: Negócios e Comércio; Segurança Energética e Carbono Zero; e Ciência, Inovação e Tecnologia.

Mas o que parece ter sensibilizado a direita do país, assim como seus eleitores, foi o endurecimento das regras contra imigrantes ilegais, especialmente os que chegam por mar. Segundo estimativas divulgadas em novembro, entre junho de 2022 e o mesmo mês de 2023, o Reino Unido recebeu cerca de 970 mil migrantes, sem contar os da União Europeia (mais 130 mil), uma pequena baixa do recorde de 2022, que teve 1,03 milhão de migrantes não europeus.

Os números ajudaram a embasar o projeto de lei do governo segundo o qual quem tenta migrar por rotas ilegais poderá ser detido por 28 dias e estará inapto a pedir asilo -ainda que venha de uma nação em guerra ou seja alvo de perseguição política.

O plano também envolvia a transferência para Ruanda daqueles que pedissem asilo político. No país africano a mais de 7.000 km de Londres, eles aguardariam o processo para conseguir (ou não) a documentação.

Com o 160º pior índice de desenvolvimento humano do mundo, Ruanda já havia sido citada como destino dos imigrantes por Boris Johnson. O primeiro voo de deportação, porém, foi bloqueado por uma liminar do Tribunal Europeu de Direitos Humanos a despeito da autorização do Tribunal Superior de Londres.

Durante todo o ano houve um vaivém nos tribunais e no Parlamento aprovando e reprovando o controverso projeto do governo. Em junho, a Justiça britânica o declarou ilegal, alegando que deficiências no sistema de asilo do país africano implicam “riscos reais” de que os refugiados sejam devolvidos aos seus países de origem e, assim, sofram perseguições políticas ou tratamentos desumanos.

Em julho, contudo, o Parlamento aprovou o plano. Em agosto, o governo colocou os primeiros 15 imigrantes em situação irregular em uma barcaça de 93 metros ancorada em Portland, no sul da Inglaterra. O objetivo seria economizar recursos, como gastos com a hospedagem de imigrantes, e tentar dissuadi-los de pedir asilo. A embarcação tem espaço para 500 pessoas em 222 cabines.

Em novembro, a Suprema Corte do país voltou a confirmar a ilegalidade da medida. Então, no início de dezembro, o Reino Unido e Ruanda assinaram um novo acordo semelhante, levando o caso novamente à estaca zero.

Finalmente, em 12 de dezembro, o primeiro-ministro conseguiu aprovar outra vez a lei no Parlamento. Apesar da vitória, a votação evidenciou um racha em seu partido.

Os conservadores moderados disseram que não apoiariam o projeto de lei se isso significar que o Reino Unido violará as suas obrigações no que se refere aos direitos humanos. Já os mais radicais acreditam que o projeto deveria ser ainda mais duro. Ao fim, Sunak viu 38 deputados conservadores se abstendo.

Sem conseguir controlar a própria legenda, o primeiro-ministro parece entrar em 2024 com dificuldades ainda maiores do que em 2023. Só que, desta vez, ele terá as urnas no meio do caminho.

Lula veta trechos de projeto do Congresso sobre flexibilização de uso de agrotóxicos

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BRASÍLIA, DF E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) sancionou alguns pontos e vetou outros sobre o projeto de flexibilização de uso de agrotóxicos no país.

Apelidado por ambientalistas de “PL do Veneno”, o texto aprovado no Congresso centralizava no Ministério da Agricultura o registro de novos produtos, esvaziando as atribuições da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Ao vetar esses pontos, Lula pretende restabelecer o modelo regulatório tripartite de registro e controle de agrotóxico, um tipo de estrutura seguido por agências regulatórias também de outros países.

Segundo integrantes do governo, o veto evita que as avaliações ambientais e de saúde passem a ser conduzidas, exclusivamente, pelo Ministério da Agricultura, sem conhecimento técnico para análise de riscos.

O presidente sancionou, porém, artigos da lei que impõem prazos mais curtos para análise de registros de agrotóxicos. Agora, o processo de produtos novos deverá ser concluído em até 24 meses, enquanto agrotóxicos com fórmulas idênticas a outros já aprovados terão prazo de 60 dias.

O Congresso irá analisar, na volta do recesso, se mantém ou derruba os vetos. Em 2023, o governo tentou barrar avanços da bancada ruralista na Casa, mas não teve sucesso. Agora, isso pode voltar a ocorrer.

Isso aconteceu, por exemplo, em relação à derrubada do veto ao projeto que institui um marco temporal para demarcação de terras indígenas.

Os vetos de Lula no caso dos agrotóxicos dividiram o próprio governo. O Ministério da Agricultura pediu que o projeto fosse sancionado de forma integral. O argumento contra o veto é que o modelo tripartite vai causar um descompasso, com prazos distintos em cada órgão, e que os técnicos da Agricultura já iriam levar em consideração as análises da Anvisa e do Ibama.
No entanto, o veto ao superpoder foi defendido pelos ministérios da Saúde, Meio Ambiente, Trabalho e até o da Fazenda.

Também foi vetado por Lula o dispositivo que autorizava o Ministério da Agricultura e o Ibama a deferirem pedidos de produtos à base de ingrediente ativo em reanálise mesmo antes da conclusão do procedimento.

O petista também derrubou o trecho que dispensava empresas de colocarem nas embalagens a advertência de que o recipiente não pode ser reaproveitado.
Ao todo, foram 14 pontos vetados por Lula. Na maioria deles, a justificativa apresentada pelo governo foi de que se tratavam de medidas inconstitucionais ou que poderiam representar risco ao meio ambiente e à saúde humana.

O PL estava em tramitação no Congresso desde 1999, quando foi apresentado inicialmente pelo ex-ministro da Agricultura e ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi, à época senador da República.

O avanço do projeto foi acordado ainda durante a transição de governo. Na época, no apagar das luzes do Congresso no ano de 2022, a Comissão de Agricultura (CRA) chegou a pôr a proposta na pauta.

REAÇÕES

A aprovação do projeto pelo Senado, em novembro, provocou reação de diversas organizações ligadas à saúde pública e proteção do meio ambiente, que entregaram manifesto ao presidente Lula durante a COP28, conferência do clima da ONU, em oposição à proposta.

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, que assinou o manifesto, considerou que “o veto parcial do presidente Lula, embora seja um ato importante, é insuficiente para resolver os inúmeros problemas causados pela nova lei e as inconstitucionalidades apontadas pelos movimentos sociais e órgãos científicos”.

Entidades como a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva) e ANA (Articulação Nacional de Agroecologia) integram a articulação.

A CropLife Brasil, que representa a indústria de agrotóxicos, por sua vez, afirmou que já está em contato com representantes da Frente Parlamentar Agropecuária para discutir a futura apreciação dos vetos presidenciais pelo Congresso. Em nota, a associação se disse surpresa com as alterações no texto.

“A liderança do Mapa [nos processos de reanálise de pesticidas] garantiria maior previsibilidade para o setor privado e eficiência para a administração pública, sem renunciar aos rígidos critérios técnico-científicos da Anvisa e do Ibama”, diz a entidade.

A associação também considerou injustificada a supressão do artigo que dispensava a marca da empresa em alto-relevo na embalagem dos produtos. “Atualmente, o Brasil possui um dos sistemas mais avançados de logística reversa do mundo, com destinação de 93% das embalagens usadas para reciclagem controlada”, argumenta.

Outras entidades que representam o agronegócio, como Abag (Associação Brasileira do Agronegócio) e CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), foram procuradas pela reportagem mas não se manifestaram sobre o tema.

A porta-voz do Greenpeace Brasil, Mariana Campos, afirma que a lei é inconstitucional e que a ONG recorrerá ao STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubá-la.

“A lei viola artigos muito importantes da constituição: de direito à vida, à saúde, e em relação ao meio ambiente equilibrado”, diz. “O texto também viola um conceito jurídico muito importante, que é a vedação ao retrocesso. Esse PL como foi aprovado e sancionado deixa lacunas que podem configurar retrocesso ambiental, e isto é inconstitucional, além de ferir o princípio da precaução.”

A ativista cita alteração na lei que abre espaço para agrotóxicos riscos maiores à saúde humana.

“O pacote do veneno exclui a proibição de agrotóxicos que causam danos graves à saúde, como câncer, malformação fetal e mutações genéticas. Para que possa garantir o registro, a nova lei estabelece que esse ingrediente pode ser liberado se não houver ‘risco inaceitável’, mas não define o que é este risco”, destaca. “Trazer parâmetros de forma tão vaga é aumentar o risco à saúde pública e à contaminação do meio ambiente.”

A crítica é endossada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que tem a alimentação saudável e sustentável como tema de parte de seus estudos.

Para Leonardo Pillon, advogado do instituto, “os vetos foram periféricos e se limitam a preservar algumas competências técnicas e de fiscalização da Anvisa e Ibama que iriam se concentrar no Mapa [Ministério da Agricultura e Pecuária]”.

Segundo Pillon, a nova lei traz retrocesso em políticas de proteção do uso de agrotóxicos, já que autoriza o emprego “preventivo” dessas substâncias, antes mesmo de lavouras serem acometidas por pragas. “A nova lei incentiva o uso excessivo e desnecessário de agrotóxicos antes que exista uma justificativa agronômica real”, avalia.

Outra entidade que se manifestou contra o chamado “PL do Veneno” foi o Inca (Instituto Nacional do Câncer), que divulgou nota no último dia 20 ressaltando os impactos nocivos dos agrotóxicos -posicionamento assumido pela instituição desde 2015.

“Na ocasião, recomendou a redução gradativa do seu uso até a sua eliminação por completo, bem como apoiou e incentivou a agricultura agroecológica, para a promoção da saúde e prevenção do câncer na população do campo e da cidade”, diz o texto.

O QUE É O PL DOS AGROTÓXICOS?

– O PL (projeto de lei) 1.459, de 2022, aprovado em novembro pelo Senado, altera a lei 7.802, de 11 de julho de 1989, que trata desde a pesquisa até a comercialização, os registros e a fiscalização de agrotóxicos.
– Após idas e vindas, o texto tirou a responsabilidade de aprovação de registros de agrotóxicos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente) e a deixou sob a tutela do Ministério da Agricultura.
– Outro ponto, pelo texto que passou no Congresso, é que os agrotóxicos com pedidos de reanálise (derivado de alertas ou desaconselhamento do uso por organizações internacionais) poderiam ser aprovados só pelo parecer do Ministério da Agricultura; a Anvisa teria caráter apenas “consultivo”.
QUAIS FORAM OS PRINCIPAIS VETOS DE LULA?
– O presidente vetou o dispositivo que retirava da Anvisa e do Ibama as atribuições relativas à fiscalização do uso dos agrotóxicos
– Também vetou trecho que dava ao Ministério da Agricultura poder exclusivo de avaliar alterações na formulação dos produtos já aprovados anteriormente
– Lula barrou ainda, entre outros, item que desobrigava as empresas de colocar um aviso nas embalagens informando que o recipiente não pode ser reaproveitado

E O QUE O PRESIDENTE APROVOU?

– Há pontos sancionados por Lula que agradam a bancada ruralista e desagradam entidades de apoio ao meio ambiente e à saúde, como o prazo mais curto para análise de registros -de 24 meses-, enquanto agrotóxicos com fórmulas idênticas a de outros aprovados terão prazo de 60 dias

Apelidado por ambientalistas de “PL do Veneno”, o texto aprovado no Congresso centralizava no Minist… 

Homem é preso após importunar sexualmente uma mulher

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127ª DP/ Foto: Divulgação

Policiais civis da 127ª DP (Armação de Búzios) prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (28/12), um homem acusado de importunar sexualmente uma mulher. O crime ocorreu durante uma entrevista de emprego, em Búzios, na Região dos Lagos.

De acordo com a vítima, a suposta entrevista ocorreu no bairro Geribá, na casa do autor. No decorrer da conversa, o homem a teria beijado sem consentimento. Após denúncia da mulher, o criminoso foi levado para a delegacia, onde confirmou o fato.

Os países com maior expectativa de vida em 2023

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Em todo o mundo, as condições de vida melhoraram drasticamente graças à medicina e à tecnologia modernas. Como tal, as pessoas estão vivendo mais do que nunca. Vários países têm muitos centenários vivendo neles agora, com a probabilidade de mais aparecerem a cada ano.

Mas quais são, exatamente, os países com maior expectativa de vida? Nesta galeria, classificamos o top 30. Clique para descobrir todos!

Hemocentro Regional de Campos mantém funcionamento durante o feriado de Ano Novo

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Hemocentro/Foto: Divulgação Ascom
Enquanto muitos se preparam para celebrar a chegada do Ano Novo, o Hemocentro Regional de Campos (HRC) reforça seu compromisso de manter as atividades durante o feriado. A unidade enfrenta uma escassez de doações de sangue. Apesar da temporada festiva e das comemorações de final de ano, o HRC continuará operando normalmente durante todo o período, das 7h às 18h, assegurando a coleta, processamento e distribuição de hemocomponentes vitais para pacientes que necessitam desses recursos para tratamentos e emergências médicas.
A equipe do Hemocentro lembra que a necessidade por doações é contínua, principalmente em feriados prolongados, devido ao aumento da demanda. No momento, o órgão está necessitando com mais urgência dos tipos O positivo e O negativo, mas todas as doações são bem-vindas e fundamentais para manter os estoques estáveis.
“Nosso estoque está baixo e a demanda por sangue é alta. Sabemos que é um período desafiador, pois muitos optam por viajar, mas estamos contando com a solidariedade de todos para enfrentar essa realidade. Cada doação é importante e salva vidas”, disse a assistente social do HRC, Maria Gonçalves.
Requisitos para doar – Para ser um doador, o interessado deve ter boas condições de saúde, peso superior a 50 kg, idade entre 16 e 69 anos, não estar em jejum e não ter ingerido alimentos gordurosos nas últimas três horas. É preciso apresentar documento de identidade com foto. Os menores de 18 anos só podem doar com o consentimento formal dos responsáveis. O Hemocentro fica situado à Rua Rocha Leão, n° 2, no bairro do Caju.
Fonte: Ascom

Suspeito de homicídio, "mestre do disfarce" é preso após 4 anos em fuga

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Um homem, apelidado pelo FBI de “mestre do disfarce do Havaí”, por ter usado mais de uma dúzia de identidades falsas, foi preso na Califórnia, Estados Unidos, após quatro anos em fuga. Além de várias fraudes e roubos, o havaiano é suspeito de ter matado a namorada e mãe da filha.

Tyler Adams, de 51 anos, foi preso em Newport Beach, revelou a CBS. Na próxima semana será extraditado para o Havaí, de onde é natural e fugiu, em 2019, enquanto estava em liberdade condicional, por ter roubado mais de 100 mil dólares de bancos, assim como um anel de diamantes avaliado em mais de 4.500 dólares. Isto depois de ter estado preso durante sete anos em San Diego, na Califórnia, por usar a identidade da mãe e do pai para fazer dívidas de quase 3 milhões de dólares.

Enquanto fugia, revelou o FBI, Tyler conheceu a veterana da Marinha Racquel Sabean, a quem disse que se chamava Paul Phillips, e os dois começaram a namorar.

Juntos, cruzaram a fronteira dos EUA para o México, com a filha de sete meses. Pouco tempo depois, em maio de 2022, o corpo de Racquel foi encontrado dentro do porta-bagagem de um carro, em Tijuana, com o pescoço quebrado.

A polícia mexicana ainda interrogou Tylor sobre o sucedido, contudo, ele fugiu. No dia seguinte, o norte-americano foi flagrado entrando nos EUA sob a identidade de Aaron Bain. O FBI acredita que esteja envolvido no homicídio da namorada.

A filha foi mais tarde encontrada em segurança em Rosarito, no México.

Homem esconde corpo da mãe durante dois anos por ter medo de ser preso

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Um norte-americano natural do Texas escondeu o corpo da mãe durante mais de dois anos, movendo-o entre a sua casa e um depósito de lixo, por ter medo de ser dado como culpado e novamente preso.

De acordo com o canal de televisão KSAT 12, a macabra descoberta foi feita na quinta-feira, 21 de dezembro, depois de uma pessoa, não identificada, ter encontrado o corpo da idosa dentro de uma lata de lixo.

Ao ser interrogado sobre a morte da mãe, Rogelio Bernal, de 53 anos, admitiu que tinha escondido o corpo durante mais de dois anos por ter medo de ser preso, uma vez que já tinha tido vários problemas com a polícia e ter, inclusive, um mandado de captura pendente relacionado com tráfico de droga. Contudo, garantiu que nada teve a ver com a morte dela. A idosa teria morrido após uma queda enquanto tomava banho, em 31 de outubro de 2021.

Apesar de ainda respirar quando Rogelio chegou ao lado dela, ele optou por não ligar para o número de emergência médica para não ter problemas e a mãe acabou morrendo pouco depois.

Rogelio fez tudo, mas acabou sendo preso. Não pela morte da mãe, mas por omissão de auxílio e ocultação de cadáver.

Avião pousa por engano em rio congelado na Rússia

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BRASÍLIA, DF (UOL/FOLHAPRESS) – Um avião com 30 passageiros pousou nesta quinta-feira (28) por engano em um rio congelado na Rússia, que ficava próximo à pista de um aeroporto no extremo leste do país. Apesar do erro, o pouso foi feito em segurança e toda a tripulação conseguiu desembarcar.

De acordo com informações do órgão de monitoramento de transportes da região, a aeronave modelo Antonov-24 pousou sob o rio Kolyma, no leste do país.

O piloto errou a localização da pista do aeroporto de Zyryanka, que fica próximo ao rio congelado. Na região, as temperaturas podem chegar a -40ºC durante o inverno.

Segundo autoridades russas, ninguém ficou ferido e a aeronave não foi danificada.

Maine segue Colorado e é 2º estado a barrar Trump das primárias em 2024

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WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – O Maine se tornou nesta quinta-feira (28) o segundo estado a barrar Donald Trump de participar das primárias republicanas sob o argumento de que ele teria cometido insurreição. Na semana passada, a Suprema Corte do Colorado tirou o empresário da corrida usando justificativa semelhante.

A decisão desta quinta, no entanto, não foi tomada por juízes, mas sim pela secretária do estado do Maine, cargo escolhido pelo Legislativo local responsável, entre outros, por supervisionar o departamento eleitoral da unidade federativa. Trata-se de Shenna Bellows, uma democrata, após pedido apresentado por um grupo de eleitores. O caminho inusual decorre de diferenças nas Constituições do Colorado e do Maine.

“Eu tenho consciência que nenhum secretário de estado jamais impediu um candidato à presidência de acesso à cédula com base na Seção 3 da 14ª Emenda. Eu também tenho consciência, entretanto, que nenhum candidato presidencial jamais se envolveu em insurreição”, escreveu Bellows.

Em 15 de dezembro, ela ouviu os argumentos dos autores da ação em uma audiência que durou cerca de oito horas. Bellows ocupa há três anos o cargo de secretária de estado. Antes, ela foi senadora estadual e diretora-executiva da Associação Americana de Liberdades Civis (conehcida como ACLU, na sigla em inglês) do Maine.

A campanha de Trump tem cinco dias para recorrer da decisão à Suprema Corte do Maine, o que o porta-voz do ex-presidente, Steven Cheung, já afirmou que vai fazer. Se a decisão for mantida pelos juízes, o empresário pode recorrer à Suprema Corte dos EUA, a instância máxima da Justiça do país.

Antes mesmo da decisão de Elbows, advogados de Trump haviam pedido que ela se declarasse impedida de exercer sua função em razão de conflito de interesses, usando como argumento comentários em redes sociais feitos por ela sobre a invasão ao Capitólio e o impeachment de Trump.

Em nota, Cheung classificou as ações da secretária “interferências eleitorais partidárias”. “Democratas em estados republicanos estão inconstitucionalmente e imprudentemente suspendendo os direitos civis dos eleitores americanos ao tentarem sumariamente remover o nome do presidente Trump das cédulas”.

Tanto no caso do Colorado quanto no do Maine, o argumento legal é uma previsão da Constituição americana que impede indivíduos que já tenham feito um juramento para proteger a Carta Magna de ocuparem novamente um cargo público caso cometam “insurreição ou rebelião”. A emenda foi utilizada na história para barrar a candidatura de confederados após a guerra civil americana, e praticamente caiu em desuso desde então.

Após as alegações de fraude, sem provas, sobre as eleições de 2020 e a invasão ao Capitólio em 6 de janeiro, em que apoiadores de Trump tentaram impedir a confirmação da vitória de Joe Biden, muitos juristas e entidades passaram a argumentar que a 14ª Emenda se aplicaria ao ex-presidente.

As primárias no Maine e no Colorado ocorrem em 5 de março, a Super Terça, quando eleitores de diversos estados vão votar em qual pré-candidato preferem como nome de seu partido na disputa presidencial.

Ações semelhantes foram apresentadas em mais de 30 estados, mas vinham sendo derrubadas pelos tribunais estaduais. Nesta quarta, por exemplo, a Suprema Corte de Michigan decidiu que não poderia barrar Trump de participar das primárias porque a Constituição do estado não lhe dá essa autoridade.

A questão deve ser definida em última instância pela Suprema Corte dos EUA, a quem a campanha de Trump afirmou que vai recorrer também da decisão tomada no Colorado. O prazo para o pedido ser protocolado é 4 de janeiro. Não há perspectiva de quando a questão será decidida, mas tanto a seção do Partido Republicano no estado quanto os eleitores que entraram com a ação contra Trump entraram com um pedido para que o recurso seja analisado com urgência.

Se os juízes aceitarem analisar o recurso, a decisão da Suprema Corte terá repercussão geral, ou seja, valerá para todos os estados. A atual composição do grupo é de tendência conservadora.

Gestão Tarcísio na educação replicou digitalização do PR e freou ensino integral

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em seu primeiro ano no comando de São Paulo, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) apostou em uma série de ações feitas no Paraná para a educação e na descontinuidade das principais bandeiras da última gestão tucana na área.

O empresário Renato Feder foi escolhido pelo governador para chefiar a educação paulista exatamente por ter conseguido, quando secretário, colocar o estado do Sul no topo do Ideb (indicador de avaliação do ensino nacional). Com a promessa de fazer São Paulo chegar ao primeiro lugar, Feder decidiu replicar as medidas que já havia adotado.

Assim, iniciou nas escolas paulistas o mesmo processo de digitalização, com a adoção de aplicativos para controlar a frequência dos alunos, plataformas e jogos digitais para serem usados em aula e priorização de material digital por slides. Tudo como havia feito no Paraná, inclusive com contratos com as mesmas empresas.

Ele também decidiu que iria frear a política de expansão de matrículas em tempo integral e fez novas alterações no currículo do ensino médio, três anos após ele ter sido implementado nas escolas pela gestão João Doria, então no PSDB.

Formado em administração e CEO por 15 anos da Multilaser, empresa de equipamentos de tecnologia, Feder defende que, para alcançar bons resultados educacionais, é necessário acompanhar por métricas o trabalho dos professores. Por isso, aposta nas ferramentas digitais para monitorar as atividades em sala de aula.

Em nota, a secretaria afirmou que deu nesse primeiro ano de gestão um “importante passo rumo à inclusão digital na rede” e que continuará perseguindo o objetivo de oferecer aulas mais “modernas, atrativas e eficientes”.

Especialistas ressaltam, no entanto, que o processo acelerado de digitalização do ensino desconsidera a realidade das escolas paulistas, já que a maioria não possui acesso a internet de qualidade nem dispõe de computadores em número suficiente para os alunos.

Foi exatamente a tentativa de substituir materiais impressos por digitais que gerou uma das principais polêmicas do governo Tarcísio na área da educação. No fim de julho, a Folha de S.Paulo revelou que o secretário decidiu, sem consultar os professores, não receber mais livros didáticos do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), comprados com verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, do Ministério da Educação.

Sua proposta era trocar os livros didáticos impressos por um material digital produzido por sua própria equipe.

Depois de uma série de críticas sobre a inviabilidade de se usar apenas o material digital e de diversos erros serem encontrados nas apostilas elaboradas pela secretaria, o governo Tarcísio anunciou um recuo parcial.

Ele decidiu que São Paulo voltaria a aderir ao programa nacional para continuar recebendo os livros impressos, mas manteve a produção e envio de slides para serem usados nas aulas –como havia feito no Paraná, em 2020, durante a pandemia de Covid-19. Nos dois estados, os professores encontraram erros nos materiais e se queixam da pressão para usá-los.

O secretário defende que o material produzido por sua equipe é mais adequado por abordar os conteúdos que são cobrados em avaliações nacionais, como o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) –o que, segundo ele, garantiu ao Paraná alcançar o primeiro lugar do Ideb.

Especialistas, no entanto, consideram frágeis os resultados obtidos pelas escolas estaduais paranaenses no último Ideb para servirem como guia de políticas a serem replicadas. Também destacam as diferenças entre as duas redes –São Paulo possui uma estrutura mais complexa e de desigualdades mais acentuadas, com quatro vezes mais alunos do que o Paraná.

“Primeiro, não há evidências de que foram as ferramentas digitais que garantiram a melhora dos indicadores. Segundo, os resultados verificados em um ano tão excepcional para a avaliação, por causa da pandemia, precisam ser olhados com muita cautela”, diz a professora Márcia Jacomini, coordenadora do Geppege (Grupo de Pesquisa em Política Educacional e Gestão Escolar) da Unifesp.

O Inep, responsável pelo cálculo do Ideb, alertou que os resultados de 2021 podem ter sido artificialmente impactados por causa da pandemia, quando as escolas foram orientadas a não reprovar os alunos. O indicador combina taxas de aprovação e o desempenho dos alunos em português e matemática. A rede estadual do Paraná, por exemplo, alcançou uma nota maior no Ideb apesar do rendimento dos estudantes ter caído nas duas disciplinas, em relação a 2019.

“Esse resultado do Paraná pode ser considerado um sucesso, mas um sucesso relativo. De fato, houve aumento no indicador, mas é preciso considerar que havia um contexto diferente”, diz Claudia Costin, diretora do Centro de Políticas Educacionais, da FGV.

Em nota, a Secretaria de Educação disse que vai continuar o processo de digitalização do ensino em São Paulo e que pretende investir em 2024 pelo menos R$ 80 milhões na instalação de wi-fi, na renovação do parque de switches e firewalls e na oferta de mais notebooks e tablets.

MUDANÇAS NO ENSINO MÉDIO

Conforme anunciou logo que assumiu, Renato Feder também freou a política de ampliação de matrículas em tempo integral em São Paulo. Essa foi a grande aposta do ex-governador Doria, passando de 364 escolas estaduais (6% do total) com o modelo, em 2018, para 2.312 em 2024, alcançando 45% de toda a rede.

Como a Folha de S.Paulo mostrou expansão acelerada levou alunos, principalmente os mais pobres, a migrarem para as unidades de tempo parcial ou para o ensino noturno. Em novembro, o TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) alertou o governo Tarcísio sobre a necessidade de promover ações para garantir o acesso e permanência dos estudantes mais vulneráveis na modalidade.

A pasta não informou se planeja reestruturações no programa para garantir o acesso dos mais pobres ao tempo integral, apenas informou que desacelerou a expansão. No próximo ano, apenas 20 unidades novas unidades vão passar a ofertar a modalidade –parte delas já havia sido escolhida no fim do ano passado.

Para o programa, a secretaria disse que prevê investir, por meio de parcerias, R$ 1,6 bilhão na construção e gestão de 33 unidades e que vai destinar R$ 460 milhões para a modernização de outras escolas e ampliação de salas de aula.

“Os problemas da expansão acelerada foram criados pela gestão anterior, mas o governo atual não pode virar as costas para essas escolas. Elas são quase metade da rede, é preciso que haja ações para resolver os problemas graves que surgiram, como a evasão e migração dos mais pobres para o noturno”, diz Jacomini.

A aposta do governo Tarcísio está no aumento de matrículas no ensino técnico, com a promessa de ter metade dos alunos nessa modalidade até o fim do mandato. Para uma expansão rápida, com previsão de ofertar 100 mil vagas já em 2024, a gestão decidiu que os cursos serão ofertados dentro da estrutura das escolas regulares.

Outra aposta do governo neste ano foi a reformulação do currículo do ensino médio –em quatro anos, é a terceira vez que essa etapa sofre mudanças curriculares. A gestão Tarcísio resolveu enxugar a oferta de itinerários formativos (parte do currículo que os estudantes escolhem para aprofundar), reduzindo as opções de 11 para 2.

Assim, Feder pretende limitar a profusão de disciplinas que foram criadas para atender essa parte optativa. Com menos itinerários, ele também incluiu aulas de “aceleração para o vestibular” e aumentou as horas destinadas para português e matemática, mas reduziu a carga para sociologia e filosofia.

A mudança tem como objetivo colocar mais estudantes da rede estadual no ensino superior. Nesse sentido, o governo Tarcísio também apoiou a proposta das três universidades estaduais paulistas (USP, Unicamp e Unesp) para a criação de um vestibular seriado e, assim, implantou o Provão Paulista. Neste ano, o exame ofereceu mais de 15 mil vagas.

Para Costin, a decisão do governo de mudar o currículo do ensino médio, antes mesmo das alterações que estão previstas na lei nacional, foi acertada.

“O desenho anterior não estava funcionando bem, eram muitos itinerários e os alunos perdiam horas de disciplinas importantes. Os alunos que estão agora no ensino médio precisam de mudanças rápidas para não serem prejudicados”, diz.

Em nota, a gestão Tarcísio disse que “sem dúvida, uma das mais importantes [ações adotadas neste ano] foi a reestruturação do novo ensino médio”, porque o modelo anterior teve avaliação “bastante negativa, tanto pelos alunos como professores”.

Também destacou a criação do Provão Paulista que, segundo a pasta, é o “caminho mais justo e direto que oferecemos aos estudantes para as melhores universidades públicas do país, que são as de São Paulo”.

Bandeira tucana foi substituída pelo ensino técnico como foco de medidas; política para livro didáti… 

Operação Ano Novo da PRF começa nesta sexta-feira

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Começa à 0h desta sexta-feira (29) a Operação Ano Novo nas rodovias federais. Até o último minuto do dia 1º de janeiro de 2024, policiais rodoviários federais intensificarão esforços para garantir a segurança das estradas.

Segundo a PRF, serão feitas ações de combate à embriaguez ao volante e de conscientização dos motoristas sobre os riscos que a ingestão de álcool associada à direção representa. Os policiais fiscalizarão também as condições dos veículos e o uso adequado de equipamentos obrigatórios como cinto de segurança, capacete e dispositivo de retenção de crianças.

Também serão foco de fiscalização práticas delituosas como excessos de velocidade e ultrapassagens em locais proibidos.

Em todo o ano passado, conduzir veículo sob efeito de álcool foi a sexta maior causa de acidentes nas rodovias federais. Nas 4.318 ocorrências, 3.839 pessoas ficaram feridas e 201 morreram. 

De janeiro a novembro deste ano, a estatística de sinistros provocados por ingestão de álcool pelo condutor apresentou queda de 18% na comparação com o mesmo período do ano passado”, informou a PRF.

Segundo a PRF, serão feitas ações de combate à embriaguez ao volante e de conscientização dos motori… 

Blitz do Ibama e da PF flagra pacu, surubim e carne de macaco em barcos no Vale do Javari

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Fiscais do Ibama fizeram uma grande operação na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, contra a pesca e a caça predatórias. A ação, denominada Operação Wahanararai, resultou em 22 autos de infração. No total, mais de 1300 quilos de pescado foram apreendidos. As multas superam R$ 130 mil.

O pescado foi doado a comunidades indígenas que vivem no Vale.

As informações foram divulgadas pelo Ibama. A operação foi realizada em conjunto com a Funai e a Univaja nas regiões dos rios Javari, Curuçá e Itacoaí.

Dezenas de embarcações foram abordadas. Os fiscais flagraram pescado ilegal – pirarucu, pacu, surubim e tambaqui – e produtos de pesca e caça. Eles encontraram também carne de macaco, tatu e jacaré que seria vendida em feiras da cidade de Tabatinga.

A operação contou o apoio de efetivos do 8º Batalhão de Infantaria do Exército e da Polícia Federal de Tabatinga. O Vale do Javari é a segunda maior terra indígena do país e a que possui o maior número de povos que ainda vivem isolados. Em junho de 2022, o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados a tiros de espingarda quando faziam um importante levantamento sobre grupos criminosos que exploravam a região.

“Nós temos dado atenção ao Vale do Javari no Amazonas. Como forma de manter a presença do Ibama na região e como resposta a toda violência que já houve ali”, diz o superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo.

No total, mais de 1300 quilos de pescado foram apreendidos 

Governo edita portaria com feriados nacionais e estabelece dias de ponto facultativo em 2024

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos editou portaria para divulgar os dias de feriados nacionais e estabelecer os que serão pontos facultativos em 2024. O ato está publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira. 28.

De acordo com a portaria, serão dez feriados nacionais no próximo ano que deverão ser cumpridos pelos órgãos e entidades da administração pública federal e outros oito dias de ponto facultativo, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais. A relação inclui o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a ser celebrado em 20 de novembro, como feriado nacional. O feriado ocorria apenas em alguns Estados, mas foi tornado nacional por lei publicada em 22 de novembro. Veja a lista:

1 – 1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional);

2 – 12 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo);

3 – 13 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo);

4 – 14 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas);

5 – 29 de março, Paixão de Cristo (feriado nacional);

6 – 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional);

7 – 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);

8 – 30 de maio, Corpus Christi (ponto facultativo);

9 – 31 de maio (ponto facultativo);

10 – 7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional);

11 – 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);

12 – 28 de outubro, Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo);

13 – 2 de novembro, Finados (feriado nacional);

14 – 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional);

15 – 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional);

16 – 24 de dezembro, Véspera do Natal (ponto facultativo após as 14 horas);

17 – 25 de dezembro, Natal (feriado nacional).

18 – 31 de dezembro, Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 14 horas).

O ato está publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira. 28 

Governo transfere hoje R$ 6 bilhões para poupanças do ensino médio, diz ministro da Educação

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O ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta quinta-feira (28) que o governo federal está transferindo R$ 6 bilhões para o fundo que bancará o programa de poupanças para estudantes de baixa renda do ensino médio. A destinação dos recursos foi oficializada em portaria do Ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União de hoje. Ele deu as declarações a jornalistas na porta do Ministério da Educação depois de reunião com o vice-presidente Geraldo Alckmin.

“Hoje estamos pagando R$ 6 bilhões para o fundo que vai criar a poupança que vai ajudar na permanência do jovem na escola”, disse o ministro. O Congresso já aprovou o projeto de lei do programa. O valor do auxílio por aluno e a abrangência serão definidos pelo governo federal. A expectativa é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncie os valores em janeiro.

“Vamos começar o ano que vem com o programa chamado Pé de Meia. Vai ser a poupança para o jovem estudantil do ensino médio. A ideia é começar já com primeiro, segundo e terceiro ano”, disse Camilo Santana.

O programa é a maior aposta do governo federal para reduzir a evasão escolar no ensino médio. Alunos de baixa renda matriculados em escolas públicas e inscritos no CadÚnico, cadastro do governo federal para políticas sociais, serão o público alvo. É possível que o auxílio fique restrito aos alunos do CadÚnico que recebem Bolsa Família, uma fatia menor.

De acordo com o projeto de lei aprovado pelo Congresso, o benefício ficará condicionado à frequência do aluno a pelo menos 80% das horas letivas, aprovação em cada ano, participação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica e do Enem.

A destinação dos recursos foi oficializada em portaria do Ministério da Fazenda, publicada no Diário… 

Donald Trump diz que foi responsável pelo sucesso de ‘Esqueceram de Mim 2’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Donald Trump criticou o diretor de “Esqueceram de Mim 2”, Chris Columbus, nesta quarta-feira por dizer em uma entrevista que o ex-presidente dos Estados Unidos forçou sua participação no filme de 1992. Trump afirmou que sua aparição fez o longa se tornar um sucesso.

Em seu perfil da rede social Truth Social, Trump disse que a produção do filme e o diretor imploraram para que ele aparecesse. Na época, ele era dono do Plaza Hotel em Nova York, onde o longa foi gravado -antes de ser presidente, ele ganhou fama como empresário na cidade.

“Eu estava muito ocupado e não queria fazer isso. Eles foram muito gentis, mas acima de tudo, persistentes. Eu concordei, e o resto é história!”, escreveu. “Aquela pequena participação decolou como um foguete, e o filme foi um grande sucesso, e ainda é, especialmente na época do Natal. As pessoas me ligam sempre que ele é exibido”.

Em uma entrevista ao Business Insider em 2020, Columbus disse que ele e sua equipe queriam filmar no saguão do hotel porque não conseguiriam reconstruí-lo em um estúdio. Achavam que só teriam que pagar uma taxa, mas Trump teria surgido com outra condição.

Segundo Columbus, Trump disse: “A única maneira de você poder usar o Plaza é se eu estiver no filme”.

“Então concordamos em colocá-lo no filme, e quando exibimos pela primeira vez, algo muito estranho aconteceu: As pessoas aplaudiram quando Trump apareceu na tela. Então eu disse ao meu editor: ‘Deixe-o no filme. É um momento para a audiência.’ Mas ele realmente se impôs no filme”, disse o diretor.

Em postagem na rede social, Trump rebateu. “Nada poderia estar mais longe da verdade. Essa participação especial ajudou a tornar o filme um sucesso, mas se eles se sentiram intimidados ou não me queriam, por que me incluíram e me mantiveram lá por mais de 30 anos? Porque eu era, e ainda sou, ótimo para o filme, é por isso!”, escreveu. “Apenas mais um cara de Hollywood do passado em busca de publicidade rápida de Trump para si mesmo!”

Projeto Verão Kids em cinco praias do município

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), através da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio (SecTur), vai promover o Verão Kids 2024.

O projeto objetiva atingir o público infantil com atividades esportivas e de entretenimento gratuitas nos meses de janeiro e fevereiro em quatro praias do município: Santa Clara, Sossego, Guaxindiba, Gargaú e Manguinhos (confira a programação no final da matéria).

“É um projeto novo direcionado à faixa etária de 2 a 12 anos. Iremos fazer nas principais praias para atender aos moradores do município e também à grande maioria dos turistas que todos os anos prestigiam o nosso litoral na estação mais quente do ano”, revelou o secretário da pasta, Júnior Junqueira.

Todas as atividades serão abertas ao público e cada uma delas será limitada a 30 crianças participantes por ação. As oficinas serão para crianças de 2 a 12 anos e os jogos e brincadeiras para a faixa etária de 6 a 12 anos.

Os pais ou responsáveis deverão monitorar as crianças no local do evento. Os monitores não se responsabilizarão por crianças desacompanhadas.

Homem é preso em flagrante por ameaçar esposa de morte

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DEAM/Foto: ClickCampos

Os policiais civis da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Campos, sob coordenação da Delegada Titular Madeleine Dykeman, efetuaram nesta quinta-feira (28) a prisão em flagrante de um homem identificado pelas iniciais L.L.P.G., de 42 anos, após o mesmo ameaçar a esposa de morte.

Nesta quarta-feira (28), por volta das 8 horas da manhã, policiais civis de plantão na DEAM-Campos receberam uma mulher identificada pelas iniciais N.C.S.P.G., de 41 anos, buscando registrar uma ocorrência contra seu marido. Ela relatou que o esposo a ameaçou naquela manhã, afirmando que iria matá-la, bem como seus colegas de trabalho. O casal que reside no Parque California e estavam juntos há 12 anos, possuem um filho de 7 anos e nunca havia tido ocorrências anteriores.

A vítima explicou que as ameaças surgiram devido a ciúmes e que estava temerosa pela própria vida, pois seu cônjuge afirmou que a mataria e fugiria para Campo Grande (RJ). Afirmou também que, após a ameaça, o indivíduo saiu de casa para o trabalho. Receosa com o retorno do companheiro, descreveu-o como estando perturbado.

Diante dessa ameaça, os policiais civis contataram a Delegada Titular Madeleine Dykeman, que ordenou a ida dos agentes até o local de trabalho do autor, situado no Parque Imperial, para sua condução até a DEAM.

Os policiais conseguiram localizá-lo no local de trabalho, efetuando sua prisão sem resistência. O indivíduo estava desempenhando suas funções laborais no momento da abordagem.

Mulher que matou mãe por falsa doença e inspirou série é solta após 7 anos

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Gypsy Rose Blanchard, 32, condenada a 10 anos de prisão em 2016 pelo assassinato da própria mãe, Dee Dee Blanchard, foi libertada após sete anos em cárcere.

A norte-americana já havia recebido liberdade condicional em setembro. Agora, três anos antes da data prevista e com 85% da pena cumprida, o Departamento de Correções do Missouri (EUA) concedeu sua liberdade.

Gypsy foi condenada em 2016 após admitir à Justiça que encomendou a morte de sua mãe ao namorado, Nicholas Godejohn. Ele foi condenado à prisão perpétua por matar Dee Dee com 17 facadas.

Gypsy afirmou que matou a mãe por vingança, pelos anos em que Dee Dee inventou que ela era portadora de doenças crônicas que a obrigavam a usar cadeira de rodas. A genitora dizia que a filha tinha uma doença terminal e sofria de distrofia muscular, leucemia, asma, epilepsia e apneia do sono.

O distúrbio da mãe se chama síndrome de Munchausen. Esta é uma condição rara em que o genitor induz uma doença a criança para ganhar atenção e simpatia em troca dos cuidados prestados.

A história de Gypsy e Dee Dee teve repercussão na imprensa internacional e inspirou produções de TV — entre elas a série de true crime The Act (Hulu) e o filme Fuja (Netflix).

Drenagem em Santa Clara: empresa inicia trabalhos

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A empresa responsável por realizar os serviços de drenagem e pavimentação em ruas de Santa Clara, em São Francisco de Itabapoana (SFI), iniciou nesta semana os trabalhos nas proximidades da Escola Municipal Moranguinho. No último dia 12, a prefeita Francimara Barbosa Lemos assinou a ordem de serviço para início dos investimentos, que somam R$ 9.390.550,49.

O secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento, Florentino Cerqueira, realizou uma visita técnica ao local, na manhã desta sexta-feira (28). Segundo ele, o espaço está sendo preparado para receber material, equipamentos e maquinário. Após esta etapa, será iniciada a escavação e os trabalhos para instalar tubulação e manilhas.

— Com a previsão de chuva para as próximas semanas, estivemos aqui para solicitar, em nome da prefeita Francimara, a urgência na execução dos trabalhos que, após serem concluídos, resolverão um problema que nos afeta, pelo menos, desde 2008 — pontuou Tininho.

As obras vão contemplar mais de 20 mil metros quadrados de pavimentação e 3.014 m de drenagem, além de distribuição de 1.417 m de rede de água e 1.417 m de coleta de esgoto. Os trabalhos estão previstos para durar 210 dias e vão envolver as ruas 1º de Abril, 1º e Maio, Marcos Vinícius, Batelos, Olinda, 10 de março, 8 de março, além de trecho da Cajabami.

A prefeita Francimara destacou o apoio do Governo do Estado para solucionar os problemas ocasionados por enchentes em uma das principais praias do litoral são franciscano.

— Assim que conseguimos uma emenda federal, nossa equipe técnica elaborou todo o projeto e, após estabelecermos a parceria com o governador Claudio Castro, estamos vendo este sonho se concretizando — afirmou.

Oportunidade — No decorrer da obra, cerca de 20 postos de trabalho devem ser gerados. Interessados nas vagas devem deixar o currículo no canteiro de obras, situado próximo a Escola Municipal Moranguinho.  

Egito defende inclusão do Hamas em cenário pós-guerra em Gaza, diz jornal

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Propostas que excluam o Hamas e o Jihad Islâmico da Faixa de Gaza não são realistas, e esses grupos deveriam ser incluídos no cenário político do território palestino após o fim da guerra, teria afirmado ao jornal do Qatar The New Arab um funcionário do Egito com conhecimento das negociações sobre o conflito.

A guerra, iniciada no dia 7 de outubro após um ataque do Hamas deixar 1.200 mortos no sul de Israel, tem como principal objetivo a aniquilação do grupo terrorista, conforme autoridades israelenses têm repetido à exaustão para justificar o enorme custo humanitário dos combates à população civil de Gaza, sob domínio da facção.

Segundo o site, esse funcionário afirma que, enquanto os Estados Unidos pressionam as partes a garantir um cenário em que o Hamas seja expulso do território palestino após a guerra, o Egito tenta emplacar uma proposta que não exclua o grupo terrorista, mas tampouco o mantenha como a força política dominante, como ocorre atualmente.

A suposta afirmação acontece após uma proposta do Cairo ser rejeitada pelos dois grupos islâmicos nesta semana, segundo afirmaram dois funcionários da segurança do país à agência de notícias Reuters. Nela, os egípcios teriam apresentado a possibilidade de o Hamas e o Jihad Islâmico abandonarem o poder em Gaza em troca de um cessar-fogo permanente.

De acordo com essas pessoas, porém, membros do grupos teriam rejeitado a ideia, o que eles negam. Os líderes dos Hamas e do Jihad Islâmico têm insistido repetidamente que o futuro pós-guerra deve ser decidido pelos próprios palestinos, não de acordo com regras estrangeiras.

A trégua proposta pelo Cairo aconteceria em várias etapas, segundo os funcionários egípcios. Primeiro, haveria um cessar-fogo temporário de 10 dias em que o Hamas libertaria todas as mulheres, crianças e idosos mantidos como reféns.

Em troca, Israel liberaria um número previamente acordado de prisioneiros palestinos dos mesmos grupos, interromperia os combates, realocaria tanques para fora de áreas povoadas e permitiria a entrega de ajuda médica, alimentos, combustível e gás de cozinha, além de permitir o retorno das pessoas ao norte de Gaza.

O cessar-fogo evoluiria até a libertação de todos os reféns sob custódia do Hamas em troca de um número acordado de prisioneiros palestinos e a interrupção das atividades hostis de ambos os lados.

“Há muitas ideias sendo apresentadas, e estamos lidando com essas ideias com base no fato de que queremos um fim abrangente da agressão, não tréguas temporárias. Estamos abertos a ideias que possam levar a isso”, disse a repórteres no Líbano Osama Hamdan, um membro do Hamas.

Além disso, o grupo, ao lado do Jihad Islâmico, insiste em um acordo que liberte todos os palestinos das prisões israelenses. Israel, por sua vez, tem estado aberto a outro cessar-fogo limitado, mas também rejeita as demandas pelo fim da guerra e pela retirada das forças de Gaza.

No último cessar-fogo, no final de novembro, 105 reféns foram libertados pelo Hamas ao longo de uma semana, sendo 81 israelenses, 23 tailandeses e um filipino. Em troca, Israel libertou 210 mulheres e adolescentes palestinos.

Desde então, os bombardeios na Faixa de Gaza continuam e deixaram em ruínas grande parte do território palestino. Segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas, mais de 21 mil pessoas morreram nos ataques desde 7 de outubro -quase 1% dos 2,3 milhões de habitantes de Gaza. Há ainda milhares de desaparecidos.

Praticamente todos que sobreviveram foram expulsos das suas casas pelo menos uma vez e muitos foram forçados a se locomover várias vezes. Nesta quinta, por exemplo, dezenas de milhares de famílias palestinas já deslocadas fugiram novamente em um novo êxodo em massa no centro de Gaza, onde as forças israelenses atacaram áreas repletas de pessoas que saíram do norte a mando de Tel Aviv.

Mais ao sul, as forças israelenses atacaram a área ao redor do hospital al-Amal, no coração de Khan Yunis. O Crescente Vermelho Palestino, que administra o centro de saúde e tem sede nas proximidades, disse que dez palestinos foram mortos e 12 feridos em um bombardeio, o terceiro ataque na área ao redor do hospital em menos de uma hora.

Perto dali, no Hospital Nasser, o principal hospital da cidade e o maior ainda em funcionamento, mulheres e crianças gritavam enquanto mortos e feridos eram trazidos.

Em uma cama, uma criança estava imóvel enquanto os médicos tentavam reanimá-la até um dos profissionais sinalizar que o menino estava morto. Ao lado de uma cama, uma mulher segurava duas meninas chorando, cobertas de poeira, enquanto um bebê envolto em uma mortalha branca e ensanguentada era colocado pelas pernas ao lado de outro corpo enrolado em um cobertor.

“Mais de 150 mil pessoas -crianças pequenas, mulheres grávidas, pessoas com deficiência e idosos- não têm para onde ir”, disse a principal organização da ONU que opera em Gaza, a UNRWA, numa publicação nas redes sociais condenando o que chamou de “deslocamento forçado”.

“Esse momento chegou. Eu desejava que isso nunca acontecesse, mas parece que o deslocamento é uma obrigação”, disse Omar, 60, ao contar ter sido forçado a se mudar com pelo menos 35 familiares.

“Estamos agora numa tenda em Deir al-Balah por causa desta brutal guerra israelense”, disse ele à Reuters por telefone, recusando-se a fornecer um segundo nome por medo de represálias. “Israel está matando médicos, influenciadores das redes sociais, jornalistas e civis.”