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Carro pega fogo depois de bater em ônibus na BR-101, em Campos

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Foto: Divulgação

Na manhã deste domingo (30), um carro pegou fogo depois de bater em um ônibus na Rodovia Governador Mario Covas, na altura do km 400, na BR-101, em Campos. Uma pessoa pessoa ainda não identificada ficou ferida.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou socorro à vítima, que foi encaminhada ao Hospital Ferreira Machado. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde da vítima.

Segundo a concessionária Arteris Fluminense, a rodovia chegou a ser interditada nos dois sentidos, mas foi liberada e o fluxo foi normalizado.

Fonte: g1

OMS: 26 crianças se afogam por hora; prevenção evitaria 774 mil mortes

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Um maior investimento global em prevenção de afogamento evitaria a morte de até 774 mil crianças por esse tipo de ocorrência até o ano de 2050, segundo estudo de viabilidade divulgado na semana passada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Só em 2019, uma estimativa do órgão aponta para 236 mil mortes em todo o mundo relacionadas a afogamentos, o equivalente a 640 casos por dia.

O relatório, publicado por ocasião do Dia Mundial de Prevenção de Afogamentos, prevê que este investimento também poderia evitar quase 1 milhão de afogamentos de crianças não fatais, dos quais aproximadamente 178 mil teriam causado lesões graves com impacto na qualidade de vida das vítimas.

“Aplicar medidas preventivas eficazes, aumentando investimentos e promovendo a conscientização, desta forma, podemos salvar inúmeras vidas”, disse o especialista do departamento de Determinantes Sociais da Saúde da OMS, David Meddings. De acordo com as previsões do estudo, esse aumento do investimento no mundo deve se concentrar em fornecer serviços de cuidados infantis e ensinar noções básicas de natação para crianças em idade escolar como principais ações.

Meddings garantiu que ambas as medidas podem evitar prejuízos potenciais econômicos de mais de US$ 400 milhões (perto de R$ 2 bilhões) em países de baixa e média renda, onde ocorrem 90% dessas mortes por afogamento.

Ainda conforme o relatório, entre as vítimas, as crianças entre 1 e 9 anos de idade apresentam maiores taxas de afogamento, um fato que a OMS avalia como “alarmante” e que “destaca a necessidade de agir imediatamente para proteger as futuras gerações”.

RELATÓRIO MUNDIAL

A agência de saúde das Nações Unidas também já está preparando 0 primeiro relatório sobre a situação mundial de afogamentos, a ser apresentado em 2024. (Com agências internacionais)

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Mulher passa três dias percorrendo o esgoto para salvar filhotes de cães

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Uma mulher do Texas, EUA, dedicou três dias para percorrer os esgotos e salvar cães bebês em uma emocionante operação de resgate.

Callie Clemens liderou a missão com a ajuda de sua própria cadela e de alguns voluntários, após ouvir rumores de que havia cãezinhos abandonados nas estruturas subterrâneas.

Ela enfrentou cerca de oito horas no subsolo e mais de 20 horas na superfície, explorando cuidadosamente o local nos últimos dias, resultando no salvamento de pelo menos dois animais.

A situação dos animais abandonados em Houston tem gerado grande preocupação, com aproximadamente 1 milhão de cães e gatos vagando pelas ruas. A cidade não possui leis obrigatórias de esterilização e castração, o que agravou ainda mais o problema, conforme relatado pelo The Mirror.

As organizações responsáveis pelo resgate de animais na cidade alegam não terem capacidade para atender a todos os casos, deixando a solução nas mãos de cidadãos dedicados como Callie.

Diante dessa situação, Callie Clemens fundou a organização sem fins lucrativos ‘Paws Off the Street’ para enfrentar a crise dos animais de rua na região. Sua dedicação e empenho têm sido essenciais para resgatar e proteger esses seres indefesos que tanto precisam de ajuda.

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Mulher de 29 anos esfaqueada até à morte pelo namorado na Espanha

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Os Mossos d’Esquadra (polícia da Catalunha) detiveram, este domingo, um homem, de 34 anos, por ter alegadamente esfaqueado a namorada, de 29 anos, até à morte, em Barcelona. Segundo a imprensa espanhola, o crime ocorreu durante esta madrugada.

O alerta foi dado pelo suspeito, que ligou ao Sistema de Emergência Médica, ao chegarem ao local as autoridades declararam o óbito. 

O namorado da vítima foi detido no local por ser suspeito da prática do crime de homicídio e o caso está sendo investigado pela Divisão de Investigação Criminal de Barcelona.

De acordo com a estação Telecinco, o homem não tinha antecedentes criminais e não havia queixas de violência doméstica.

O Município de Barcelona convocou um minuto de silêncio para condenar o femicídio, com o objetivo de “sensibilizar a opinião pública” para o crime de violência.

De acordo com dados do Ministério da Igualdade, esta é a 31.ª mulher a ser assassinada pelo companheiro ou ex-companheiro na Espanha apenas este ano. São mais quatro do que no mesmo período de 2022. 

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Onda de calor na Califórnia leva urso a refugiar-se em jacuzzi

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Com a onda de calor que atinge o sul da Califórnia, nos Estados Unidos, uma ida até o jacuzzi é sempre uma proposta tentadora, até para um urso.

A polícia da cidade de Burbank respondeu a uma denúncia que dava conta do avistamento de um urso num bairro residencial. Acabou por encontrar o animal sentado no jacuzzi de uma piscina, nas traseiras de uma das habitações.

Após um breve mergulho, o urso trepou um muro e dirigiu-se a uma árvore localizada atrás da casa, informou a polícia num comunicado divulgado na sexta-feira. 

A autoridade citada divulgou, na rede social Twitter, um vídeo que comprova a história relatada – que pode ver na galeria acima. Tudo aconteceu num bairro que fica a cerca de 16 quilômetros a norte de Los Angeles e perto das montanhas Verdugo.

A polícia de Burbank emitiu alguns avisos para que os moradores evitem estes animais e mantenham todo o lixo e comida trancados, para desencorajar os ursos de irem até às suas residências.

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Custo global da crise do clima pode superar R$ 800 trilhões

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CLARA BALBI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “A era da ebulição global chegou.” A declaração, feita nos últimos dias pelo secretário-geral das Nações Unidas, o português António Guterres, talvez soe exagerada para alguns. Mas para quem acompanhou a onda de calor que tomou o hemisfério Norte neste mês, ela não tem nada de estapafúrdia.

A primeira semana de julho foi a mais quente desde 1979, com a temperatura média global batendo recordes consecutivos. Mais recentemente, cientistas de diversas entidades, incluindo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), anunciaram que o mês caminha para ser o mais quente já registrado, em parte consequência da intensificação do lançamento de gases do efeito estufa na atmosfera pelo homem.

Na Ásia, termômetros na China registraram marcas acima dos 50°C, e regiões da Coreia do Sul e do Japão, assim como do norte da Índia, foram atingidas por grandes inundações.

Nos Estados Unidos, rodovias se partiram ao meio, e operários da construção civil passaram a misturar pedras de gelo a massas de concreto para se certificar de que as vigas que fixavam não se rachariam ao secar, dando mostras de que materiais como ferro, aço e todo tipo de adesivo a base de polímeros que sustentam a arquitetura moderna não suportarão a alta das temperaturas. Em Phoenix, capital do Arizona, hospitais acolheram uma multidão de pacientes que se queimaram gravemente após caírem no asfalto.

O sul da Europa, na mesma toada, enfrenta algumas das temperaturas mais altas de sua história recente. Na Grécia, incêndios florestais levaram ao deslocamento de mais de 20 mil turistas, e, na Sicília, canos subterrâneos derreteram devido ao calor no asfalto, deixando mais de 500 mil pessoas sem energia. A justificativa da distribuidora foi de que operava em “condições excepcionais de emergência climática”.

As cenas, que mais parecem de filmes apocalípticos, convivem com discussões de curto prazo, como a repercussão dos desastres sobre o turismo, setor que responde por parte considerável do PIB de vários países europeus, ou o impacto sobre a produtividade dos trabalhadores. Lado a lado, elas ilustram não só a amplitude das consequências da crise do clima como os perigos que ela representa para a economia.

Estudos recentes buscaram traduzir esse impacto em números. Publicado em 2021 pela OMM, o “Atlas da Mortalidade e de Perdas Econômicas Causadas por Fenômenos Climáticos e Hídricos Extremos” estima que os mais de 11 mil desastres naturais associados ao clima entre 1970 e 2019 tenham gerado custos de US$ 3,64 trilhões (R$ 17,22 trilhões na cotação atual), com os valores aumentando década a década.

Já a firma de auditoria Deloitte, uma das maiores do mundo, projeta que, caso os padrões de emissão de carbono atuais sejam mantidos até 2070, as perdas globais totalizarão US$ 178 trilhões (R$ 841 trilhões).

Ainda assim, como a crise vem acompanhada de um efeito cascata, é difícil ter um panorama claro do que vem à frente, diz Fernanda Feil, professora de economia da UFF (Universidade Federal Fluminense). “Não consigo ver um aspecto da vida que não será prejudicado. Desde aquele que tem uma venda até grandes produtores”, diz ela, destacando que algumas das áreas mais atingidas serão agricultura e saúde pública.

Para o americano Bob Keefe, autor do livro “Climatenomics”, sem edição no Brasil, a dificuldade de calcular a dimensão dos efeitos do clima sobre a economia tem a ver com o distanciamento que o mercado mantinha do tema até pelo menos o início do milênio. Durante muitos anos, diz ele, as mudanças climáticas foram vistas como um problema ambiental, de justiça social ou de saúde, mas não econômico.

“É claro que elas ainda são tudo isso e que essas pautas são fundamentais. Mas não são causas com as quais o mercado se relaciona. A linguagem que ele entende diz respeito a oportunidades de se gerar riqueza, custos de não agir, além dos sinais que os governos dão ao estabelecer políticas públicas.”
Keefe defende que, mais do que a percepção dos custos da crise, são as chances de ganhar dinheiro com a transição para uma economia sustentável que podem representar a chave para uma revolução na área.

“Toda empresa quer baixar seus custos, incluindo os de energia. E hoje, sem dúvida, a energia mais barata que você consegue encontrar em escala, ao menos nos EUA, é a solar ou a eólica”, afirma ele. “Estamos falando de um mercado global de US$ 21 trilhões, segundo algumas estimativas. As empresas seriam tolas e estariam fazendo um desserviço a seus acionistas se não pensassem em como entrar nele.”

As projeções da Deloitte corroboram o raciocínio de Keefe. No mesmo relatório em que a empresa diz que manter as taxas de emissão de carbono nos níveis atuais implica perdas da ordem de trilhões, ela aponta que reduzi-las de modo a cumprir o Acordo de Paris, zerando as emissões até 2050 e limitando o aquecimento global a até 1,5°C, pode representar lucros de US$ 43 trilhões (R$ 203 trilhões).

Relatório deste ano do painel científico do clima da ONU, o IPCC na sigla em inglês, indica, no entanto, que para essa meta ser alcançada as emissões dos gases do efeito estufa precisariam ser cortadas em ao menos 48% até 2030, o que demandaria mobilização muito maior de políticos e da sociedade civil do que o visto até hoje –ainda que o mesmo documento ressalve que já temos a tecnologia necessária para tal.

Otimista, Keefe diz acreditar que é justamente o interesse do setor privado que pode fazer com que o tempo perdido seja recuperado quando se trata de combater a crise do clima. “Política pública importa, mas quando o mercado de inovação se engaja numa causa, a história muda. E ele agora está interessado.”

O americano afirma que sua esperança vem em parte da experiência cobrindo o setor de tecnologia como jornalista, área em que atuou por quase 25 anos. Ele lembra que ele e outros colegas não levaram Steve Jobs a sério quando o então CEO da Apple disse que qualquer um poderia carregar dezenas de músicas no bolso, uma referência àquilo que viria a ser o iPod. “Ninguém jamais previu essa velocidade de inovação. E vamos ver isso escalonar de modo antes impensável quando se fala de energia limpa.”

Já Feil, da UFF, afirma que evitar uma catástrofe climática demandaria disposição muito maior de governos para investir em mudanças estruturais, além de alterações no tabuleiro geopolítico.

“Não conseguiremos fazer a transição para uma economia sustentável dentro da lógica do capitalismo que transforma tudo em ativo financeiro, que faz da natureza uma commodity. E não adianta só um país fazer isso. Por isso a questão da redistribuição de riqueza é tão importante”, diz ela. “Seguimos querendo resolver o problema dentro do sistema que o causou. Nossas formas de fazer política, economia, precisam mudar. Até lá, tudo será pouco e tarde demais. Não há respostas individuais para problemas coletivos.”

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Explosão em comício político deixa ao menos 39 pessoas mortas no Paquistão

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ao menos 39 pessoas morreram e 130 ficaram feridas em uma explosão durante um comício na província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do Paquistão, neste domingo (30).

“Posso confirmar que no hospital há 39 mortos e 130 feridos, incluindo 17 pacientes em estado grave”, informou Riaz Anwar, representante local do Ministério da Saúde. O balanço foi confirmado pelo governador da província, de acordo com a agência de notícias AFP.

“Um funcionário do partido deveria discursar na área, mas, antes que ele chegasse, um explosão aconteceu”, disse à AFP Akhtar Hayat Gandapur, inspetor-geral da polícia da província de Khyber Pakhtunkhwa, que fica perto da fronteira com o Afeganistão.

O ataque foi dirigido contra o partido religioso conservador Jamiat Ulema-e-Islam (JUI-F), conhecido por suas ligações com o islamismo radical na antiga área tribal de Bajaur. O partido realizava uma reunião na cidade de Khar, como parte da preparação para eleições no final do ano.

O Paquistão tem observado um ressurgimento de ataques de militantes islâmicos desde o ano passado, quando um cessar-fogo entre o grupo Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP) e Islamabad foi rompido. No entanto, a maioria dos ataques recentes tem sido direcionada a forças de segurança.

O TTP, conhecido como o Talibã paquistanês, tem vínculos, mas não faz parte diretamente do mesmo grupo que tomou o poder no Afeganistão no ano passado. O grupo, formado por radicais que desejam substituir o atual governo por um regime islâmico linha-dura no Paquistão, tem realizado ataques cada vez mais constantes.

O Tehreek-e-Taliban Pakistan não é o único grupo a realizar ataques na região, que também tem sido alvo de uma nova frente do Estado Islâmico local.

O país também tem enfrentado um agravamento da situação de segurança desde que o Talibã retomou o poder no Afeganistão, em agosto de 2021. Além disso, crise econômica, inflação e desemprego vêm se avolumando e podem ter levado cerca de 350 migrantes paquistaneses a morrer em um barco que naufragou em junho, no litoral da Grécia.

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VÍDEO: Homem é agredido de forma brutal na Pelinca

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Vídeo circula nas redes sociais e mostra a confusão

Campos dos Goytacazes, RJ – Neste domingo (30), um vídeo chocante começou a circular pelas redes sociais, expondo uma cena de agressão protagonizada por pelo menos dois homens a um terceiro indivíduo próximo a estabelecimentos comerciais na movimentada Avenida Pelinca.

As imagens, que se espalharam rapidamente na internet, mostram uma sequência de socos e chutes desferidos pelos agressores contra a vítima, cujo estado de saúde ainda não foi divulgado pelas autoridades.

A razão por trás da briga permanece um enigma, deixando os internautas curiosos e indignados com a violência gratuita ocorrida em plena via pública.

RECLAMAÇÕES CONSTANTES
Os bares e restaurantes da Avenida Pelinca são conhecidos pontos de encontro na cidade, e a agressão aconteceu em um local de grande circulação, aumentando a preocupação da comunidade sobre a segurança no local.

Moradores da região reclamam da falta de fiscalização por parte do poder público no local, fazendo com que nos finais de semana cenas de baderna, som alto, brigas e uso de drogas sejam constantes no bairro.

CONFIRA O VÍDEO ABAIXO

 

Traficante é preso após efetuar disparos com arma em Campos

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Campos dos Goytacazes, RJ – Na madrugada deste domingo (30), policiais militares prenderam um homem não identificado portando uma pistola durante uma ação no Conjunto Habitacional de Lorena, na região de Quilombo, no Norte Fluminense.

De acordo com informações da Polícia Militar, os agentes foram alertados sobre diversos disparos na área. Ao chegarem ao local, abordaram o suspeito, que estava dentro de um veículo. Durante a revista no automóvel, os militares encontraram uma pistola calibre nove milímetros, contendo três munições intactas.

As investigações revelaram que o homem detido possui um histórico criminoso preocupante, com três passagens pela polícia pelo crime de homicídio, além de responder por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. Segundo as informações fornecidas pela própria polícia, o suspeito afirmou ser o “chefe do tráfico” na localidade de Ponta da Lama.

O detido e todo o material apreendido foram conduzidos à 134ª Delegacia de Polícia do Centro de Campos, onde permaneceu preso

Dois drones se chocam contra prédios em Moscou, em nova onda de ataques

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter derrubado três drones da Ucrânia no início deste domingo (30), que tentavam atacar a capital do país, Moscou.

Não houve feridos, mas dois prédios nos arredores do distrito empresarial de Moskva-Citi tiveram suas fachadas danificadas, disse o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin. Um dos prédios abrigava três ministérios do governo russo, além de apartamentos residenciais, segundo veículos de informação locais.

Placas de vidro que recobriam as construções foram estilhaçadas e escombros, espalhados na calçada abaixo depois que dois drones se chocaram contra eles. A área é conhecida por seus modernos arranha-céus.

Mesmo sem ter causado danos graves, a chegada de drones ucranianos à capital russa causa desconforto às autoridades. O episódio deste domingo é o mais recente de uma série de ataques com drones, incluindo contra o Kremlin e cidades russas perto da fronteira ucraniana. Outra tentativa similar, também em Moscou, aconteceu na última segunda -um dos dois artefatos usados foi derrubado perto da sede do Ministério da Defesa.

Depois do ataque de segunda, o vice-primeiro-ministro ucraniano, Mykhailo Fedorov, disse que haveria outros ataques de drones. A Rússia respondeu dizendo que preparava uma resposta dura contra Kiev.
Os voos no aeroporto Vnukovo, um dos três internacionais de Moscou, foram suspensos rapidamente devido ao incidente, de acordo com a agência de notícias estatal Tass. No início de julho, ataques de drones interromperam o tráfego aéreo no mesmo aeroporto.

Os dois drones foram derrubados neste domingo por equipamentos rádio-eletrônicos em Moskva-Citi. Outro foi abatido no ar sobre a área de Odintsovo, na região de Moscou, segundo comunicado.

Além deste ataque, a Rússia afirma ter interceptado outro feito por 25 drones da Ucrânia durante a madrugada na península da Crimeia, anexada pela Rússia. Ninguém ficou ferido e não houve danos.

“Dezesseis drones ucranianos foram destruídos pela defesa aérea”, disse o Ministério da Defesa. Os outros foram abatidos com equipamentos rádio-eletrônicos.
Kiev lançou uma contraofensiva no início de junho para retomar os territórios conquistados por Moscou –expressando a intenção de recuperar a Crimeia, anexada em 2014.

Também neste domingo, o presidente russo Vladimir Putin participou de um desfile de navios de guerra e submarinos nucleares em sua cidade natal, São Petersburgo. Segundo Putin, a Marinha russa receberá 30 novas embarcações neste ano.
Quarenta e cinco navios e submarinos participaram do Dia da Marinha da Rússia, demonstração que acontece anualmente. Cerca de 3.000 membros da corporação também participaram de um desfile em terra.

Quatro chefes de Estado africanos participaram do evento de domingo e cinco outros países africanos enviaram representantes, de acordo com o Kremlin.

Eles foram convidados após uma cúpula com a presença de líderes de países africanos que se encerrou em São Petersburgo na sexta (28).

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Laudo aponta lesões no rosto de Pedro após levar soco de preparador físico

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O atacante do Flamengo, Pedro Guilherme, passou por exame de corpo de delito após a agressão que apontou lesões no rosto e na boca, segundo a Polícia Civil. (leia mais abaixo)

O jogador foi agredido com um soco no rosto na noite deste sábado (29), em Belo Horizonte, após a vitória do rubro-negro sobre o Atlético-MG. A confusão aconteceu no vestiário do Arena Independência, na Região Leste de BH, onde o time carioca venceu por 2 a 1 pelo Brasileirão.

Após a agressão, ele foi à polícia e registrou um boletim de ocorrência contra o preparador físico do clube Pablo Fernández.

Pedro passou por exame de corpo de delito ainda na madrugada deste domingo (30) que constatou lesões leves na boca e no rosto. Com isso, foi feito um termo circunstanciado — que é feito quando o crime cometido é de menor potencial.

O preparador físico, segundo a polícia, também esteve na delegacia, mas foi liberado.

O que diz a Polícia Civil

Leia a íntegra da nota:

“Sobre a ocorrência de lesão corporal registrada nesta madrugada (30/7), ocorrida em um estádio de futebol, na capital, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa os envolvidos foram encaminhados e ouvidos por meio da Central Estadual do Plantão Digital. A vítima, de 26 anos, foi encaminhada ao Instituto Médico-Legal André Roquete (IMLAR) para realizar o exame de corpo de delito, onde foram constatadas lesões leves no rosto e na boca. Após as procedimentos de polícia judiciária, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), em que o envolvido, de 54 anos, assumiu o compromisso de comparecer à audiência perante o Juizado Especial Criminal para as medidas legais cabíveis, conforme previsão legal, foi liberado”.

Bacellar analisa gestão de Cláudio Castro e defende emendas impositivas

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Em entrevista exclusiva ao jornal O Globo neste domingo, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, fez um balanço de sua atuação à frente do parlamento e analisou os primeiros meses do mandato do governador Cláudio Castro.

Durante a entrevista, Bacellar destacou a importância da adoção de emendas impositivas para os parlamentares, seguindo o exemplo da Câmara dos Deputados. Essas emendas garantiriam que recursos sejam destinados a projetos indicados pelos legisladores, possibilitando a execução de demandas regionais.

Além disso, o presidente da Alerj pediu atenção especial do Palácio Guanabara aos aliados, especialmente à base do governo. Reforçou o compromisso de atuar politicamente em parceria com o governador Cláudio Castro, mostrando-se disposto a apoiar as ações do executivo estadual.

“O governador sabe que pode contar comigo. O governo tem tudo para voltar a ter o sucesso que alcançamos nessa primeira oportunidade (primeiro governo), que foi, de certa forma, muito curta. Tivemos apenas dois anos de administração. Mas ainda é o início de tudo. Eu acho que tem tudo para acertar”, afirmou Bacellar.

Essa entrevista promete trazer à tona importantes reflexões sobre a gestão estadual e a relação entre o Legislativo e o Executivo no Rio de Janeiro.

Confira a entrevista na íntegra:

Neste momento em que o estado enfrenta forte queda de arrecadação e já faz cortes em investimentos, os deputados planejam aprovar a implantação de emendas individuais impositivas. O senhor é a favor?

Eu sempre fui a favor das emendas, porque eu acho que esse é um direito do parlamentar. Independentemente da filosofia ou da questão partidária, é a maneira que ele tem de fazer política, é a maneira que ele tem de atender a sua base. Já colocamos na primeira discussão. Vou trazer de volta agora neste segundo semestre. Eu não vejo problema algum estarmos só discutindo. Qual a melhor forma? Qual o tamanho dessas emendas? Se vamos fazer uma vinculação restringindo onde elas serão aplicadas, para também não ficar meio solto? Mas eu posso dizer que, na minha opinião, enquanto deputado e presidente da Casa, eu sou favorável às emendas e a que os 70 deputados sejam contemplados independentemente de ser oposição ou base.

E, diante desse orçamento enxuto, como está a relação do Executivo com deputados estaduais e prefeitos?

Não sei se a palavra ideal é “difícil”. Até melhorou bastante. A gente tem hoje uma base muito sólida de deputados que entendem o momento atual, em especial orçamentário e financeiro do estado. Às vezes, na minha opinião, apesar de eu ser aliado do governo, eu não deixo de falar aquilo que entendo que é o melhor. Acho que o bom amigo não passa a mão na cabeça. Ele fala a verdade. Eu acho que falta um pouco mais de atendimento do governador, atender os aliados. Já deixei isso claro para ele. Inclusive, pelo que eu sei dos últimos meses, o governo começou a dar uma atenção maior ao parlamentar, até porque o deputado é o para-choque da população. É muito mais difícil chegar ao governador do que ao parlamentar. De certa forma, a relação está arrumada, mas já dei esse toque muito respeitoso de que o governador tem que sair um pouco da bolha e voltar para o mundo real. Então, o mundo real é o fato de ouvir mais a rua.

Ano que vem tem eleições municipais. Como pacificar essa relação em tempos de recursos escassos?

Ser muito sincero e objetivo. Eu não posso ter um saco com cem balas e prometer 150, porque a conta não vai fechar. Deixei isso claro para o governador, que a gente tem que chamar os prefeitos e falar: olha, a nossa realidade há um ano ou há dois anos era essa, e eu consegui te prometer isso. Mas a realidade mudou. Assim, do “X” que eu te prometi, agora eu só posso te entregar “Y”. Ser firme e muito direto e não contar história, para que o prefeito possa fazer a sua política lá na ponta, e a população possa ser atendida.

Mas isso tem afetado a administração?

Acho que a gente nunca pode deixar que o processo eleitoral prejudique o governo e o cidadão. Já deixei isso alertado ao governador, que tem pensado nas eleições de 2026 (pleitos estaduais e para o Congresso). Entendo que a gente pode até começar a falar das eleições municipais de 2024, porque serão a pouco mais de um ano. Mas, com apenas seis meses de um novo mandato, um governo só pensar e falar de 2026 vira loucura. Tem que tomar muito cuidado com isso e fazer as entregas prometidas, porque eleição se faz realizando, cumprindo, fazendo alianças sólidas e, acima de tudo, não se esquecendo de quem está caminhando com a gente desde o início. Sem isso, não se elege. A gente tem muito problema para resolver até 2026. Tem muita entrega para fazer de modo que a população se sinta mais realizada e satisfeita para, aí sim, a gente poder pensar em eleição. Tem muito secretário que ainda precisa acordar e entender que aquele pedaço ali (secretaria), aquele feudo, não é dele e, sim, de um governo.

Qual a avaliação que o senhor faz do governo Cláudio Castro?

Eu acho que é só trazer um pouquinho o trem para o trilho, fazer aquilo que a gente fez muito bem naqueles dois anos após o impeachment (de Wilson Witzel), que é cuidar da população e estar mais presente na rua. Percorrer o estado como um todo e entregar, sem falsas promessas, resultados. Sendo firme, direto e objetivo, porque eu acho que muitas das vezes, em um estado combalido como o nosso nesses últimos 20 anos, fazer o básico é muito melhor do que pensar grande demais. O governador sabe que pode contar comigo. O governo tem tudo para voltar a ter o sucesso que a gente desempenhou nessa primeira oportunidade (primeiro governo), que de certa forma foi muito curta. A gente teve apenas dois anos de administração. Mas ainda é o início de tudo. Eu acho que tem tudo para acertar. Vamos deixar um pouco o processo eleitoral do lado e pensar em trabalhar e entregar na ponta (população), porque vai dar certo.

Além das emendas impositivas, quais pautas serão prioritárias neste segundo semestre?

As que vão ao encontro exatamente da questão da queda de arrecadação do estado. A volta aos trabalhos da Casa vai justamente neste sentido, de a gente reorganizar a questão de diversos fundos que o estado possui, como os da Polícia, dos Bombeiros e do Meio Ambiente. Enfim, porque não é escondido para ninguém que a gente teve uma queda brutal de arrecadação no estado. O Rio não pode parar de fazer investimentos, sob pena de a gente pagar um preço ainda maior pela recessão econômica. Acredito que o grande desafio é, junto com esse desejo nacional pela Reforma Tributária e a baixa das taxas de juros, deixar o estado mais pujante, ter dinheiro não só para manter os salários em dia e para tocar a máquina, mas também para permitir investimentos.

O Executivo fez algum pedido especial para a Alerj?

Nossos técnicos de Orçamento e Fazenda, junto com o governador Cláudio Castro, fizeram uma reunião no Palácio Guanabara para falar dessa questão dos fundos. Há um entendimento de que o governo vai mandar matérias para cá no sentido de flexibilizá-los, justamente para a gente ter um respiro orçamentário melhor. E, assim, para que a gente consiga cumprir as metas de investimentos no estado.

(A flexibilização dos fundos — cujos recursos só podem ser aplicados em determinada área — permite remanejamentos e pode gerar um reforço de caixa de cerca de R$ 6 bilhões este ano).

O senhor trocou o PL pelo União Brasil. Sobre a eleição do ano que vem, o que defende para o partido na capital?

Não tem um nome ainda acertado no partido, mas cresce a ideia de trazer Rodrigo Amorim para o União Brasil e lançá-lo candidato a prefeito do Rio. Amorim é um dos colegas mais capacitados que a gente tem aqui na Casa, não é à toa que ele é o presidente da principal comissão da Casa, a de Constituição e Justiça (CCJ). É importante para a gente ganhar. Vejo com bons olhos o União Brasil ter uma candidatura própria. Mas também estamos conversando com o PL. Tenho conversado com diversos outros partidos, a gente tem que pensar política macro, e não de maneira umbilical. Tenho um carinho e uma amizade com o prefeito Eduardo Paes, sempre deixo isso muito claro. Mas acho que a gente tem que pensar política para todos e não só para um feudo. Assim é crítica.

O fortalecimento do União Brasil no estado amplia a participação no governo? Vai negociar alguma pasta?

Acho que o União Brasil está muito bem contemplado no governo. Já é a base do núcleo duro do governador Cláudio Castro e não existe pleito nesse sentido.

A polarização política das eleições do ano passado ainda permanecerá no Rio em 2024?

Eu não tenho dúvida. O Rio ainda é muito Bolsonaro, muito direita. Claro que o PT e a esquerda vão tentar avançar nesse processo eleitoral. Na minha opinião, o que se avizinha no Rio ainda é o centro-direita sendo vitorioso.

Como o senhor vê o terceiro governo de Eduardo Paes?

É um cara por quem eu tenho um carinho e respeito. É trabalhador, mas, muito respeitosamente, tem que só trazer um pouco mais a classe política para perto dele. E parar de ser o político e o prefeito só da cozinha dele. Se ele me permite esse pitaco, um pitaco para o bem, a hora que ele fizer isso, o prefeito do Rio conseguirá ter uma roupagem melhor. Ele está fazendo um trabalho, mas de certa forma também está correndo muito sozinho. É importante a gente debater, ouvir outras ideias, outros nomes, para a gente decidir lá na frente, com mais segurança, o que é melhor para o futuro, não só no município do Rio como também do estado.

Idoso morre dentro ambulância após esperar por atendimento em hospital

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um idoso de 74 anos morreu neste sábado (29) dentro de uma ambulância após esperar por atendimento na porta do HC-UFU (Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlância), em Minas Gerais.

Eurípedes Roberto Faria passou mal na noite de sexta-feira (28) e foi levado pela família na UAI (Unidade de Atendimento Integrado) São Jorge. No local, após realizar exames, os médicos disseram que a suspeita era de princípio de infarto.
Com a gravidade do caso, a equipe médica solicitou a transferência do paciente para o Hospital das Clínicas.

A reportagem do UOL procurou o HC e o governo de Minas, mas não obteve resposta. À MGTV, o HC-UFU expressou em nota solidariedade á família da vítima e afirmou que o hospital convive com superlotação constante.
A UdiCor Gestão em Saúde, responsável pela ambulância do idoso, disse que o hospital afirmou que estava lotado e não tinha condições de receber o paciente.

A solicitação de transferência ocorreu às 1h30 da madrugada e o paciente chegou às 2h38 no HC, segundo nota enviada pela empresa responsável ambulância.

O idoso ficou quase quatro horas dentro da ambulância aguardando atendimento.

Abaixo, a UdiCor enviou um a nota ao UOL sobre o caso:
“O paciente permaneceu na ambulância assistido pela equipe UdiCor, monitorizado e com todo suporte necessário. Após várias tentativas de desembarque para admissão do paciente, às 5h11 o mesmo evoluiu com parada cardiorrespiratória dentro da ambulância, foram aplicadas todas as manobras de atendimento, após 40 minutos o mesmo veio a óbito constatado pelo médico socorrista às 5h56min da manhã.”

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Homem que queria ser cão deu 1.º passeio em público

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Ao fim de um ano após ter se apresentado ao mundo, Toko-san deu, finalmente, o seu primeiro passeio em público. O japonês, que gastou mais de 70 mil reais numa fatasia de cão da raça collie, já tinha passeado na rua no conforto do seu quintal, mas, agora, decidiu aventurar-se no ‘mundo real’.

Num vídeo publicado na sua página do YouTube no dia 21 de julho, Toco, como é conhecido, mostrou-se realizando atividades típicas de um cão, entre elas rebolar no chão, cheirar outros cães e até mesmo ser passeado pela ‘tutora’.

A primeira saída oficial do japonês ocorreu na sequência de uma entrevista concedida ao canal alemão RTL, segundo a descrição do vídeo.

“Tornei-me um collie, concretizando um sonho que tinha desde criança de ser um animal!”, explicou Toco, nas mesmas imagens.

Apesar de se mostrarem curiosos, os outros cães afastavam-se rapidamente de Toco, não sendo claro se percebiam que não se tratava de um cão ‘real’.

Contudo, Toco pareceu ser bem recebido pelos transeuntes, que o interpelavam e apresentavam aos próprios pets.

Conforme contou ao Daily Mail, no ano passado, o japonês decidiu esconder a sua identidade por ter medo de ser julgado tanto por colegas, como pelos amigos.

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Guerra à Barbie? Deputada russa diz que boneca "promove propaganda LGBTQ"

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O novo filme dedicado à boneca sensação da Mattel ‘Barbie’ tem conquistado o mundo, incluindo a população russa, apesar de nem sequer estar em exibição no país devido às sanções ocidentais. Ainda assim, uma deputada da câmara baixa do parlamento daquele país apelou para que o brinquedo seja retirado do mercado russo, criticando o filme por considerar que está a “importar questões LGBTQ+ para a Rússia”.

“O que vemos [no filme]: gays, travestis, mulheres que dominam o mundo. Não há dúvida de que uma união entre um homem e uma mulher [é o correto]. A nossa tarefa é promover as nossas imagens”, disse Maria Butina, membro do Comitê da Assembleia Nacional da Duma para os Assuntos Internacionais, em entrevista ao canal Duma TV, publicada este sábado.

Nessa linha, a parlamentar que, em 2018, foi formalmente acusada de ser uma agente secreta russa nos Estados Unidos, defendeu que a empresa Mattel e a própria boneca devem ser retiradas do mercado russo, uma vez que, na sua ótica, estão a “importar questões LGBTQ+ para a Rússia”.

“Sou categoricamente contra a comercialização nas nossas lojas de bonecas, por exemplo, de pessoas transgénero, ou bonecas que promovam relações entre pessoas do mesmo sexo”, reforçou, em declarações à agência russa RIA.

Ao mesmo meio, Butina salientou que o governo deveria focar-se na aquisição de bonecas fabricadas na Rússia para as creches do país que, ao contrário da Barbie, tenham a “mensagem certa”.

Para a responsável, as bonecas da Mattel “são o motor da propaganda LGBTQ+”, sendo inaceitáveis à luz da lei assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013, que proibia a disseminação de ideias sobre aquela comunidade entre crianças.

Mas esta não é a primeira parlamentar contra a Barbie. Vitaly Milonov, também ele deputado da Duma russa, proclamou, em entrevista ao El Mundo, a “toxicidade” da boneca norte-americana, apontando que a cultura russa é “rica” em personagens dignas de maior atenção.

“É uma boneca pin-up americana, um bocado tola para a tradição russa, diferente dos meninos e meninas que são considerados ‘bons’ no nosso país”, disse, na época.

Na verdade, em 2019, Milonov tentou proibir as Barbie sem características femininas ou masculinas, que caracterizou como “bonecos anormais”. Alertou, inclusivamente, que quem vendesse estas bonecas deveria ser preso por atos de perversão contra crianças, além de ter sugerido que quem reportasse os locais de venda fosse recompensado com um “distintivo”. Acontece que estas bonecas nem sequer foram comercializadas no país.

Sublinhe-se ainda que, em 2002, o Ministério da Educação da Rússia incluiu a Barbie numa longa lista de personagens do imaginário infantil ocidental banidas no país, alegadamente devido aos efeitos nocivos que teriam nas mentes das crianças, reportou o The Guardian.

Na altura, a ‘guerra’ contra a Barbie devia-se à noção de que a boneca estava a despertar a sexualidade dos mais novos, bem como a encorajar o consumismo.

Nesta lista estavam também as figuras e cartas Pokémon, fazendo recordar as proibições durante a era soviética.

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Idoso é agredido pelo vizinho por não responder a "bom dia"

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Um idoso de 75 anos conseguiu uma medida cautelar contra o próprio vizinho após ter sido agredido por ele dentro do prédio em que ambos moram em São Vicente, no litoral de São Paulo.

O caso remonta ao início de junho, quando a vítima sofreu uma agressão por não ter respondido a um “bom dia” dito pelo vizinho.

Após o incidente, o idoso entrou com um pedido de medida cautelar contra o vizinho, que lhe foi concedido no dia 20 de julho. “Desta vez foi demais. Pode agredir-me, mas eu não permito”, relatou a vítima, citada pelo jornal de Brasília este sábado.

De acordo com o documento, o vizinho deve manter uma distância mínima de 50 metros do idoso.

Apesar da decisão do tribunal, a vítima continua com receio de sair de casa. “Não me sinto seguro. É só um papel”, afirmou.

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Homem condenado por alvejar e matar criança durante jogo numa escola

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Um homem no estado da Nova Jersey foi considerado culpado pelo homicídio de uma criança de 10 anos, na quinta-feira (27), depois de um tiroteio durante um jogo de futebol americano escolar em que atingiu duas outras pessoas.

O incidente ocorreu no dia 15 de novembro de 2019, quando Alvin Wyatt, de 35 anos, abriu fogo na escola de Pleasantville, em Nova Jersey. Os disparos atingiram um homem e duas crianças, sendo que uma delas, Michah Tennant, foi baleada no pescoço enquanto assistia ao jogo com a mãe e a irmã.

Tennant acabaria por morrer cinco dias depois, horas antes de um jogo do Philadelphia Eagles, uma equipe de futebol americano, que prestou uma homenagem à criança.

Morte de criança baleada foi recordada antes de um jogo de futebol americano© Jonathan Newton/The Washington Post via Getty Images  

Segundo a Fox News, citando o processo, Wyatt tinha intenções de atingir o homem que ficou ferido, contando em tribunal que o indivíduo tinha disparado contra ele três semanas antes do incidente. O atirador explicou ainda que, quando estava chegando ao jogo, viu novamente o homem que, alega, tê-lo ameaçado.

Alvin Wyatt afirmou que viu uma arma no cinto da vítima e disparou, declarando que o fez em legítima defesa após ver o homem colocando a mão no revólver. As autoridades confirmaram que o homem atingido tinha uma arma, mas não disparou.

Essa vítima, que ficou obrigada a andar de cadeiras de rodas, declarou-se culpado por um crime de tentativa de homicídio.

Wyatt foi condenado ainda por dois crimes de tentativa de homicídio e três crimes de posse ilegal de arma. A sua sentença será anunciada no dia 11 de setembro, estando em cima da mesa a hipótese de pena de prisão perpétua.

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Drone flagra possível incendiário em incêndio na Itália

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Um ‘novo’ agente ajudou a polícia italiana a apanhar um possível incendiário, depois de as autoridades locais terem começado a usar drones para detectar criminosos na região da Calabria.

Os drones, com câmaras de alta resolução com capacidade térmica, passaram a fazer parte das medidas aplicadas pelas autoridades para procurar amenizar os estragos já consideráveis dos incêndios na região.

O sul de Itália tem sido uma das zonas do sul da Europa mais afetadas pelos fogos florestais, a par das ilhas gregas.

O vídeo captou um homem saindo de uma zona onde um fogo começava a deflagrar. O suspeito percebe que está sendo visto, e é apanhado a atirando pedras na direção do drone, sendo que as imagens foram divulgadas pela polícia.

A police drone captured a suspected arsonist on Monday in the Calabria region in southern Italy, amid widespread wildfires in the country’s biggest islands, Sicily and Sardinia. https://t.co/OEvYUn4hxI pic.twitter.com/ujIHRWHeLB

— CBS News (@CBSNews) July 27, 2023

O homem, um residente local de 47 anos com um histórico de crimes pouco graves, foi localizado num celeiro isolado. As ações foram duramente criticadas pelo governador da região.

“A Calabria é uma região civilizada, mas também tem imbecis que ateiam fogos nas florestas, como este incendiário apanhado ontem. De onde é que ele veio, das cavernas?”, questionou Toberto Occhiuto, num vídeo compartilhado nas redes sociais e citado pela NBC News.

O governador acrescentou que a polícia mobilizou 30 drones, num esforço para detectar mais potenciais suspeitos.

Apesar de vários fogos começarem de forma criminosa, a maioria dos incêndios florestais registados neste verão são provocados pelas alterações climáticas, potencilizadas pela ação humana no ambiente, que se refletem em temperaturas extremas e ventos fortes.

Pelo menos quatro mortes foram já registradas na Itália devido aos incêndios, mas a Algéria é, de longe, o país mais afetado pelos fogos, com pelo menos 34 pessoas morrendo na sequência dos fogos .

Além dos fenômenos meteorológicos extremos destes últimos dois meses, as Nações Unidas declararam na quinta-feira que julho foi o mês mais quente alguma vez registrado, e o secretário-geral, António Guterres, declarou que o mundo passou para uma fase de “ebulição global”.

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Ataque raro de baleia orca contra tubarão é registrado

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Um vídeo gravado no Golfo da Califórnia, nos Estados Unidos, mostra um grupo de baleias orcas (Orcinus orca), também chamadas baleias assassinas, atacando um tubarão-baleia, a maior espécie conhecida de tubarão. A vítima aparentemente morre depois de ser atacada na barriga.

A filmagem foi feita em abril por James Moskito, presidente da operadora de turismo oceânico Ocean Safaris, que promove o encontro entre humanos e animais marinhos. Ele só divulgou as imagens no Youtube em 29 de junho.

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Em entrevista ao site de divulgação científica Live Science, Moskito narrou o episódio, ocorrido durante uma expedição aquática. Ele contou ter visto um tubarão-baleia de 8 metros de comprimento logo abaixo dele, a cerca de 1,8 metro de distância.

“As baleias assassinas começaram a chegar e, de repente, elas começaram a morder a parte de baixo (do tubarão)”, disse Moskito ao site. “Acabou literalmente em questão de segundos”, definiu o empresário.

“Elas chegaram, morderam a parte de baixo do tubarão-baleia. Parece que comeram o fígado e, então, o tubarão-baleia simplesmente caiu e desceu, sem se movimentar – presumo que estivesse morto”, narrou.

Devido ao trabalho, Moskito conhece os animais que vivem na região, e identificou uma das baleias que participaram do ataque ao tubarão. Ele chama o animal de Montezuma.

“Ele é uma baleia assassina conhecida e, desta vez, estava com um grupo diferente”, contou. “Ele não estava com seu grupinho de sempre. Ele foi meio que o instigador das coisas, embora o vídeo mostre uma fêmea mordendo (o tubarão-baleia), não o macho.”

Procuradoria do Trabalho abre inquérito para investigar explosão que matou 8 no Paraná

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CATARINA SCORTECCI
CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) – A Procuradoria do Trabalho de Cascavel instaurou nesta quinta-feira (27) um inquérito civil para apurar eventuais responsabilidades na explosão de armazéns de grãos da unidade em Palotina, no Paraná, da cooperativa C.Vale. A explosão, no final da tarde de quarta (26), deixou ao menos oito trabalhadores mortos, além de 11 feridos. Uma pessoa continua desaparecida.

Entre os oito mortos, sete são haitianos, que atuavam na cooperativa como trabalhadores avulsos. Eram chamados de “safristas”, em função do vínculo com o período da safra de grãos. Além das circunstâncias do acidente, a investigação do MPT-PR (Ministério Público do Trabalho do Paraná) vai verificar se havia obediência às normas trabalhistas.

Os haitianos eram contratados pela cooperativa por meio do Sintomege, que é o Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral de Toledo. Nesta sexta-feira (28), a reportagem entrou em contato com o sindicato, mas não recebeu resposta até a publicação deste texto.

Procurada, a C.Vale disse à Folha de S.Paulo que as contratações de trabalhadores avulsos estão de acordo com a lei 12.023/2009 e que todos “passaram pelos treinamentos sobre os procedimentos obrigatórios de segurança e de operação”.
No Paraná, a empresa já foi alvo de investigação do MPT por causa da morte de um trabalhador durante serviço no início de 2021. A vítima fazia limpeza de um silo com soja na unidade de Umuarama da cooperativa, a menos de 100 km de Palotina.

O acidente gerou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado entre o MPT e a C.Vale em março deste ano. Em uma das cláusulas, a cooperativa fica obrigada a pagar R$ 150 mil em indenização por danos morais coletivos.

A parcela está prevista para este mês de julho. O dinheiro deve ser destinado a “projetos sociais de interesse da coletividade local”. A C.Vale disse que está cumprindo o TAC.

Outra cláusula determinava que a C.Vale ficava obrigada a “acompanhar e exigir a implementação das medidas de segurança e saúde dos trabalhadores do sindicato profissional contratado para as atividades de movimentação de mercadorias, provendo os meios e condições para que eles possam atuar em conformidade com a Norma Regulamentadora 33 do Ministério do Trabalho e Previdência Social”.

A norma regulamentadora 33 rege as atividades em ambientes confinados, como o trabalho em armazéns de grãos, por exemplo.

Em nota nesta sexta, o MPT afirmou que, além de apurar as responsabilidades e adotar as providências cabíveis sobre o acidente em Palotina, também vai “determinar a correção do processo de trabalho, a fim de evitar futuros acidentes”. “O MPT, a partir deste caso, iniciará esforço concentrado para a verificação da situação dos demais silos, desta e de outras empresas.”

A deputada federal Carol Dartora (PT-PR) também disse nesta sexta que vai pedir para a Comissão de Migrações e Refugiados da Câmara uma visita técnica ao local da explosão. “População migrante no Paraná existe e está exposta em trabalho insalubres ou alta periculosidade.”

O acidente em Palotina atingiu quatro silos, que armazenavam 12 mil toneladas de soja e 40 mil toneladas de milho. De acordo com equipes do Corpo de Bombeiros, as vítimas foram encontradas nos túneis subterrâneos ligados aos silos.
A Polícia Civil do Paraná instaurou um inquérito para apurar o caso logo após o acidente.

A C.Vale é uma cooperativa agroindustrial -produção de soja, milho, trigo, mandioca, leite, frango, peixe e suínos- com atuação no Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Paraguai.

As unidades da empresa no Brasil empregam 541 trabalhadores estrangeiros. Do total, segundo a cooperativa, há 303 haitianos como colaboradores efetivos. A maior parte dos trabalhadores do Haiti atua em frigoríficos de frangos.
Os sete haitianos e o único brasileiro entre os mortos em Palotina -Saulo da Rocha Batista, 54- foram velados e enterrados nesta sexta. As vítimas do Haiti são Reginald Gefrard, 30, Jean Ronald Calix, 27, Michelete Louis, 41, Jean Michele Joseph, 29, Eugênio Metelus, 53, Donald St Cyr, 27, e Alfred Lesperance, 44 anos.

Um trabalhador de origem haitiana segue desaparecido desde a explosão.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse que tomou conhecimento com pesar das explosões. “Ao transmitir sua solidariedade às famílias das vítimas, o governo brasileiro coloca-se à disposição das autoridades haitianas para prestar a assistência cabível, bem como para buscar e fornecer todas as informações relativas ao incidente”, diz a pasta.

‘BRASIL SE TORNOU O DESTINO POSSÍVEL’
O professor Lineker Nunes, que concluiu neste ano sua tese de doutorado pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) sobre a migração haitiana no Paraná e sua relação com o trabalho, explica que o Brasil se tornou o destino possível para haitianos, “e não o destino desejado, muitas das vezes”.
“A maioria das pessoas associa a vinda dos haitianos apenas ao terremoto de 2010, mas também há um contexto econômico naquele ano favorável ao Brasil e as restrições para outros destinos, com o enrijecimento das fronteiras dos EUA e países europeus.”

O pico deste fluxo migratório dos haitianos para o Brasil, segundo ele, ocorreu entre os anos de 2010 e 2017. “Hoje ele continua acontecendo, mas o fluxo principal atual é de venezuelanos”, observou ele.

“Em 2010, o Brasil vivia o boom das comodities e os brasileiros estavam menos interessados em determinados trabalhos, como em frigoríficos e trabalhos correlatos. Então, a rede migratória começa com a presença dos haitianos no Norte do Brasil, mas houve representantes da agroindústria que alugaram ônibus para esses migrantes viajarem para o Sul do Brasil para trabalharem nestas atividades”, disse o professor.

Segundo ele, atividades na agroindústria se tornaram “de inserção mais rápida” no mercado de trabalho, diante de dificuldades como língua e revalidação de diplomas.

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