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Foragido da justiça por tráfico de drogas é preso na Avenida 28 de março

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Na tarde desta segunda-feira (11), um homem com mandado de prisão em aberto foi preso por agentes da Operação Segurança Presente. A prisão ocorreu na Avenida 28 de março, na frente da praça do Senai, em Campos.

Durante patrulhamento, os agentes observaram um homem em atitude suspeita. Uma abordagem foi realizada e durante a revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado, porém, ao consultar o sistema, foi constatado um mandado de prisão em aberto em desfavor do mesmo por tráfico de drogas.

Diante dos fatos, o homem de 32 anos foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde o caso foi registrado e o mesmo permaneceu preso.

"Choque": Ouve espirros vindos de árvore de Natal e descobre um gambá

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Uma moradora do Texas, nos Estados Unidos, encontrou um gambá escondido dentro da sua árvore de Natal após ter ouvido espirros vindos do interior.

Em dois vídeos partilhados no TikTok, no final do mês de novembro, a internauta @brettbratt359 mostrou o momento e contou o que aconteceu.

“Não faço ideia de como este gambá entrou em minha casa e subiu para a minha árvore. E estou tentando tirá-lo de lá, mas ele não me deixa e eu não sei o que fazer”, revelou a internauta em um dos vídeos.

Nas imagens é possível ver o gambá na árvore de Natal e a utilizadora falando com ele. “Amiguinho, como entrou na minha casa e na minha árvore sem que eu percebesse? É muito fofo, mas não sei o que fazer”.

Depois de o seu primeiro vídeo sobre o gambá ter obtido 4,3 milhões de visualizações, a jovem publicou um vídeo subsequente explicando melhor como o encontrou e o prendeu.

“Ouvi um espirro. Olhei para o lado e tenho três cães e um gato, por isso pensei que um deles estivesse lá, mas não estavam. Então, pensei que talvez fosse louca e continuei a trabalhar”, revelou.

Em seguida, @brettbratt359 voltou a ouvir o barulho, “mas um pouco mais alto e outros ruídos”. “Levantei e comecei a ver se o meu gato estava preso atrás do sofá ou dormindo na janela”, continuou.

“Mas quando estava olhando em volta, vi uma cauda de rato muito grande e comprida e parei porque estava em choque. Não sabia o que era”, acrescentou.

A mulher explicou que pegou em algumas luvas de borracha e tentou afastá-lo da árvore, mas que ele estava agarrado a ela com força e não a largava. “Foi uma luta”, frisou.

O gambá acabou por cair no chão e depois correu para frente e para trás em cima dos seus sofás, até que a internauta finalmente conseguiu apanhá-lo.

Veja o vídeo do animal na árvore de Natal na galeria acima.

Leia Também: Jovem descobre câncer após ficar de ressaca com apenas duas bebidas

Jovem descobre câncer após ficar de ressaca com apenas duas bebidas

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Uma jovem australiana de 20 anos descobriu que tinha linfoma de Hodgkin de fase 3 após sentir-se embriagada com apenas duas doses de bebida alcoólica.

Tudo começou em abril de 2022, quando Poppy Beguely começou a sentir ressacas muito fortes após sair com os amigos. Ela também desenvolveu outros sintomas, como vômitos, feridas no nariz e erupções cutâneas no rosto.

No início, Poppy pensou que era apenas uma ressaca mais forte do que o normal, mas os sintomas continuaram e ela começou a tossir sangue.

“Praticamente todas as noites em que saía, acabava vomitando naquela mesma noite ou na manhã seguinte”, disse Poppy. “Comecei a achar estranho ficar embriagada a uma velocidade muito superior que os meus amigos da minha idade.”

Entre junho e outubro de 2022, Poppy foi hospitalizada três vezes. Os médicos achavam que ela tinha uma trombose venosa profunda (TVP), um coágulo de sangue numa veia localizada no fundo do corpo, normalmente na perna.

Em dezembro de 2022, Poppy decidiu ir a um novo médico e contou-lhe todos os seus sintomas. O médico achou a situação estranha e decidiu realizar uma biópsia a um nódulo no pescoço da jovem.

A biópsia revelou que Poppy tinha um linfoma de Hodgkin de fase 3 e um tumor de seis centímetros no peito.

O diagnóstico foi um choque para Poppy, mas também um alívio. “Uma parte de mim estava contente porque já não tinha que me preocupar a pensar o que tinha, mas outra estava triste por saber que teria de passar por quimioterapia e perder o meu cabelo”, disse.

Poppy começou a quimioterapia em fevereiro de 2023. O tratamento durou quatro meses e, durante um desses meses, ela ficou internada no hospital devido a uma reação grave e rara a uma transfusão de sangue.

“Foi a pior dor que alguma vez senti na minha vida”, disse Poppy. “A dor era tão intensa que não conseguia dormir.”

Felizmente, a quimioterapia foi bem-sucedida e o linfoma de Poppy está em remissão. Ela está, aos poucos, a retomar a sua vida normal.

Poppy está compartilhando a sua história para alertar outras pessoas sobre os sintomas do linfoma de Hodgkin. “Se você estiver sentindo algo estranho, não ignore”, disse ela. “Procure um médico o mais rápido possível.”

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Apesar de meta de acabar lixões até 2024, Brasil está estagnado

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma destinação ambientalmente adequada -ou seja, sem o uso de lixões e dos chamados aterros controlados- estava prevista no Brasil para 2014. A meta não foi atingida e o mesmo ocorrerá com o objetivo mais recente, que seria a eliminação dessas estruturas até 2024.

O país se encontra estagnado na questão da destinação dos resíduos, mostram dois novos levantamentos da Abrema (Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente), que serão lançados nesta segunda-feira (11).

A nova edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, realizado pela Abrema, estima que 61,1% dos resíduos sólidos urbanos gerados -aqui se trata de lixo doméstico e de pequenos estabelecimentos, considerando que grandes geradores são responsáveis pelos próprios resíduos – foram para aterros sanitários em 2022, basicamente uma oscilação em relação ao número de 2021 (60,5%). Trata-se aqui, aponta o relatório, da destinação ambientalmente adequada citada no começo do texto.

Soma-se a isso a baixíssima oferta de coleta seletiva -basicamente, separar o que é reciclável- porta a porta no país, que chega a somente 14,7% da população urbana.

Com isso, a estimativa é que cerca de 27,9 milhões de toneladas acabaram em lixões Brasil afora. Outros 5,3 milhões de toneladas nem coletados foram, acabando assim, logicamente, em locais inadequados para descarte, aponta o relatório.

A Abrema vê problemas na implementação de políticas públicas e na vontade política em fazer a questão avançar.

“É preciso ter disposição política”, diz Pedro Maranhão, presidente da Abrema.
Segundo Letícia Nocko, gerente do departamento técnico da Abrema, o Brasil tem uma parte legal interessante relacionada ao tema dos resíduos sólidos, mas só isso não basta. “A Política [Nacional de Resíduos Sólidos] já está aí há 13 anos, mas a gente não vê a coisa entrar em prática”, afirma.

O outro levantamento da Abrema é o Islu (Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana), que busca medir, a partir de dados fornecidos pelos municípios ao Snis (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), o quanto cidades e estados brasileiros estão aderindo à política nacional de resíduos. E aqui a situação também se mostra problemática.

O Islu aponta que 70% dos municípios têm aderência muito baixa -segundo a metodologia do índice- à política de resíduos e outros 17% estão na faixa baixa do índice. Vale destacar que a lista diz respeito aos dados de 2021 (os mais recentes disponíveis, de acordo com a associação) e inclui 3.947 cidades, ou seja, parte do Brasil ficou de fora por não ter preenchido ou por ter ocorrido preenchimento incorreto de informações no Snis, segundo a Abrema.

Olhando por regiões, nos últimos anos, o índice também se apresenta, de forma geral, estagnado.

“Está estagnado o avanço dentro da aderência política. Pouco se caminhou, pouco se fez para erradicar lixões, pouco se fez para dar sustentabilidade econômica [para os serviços de manejo de resíduos; isso é parque da equação que forma o Islu], então a variação da pontuação é muito mínima”, diz Leonardo Matheus Silva, supervisor de economia da Abrema.

Há destaques positivos para alguns desempenhos, como o de coleta no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com respectivamente 98,6%, 97% e 94,9% dos resíduos sólidos coletados. Citando os estados do Sul, Maranhão, o presidente da Abrema, diz que há destaque para cidades dessa área que estabeleceram taxas ou tarifas para permitiram melhorias na coleta e tratamento de resíduos.

Com a melhor nota, já dentro de uma faixa alta de aderência à política nacional de resíduos, Florianópolis, em Santa Catarina, lidera o Islu, entre os municípios com mais de 250 mil habitantes. Em seguida, parte de uma faixa de alta aderência, aparecem Blumenau, também de Santa Catarina, e Campinas, em São Paulo.

Mas, mesmo assim, os problemas são visíveis pelos números apresentados pela Abrema. Por exemplo, pensando em coleta seletiva porta a porta, o melhor desempenho é exatamente do Sul, mas com somente 31,9% da população atendida por tal serviço. Em seguida aparece o Sudeste, com pouco mais de 20%.

Quanto à destinação, 25,7% dos resíduos do Sudeste têm destinação inadequada; no Sul, o valor é de 28,4%. E esses são os menores valores do país, com as outras regiões com mais de 56% dos seus resíduos com destinos inadequados -lixões e aterros controlados.

Felipe Seffrin, coordenador de comunicação do Instituto Akatu, organização não envolvida nas pesquisas em questão, ainda que se veja alguma evolução na destinação ambientalmente adequada do lixo, tal progresso ainda é muito lento.

E a possibilidade de acabar com todos os lixões do Brasil até 2024?

“De forma prática, a não ser que apareça um unicórnio, você não fecha 3.000 lixões em um ano”, diz Nocko. “Mas dá para fazer muito em um ano.”

Vale mencionar que a questão dos lixões era tida como uma das prioridades do governo Jair Bolsonaro (PL) e de seu primeiro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Salles lançou o programa Lixão Zero e costumava contrapor esse problema socioambiental à questão da Amazônia -bioma que viu uma explosão de destruição durante o governo passado.

Em julho deste ano, sob o novo governo Lula, a Caixa Econômica e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) selecionaram consórcios municipais para estruturar projetos para resíduos sólidos que podem chegar, somados, a valores de R$ 5,6 bilhões em investimentos. A ideia é auxiliar municípios médios e pequenos, devido aos custos envolvidos com a gestão de resíduos.

Vale mencionar que lixo também é uma fonte de gases-estufa. Portanto, além de uma óbvia questão ambiental e de saúde pública, trata-se de uma questão relacionada à crise climática, discutida, neste momento, na COP28, a conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

“Quando falamos de resíduos, sem dúvidas ainda há muito a ser feito. Um primeiro passo é diminuir a quantidade de resíduos que geramos todos os anos. A partir disso, é fundamental que a coleta seletiva alcance todos os municípios”, afirma Seffrin, da Akatu. “Mas é importante lembrar que o melhor resíduo é aquele que não é gerado e que a melhor destinação é sempre a reciclagem, o que poupa recursos naturais, gera riquezas e evita a sobrecarrega de aterros.”

O coordenador de comunicação do Instituto Akatu afirma que o país recicla menos de 5% dos resíduos sólidos coletados, “algo muito aquém para um país que busca um desenvolvimento mais sustentável”.

QUANTO VOCÊ GERA?

E quanto você, leitor, acha que gera por ano em resíduos?

Bom, esse valor varia, como você pode imaginar. O documento aponta que cada habitante do Sudeste gerou cerca de 449 kg de resíduos sólidos em 2022, liderando, assim, a lista entre as regiões do país. O último colocado em geração por habitante é o Sul, com cerca de 284 kg gerados por habitante no ano passado.

Olhando o Brasil como um todo e considerando o censo demográfico mais recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o brasileiro gerou, em média, em 2022, cerca de 380 kg de lixo.

Em números totais, o Sudeste é responsável por quase 50% da produção nacional de resíduos sólidos, ultrapassando 38 milhões de toneladas de resíduos sólidos. A região Norte é a última da lista, com somente 5,6 milhões de toneladas de resíduos, equivalente a 7,3% do lixo do país.

Do relatório referente a 2021 para 2022 (o qual está sendo aqui tratado), houve uma leve redução dos resíduos sólidos gerados per capita. Segundo a Abrema, em parte, tal redução pode ser associada a mudanças de comportamento relacionadas a menores restrições referentes à pandemia.

“Diminuiu a quantidade de delivery. Estamos voltando para os restaurantes. Então esses resíduos que, ano retrasado, eram gerados nas residências, estão voltando um pouco aos restaurantes [que não entram na conta do Panorama feito pela Abrema]”, diz Nocko.

O país se encontra estagnado na questão da destinação dos resíduos 

Guerra em Gaza mata mais jornalistas do que nos últimos 30 anos na região

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os dois meses da guerra que se desenrola em Gaza deixaram mais profissionais da imprensa mortos na região do que a cifra dessas vítimas registrada nos últimos 30 anos, mostram dados do Comitê para a Proteção dos Jornalistas, que investiga esses casos.

De acordo com a mais recente atualização da base de dados, publicada nesta segunda-feira (11), 63 jornalistas e outros funcionários da mídia morreram em Israel e nos territórios palestinos ocupados -designação adotada pela ONU para a Cisjordânia e a Faixa de Gaza- desde o último 7 de outubro, quando a facção terrorista Hamas invadiu o sul israelense.

Como comparação, de 1992, ano em que o CPJ dá início ao seu levantamento em todo o mundo, até antes de eclodir o atual conflito, 25 jornalistas haviam sido mortos na região.

A preocupação com as condições de trabalho da mídia em meio à guerra tem crescido ao redor do mundo. Entre organizações que trabalham em defesa do setor prevalece a interpretação de que ataques indiscriminados em Gaza e os constantes cortes de energia e acesso à internet no território palestino impossibilitam o exercício da imprensa livre e, mais, expõem jornalistas ao risco de morte.

No início de novembro, a ONG Repórteres Sem Fronteiras formalizou queixa ao Tribunal Penal Internacional (TPI), baseado em Haia, pedindo que seu corpo técnico avalie como crimes de guerra a morte de ao menos oito jornalistas palestinos e um israelense desde o início do atual conflito.

A organização justifica que os ataques contra jornalistas palestinos correspondem ao que o direito internacional humanitário considera crimes de guerra porque, mesmo dirigidos a alvos militares legítimos, como afirma Tel Aviv, causaram danos excessivos e desproporcionais aos civis.

Ainda no pedido ao TPI, a RSF afirma que as instalações de ao menos 50 veículos de comunicação que atuavam em Gaza foram destruídas, total ou parcialmente, desde 7 de outubro.

De acordo com a base de dados do CPJ, o dia mais mortal desta guerra para os profissionais de comunicação foi o próprio 7 de outubro, quando seis jornalistas foram mortos. Já o segundo teria sido 18 de novembro, com ao menos cinco vítimas.

Além dos 63 mortos, outros 11 jornalistas ficaram feridos, e três estão desaparecidos. A maioria dos que morreram é palestina (56), seguida por 4 israelenses e 3 libaneses.

O comitê afirma ainda que ao menos 19 jornalistas foram presos nesse período e descreve o que chama de uma série de agressões, ameaças, ataques cibernéticos e tentativa de censura contra esses profissionais.

Ainda nesta segunda-feira (11), a rede qatari Al Jazeera acusou Israel de ter alvejado a casa de um de seus jornalistas em Gaza, Anas al-Sharif, e matado seu pai. Tel Aviv não se manifestou.

Mesmo antes de o atual conflito eclodir, Israel e os territórios palestinos ocupados já apresentavam desafios no que diz respeito à manutenção da liberdade de imprensa.

Na última edição do índice anual da Repórteres Sem Fronteiras que mede o quesito em 180 países e regiões, Israel aparece na 97ª posição, e a Palestina, na 156ª. Para comparação, o Brasil é 92o.

Sobre Israel, a ONG afirma que o cenário midiático foi “desestabilizado após a ascensão ao poder de um governo que ameaça a liberdade de imprensa”, referindo-se à coalizão do premiê Binyamin Netanyahu, que retornou à chefia do país no fim de 2022 com guinada à ultradireita.

Já sobre os territórios palestinos ocupados, a organização afirma que jornalistas são vítimas de violações de liberdade de imprensa tanto por parte do que chama de “forças de ocupação israelenses” quanto por parte da Autoridade Nacional Palestina (que controla a Cisjordânia) e do Hamas (no poder na Faixa de Gaza).

Antes desta guerra, o caso mais notório de morte de uma trabalhadora da imprensa na região foi o da repórter palestino-americana Shireen Abu Akleh. Mesmo usando um colete azul que a identificava como membro da imprensa, ela foi morta durante uma operação do Exército de Israel na cidade de Jenin, na Cisjordânia. Ela trabalhava para a Al Jazeera. Investigação independente da ONU apontou que Shireen foi atingida por um disparo das forças de Tel Aviv.

O Estatuto de Roma e as Convenções de Genebra, documentos que balizam as leis sobre conflitos -e, portanto, também servem como base para caracterizar o que é um abuso ou um crime de guerra-, fornecem proteção jurídica aos profissionais de imprensa, ainda que não detalhem sua atuação.

Especialistas em direito humanitário internacional afirmam que o ponto-chave está no Protocolo Adicional 1 das convenções, segundo o qual jornalistas estão sujeitos a todos os direitos e proteções concedidos a civis nos conflitos armados. Desta forma, não devem nem podem ser alvos indiscriminados dos ataques.

Reunião virtual detalha a promotora de Justiça funcionamento da Ronda Maria da Penha

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), através de integrantes das secretarias de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH), Segurança, Ordem Pública e Defesa Civil (Sesep) e Administração, se reuniu remotamente com a titular da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Campos dos Goytacazes, promotora Maristela Naurath. A ação aconteceu na sexta-feira (8) e objetivou o município explicar à autoridade do Ministério Público Estadual as providências em relação à estruturação e funcionamento da Ronda Maria da Penha (RMP) – Guardiã da Mulher São Franciscana, uma parceria entre a Sesep e a SMTDH.

A comandante do RMP, a guarda civil municipal Roberta Panisset, acrescentou que a reunião virtual também detalhou à promotora o funcionamento em parceria com o Centro Especializado da Assistência Social (Creas). Ela destacou que o projeto tem a finalidade de promover o atendimento e o monitoramento de mulheres resguardadas pelas medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha, deferidas pelo Poder Judiciário.

“A Ronda atua nos atendimentos, monitoramentos e na fiscalização do cumprimento das medidas protetivas pelos agressores, nas áreas de competência dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. Implantada pela prefeita Francimara Barbosa Lemos, no dia 16 de março deste ano, a RMP é um grande avanço nas políticas públicas de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas no nosso município com garantia de atendimento humanizado e inclusivo à mulher em situação de violência, respeitando os princípios da dignidade, da não discriminação e da não revitimização”, ressaltou Panisset.

A comandante do projeto afirma que a parceria com o Creas apresenta resultados satisfatórios no decorrer deste ano desde a sua implementação. O órgão é composto de equipe técnica, responsável pela oferta de trabalho social especializado no Sistema Único de Assistência Social (Suas) a famílias e indivíduos em situação de risco pessoal ou social, por violação de direitos.

“Diante dos fatos e números apresentados, justificamos à promotora a parceria de sucesso entre o Creas e a RMP em SFI, trazendo um grande avanço nas políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres do município”, argumentou a comandante da Ronda.

Além de Panisset e da promotora, participaram ainda da reunião virtual os secretários municipais subtenente Edson Brito (Sesep) e Erbson Gomes Pires, o Bibinho (Administração); a coordenadora do Creas, advogada Priscila Pedrosa; os assessores Diego Santos (Comunicação) e Renata Barreto (Sesep) e o guarda civil municipal R. Gomes, um dos integrantes da RMP.

Balcão de Emprego oferece mais 4 vagas

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O Balcão de Emprego de São Francisco de Itabapoana (SFI), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH), está anunciando mais quatro vagas: garçom/garçonete, auxiliar de cozinha, vendedor (a) e técnico em segurança do trabalho. As oportunidades são para trabalhar no município.

As vagas para garçom/garçonete e auxiliar de cozinha são para o Bar do Almir, e a de vendedor (a) para trabalhar de segunda a sábado, integral, das 8h às 17h, com exigência de pelo menos Ensino Fundamental Completo. Já a vaga de técnico em segurança do trabalho é ofertada pela Acácia Amarela, Produção de Mudas & Consultoria Ambiental, com alguns pré-requisitos exigidos, como por exemplo, Curso Técnico em Segurança do Trabalho e CNH categoria B. A empresa oferece salário compatível com a função, plano de assistência médica e odontológica, seguro de vida e vales alimentação e transporte.

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail [email protected] ou ainda entregá-lo na sede da SMTDH, situada na Avenida Vereador Edenites da Silva Viana, nº 141, no Centro da cidade, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e pontos facultativos, das 8h às 17h.

“Quem tiver oportunidades de emprego e desejar participar desta parceria de sucesso com o Balcão é só procurar a equipe da SMTDH que a gente divulga as vagas disponíveis e ainda se encarrega de receber os currículos dos candidatos”, orientou o secretário da pasta, Fagner Azeredo.

Sisu deve ter apenas uma edição por ano a partir de 2024

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que seleciona estudantes para universidades e institutos federais, ocorrerá apenas uma vez ao ano a partir de 2024. São utilizadas as notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no processo.

A novidade deve ser anunciada pelo MEC (Ministério da Educação) ainda nesta semana, junto ao edital do programa, que anunciará o número de vagas e datas de inscrição.

Desde sua criação, em 2010, o Sisu é aberto duas vezes ao ano, no início de cada semestre. O governo federal avalia, porém, não haver procura relevante na segunda rodada. Por isso, optou por extingui-la.

Na última edição, a seleção disponibilizou 226.399 vagas em 118 instituições públicas.

O Sisu permite ao estudante se inscrever em até duas opções de vaga. Não é permitido, porém, disputar em mais de uma modalidade de concorrência para o mesmo curso e turno. Há disputa por ampla concorrência e reservas para cotistas por situação financeira ou raça.

Além do processo para instituições públicas, o MEC promove o Prouni (Programa Universidade para Todos), que distribui bolsas integrais e parciais em universidades privadas duas vezes a cada ano. Notas do Enem também são utilizadas no programa, que não deve ter seu calendário alterado.

Desde sua criação, em 2010, o Sisu é aberto duas vezes ao ano, no início de cada semestre 

Oposição volta ao poder após oito anos na Polônia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quase dois meses após vencer com maioria as eleições parlamentares da Polônia, a coalizão de oposição enfim conseguiu superar uma manobra governista e assumiu o governo do país, gerando uma importante mudança na configuração política europeia.

Com isso, está encerrado o domínio total do partido PiS (Lei e Justiça), que venceu duas eleições legislativas e duas presidenciais desde 2015. A sigla seguirá com Andrzej Duda na Presidência até 2025 -no parlamentarismo polonês, o chefe de Estado tem vários poderes, inclusive o de vetar iniciativas do Congresso.

Donald Tusk, que foi primeiro-ministro de 2007 a 2014, voltará ao cargo. Seu nome foi aprovado por 248 deputados, ante 201 que foram contra, na início da noite desta segunda (11, tarde no Brasil). Horas antes, o Parlamento havia rejeitado a formação de um governo pelo atual premiê, Mateusz Morawiecki.

Um dos líderes do PiS, Morawiecki tentava operar uma manobra em conjunto com Duda. Como o partido teve o maior número de votos de forma individual, mas não tinha aliados para formar um governo, o presidente concedeu ao premiê a tarefa de tentar montar uma coalizão no dia 6 de novembro.

A oposição liderada pelo partido KO (Coalizão Cívica) de Tusk criticou a medida como protelatória, e temia que o PiS tentasse cooptar deputados enquanto ganhava tempo. Não deu certo.

O perfil político do principal país do Leste Europeu, que está em vias de se tornar a principal potência militar terrestre da aliança Otan no continente, deverá mudar radicalmente com Tusk, mas o poder de veto de Duda e a grande bancada do PiS tendem a equilibrar o jogo.

Tusk é um defensor do projeto europeu, ao contrário do PiS, que buscava uma posição de maior independência da Polônia dentro da UE (União Europeia). De 2014 a 2019, o novo premiê foi presidente do Conselho Europeu.

A herança dos oito anos do PiS no poder é complexa. Por um lado, transformou a Polônia num respeitado ator no contexto da segurança europeia e no desafio à Rússia de Vladimir Putin, com bom desempenho na economia.

Por outro, o nacionalismo exacerbado do partido veio acompanhado de crescente autoritarismo, e as leis para enquadrar o Judiciário aprovadas sob seu governo são contestadas nas cortes europeias. O direito ao aborto foi tolhido, e minorias como as comunidades LGBTQIA+ foram perseguidas.

Os ataques ao arcabouço democrático levaram a UE a bloquear dezenas de bilhões de euros em fundos administrados por Bruxelas. Tusk parece o nome ideal para melhorar essa relação, embora seja duvidoso que ele consiga mexer nas leis acerca de nomeações de juízes enquanto Duda estiver na Presidência.

Outro provável impacto estará na política para a Ucrânia, país que historicamente é rival dos poloneses. Varsóvia foi um dos primeiros apoiadores de Kiev contra a invasão russa de 2022, tendo enviado já no primeiro ano da guerra 240 tanques soviéticos T-72 de seu arsenal, além de caças MiG-29.

Só que Morawiecki passou a se estranhar com o governo de Volodimir Zelenski, e Duda cobrou do ucraniano gratidão pelo auxílio enviado, em linha com as fissuras que marcam a atual relação de Kiev com o Ocidente.

A gota d’água veio no fim de setembro, quando o então premiê anunciou que a Polônia cessaria toda a ajuda militar e focaria na construção de seu poderio, que inclui compra de tanques modernos americanos e sul-coreanos, além de caças, aviões de treinamento e diversos tipos de armamentos.

Havia cálculo político: o PiS queria atrair o eleitorado cansado com a guerra e também a direita mais radical para uma eventual composição de governo -falhou, e a sigla xenófoba Confederação ficou apenas em quinto lugar no pleito, sem deputados suficientes para se unir aos então governistas.

A mudança de orientação reverberou na região. A Hungria, cujo premiê, Viktor Orbán, é simpático a Putin, acirrou seu discurso contra a Kiev e promete bloquear o convite da UE para o ingresso do vizinho. Já a Eslováquia viu um governo crítico ao apoio ocidental aos ucranianos ser eleito e anunciar o fim do fornecimento de armas a Zelenski.

Agora, presume-se que Tusk buscará um novo acerto com os vizinhos, com quem a Polônia vive uma nova crise pontual acerca da livre passagem de caminhões ucranianos por sua fronteira. Os controles que existiam foram suspensos com a guerra, e as empresas de transporte polonesas se queixam de concorrência desleal por terem custos mais altos de operação do que as de Kiev.

Lula responsabiliza Estado por pessoas em situação de rua e anuncia R$ 1 bi em plano nacional

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou o Estado pela existência de pessoas em situação de rua no Brasil. De acordo com o presidente, se ainda há pessoas sem moradia no País, a culpa é do Estado brasileiro.

As declarações ocorreram em evento de lançamento do Plano Nacional Ruas Visíveis nesta segunda-feira, 11, no Palácio do Planalto. O investimento inicial previsto pelo governo federal é de R$ 982 milhões. Dentre as autoridades presentes na cerimônia, estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

“Se essas pessoas [população em situação de rua] existem, tem culpa e a culpa não pode ser outra senão do Estado”, declarou. “Muitas vezes o Estado não cuida dessas pessoas, a sociedade não se importa com essas pessoas.”

Segundo o chefe do Executivo, “não há nada mais degradante na vida humana do que alguém não ter onde morar”. O presidente disse que irá construir casas para “todo mundo”, mas afirmou que a população em situação de rua terá prioridade.

A responsabilização do Estado pelas pessoas em situação de rua ocorre dias após Lula ter cobrado o Estado a pedir desculpas e fazer reparação às pessoas que foram segregadas por causa da hanseníase. “É preciso pedir desculpas e construir políticas públicas para reparar danos sociais que a segregação causou nesse país”, disse o petista na época.

No evento, Lula rebateu críticas em relação às medidas implantadas pelo governo. “Tem gente que acha que isso é uma afronta, tem gente que acha que a gente não deveria estar cuidando de pobre, que a gente deveria estar governando para os ricos; está cheio de gente assim”, comentou. De acordo com o presidente, é preciso “convencer” as pessoas a serem mais solidárias.

Na fala, o chefe do Executivo destacou as eleições municipais de 2024 e disse ser importante a população ter conhecimento se os “candidatos estão preocupados com vocês”. “Ou a gente se dá conta da importância do processo democrático de uma cidade ou sempre vai estar colocando nossos inimigos.”

O plano nacional lançado nesta segunda-feira institui medidas que serão desenvolvidas a partir de sete eixos: Assistência Social e Segurança Alimentar; Saúde; Violência Institucional; Cidadania, Educação e Cultura; Habitação; Trabalho e Renda; e Produção e Gestão de Dados. A articulação envolve 11 ministérios, em parceria com governos estaduais e municipais, representantes dos poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública e da sociedade civil.

O investimento inicial previsto pelo governo federal é de R$ 982 milhões 

Noruega doa R$ 247 milhões ao Fundo Amazônia na COP28

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DUBAI, EMIRADOS ÁRABES UNIDOS (FOLHAPRESS) – O Fundo Amazônia recebeu uma nova doação da Noruega nesta segunda-feira (11), no valor de US$ 50 milhões (R$ 247 milhões). O anúncio ocorreu no pavilhão brasileiro da COP28, cúpula do clima da ONU (Organização das Nações Unidas), que acontece em Dubai até amanhã, em um evento de comemoração dos 15 anos do fundo.

“Vamos ser honestos: deixamos alguns anos difíceis para trás. Tivemos uma pausa nos pagamentos do Fundo Amazônia desde 2018. Estou feliz em anunciar que vamos recomeçar”, afirmou durante o evento o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Andreas Bjelland Eriksen, em referência ao período do governo Jair Bolsonaro (PL), quando o Fundo Amazônia ficou travado.

Além de ter mantido o desmatamento em alta, a gestão bolsonarista extinguiu o conselho gestor do mecanismo, impedindo seu funcionamento.

O aporte é o segundo anunciado durante a COP. No último dia 3, o Reino Unido havia divulgado uma doação de US$ 44 milhões (R$ 217 milhões) para o mecanismo, em um total de US$ 94 milhões (R$ 465 milhões).

Eriksen elogiou a gestão de Marina Silva à frente do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e a volta do PPCDAm (Programa de Prevenção de Combate ao Desmatamento da Amazônia), a principal aposta da pasta para diminuir as taxas de desmate na região.

O ministro norueguês se disse impressionado com a redução do desmatamento. “É a notícia de clima mais importante do ano”, afirmou.

“Hoje a gente vê nossos objetivos renovados no governo Lula para o combate ao desmatamento até 2030, com o espírito pioneiro que vocês tiveram em 2008”, acrescentou. “O Brasil agora tem uma liderança global e regional”.

Também presente no evento, o ministro britânico de clima, Graham Stuart, brincou com o fato de a sede da COP28 ser uma região petroleira. “Estamos com os vilões aqui do lado, enquanto tem um barulho positivo vindo do Brasil.”
“Só com o plano de emergência feito pelo Ibama, já estávamos alcançando o resultado que levou à redução de 50% do desmatamento nos últimos onze meses. Até nós ficamos surpreendidos”, afirmou Marina Silva.

A ministra aproveitou para dar um recado ao setor energético, afirmando que, da mesma forma que é possível ter resultado com base na ciência para o combate ao desmatamento, também é possível fazê-lo para enfrentar o problema dos combustíveis fósseis.

“Quando você tira o ilegal, você precisa estabelecer o novo. Sabíamos que não seria possível combater o desmatamento só com comando e controle. Então, o Fundo tem essa característica de pesquisa e inovação”, disse.

“Durante um período de fragilidade orçamentária, o Fundo também pode ser usado para fortalecer as políticas públicas”, disse a ministra. Segundo o informe de carteira do Fundo Amazônia, a União acessa 27% dos recursos do Fundo, que ainda sustentam atividades de comando e controle da pasta ambiental.

Os novos pagamentos ocorrem após a divulgação do resultado anual do Prodes, que mostrou uma redução de 22,5% no desmatamento da Amazônia Legal entre agosto de 2022 e julho de 2023, em relação ao período anterior.

O Fundo Amazônia funciona de acordo com um mecanismo negociado pelo Brasil nas conferências do clima da ONU, o chamado Redd (redução das emissões de desmatamento e degradação). O pagamento é feito após o país comprovar resultados na redução do desmatamento.

A Noruega é o principal doador do Fundo, responsável por 94% dos recursos, que ficam sob gestão do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A Alemanha é o segundo maior doador, com cerca de 6% dos recursos. Ao longo do ano, outros países anunciaram doações inéditas ao mecanismo. Entre eles, estão Reino Unido, Suíça, Dinamarca e Estados Unidos.

Abertura do Natal Encantado emociona público

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Música, luzes, fogos de artifício, presépio vivo e emoção marcaram o início da programação do Natal Encantado, aberto pela prefeita Francimara Barbosa Lemos na última sexta-feira (8), no pátio da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI).

Na sede do Executivo municipal, o público acompanhou a apresentação do Coral da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec), que interpretou músicas tradicionais desta época do ano, como “Jesus Cristo”, de Roberto Carlos, e “Marcas do Que Se Foi”, de Os Incríveis.

— Fico muito feliz e honrada em poder promover, dentro das nossas condições, uma programação especial para celebrarmos uma data tão bonita e encantadora que é o nascimento de Jesus Cristo. A cada nova edição do “Natal Encantado”, nosso objetivo é envolver toda população e todos aqueles que nos visitam neste espírito natalino — afirmou Francimara.

A prefeita destacou e parabenizou o trabalho dos artistas locais na confecção dos elementos decorativos. Ela estava acompanhada do ex-prefeito e esposo, Frederico Barbosa Lemos, e do vice-prefeito, Raliston Souza, além de secretários, assessores e vereadores.

No sábado, o Natal Encantado prosseguiu na Praça São Francisco de Paula, que recebeu vários tipos de iluminação e decoração. No local, ouve ainda a chegada do Papai Noel acompanhado de diversos personagens infantis, show com Félix Oliveira e banda e apresentação do projeto de Ballet da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH).

A programação prossegue nesta sexta-feira (15) e no sábado (16), na praça central, sempre a partir das 19h, com apresentação de Papai Noel e dos corais do Centro de Convivência da Terceira Idade e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). No dia 16, haverá ainda show com Edivane Santos.

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Homem é preso após fugir do IML de Macaé

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IML de Macaé/Foto: Reprodução

Um homem foi detido depois de fugir do Instituto Médico Legal (IML) de Macaé, no Norte Fluminense.

A história começou quando a polícia estava procurando um suspeito de invadir e furtar a casa de um policial militar da cidade. Ele teria levado armas e carregadores do policial.

Depois de alguns dias de busca, o suspeito foi encontrado na sexta-feira (9), na localidade de Sabonete, zona rural de São João da Barra. Com ele, a polícia encontrou as armas furtadas.

O suspeito foi levado para o IML de Macaé para exames, mas conseguiu fugir do local. Foram feitas buscas usando o Grupamento de Cães da Polícia de Macaé e ele foi preso novamente. E mais uma vez foi levado para o IML para os exames.

Fonte: g1

Ucrânia passa por seu pior momento desde a invasão da Rússia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, chega nesta segunda (11) aos Estados Unidos com o proverbial pires na mão. Seu país vive o momento mais delicado na guerra que trava desde fevereiro de 2022 contra as forças invasoras de Vladimir Putin, que hoje ocupam quase 20% do país vizinho.

Kiev só consegue manter suas Forças Armadas graças à ajuda externa. Alega que, se cair ou ceder território à Rússia, países como os Estados Bálticos serão os próximos da fila -algo na realidade mais difícil, dado que são membros da Otan, a aliança militar liderada pelos EUA cuja filiação garante segurança mútua por nações com armas nucleares.

Zelenski se encontrará com o presidente Joe Biden, maior apoiador individual de Kiev: nas contas do Instituto para a Economia Mundial de Kiel (Alemanha), até 31 de outubro os americanos deram o equivalente a R$ 380 bilhões aos ucranianos, 61% disso em ajuda militar.

Só que a generosidade de Biden tem limites políticos e institucionais. Na semana passada, a oposição republicana no Senado vetou o pacote do presidente democrata que previa cerca de R$ 300 bilhões para a Ucrânia em 2024, sob a justificativa de que a medida, que inclui apoio à guerra de Israel contra o Hamas e à segurança de fronteiras, não lida a contento com a imigração ilegal.

Tudo é política, claro: o provável rival de Biden na eleição presidencial de 2024, seu antecessor Donald Trump, já sinalizou ser contra o apoio irrestrito a Kiev.

Zelenski falará a senadores também, nesta terça (12), mas terá uma audiência arredia. No domingo (10), o senador republicano JD Vance, que está sendo cotado como vice na chapa de Trump, afirmou à CNN que os ucranianos terão de ceder terras para Putin se quiserem ver o fim da guerra.

“A ideia de que a Ucrânia iria empurrar a Rússia de volta para as fronteiras de 1991 [quando a União Soviética acabou] é absurda. Ninguém acreditava nisso de verdade”, afirmou, emulando um sentimento prevalente também entre aliados europeus de Zelenski.

Segundo o instituto alemão, o período de agosto a outubro deste ano viu cair dramaticamente o apoio a Kiev, com 90% a menos de ajuda em relação aos mesmos meses de 2022. Só houve cerca de R$ 10 bilhões em novos pacotes militares, o menor índice desde o começo da guerra, refletindo o fastio também na Europa.

A Casa Branca alertou, na semana passada, que se não houver um acordo com o Congresso o dinheiro para Zelenski acaba no fim do ano. O problema para o ucraniano foi a expectativa colocada na contraofensiva que lançou, com badaladas mas insuficientes armas e treinamento da Otan, em junho.

Ela teve ganhos pontuais, mas fracassou no objetivo de cortar a ligação terrestre entre a Rússia e a Crimeia anexada em 2014 por meio da ocupação do leste e do sul ucranianos. Se Putin falhou em derrubar Zelenski e domar toda a Ucrânia no ano passado, ele acaba 2023 em posição bem mais confortável.

O presidente russo irá concorrer à reeleição em março, num pleito considerado uma barbada dada a inexistência de oposição real no país. A lógica diz que ele manterá sua guerra em pé até lá e, provavelmente, até a definição de quem vai comandar Washington na disputa de novembro.

Enquanto isso, a Rússia voltou a atacar Kiev nesta segunda com mísseis balísticos de longo alcance, algo que não acontecia havia meses -a preferência por drones de origem iranianas, menos eficazes mas mais baratos, vinha sendo clara. Isso sugere uma renovada campanha durante o inverno europeu, que trava a maior parte das ações terrestres.

Putin joga com o tempo. Ao longo de 2022 e 2023, o Kremlin reestruturou parte da economia russa para fomentar o esforço militar. Seu orçamento para o ano que vem prevê o maior gasto militar da história do pós-Guerra Fria, com estimados 30% dos investimentos federais livres destinados ao setor de defesa.

Nesta segunda, Putin falou de forma triunfal ao lançar em operação dois novos submarinos de propulsão nuclear no norte russo, um para ataque com mísseis de cruzeiro e o outro, um dos temidos lançadores de mísseis balísticos armados com ogivas atômicas. “Vamos aumentar nossa presença em todos os oceanos estratégicos do mundo”, disse.

Parte de sua renovada autoconfiança, após passar até por um motim de mercenários contra a cúpula das Forças Armadas em junho, vem do campo de batalha. A Rússia está com a iniciativa em pontos da frente ucraniana em Donetsk (leste) e, se não está nem perto de conquistar a Ucrânia, ganhou mais território do que perdeu no país neste ano.

Além disso, há a economia. Na semana passada, o comércio com a China, sua principal aliada e parceira, bateu o recorde histórico de 2022 e atingiu o equivalente a pouco mais de R$ 1 trilhão nos primeiros 11 meses do ano -com um ligeiro superávit para a Rússia, que exporta gás e petróleo com até 30% de desconto para os chineses, e viu seu mercado de bens de consumo inundado por produtos de Pequim.

“Eu nunca achei que usaria um celular chinês na minha vida. Mas quando meu iPhone quebrou em uma queda, descobri que seria mais caro arrumá-lo com peças contrabandeadas da Armênia do que comprar um novo. E estamos aqui conversando”, diz o analista militar Ivan Barabanov, morador de Moscou.
Ele não está só como cliente. Hoje, cerca de 50% dos laptops vendidos na Rússia e 30% dos carros são chineses, segundo o Rosstat (Serviço Federal de Estatísticas).

Em 2018, uma era geológica atrás em termos de política, a União Europeia era a maior parceira da Rússia. Naquele ano, Moscou vendeu metade do valor atingido neste ano aos chineses. Em 2019, ainda antes de Putin e Xi Jinping estabelecerem o tratado de “amizade sem limites” de 2022, os países decidiram incrementar seus negócios.

Tão importante quanto o volume é a característica: 95% do comércio é feito em rublos e yuans, retirando da equação o dólar. Há dúvidas sobre a qualidade da parceria, com a imprensa chinesa relatando falta de interesse de Pequim e projetos grandes como o gasoduto Força da Sibéria 2.

Analistas dizem que os problemas são laterais. “O projeto faz sentido para a Rússia, que tem dinheiro para pagá-lo sem um empréstimo chinês”, afirma Alexander Gubaev, diretor do Centro Carnegie para Rússia e Eurásia, que foi deslocado de Moscou para Berlim.

Ele prevê um longo conflito, já que Putin transformou a invasão da Ucrânia em embate existencial contra um Ocidente hostil à Rússia ressurgente, em sua retórica. “A guerra é a força motriz da vida russa hoje”, diz.

Embora seja o maior parceiro nominal da Rússia, a China não é a única a manter viva a economia do país de Putin. O comércio com a Índia subiu 242% em 2022, principalmente devido à venda brutal de petróleo para Nova Déli. Mesmo com o Brasil, o crescimento foi igual ao chinês naquele ano, 28%.

O comércio segue firme com diversos países europeus, apesar das sanções -que atingem aproximadamente a metade dos produtos trocados com a Rússia. País vital da Otan, a ambígua Turquia por exemplo é a segunda maior exportadora para os russos, tendo visto um aumento de 103% no seu fluxo comercial com o parceiro em 2022.

Em termos proporcionais, o comércio com Moscou é mais importante para Ancara, sendo equivalente a 0,08% de seu PIB, do que para Pequim, que registra oito vezes menos.

Menino morre após quebrar tornozelo em São Paulo: "Dor e revolta"

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Um menino de 12 anos morreu após sofrer uma fratura no tornozelo durante um jogo de futebol em São Paulo, no Brasil. A família do rapaz acusa os hospitais onde Arthur Barros da Silva foi atendido de negligência médica. 

Arthur se machucou durante uma aula de Educação Física e, como a dor persistiu, foi levado ao hospital dois dias depois.

Segundo uma tia do rapaz, foi feito um diagnóstico errado ao menino. “Deram alta ao meu sobrinho e não avisaram que ele tinha uma fratura, mas sim uma simples luxação”, revelou Fabiana Santana. 

Como o rapaz continuou com dores e com o tornozelo inchado, a família tornou a levá-lo ao hospital e pediu, depois, para que o rapaz fosse transferido para outra unidade para ser consultado por um ortopedista. Segundo o G1, Arthur foi submetido a um raio-x, que comprovou que o rapaz tinha uma fratura. Após ser medicado, recebeu alta. 

Arthur não melhorou e continuou sentindo dores fortes, o que levou a que fosse internado. “Durante a madrugada, ele não se sentiu bem e eu pedi para que ele fosse avaliado por uma médica. Ela disse que não iria lá, porque ele já estava mais que medicado”, lamentou a tia do menor. O menino acabou morrendo na manhã seguinte. 

Segundo o G1, a causa indicada para a morte do rapaz foi de insuficiência respiratória aguda, tromboembolismo pulmonar e a fratura sofrida na perna direita. A família mostra-se revoltada, já que considera ter existido negligência médica no tratamento prestado ao menino. 

“É um sentimento de dor e revolta”, admitiu ainda a tia do rapaz, que apresentou queixa por negligência médica. 

“Deram alta ao meu sobrinho e não avisaram que ele tinha uma fratura, mas sim uma simples luxação”, … 

Rússia transfere opositor Navalni para prisão em local desconhecido

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O líder oposicionista russo Alexei Navalni foi removido da colônia penal em que ele estava preso desde o ano passado para uma cadeia em local ainda não revelado, segundo sua porta-ovz, Kira Iarmich.
“Para onde o levaram, eles se recusam a dizer”, escreveu ela no X, o ex-Twitter, sobre os funcionários da cadeia em que Navalni estava, a IK-6, em Melekhovo (235 km a leste de Moscou).

Em agosto, o ativista, 47, teve sua sentença de 11 anos e meio ampliada em mais 19 anos, em um julgamento que o considerou culpado por extremismo contra o Estado russo. Com isso, ele seria levado a um regime mais restrito de prisão.

O sumiço de Navalni, em um processo de transferência que na Rússia costuma levar semanas, ocorre no mesmo momento em que a campanha presidencial de 2024 foi disparada. Na semana passada, a Justiça Eleitoral marcou a votação para três dias de forma virtual e um dia de eleição de primeiro turno, 17 de março.

Além disso, o presidente Vladimir Putin confirmou o que todos sabiam, sua intenção de disputar o pleito. Outros concorrentes poderão vir dos partidos de oposição cuja ação é aprovada pelo Kremlin, como o Comunista e o liberal Iabloko (maçã, em russo).

Há outros dois pré-candidatos independentes e um terceiro que está preso, o líder rebelde do leste ucraniano Igor Girkin, que era aliado de Putin e está sendo acusado de extremismo por criticar a condução da guerra.

“Não é segredo quem é o principal oponente de Putin nessas ‘eleições’. Ele quer ter certeza de que a voz de Navalni não serrá ouvida”, escreveu no X Leonid Volkov, assessor de Putin, para quem o momento da transferência foi “0% coincidência e 100% controle político direto do Kremlin”.

A Casa Branca se disse “profundamente preocupada” com relato do desaparecimento do ativista.

A Justiça russa é independente em teoria, mas altamente alinhada aos desígnios do governo. Navalni tentou disputar a Presidência em 2018, mas foi barrado devido a uma condenação por suposto desvio de dinheiro numa província.

Em 2020, o ativista foi envenenado enquanto trabalhava com políticos opositores numa campanha na Sibéria. Ele foi levado para tratamento na Alemanha, o que fez a Justiça russa considerar que ele violou sua liberdade condicional naquela primeira sentença, que estava suspensa.

No começo de 2021, ele voltou à Rússia e foi imediatamente preso, sendo julgado e tendo suas penas aumentadas progressivamente. Houve vários protestos de rua em favor dele, reprimidos com violência. Com o aumento da censura e do clima geral contrário a dissenso após a invasão da Ucrânia, em 2022, Navalni foi desaparecendo da vista pública.

Além de ser crítico do putinismo, que chamava de regime de ladrões e vigaristas em seus populares vídeos no YouTube, Navalni passou a emitir críticas contra a guerra -embora ele já tivesse apoiado antes a anexação da Crimeia, ocorrida em 2014.

Figura muito conhecida no Ocidente, cuja mídia costuma incensar figuras de oposição russas desde que Putin passou a ser percebido como um adversário perigoso, no fim dos anos 2000, ele não tinha muito apoio doméstico apesar das eventuais manifestações.

Talvez pelo engessamento político russo e pela apatia do eleitorado, ele nunca figurou com mais de 5% de intenções de voto em pesquisas de opinião. Sua estatura cresceu após a prisão, principalmente entre os mais jovens, mas ele segue sendo mais admirado fora do país do que dentro dele, a exemplo do que ocorreu no passado com o enxadrista Garry Kasparov ou com o bilionário Mikhail Khodorkovski.

Sem um candidato óbvio à mão, e tendo diversos integrantes sendo presos ou buscando o exílio, o time de Navalni segue recorrendo à criatividade. O grupo espalhou outdoors cifrados em Moscou e São Petersburgo na semana passada com a frase: “Rússia – Feliz ano novo” e um QR code que levava a uma página da campanha Putin Não!, que pede para que os eleitores simplesmente se abstenham de votar no ano que vem.

Putin está no poder desde 1999, quando assumiu como premiê e herdou a Presidência na virada do ano, com a renúncia de Boris Ieltsin. De lá para cá, elegeu-se quatro vezes presidente e cumpriu quatro anos como premiê de seu protegido Dmitri Medvedev, sem nunca deixar o comando do jogo político. É o líder russo moderno mais longevo desde o ditador soviético Josef Stálin.

Cadastramento obrigatório de ambulantes que pretendem trabalhar na faixa de areia começa nesta terça-feira (12)

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) inicia nesta terça-feira (12) o cadastramento obrigatório para todos os vendedores ambulantes do município que desejam trabalhar na faixa de areia durante o Verão 2023/2024. O prazo vai até o próximo dia 29. O principal objetivo é estimular a comercialização de variedades de produtos, além de valorizar os próprios ambulantes de SFI.

O cadastramento acontecerá na sede da Postura, localizada na Rodoviária Municipal, em frente à Praça dos Três Poderes, no Centro. O atendimento é das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e pontos facultativos. É preciso levar documento oficial com foto (RG, carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação), comprovante de residência atualizado e uma foto ou amostra do produto a ser comercializado.

“A ação será realizada em conjunto entre as secretarias municipais de Turismo, Indústria e Comércio (SecTur) e de Segurança, Ordem Pública e Defesa Civil (Sesep), por intermédio do Departamento de Postura. Os ambulantes cadastrados receberão capacitação, coletes de identificação e crachá. É necessário que o ambulante defina em qual praia pretende atuar. O cadastramento será feito para que haja controle de quem são os ambulantes que trabalham”, explicou o secretário da SecTur, Júnior Junqueira, acrescentando:

“Vale reforçar, mais uma vez, que apenas ambulantes moradores no município poderão fazer o cadastro para trabalhar na faixa de areia”.

Entre os produtos que poderão ser comercializados estão: saladas de frutas, picolés, queijo coalho, camarão, açaí, água de coco e mineral, bebidas e alimentos em geral, cangas, óculos de sol, artesanato, itens decorativos, acessórios, além dos serviços de tatuagem de henna e trancista”, ressaltou o secretário.

O secretário da Sesep, subtenente Edson Brito, reforçou as palavras de Junqueira: “O cadastramento, além de proporcionar valorização, também vai evitar que vendedores de outras cidades comercializem os seus produtos na faixa de areia de SFI, prejudicando o trabalho dos ambulantes do nosso município”.

Carro roubado é encontrado abandonado em canavial em SFI

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Neste domingo (10) um carro abandonado foi recuperado pela PM em um canavial na Praça de João Pessoa, na estrada de Santo Amaro, em São Francisco de Itabapaona.

Os Policiais receberam informações sobre um veículo abandonado em um canavial e ao chegarem ao local, constataram que se tratava de um veículo clonado, produto de roubo ocorrido em 20 de outubro de 2023, conforme registro. O número de chassi confirmou a origem ilegal do automóvel. Nenhum suspeito foi localizado e o caso foi registrado na 147ª Delegacia de Polícia de SFI.

Nova onda de calor deve atingir regiões do Brasil nesta semana

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Uma nova onda de calor está prevista para chegar ao Centro-Sul do Brasil a partir de quarta-feira, dia 13. De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, uma massa de ar muito quente virá do norte da Argentina e do Paraguai para os Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, trazendo temperaturas acima ou “muito acima” dos padrões desta época do ano nessas regiões.

Os termômetros devem disparar e alcançar marcas próximas ou acima dos 40ºC, diz a empresa. “Os maiores desvios da climatologia histórica tendem a se dar no Sul do País, em particular no Rio Grande do Sul”, afirma a MetSul.

“O Rio Grande do Sul teve um episódio de calor muito intenso de um dia apenas no início do mês, mas não foi de grande abrangência. Desta vez, o calor forte a intenso atingirá uma área muito maior no território brasileiro, afetando diversos Estados.”

O Rio Grande do Sul deve sentir o calor intenso a partir da segunda metade desta semana, se instalando de vez na sexta e perdurando até segunda-feira, 18. A temperatura mais quente prevista para esta semana na capital, Porto Alegre, pela Climatempo, é a de domingo, 17: mínima de 24ºC e máxima de 37ºC. As tardes, principalmente, devem ser bastante quentes. Pode haver pancadas de chuva.

Já a MetSul diz que a Grande Porto Alegre e a região dos vales podem “anotar marcas de 37ºC a 39ºC em vários municípios com máximas localmente superiores”.

Mudanças nos padrões climáticos

No Centro-Oeste, onde o verão costuma ser chuvoso e os dias mais quentes do ano ocorrem no fim do inverno e durante a primavera, no final da temporada seca, as temperaturas deste meio de dezembro também devem surpreender, conforme a MetSul. Mas isso não quer dizer que não vá ter chuva: a Climatempo prevê precipitações na região esta semana.

A MetSul diz que principalmente no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, o clima deve ficar tão quente quanto no período de primavera, quando termômetros próximos aos 40ºC são normais. A mínima e máxima previstas pelo Climatempo para Cuiabá (MS) na sexta-feira são 24ºC e 38ºC.

O interior do Estado de São Paulo também sofrerá a mesma alteração no padrão meteorológico, segundo o MetSul. Geralmente, a região tem bastante chuva nesta época do ano, o que impede a temperatura de chegar a patamares muito altos,mas isso não deve acontecer este ano.

Na sexta-feira, a previsão da Climatempo é de mínima de 23ºC e máxima de 36ºC em São José do Rio Preto, 23ºC e 35ºC em Bauru e 21ºC e 35ºC em Araraquara. Deve haver pancadas de chuva em todas essas cidades.

Na capital paulista, a temperatura será quente, mas mais baixa que nos outros locais. A chuva também deve marcar presença.

Confira a previsão do Climatempo para a semana:

– Segunda-feira, 11: mínima de 18ºC e máxima de 26ºC, com pancadas de chuva;

– Terça-feira, 12: mínima de 17ºC e máxima de 27ºC, com pancadas de chuva;

– Quarta-feira, 13: mínima de 16ºC e máxima de 30ºC, sem chuva;

– Quinta-feira, 14: mínima de 18ºC e máxima de 32ºC, com pancadas de chuva;

– Sexta-feira, 15: mínima de 20ºC e máxima de 33ºC, com pancadas de chuva;

– Sábado, 16: mínima de 20ºC e máxima de 30ºC, com pancadas de chuva;

– Domingo, 17: mínima de 20ºC e máxima de 29ºC, com pancadas de chuva;

No Rio, a temperatura mais quente também está prevista pela Climatempo para sexta, com mínima de 23ºC e máxima de 37ºC, sem chuva para amenizar o calorão Em Belo Horizonte, no mesmo dia, faz entre 19ºC e 33ºC. Em Vitória, no Espírito Santo, os termômetros ficam entre 22ºC e 33ºC.

Efeitos do El Niño

Um relatório divulgado pela Organização Mundial de Meteorologia (OMM) em novembro já apontava que o El Niño, mais forte nesta temporada, deve perdurar até abril de 2024 e chegar ao seu pico neste fim de ano.

O fenômeno, marcado pelo aquecimento das águas do oceano Pacífico, é um dos principais responsáveis pelos eventos extremos notados no Brasil em 2023, como as ondas de calor no Sudeste, a estiagem na Amazônia e os temporais no Sul.

A expectativa, em geral, dos climatologistas é de que esses recordes de altas temperaturas e os eventos climáticos atípicos, como ciclones e alagamentos, devem ocorrer com ainda mais frequência e intensidade neste mês de dezembro e nos próximos.

O aquecimento global é um dos principais fatores que tem intensificado o El Niño nesta temperada e, consequentemente, seus efeitos.

“Com certeza, o verão será muito quente, porque estamos com um El Niño de intensidade forte e, também, na fase positiva do Dipolo do Oceano Índico (fenômeno oceanográfico meteorológico que afeta o regime de chuvas e o clima na Ásia), contribuindo (para esse calor)”, disse Karina Bruno Lima, doutoranda em climatologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ao Estadão, em reportagem veiculada no mês passado.

São esperadas secas ainda mais intensas no Norte e no Nordeste, assim como mais temporais no Sul. Além disso, a união entre o efeito do El Niño e o verão – estação que já é, por si só, quente – deve intensificar ainda mais as ondas de calor extremo.

Os termômetros devem disparar e alcançar marcas próximas ou acima dos 40ºC 

Soldado do Exército e outros dois detidos em tumulto generalizado em Guarus

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146ª DP

Na noite deste domingo (10) um soldado do Exército e outros dois indivíduos foram detidos pela Polícia Militar após se envolverem em um tumulto na estrada da localidade de Brejo Grande, no subdistrito de Guarus, em Campos. A polícia não divulgou a razão que originou o tumulto.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes foram chamados para intervir em um tumulto. No local, constataram que aproximadamente 40 pessoas estavam envolvidas na briga. Três dos participantes, incluindo o soldado, alegaram ter sido agredidos. Dois deles foram levados ao Hospital Ferreira Machado (HFM), onde receberam atendimento e foram liberados.

O caso foi encaminhado à 146ª Delegacia de Polícia de Guarus. Um sargento do Exército compareceu à unidade policial para acompanhar o desdobramento da ocorrência.