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Homem é preso furtando fios de cobre na Avenida Pelinca

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Na tarde deste domingo (9) um homem de 39 anos, identificado pelas iniciais M.D.M., foi preso por agentes da Operação Segurança Presente, após furtar fios de cobre, na Avenida Pelinca, na área central de Campos.

Os agentes foram abordados por transeuntes, que informaram que havia um suspeito furtando fios de cobre e tubos. Imediatamente os agentes realizaram buscas e localizaram o suspeito. Durante a revista, os agentes encontraram o material furtado.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e o suspeito foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde foi enquadrado no artigo 155 (furto), permanecendo preso.

Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Drogas são apreendidas na Penha e no Parque Cidade Luz

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Neste domingo (9) a Polícia Militar apreendeu drogas na Penha e no Parque Cidade Luz, em Guarus. Ninguém foi preso nas duas ações.

PENHA

Durante à tarde, drogas foram apreendidas na Rua Joca Castro, na Penha. Ninguém foi preso.

Com o intuito de coibir o tráfico de drogas, os agentes realizaram uma patrulha pelo local quando avistaram um homem que fazia venda de material entorpecente. Ao avistar a viatura, o suspeito empreendeu fuga correndo para o interior de uma escola.

Durante a perseguição, o mesmo arremessou uma sacola transparente e fugiu. A sacola foi recuperada e nela continha, 42 pinos de cocaína, 12 buchas de maconha e mais de 16 sacolés de cocaína.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde o caso foi registrado.

Foto: Divulgação Polícia Militar

GUARUS

Já durante a noite, drogas também foram apreendidas na Rua 7 com a Rua 9, no Parque Cidade Luz, em Guarus.

Durante patrulhamento, os agentes avistaram uma movimentação no final da rua, ao chegarem no local, os suspeitos fugiram ao avistar a viatura.

Buscas foram realizadas e os policiais conseguiram apreender 8 buchas de maconha e 7 frascos de lança perfume.

Todo o material foi apreendido e encaminhado para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde o caso foi registrado.

Mulher é assassinada em São Francisco de Itabapaona

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147ª DP/Foto: Reprodução

Na madrugada desta segunda-feira (10) uma mulher foi assassinada na Rua 10 de Junho, em Santa Clara, em São Francisco de Itabapaona. O ex-companheiro da vítima, é o principal suspeito.

De acordo com a Polícia Militar, os policiais foram acionados para verificar uma vítima que havia sido atingida por disparos de arma de fogo. Ao chegar no local, a mulher identificada como Priscila de Souza Gomes, de 28 anos ainda estava viva. O Resgate Municipal foi acionado, porém a vítima não resistiu ao ferimentos e morreu no local.

Testemunhas informaram aos agentes que o autor dos disparos, era o ex-marido da vítima e contaram como ocorreu o crime. Priscila estava bebendo em uma casa com amigos e com o suspeito, quando houve uma briga entre ela e o homem.

Ainda de acordo com as informações das testemunhas, o suspeito teria mostrado uma arma que estava na cintura e a mulher teria jogado a arma e o celular dele no chão. O grupo então deixou a residência, mas foi seguido pelo homem em um carro. O suspeito sacou a arma e efetuou os disparos contra a vítima. Logo depois, o suspeito fugiu do local.

Na casa do acusado que é um agente de trânsito da Empresa Municipal de Trânsito, os policiais conseguiram apreender seis munições de calibre 32 e no quintal da casa, encontraram um cheque no valor de R$ 3.600 dentro da capa de um celular.

Já no local do crime, a perícia arrecadou 11 cartuchos deflagrados calibre 380 e mais duas munições intactas do mesmo calibre.

Todo o material foi apreendido e o feminicídio foi registrado na 147ª Delegacia de Polícia de SFI.

Dalai Lama pede desculpa após pedir a menino para lhe "chupar a língua"

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O líder espiritual do Tibete, Dali Lama, emitiu um pedido de desculpas nesta segunda-feira, após um vídeo viralizar nas redes sociais no qual ele beija uma criança e faz um comentário inapropriado pedindo que ela chupe sua língua.

O incidente teria ocorrido no final de fevereiro, no templo de Dalai em Dharamshala, na Índia, diante de uma audiência de cerca de 100 estudantes que teriam concluído seus estudos na M3M Foundation, como relatado pelo The Guardian.

Nas imagens, que geraram indignação nas redes sociais e estão disponíveis na galeria acima, o Dalai Lama é abordado por um menino, que pergunta se pode abraçá-lo. O renomado monge budista, de 87 anos, inicialmente gesticula em direção à bochecha, mas em seguida beija o menino na boca e faz um comentário inadequado, convidando-o a “chupar sua língua”, enquanto coloca sua língua para fora e encosta testa com testa na criança. O menino replica o gesto antes de se afastar, enquanto o Dalai Lama o puxa para outro abraço, entre risos.

Diante dessa interação, considerada pelos internautas como “perturbadora”, “inapropriada” e “repugnante”, o escritório do líder espiritual emitiu um comunicado alegando que seu comportamento foi “inocente e brincalhão”, ao mesmo tempo em que pediu desculpas ao menino e à sua família “pela possível angústia causada por suas palavras”. O comunicado ainda afirmou que “Sua Santidade frequentemente interage de forma inocente e bem-humorada com as pessoas que conhece, mesmo em público e diante das câmeras. Ele lamenta o incidente”, conforme divulgado nas redes sociais.

No entanto, muitos questionaram por que o comunicado não mencionou o pedido inadequado feito pelo Dalai Lama, reforçando que seu comportamento foi “doentio” e “predatório”.

Uma petição intitulada “Salvem as crianças do Dalai Lama – vamos combater o abuso infantil” foi criada na plataforma Change e, até a data deste artigo, já conta com 433 assinaturas, de uma meta de 500.

É importante destacar que, na cultura tibetana, mostrar a língua é uma saudação tradicional considerada um sinal de respeito.

 

 

pic.twitter.com/vlmUbI4vqz

— Dalai Lama (@DalaiLama) April 10, 2023

Leia Também: Brasileira de 19 anos pode ser executada em Bali por ter cocaína na mala

Momento curioso: Alce visita hospital e vira sensação na web; veja

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Um vídeo compartilhado pela equipe médica mostra o jovem animal passeando na entrada do hospital enquanto os seguranças tentam isolá-lo e levá-lo para fora do local.

 
“Compartilhamos o incrível trabalho do nosso Departamento de Segurança e, para aqueles que estão se perguntando: ‘Como se retira um alce de um prédio?'”, começam os responsáveis do hospital. “Com muito incentivo e uma distância segura, é claro”, continuam.

Apesar da entrada inesperada, o hospital explicou que o animal estava calmo e “comendo as plantas da entrada”.

Após 15 minutos de incentivos das pessoas envolvidas, o alce finalmente saiu do local. “Ele se cansou de todos olhando para ele e saiu”, concluiu o diretor de segurança, citado por publicações locais.

Veja o momento na galeria acima.

 

Brasileira de 19 anos pode ser executada em Bali por ter cocaína na mala

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Manuela Farias, de 19 anos, natural de Florianópolis, pode enfrentar a pena de morte por esquadrão de fuzilamento após ter sido pega com cocaína na mala e ser acusada de tráfico de drogas pelas autoridades indonésias. A detenção ocorreu em Bali, em janeiro, quando a jovem desembarcou no país após passar por aeroportos no Brasil e no Qatar sem ter qualquer interação com a polícia.

A Indonésia possui leis extremamente rigorosas contra o tráfico de drogas, com a pena de morte ou prisão perpétua como possíveis sentenças para os envolvidos, independentemente da quantidade de drogas encontrada. Neste caso, a acusação já solicitou a pena de morte para Manuela.

A defesa da brasileira alega que ela está sendo usada como “bode expiatório”, com seu advogado informando ao site g1 que um gangue a auxiliou na viagem, prometendo-lhe a oportunidade de rezar pela mãe em um templo budista. O advogado acrescenta que a mãe de Manuela está internada após ter sofrido um acidente vascular cerebral.

O gangue também teria prometido à jovem, que trabalha como vendedora de lingerie e perfumes, aulas de surf em Bali, famoso destino turístico na Indonésia.

As autoridades diplomáticas brasileiras na Indonésia afirmaram que estão acompanhando o caso e mantendo contato com as autoridades locais. O governo brasileiro informou ao g1 que o Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil em Jacarta, está prestando a assistência consular necessária à cidadã brasileira, em conformidade com os tratados internacionais e a legislação local.

Enquanto isso, a família de Manuela Farias criou uma página de arrecadação de fundos para que a jovem possa contar com uma equipe de defesa mais forte e experiente em sua luta legal.

Dois corpos são encontrados nos escombros de edifício em Marselha

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Dois corpos sem vida foram encontrados hoje nos escombros do prédio destruído por uma explosão em Marselha, no sul da França, segundo informações divulgadas pelos bombeiros. Devido às dificuldades específicas da operação, a retirada dos corpos do local levará algum tempo. A identificação das vítimas será realizada pela autoridade judiciária posteriormente, e um novo boletim será divulgado no início da manhã.

O desabamento do prédio de quatro andares, após uma explosão, ocorreu às 00h04 de sábado (19h04 de sexta-feira no horário de Brasília), na rua Tivoli, no centro da cidade, arrastando parte de prédios adjacentes e ferindo cinco pessoas.

Pelo menos nove pessoas estão desaparecidas, 163 receberam assistência hospitalar e 32 prédios foram evacuados, de acordo com autoridades francesas.

Em comunicado, o prefeito de Marselha, Benoît Payan, informou que todos os serviços da cidade, com o apoio dos serviços do Estado, continuam as buscas.

Em novembro de 2018, oito pessoas morreram no desabamento de dois prédios em estado precário em outra região desta cidade, onde 40 mil pessoas vivem em áreas degradadas, segundo organizações não-governamentais.

 

Professora morre após acidente em tobogã de parque em São Roque

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CRISTINA CAMARGO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A professora Luciana Cerri, de Campinas, morreu na manhã deste sábado (8) após sofrer um acidente no tobogã de um parque em São Roque, cidade turística a 68 km de São Paulo.

Luciana e o filho de sete anos desciam no brinquedo e, por motivos ainda desconhecidos, foram arremessados e bateram na grade de proteção.

A criança estava no colo da mãe, ficou ferida e está internada na Santa Casa da cidade. A professora chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
Depois do acidente, o Ski Park, localizado em uma montanha de São Roque, no meio da Mata Atlântica, comunicou o fechamento neste final de semana.

“Comunicamos aos nossos clientes que o Ski Park estará fechado por luto”, diz nota oficial. O parque não divulgou nenhuma informação sobre o acidente.
A turista Janini Naneri, que testemunhou o acidente, criticou o despreparo do parque, sem dar detalhes do que presenciou. “Não vou me calar, não vou permitir que outros aconteçam”, disse.
Janini contou, nas redes sociais, que viu Luciana desmaiada e socorreu o filho dela, que estava muito machucado. “Ele falava: tia, eu vou precisar levar pontos?”

O acidente é investigado pela Polícia Civil de São Roque.
O tobogã tem pistas individuais de 350 metros de extensão. A idade mínima para o brinquedo é acima de q

uatro anos, com o acompanhamento de um responsável.
A morte de Luciana provocou comoção entre familiares, amigas e colegas de profissão. Ela é descrita como uma mulher sorridente, cheia de planos e que gostava de conversar e ajudar quem precisasse. Com algumas amigas havia combinado tomar café ou chá da tarde nos próximos dias.

“Tia Lu, era assim chamada carinhosamente pelos alunos, famílias e colegas de trabalho. Uma professora, um ser humano incrível”, declarou a direção do Colégio Photon, de Campinas, onde ela trabalhava.

A professora deixa o marido e dois filhos -além do menino que estava com ela na hora do acidente, era mãe de uma adolescente de 15 anos.

Escola reúne professores para relato sobre ataque em creche; pai de vítima critica exposição

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CRISTIANO FARIAS MARTINS
BLUMENAU, SC (FOLHAPRESS) – Funcionários do centro educacional Cantinho Bom Pastor se reuniram neste sábado (8) para relatar como foi o ataque contra a creche que aconteceu na quarta-feira (5) e que deixou quatro crianças mortas em Blumenau (SC).

A entrevista coletiva, organizada por iniciativa da escola, foi criticada pelo pai de uma das vítimas, que reclamou da exposição dos detalhes do caso.

O ataque ocorreu no momento em que 25 crianças se reuniam no pátio para uma roda de conversa sobre a Páscoa. Ficou na memória da professora Suelen dos Santos uma das últimas frases de Bernardo Pabst da Cunha, uma das vítimas do massacre.

“Estávamos falando que a gente deve amar o nosso coleguinha. O meu Bernardo, uma das últimas coisas que ele disse foi que a gente não pode bater no coleguinha porque o papai do céu fica triste”, disse ela durante o evento deste sábado, que foi realizado na própria escola.

A professora Cleusa Davi disse que ao ver um homem pular de capacete o muro da escola pensou se tratar de um assaltante em fuga de um posto próximo à creche. “Foi questão de segundos e já ouvimos os gritos.”

A dona da escola, Alcolides Ferreira, disse que imediatamente começou a orientar para que as crianças fossem levadas para salas. “Mandei todos irem para o banheiro, porque tem janela alta, mais segura que as nossas salas, com vidraças baixas. Foi a primeira coisa que pensei. A lavação [banheiro] também é uma sala grande, não tem janelas grandes e tem chaves.

Na quarta, dia do ataque, a professora Simone Aparecida Camargo disse à Folha de S.Paulo que trancou diversas crianças no banheiro para protegê-las do ataque -a docente não esteve na entrevista deste sábado.

Já a faxineira Franciele Ferreira contou que professoras tiraram a blusa para tentar estancar o sangue de algumas das crianças feridas. “Tinha várias crianças feridas, a gente fez tudo o que a gente pode.”

“Como eu queria que aquilo estivesse em um quadro negro, que pudesse ir lá e apagar”, disse Alcolides Ferreira.

A coletiva foi transmitida por sites regionais e revoltou Bruno, pai de Bernardo Cunha, uma das vítimas do massacre. Ele saiu de casa e foi até a creche se queixar da exposição sobre os detalhes do crime.

“Meu trabalho, para sustentar um pouco da minha esposa, por causa de uma pergunta aqui, ela teve que ir buscar um posto de saúde. Uma informação que saiu daqui, ela falou: ‘Meu Bernardo sofreu'”, disse ele.

“Eu tinha dito para ela que, pela pancada, ele não sentiu. Foi muito rápido. E agora ela ficou sabendo que tentaram estancar o sangue. E todo trabalho que eu tive com ela ao longo desses dias, se foi por causa de uma pergunta idiota”, disse ele.

A coletiva foi acompanhada por pais de algumas das crianças feridas no ataque. Fábio Santos, pai de Samuel Lorenzo, fez questão de dizer que todas as professoras eram heroínas. “Aqui nós temos heroínas, mulheres que podiam ter perdido suas vidas naquele momento… Nossos filhos que sobreviveram são heróis.”

O grupo participa neste sábado de uma caminhada pela paz no centro da cidade. A retomada das atividades da creche ainda está indefinida. A administração do centro educacional quer apoio do poder público para detalhar como se dará o reinício das atividades.

Moradores do centro de SP relatam desalento com situação ‘sem fim’ da cracolândia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma movimentação de viaturas em alta velocidade na tarde deste sábado (8) na região central de São Paulo deixou, mais uma vez, os moradores sob a alerta com o receio de novos ataques de usuários de drogas ao comércio, como os ocorridos no dia anterior e que causaram pânico e prejuízos.

Ao final, segundo a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana, nada de relevante foi registrado pelas corporações na cracolândia, mas o episódio serve como termômetro do estado de alerta da população, que afirma estar revoltada com a situação de insegurança que “parece não ter fim”.

“A população vítima ainda é tratada como carrasca, higienista e intolerante. Mas estamos perdendo nosso comércio, sendo impedidos de sair de casa e tento cerceado nosso direito constitucional de ir e vir”, disse Iezio Silva, presidente da Associação Pro-Campos Elíseos Melhor. “É muito desespero, aflição e medo por parte dos moradores e comerciantes. Indignação”, concluiu.

Na manhã desta sexta-feira (7), um grupo de usuários de drogas invadiu, segundo os moradores da região, uma farmácia na região central capital. O caso aconteceu depois de os dependentes químicos terem sido obrigados a se dispersar de uma rua em uma ação conjunta de GCM, PM e Polícia Civil na cracolândia.

Imagens do exterior da loja mostram o grupo atacando o estabelecimento. Os usuários destroem estandes e levam o que encontram pela frente, fugindo na sequência. Instantes depois, o policiamento chega ao local e o restante da turba se dissipa pelas ruas.

“Imagine como é sair todos os dias, seja de carro ou a pé. O risco é o mesmo. Arrombam vidros dos carros parados no semáforo ou nos derrubam no chão pra nós roubar se estivermos a pé. Enfrentar um quarteirão ou dois é missão de risco. Não há qualquer ação da PM que nos deixe menos amedrontados”, disse a moradora da região, Rita Palma.

De acordo com o presidente da Associação Geral do Central de São Paulo, Charles Souza, 41, foram duas farmácias atacadas na ação, uma na Av. São João com Ipiranga, e outra drogaria em frente à praça Júlio de Mesquita, também na Av. São João. As unidades pertencem, segundo ele, à rede Drogaria São Paulo.

Além disso, ele também aponta ataque a um minimercado na rua Conselheiro Nébias. Ainda segundo ele, o arrastão praticado pelos usuários de droga nada tem a ver com a ação da prefeitura de retirada de barracas de moradores de rua, mas, de zeladoria para limpeza dos locais de fluxo.

“Os traficantes estão com raiva, porque essas ruas estão sendo limpas duas três vezes por dia. E eles não conseguem vender as drogas. Então, eles mandam que os usuários revidem com saques, badernas”, disse.

Souza critica a nova política adotada para combate às drogas da cracolândia que, segundo ele, aumentar em cerca de 50% o volume de pessoas que frequentam a região. “O que fazer? Nada o que se faz é bom suficiente, principalmente para as ONGs. Então, o que a gente faz? Espera por mais 30 anos e a sociedade continua pagando por essa conta?”, afirmou.

De acordo com a PM, durante trabalho de dispersão de usuários para as ações de limpeza e assistência social, trabalho realizado pela GCM com apoio da PM e Polícia Civil, traficantes e usuários passaram a atirar objetos nos guardas municipais e teve início tumultos em comércios na região da av. São João.

Houve reforço para PM para reestabelecer a ordem. Policiais civis iniciaram investigações e coleta de imagens para identificação e prisão dos criminosos.

“As operações integradas das polícias militar e civil e da Guarda Municipal, reforçadas nas duas últimas semanas, impactaram na diminuição entre 11% e 35% e nos registros de roubos e furtos na região”, informa nota que também afirma que essas operações serão ampliadas para reverter a situação de segurança na região.

Segundo a PM, entre janeiro e março deste ano 1.861 criminosos foram presos ou apreendidos na região central, isso representaria um aumento de 53% (646 presos a mais) em relação ao mesmo período do ano, quando esse contingente somou 1.215 pessoas.

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China simula ‘cerco total’ a Taiwan após presidente da ilha visitar EUA

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ministério da Defesa de Taiwan identificou neste sábado (8) nove navios e 71 aviões de guerra da China ao redor de seu território. Segundo Taipé, as aeronaves chegaram a cruzar a chamada linha mediana, que separa extraoficialmente os espaços territoriais no mar e no ar entre as partes.

A movimentação foi detectada após Pequim iniciar três dias de exercícios militares próximos da ilha, o que inclui o treinamento de um cerco total à região. O regime chinês informou que as manobras têm o objetivo de dissuadir os esforços separatistas de Taiwan.

“Eles são uma advertência severa contra o conluio entre as forças separatistas que querem a independência de Taiwan e as forças externas”, disse o porta-voz militar chinês, Shi Yin.

Contratorpedeiros, navios com lança-mísseis, caças e navios-tanque foram mobilizados durante a atividade deste sábado, segundo a emissora estatal chinesa CCTV. “O exercício de hoje se concentra na capacidade de tomar o controle do mar e do espaço aéreo para criar um cerco total a Taiwan”, informou.

O exercício é uma reação ao encontro do presidente da Câmara de Representantes dos EUA, o republicano Kevin McCarthy, com a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, na quarta (5), na Califórnia. Ele se tornou o político mais importante a se encontrar com um líder de Taiwan em solo americano desde 1979, quando a Casa Branca restabeleceu relações diplomáticas com Pequim.

Os líderes não anunciaram acordos políticos ou econômicos no encontro, que teve peso simbólico ao transmitir a mensagem de que Taipé tem respaldo internacional diante das ameaças frequentes feitas por Pequim.

O regime chinês considera a ilha de Taiwan uma província rebelde e promete retomá-la pela força, se necessário. Autoridades do gigante asiático descreveram o encontro na Califórnia como uma provocação e prometeram respostas.

O governo taiwanês, por sua vez, criticou o exercício militar, afirmando que a movimentação traz impactos negativos para a segurança e o desenvolvimento econômico da comunidade internacional. Tsai descreveu o treinamento como parte do “contínuo expansionismo autoritário da China” e disse que continuará trabalhando com os EUA para defender a liberdade e a democracia.

Um dia antes, ela já havia dito que que as pressões de Pequim não iriam interromper o relacionamento da ilha com aliados estrangeiros. “Mostramos à comunidade internacional que, diante das pressões e ameaças, Taiwan estará ainda mais unida e absolutamente não cederá à repressão”.

A presidente taiwanesa fez uma escala nos Estados Unidos depois de visitar Guatemala e Belize, dois dos últimos aliados oficiais da ilha, que recentemente perdeu o apoio de Honduras. O país centro-americano rompeu laços diplomáticas com Taiwan, agora alegando que a ilha faz parte do território chinês.

Atualmente, apenas 13 países reconhecem Taipé. A lista não inclui o governo dos Estados Unidos, que, no entanto, é um dos principais aliados e fornecedores de armas para Taiwan. Neste sábado, Washington informou que monitora a situação de perto e pediu à China moderação.

“Estamos confiantes de que temos recursos e capacidades suficientes para garantir a paz e a estabilidade na região, cumprindo nossos compromissos de segurança nacional”, informou o Departamento de Estado.

No ano passado, uma visita de Nancy Pelosi, que comandou a Câmara antes de McCarthy, levou ao cerco da ilha pelos militares chineses. O apoio à ilha é um dos poucos consensos bipartidários no Congresso dos Estados Unidos e, durante o mandato de Tsai, essa relação se fortaleceu.

Os exercícios deste sábado repercutiram ainda em outros governos da região. O Ministério das Relações Exteriores da Malásia divulgou comunicado declarando estar “firmemente comprometido em proteger a soberania, direito e interesses do país em suas áreas marítimas no mar do Sul da China”.

O comentário veio depois que Pequim expressou preocupações com projetos da Petronas, a estatal da Malásia que opera campos de petróleo e gás. A China reivindica soberania sobre quase toda a porção marítima, onde cerca de US$ 3 trilhões (R$ 15 trilhões) em comércio passam anualmente. Malásia, Brunei, Filipinas, Taiwan e Vietnã também reivindicam áreas.

A Petronas alega que atua na zona econômica exclusiva da Malásia e que, nos últimos anos, teve vários encontros com embarcações chinesas, cada vez mais frequentes na região. As discussões entre os dois países facilitam o aumento da influência dos EUA na Ásia: no ano passado, por exemplo, o presidente americano, Joe Biden, assumiu compromissos de longo prazo com os países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), da qual a Malásia é membro.

Secretaria de SC apura comentários ofensivos de professor sobre massacre em Blumenau

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A Secretaria de Educação de Santa Catarina instaurou uma investigação contra um professor de um escola pública de Joinville acusado por pais e alunos de ter feito comentários ofensivos sobre o massacre na creche em Blumenau, na qual quatro crianças morreram.

De acordo com o relato que chegou à pasta, ele disse que “mataria mais do que quatro pessoas, pois a população está muito grande”.

“Mataria uns 15, 20. Entrar com dois facões, um em cada mão e ‘pá’. Passar correndo e acertando”, disse o professo em vídeo divulgado nas redes sociais.

O caso foi divulgado pelo portal NSC Total. De acordo com o site, pais e alunos da escola afirmam que o professor costuma fazer comentários violentos, com o uso de xingamentos.

Em nota, a secretaria afirmou que “está ciente da situação envolvendo um professor na escola estadual Dr. Georgi Keller e está tomando todas as medidas cabíveis”.

“A secretaria salienta que, visando o fortalecimento socioemocional, o currículo catarinense trabalha com competências e habilidades que ampliam o respeito e a empatia na sociedade. As coordenadorias regionais também contam com profissionais como psicólogos e assistentes sociais, que compõem o Núcleo de Prevenção às Violências Escolares (NEPRE), para dar suporte às escolas e estudantes.”

O ataque de um homem de 25 anos ao centro educacional Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC), nesta quinta-feira (5), matou quatro crianças e arruinou também sonhos recém-realizados por pais e mães catarinenses.

De idades entre 4 e 7 anos, Bernardo Pabst da Cunha, Bernardo Cunha Machado, Larissa Maia Toldo e Enzo Barbosa tinham em comum o fato de serem filhos únicos e de terem sido todos “muito desejados pelos pais”, relatam pessoas próximas. Outras quatro crianças feridas no ataque precisaram ser hospitalizadas e tiveram alta médica.

Morre aos 103 anos Benjamin Ferencz, o último dos promotores de Nuremberg

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Morreu nesta sexta-feira (7) aos 103 anos Benjamin Ferencz, o último promotor vivo a participar do julgamento de nazistas no tribunal de Nuremberg, na Alemanha.

Segundo o The New York Times, ele morreu em uma casa de repouso na Flórida. A causa da morte não foi divulgada.

Nascido na Romênia, Ferencz migrou aos 10 anos com sua família para os Estados Unidos, onde se formou em Harvard. O advogado começou a atuar como promotor em Nuremberg aos 27 anos, garantindo a condenação de vários oficiais alemães que lideraram esquadrões da morte itinerantes durante a guerra.

Os nazistas enfrentaram uma série de julgamentos por crimes contra a humanidade, incluindo o Holocausto, genocídio no qual seis milhões de judeus foram assassinados.

Logo em seu primeiro caso, ele viu todos os réus serem condenados, sendo que 13 receberam sentenças de morte.

“Hoje, o mundo perdeu um líder na busca por justiça para as vítimas de genocídio e crimes relacionados. Lamentamos a morte de Ben Ferencz. Aos 27 anos, sem experiência anterior em julgamento, ele obteve veredictos de culpado contra 22 nazistas”, escreveu o Museu Memorial do Holocausto, nos EUA, instituição para qual o advogado fazia doações.

Ferencz disse ao tribunal que os oficiais acusados executaram metodicamente planos para exterminar grupos étnicos, nacionais, políticos e religiosos. “O genocídio foi um dos principais instrumentos da doutrina nazista”, disse Ferencz.

Após o julgamento, ele defendeu por décadas a criação de um tribunal penal internacional, objetivo que viu se tornar realidade com a criação do Tribunal de Haia, em 2002. Ferencz trabalhou ainda para garantir uma compensação para as vítimas e sobreviventes do Holocausto.

Segurança Presente resgata bebê em ponto de venda de drogas em Volta Redonda

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Um bebê de oito meses foi resgatado num ponto de uso e venda de drogas no centro de Volta Redonda, no Rio. Os agentes da Operação Segurança Presente, que encontraram a criança exposta a situação de insalubridade, entregaram o bebê aos cuidados do Conselho Tutelar, na quinta-feira.

Após autorização para entrar no imóvel, os policiais encontraram 120 pedras de crack, três adultos – a mãe e dois homens – e a criança. Os agentes chegaram ao local após denúncias de vizinhos sobre o ponto de venda de drogas. As pedras de crack estavam entre sacolas de lixo em um banheiro.

A mulher e os dois homens negaram estar em posse das drogas e afirmaram que a residência, por não ter portas, é frequentada por muitas pessoas. Os três foram encaminhados à 93ª DP (Volta Redonda) e vão responder em liberdade por tráfico de drogas.

Atiradores de ataques em massa compram armas até um ano antes do ataque, diz estudo

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ANA BOTTALLO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A pessoa responsável pelo ataque a tiros que matou seis vítimas em uma escola em Nashville comprou sete armas legalmente nos meses que antecederam o episódio. A motivação do crime ainda não está clara, mas autoridades acreditam que esteja relacionada a um ressentimento contra a instituição.

Para especialistas, a tentativa de obter armas nos meses anteriores e o histórico de violência são padrões frequentemente observados em autores de ataques a escolas.

Elizabeth Tomsich, pesquisadora do Programa de Pesquisa em Prevenção de Violência da Universidade Davis da Califórnia, afirma ser importante observar os padrões de tentativa de compra de armas para conseguir prevenir um episódio como o de Nashville.

Ela é autora de uma pesquisa publicada no periódico especializado Journal of Criminal Justice que analisou os registros de compras de armas no estado da Califórnia por 22 indivíduos que adquiriram os equipamentos de forma legal. Eles têm idade média de 38 anos e realizaram ataques de 1996 a 2018.
O estudo aponta probabilidade 458% maior de ataque em massa quando a compra foi feita no ano anterior ao ataque, e 2.243% maior quando o indivíduo teve histórico de negativas na autorização para obter armamentos. “Tais registros, em combinação com dados sobre os chamados estressores e comportamentos individuais, podem ajudar autoridades a identificar possíveis ameaças”, diz Tomsich.

Além disso, uma segunda análise comparando os ataques em massa ocorridos no estado de 1985 a 2018 apontou maior ocorrência de uso de armas longas (como fuzis), como o utilizado na escola em Nashville, assim como de armas obtidas em outros estados até um mês antes.

Nos EUA, só neste ano foram registrados ao menos 130 ataques em massa, a maioria em escolas. A arma de fogo já é a principal causa de morte de pessoas de 1 a 19 anos no país.

No mesmo dia em que houve um ataque em Nashville, um adolescente de 13 anos matou uma professora a facadas e feriu outras cinco pessoas na escola estadual Thomazia Montoro, em São Paulo. Embora o cenário brasileiro seja diferente do americano no que diz respeito ao acesso a armas, o jovem disse em depoimento que buscou armas de fogo para seu plano, mas não conseguiu comprá-las pela internet.

Especialistas brasileiros costumam dizer que, quando há a possibilidade de acessar uma arma de fogo, a letalidade dos ataques, que se tornaram mais frequentes de 2022 para cá, é ainda maior.

“Este de São Paulo foi feito com uma faca, e ainda assim ele conseguiu matar uma pessoa e ferir outras, mas se tivesse uma arma de fogo, como ocorreu em episódios que tivemos no passado, certamente teria provocado mais vítimas letais”, afirma Roberto Uchôa, policial federal e conselheiro sobre armas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Uma política mais eficaz de controle e regulamentação de armas ajudaria a evitar ataques, diz Uchôa, que também é mestre em sociologia política pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e autor do livro “Armas para Quem? A Busca por Armas de Fogo”.
Nos quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, a política de liberação de compra de armas de fogo por meio dos registros de CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) possibilitou aumentar a circulação de armas e munições no Brasil, inclusive de fuzis.

Segundo Uchôa, a maior oferta de armas do tipo na mão de civis só contribui para o aumento da violência. “Os ataques em massa nos EUA com maior número de mortes são os que utilizam diferentes armas”, avalia.

Para Rodrigo Bressan, psiquiatra e coordenador do projeto Ame Sua Mente em escolas de SP, apenas a fiscalização não é suficiente para reduzir a violência no ambiente escolar. “A escola é feita para mediar conflitos, não para estimular. A forma de agir frente a casos de violência e agressão é chave para os alunos entenderem como devem tratar um colega.”

Dados do Brasil são escassos, mas relatório produzido recentemente no país aponta para uma piora da saúde mental de jovens e crianças.

“Quando vemos ocorrências como essas, dizemos que é a ponta do iceberg, porque na base há muitos e muitos casos de agressão, bullying, falta de cuidados. Por isso precisamos cuidar embaixo, antes que aconteçam as tragédias”, conclui Bressan.

ATENÇÃO AO COMPORTAMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES
SINAIS QUE PODEM INDICAR PROBLEMAS
Isolamento
Sentimento de exclusão
Poucos relacionamentos
Não fazer parte dos círculos dos demais colegas
Agressividade
Postagens de ódio em redes sociais
Bullying (comete ou sofre)
Depressão

Mulher vende joias que roubou de casa onde trabalhou durante décadas

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A Polícia Nacional de Espanha deteve, em Orihuela, Alicante, uma empregada doméstica que abusou da confiança dos proprietários da habitação onde trabalhava há já mais de 21 anos, e de onde roubou várias joias, segundo reportado pela imprensa espanhola.

As vítimas denunciaram que, ao longo dos últimos três anos, tinham dado conta do desaparecimento de várias joias do seu domicílio, segundo afirma um comunicado da autoridade policial.

No decorrer das investigações, algumas das peças furtadas foram depois encontradas numa loja local de compra e venda de ouro.

No passado dia 13 de março, agentes da polícia de Orihuela detiveram a mulher, que tinha vindo a lucrar com a venda das joias. Algo que tinha feito regularmente, e em pequenas quantidades, de modo a não levantar suspeitas.

Após ter dado o seu testemunho, a suspeita foi libertada, com acusações pendentes da decisão do tribunal.

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Avalanche nos Alpes franceses provoca quatro mortos e vários feridos

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Uma avalanche nos Alpes franceses, em Mont-Blanc, deixou quatro mortos e vários feridos, segundo um relatório provisório, anunciou o ministro do Interior do país, Gérald Darmanin, no Twitter.

“A ajuda ainda está a caminho”, afirmou, dizendo que os seus “pensamentos estão com as vítimas e os seus entes queridos”.

A avalanche ocorreu por volta do meio-dia deste domingo, (9), no glaciar Armancette, na Alta Saboia, informou Darmanin no Twitter.

Dois helicópteros e mais de 20 socorristas foram mobilizados para as buscas no local.

O Ministério Público confirmou que quatro pessoas morreram, uma pessoa ficou ferida e outras oito foram resgatadas ilesas.

As circunstâncias exatas do desastre ainda não foram esclarecidas.

“Caberá à investigação judicial determinar” as causas do incidente, afirmou o Ministério Público.

O jornal local ‘Le Dauphiné Libéré’ informou que o primeiro alerta foi dado por volta das 11h27, horário local, no município de Les Contamines-Montjoie, no glaciar Armancette, quando uma grande avalanche de 500 metros de largura e mais de 1.500 metros de profundidade devastou a área, geralmente muito lotada de pessoas.

Une avalanche s’est produite en milieu de journée au glacier d’Armancette, dans les Alpes. Le bilan provisoire fait état de 4 personnes décédées et plusieurs blessés. Les secours sont toujours à l’œuvre. Merci pour leur action. Pensées pour les victimes et leurs proches.

— Gérald DARMANIN (@GDarmanin) April 9, 2023

Número de crianças e adolescentes feridos por arma de fogo nos EUA salta no pós-pandemia

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DANIELA ARCANJO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em 2022, em média mais de 40 crianças e adolescentes com até 14 anos foram atendidos por semana em unidades de emergência em decorrência de ferimentos por armas de fogo nos EUA. O número alarmante, porém, nem sequer é o pior dos últimos anos -a taxa nessa faixa etária saltou após a pandemia de Covid.

A média é de um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) com base em dados do registro de saúde eletrônico. O artigo não diferencia os ferimentos por intenção, como tentativa de suicídio, agressão ou acidente. Os resultados, contudo, dialogam com os de outros levantamentos que apontam para um aumento da taxa de homicídios por arma de fogo no país.

De acordo com os dados do levantamento, em 2019, não chegava a 30 por semana o número de pessoas na faixa etária de 0 a 14 anos que iam para um centro de saúde devido a um ferimento por armas. O cenário, porém, mudou em 2020, quando a média de ocorrências semanais pulou para 41,4 -aumento de 38%. Em 2021, a taxa nesse grupo atingiu o pico de 43,2 e, em 2022, foi para 40,4 -índice ainda 34% maior do que em 2019, antes da crise sanitária.

O aumento de visitas ao pronto-socorro por ferimentos com armas de fogo não é exclusivo de crianças e adolescentes. Esse tipo de ocorrência atingiu, em média, 1.170 pessoas por semana no país em 2022, número 19,5% maior do que as 979,3 vítimas semanais de 2019.

O grupo mais atingido é o de homens entre 15 e 24 anos, que, em 2020, atingiu uma média de mais de 400 casos semanais. O número de vítimas até os 14 anos, porém, foi o que mais aumentou após a pandemia -e, mesmo nessa faixa etária, o número de meninos feridos sempre é maior em relação às meninas, em uma proporção de três para um, em média. Todos os outros grupos registraram aumento desde 2019, com exceção dos homens com mais de 65 anos em 2022.

“Lesões por arma de fogo e morte são um problema de saúde pública significativo e crescente nos Estados Unidos”, afirma Marissa Zwald, epidemiologista do CDC. “Embora seja encorajador que as taxas em crianças e adolescentes tenham diminuído em 2022, elas permanecem elevadas em relação a 2019.”

As causas do aumento não foram investigadas pelo grupo de pesquisadores, mas Zwald cita desafios enfrentados por crianças e adolescentes na pandemia como contexto para esse salto, como insegurança financeira, interrupções na rotina e na escolaridade e mudanças no acesso a cuidados de saúde, incluindo serviços de saúde mental. Além disso, mais tempo em casa aumentou o acesso dos jovens a armas, em um país onde existem cerca de 400 milhões de armas de fogo em circulação –mais armas que pessoas.

Houve ainda aumento significativo de ocorrências totais em março de 2020, quando a Organização Mundial da Saúde declarou que a Covid-19 era uma pandemia e diversos países, como os EUA, declararam estado de emergência nacional; e no final de maio, quando manifestantes tomaram as ruas das principais cidades americanas em protestos contra racismo e violência policial após a morte de George Floyd.

O estudo foi divulgado no último dia 30, na mesma semana em que mais um ataque a tiros foi registrado em uma escola nos EUA -o 90º em uma escola americana só este ano, de acordo com a contagem do site K-12 School Shooting Database, fundado pelo pesquisador David Riedman. No ano passado, foram 303 incidentes do tipo, maior cifra do banco de dados, que tem uma série histórica que vai até 1970.

O ataque em uma escola cristã de Nashville, sul dos EUA, deixou sete mortos -incluindo três crianças de 9 anos. Foi o 129º caso com quatro ou mais mortes no país este ano, de acordo com a ONG Gun Violence Archive, cifra que reviveu, novamente, o debate sobre a regulação de armas. “Peço novamente ao Congresso para aprovar minha proibição de armas de assalto”, afirmou o presidente Joe Biden na ocasião, referindo-se a uma categoria que engloba, na maioria das definições, armas de fogo semiautomáticas.

“A prevenção de mortes por armas de fogo requer uma abordagem abrangente e com diferentes parceiros de vários setores”, afirma Zwald à Folha de S.Paulo. Ela cita programas com líderes das comunidades, que podem mediar conflitos, projetos de prevenção da violência e aprimoramento do sistema de segurança para armas de fogo. “Uma abordagem abrangente inclui formuladores de políticas, como governos locais e estaduais, agências de saúde, educação, justiça e serviço social, negócios e organizações comunitárias.”