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Criança encontra granada da Segunda Guerra Mundial enquanto brincava

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Um menino de 10 anos encontrou, no último domingo, uma granada da Segunda Guerra Mundial enquanto brincava com um detector de metais nos jardins do Parque do Prato, em Arezzo, na Itália.

Segundo informações divulgadas pela edição italiana do Today, quando o artefato foi detectado, a criança chamou a mãe para ajudá-lo a entender o que havia encontrado. Ao se aproximar do objeto, percebeu que se tratava de uma granada e imediatamente as autoridades foram acionadas.

Após a chegada da polícia ao local, foi confirmado que se tratava de uma granada da Segunda Guerra Mundial e um perímetro de segurança foi estabelecido até a chegada da equipe especial de desmonte de bombas da Itália.

A granada foi removida e transportada para um local seguro, onde foi detonada sem maiores consequências. O incidente serve de alerta para os perigos que podem estar escondidos em locais públicos, principalmente aqueles com histórico de conflitos armados.
 
 

 

Professor nos EUA amordaça aluno de 11 anos durante aula

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Uma professora da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, demitiu-se depois de tapar a boca de um aluno de 11 anos com fita adesiva durante uma aula. O jovem, chamado Brady, enviou uma foto do incidente à mãe, Catherine Webster, que prontamente foi até a escola.

Segundo Catherine relatou à Fox News, seu filho foi punido por falar demais na aula e teve a boca tapada com fita adesiva pela professora. “Não sei o que fazer”, dizia a mensagem de texto de Brady para sua mãe, que ficou chocada com o ocorrido e considerou que o filho foi “humilhado”.

“O que é isso? Quem te fez isso? Quem te fez isso, é fita adesiva? Estou indo para aí”, respondeu Catherine ao receber a mensagem.

Catherine revelou que a professora nunca havia falado com ela sobre o comportamento do filho antes de tomar a medida punitiva. 

© Reprodução  

 

Três morrem e dois ficam feridos a tiros durante festa no interior de SP

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PATRÍCIA PASQUINI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Cinco homens foram baleados na noite deste sábado (25), durante uma festa na rua Dona Alexandrina, no centro de São Carlos (a 232 km de São Paulo). Três morreram -um deles, o atirador- e dois foram socorridos à Santa Casa de São Carlos.

A Polícia Militar afirmou que recebeu chamado para atender a ocorrência por volta de 20h45.

De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo, o rapaz estaria no evento, junto com as vítimas, quando começou a ingerir bebida alcoólica e importunar as pessoas. Por este motivo, foi retirado do ambiente. Depois, ele retornou ao local armado e atirou contra as vítimas.

“Policiais militares já estavam pelo local atendendo a uma denúncia de perturbação do sossego, quando viram o suspeito tentando fugir e deram ordem de parada. O homem não obedeceu e apontou a arma contra os PMs, que intervieram. O suspeito morreu ainda no local”, diz trecho da nota enviada à reportagem.

O veículo do autor e as armas usadas na ação foram apreendidas. O caso foi registrado como homicídio, tentativa de homicídio e morte decorrente de intervenção policial pela Delegacia Seccional de São Carlos, que requisitou perícia.

Um dos mortos é Leandro César Pereira, 41. Há seis dias, ele havia postado em seu perfil do Facebook o convite para a festa, em comemoração ao aniversário da Facção Tequila, do motoclube Zapata, e também para ajudar o Hospital do Câncer de Jaú.

Os feridos, Adriano Silva de Oliveira, 50, e Lucas Donizete Pinheiro, 36, continuam internados na Santa Casa de São Carlos.
Segundo a assessoria de imprensa da instituição, Lucas não autorizou a divulgação do seu estado de saúde, e os familiares do Adriano ainda não tinham sido contatados até o fechamento desta reportagem.

Chuvas causam estragos em estados do Norte e Nordeste

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NICOLA PAMPLONA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – As fortes chuvas que caíram durante a semana causam transtornos a moradores de estados das regiões Norte e Nordeste. Neste sábado (25), o governo do Maranhão decretou situação de emergência em mais 21 municípios, ampliando para 49 o número de cidades nessa situação.

Ao todo, são cerca de 31 mil famílias afetadas direta e indiretamente e 5.843 desabrigados no estado, segundo o último boletim sobre a situação divulgado pelo governo maranhense.

A situação de emergência, disse o governo, “tem o objetivo de preservar o bem-estar da população, assim como os serviços e demais atividades socioeconômicas nas regiões prejudicadas”. Até o momento, foram enviadas às vítimas 5.450 cestas básicas; 900 garrafões de água e 600 colchões.

No Pará, a situação é mais delicada na região de Marabá, a 560 quilômetros de Belém. Segundo o governo do estado, são cerca de 1.600 famílias atingidas. Aquelas que possuem renda mensal de até três salários mínimos serão beneficiadas com ajuda de um salário mínimo.

Em Manaus, que foi atingida por fortes chuvas neste sábado, casas foram arrastadas por um igarapé. A prefeitura contabilizou mais de 135 ocorrências até as 18h sábado, sendo 62 de alagamentos, 25 de desabamentos e 22 de deslizamentos.

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) disponibilizou duas escolas para abrigar 172 famílias que perderam as moradias. Neste domingo (26), a cidade amanheceu com tempo estável, segundo a prefeitura.

O governo do estado ainda não divulgou um balanço dos impactos, mas disse em redes sociais que irá acelerar os reassentamentos de famílias moradoras das comunidades mais atingidas.

O governador Wilson Lima afirmou que receberá nesta segunda-feira (27) o ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. “Ele desembarca, amanhã, aqui no Amazonas, para acompanhar as ações em apoio às vítimas das alagações e alinhar a ajuda do governo federal ao estado e prefeitura”, afirmou.

No Acre, que foi atingido por fortes chuvas na sexta (24), o nível dos rios permanece alto, informa o governo do estado. Às 6h deste domingo, o nível de medição do Rio Acre esteve em 16,42 metros, acima das cotas de alerta (13,50 metros) e de transbordamento (14 metros).

Em Rio Branco, 48 bairros foram atingidos e sete igarapés permanecem em estado de transbordo, diz o governo estadual. Na capital, 32 abrigos recebem desabrigados e desalojados. O número de pessoas atingidas está sendo atualizado pelas equipes da Defesa Civil e da Casa Civil.

Miss paraibana morre após pular de apartamento em chamas em SP

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A miss Sertão Paraibano, Maya Nitão, morreu aos 26 anos após pular de um apartamento no 6º andar em chamas na zona sul de São Paulo.

Apartamento pegou fogo na manhã do sábado (25). Maya pulou da janela para fugir das chamas, enquanto o irmão dela, de 23 anos, inalou fumaça e foi levado ao hospital.

Segundo a polícia, o caso foi registrado como incêndio pelo 14º Distrito Policial, em Pinheiros. A causa do incêndio não foi informada.

O pai de Maya, o jornalista César Nitão informou nas redes sociais que os ritos de despedida acontecerão na capital da Paraíba. “A dor é muito grande”, escreveu.

Estado de saúde do irmão de Maya é desconhecido. O UOL tenta contato com o hospital para mais informações.

Novo Mais Médicos deve diminuir déficit, mas mantém desafio de fixar profissionais

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NATÁLIA CANCIAN
BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – Alvo de embates políticos e deixado em segundo plano nos últimos anos, o Mais Médicos volta a ganhar impulso com novos editais previstos para os próximos meses e aposta em incentivos financeiros para atrair profissionais.

Para especialistas e gestores ouvidos pela Folha, a medida ajuda a atenuar o “apagão” de vagas registrado no programa, mas ainda deve exigir novas ações para resolver o problema da fixação de médicos a longo prazo em áreas mais distantes ou tidas como mais vulneráveis.

Anunciada no último dia 20, a nova versão do programa prevê abertura de 15 mil vagas, sendo 5.000 em abril, financiadas pelo Ministério da Saúde, e 10 mil até o fim do ano, custeadas pelos municípios.

Atualmente, o Mais Médicos tem 8.366 vagas preenchidas –menos de metade das 18.240 previstas nos últimos anos.
A taxa menor reflete parte da trajetória do programa na última década.

Criado em 2013 sob protesto de entidades médicas, o programa ficou marcado inicialmente por episódios de xenofobia contra cubanos e se tornou alvo frequente de embates políticos. Aos poucos, também registrou melhoria de indicadores de saúde e passou a ser defendido sobretudo por prefeitos.

Já nos anos mais recentes, teve idas e vindas: passou a ser reduzido, depois ganhou sobrevida na pandemia e, por fim, acabou relegado a segundo plano em meio à estruturação do Médicos pelo Brasil.

Hoje, 5.648 médicos atuam neste outro programa, que chegou a ser anunciado como substituto do Mais Médicos na gestão de Jair Bolsonaro ainda em 2019, mas teve editais apenas em 2022. Agora, o governo atual justifica a retomada na aposta no Mais Médicos diante do que aponta como dificuldade do Médicos pelo Brasil em manter médicos em áreas mais vulneráveis.

Um desafio, agora, que se volta novamente ao Mais Médicos.
Na nova roupagem, o programa deve manter a prioridade de adesão a brasileiros, diz a Saúde. Caso as vagas não sejam ocupadas, devem ser direcionadas a brasileiros formados no exterior e estrangeiros. Não haverá, porém, a cooperação com a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) para vinda de médicos cubanos.

Para estimular a adesão, o governo aposta em novas medidas, como pagamento de incentivos a médicos que permanecerem no programa por mais de três anos (o prazo será de quatro anos, prorrogáveis), aos que atuarem em áreas mais carentes e aos formados com auxílio do Fies (financiamento estudantil).

Na prática, a medida aponta para incentivos que podem chegar a R$ 118 mil para médicos que ficarem quatro anos em áreas mais vulneráveis ou até R$ 475 mil no caso de médicos formados no Fies atuando nestes locais. Questionada, porém, a Saúde não detalhou quais e quantas cidades estariam no critério de maior vulnerabilidade.

Lígia Bahia, professora da UFRJ, diz que o fato de o Mais Médicos ter se mantido como principal iniciativa de provimento de médicos nos últimos anos mostra que ele “veio para ficar”.

“Isso mostra a importância dessa política. Mas a pergunta é: veio para ficar de maneira precária? Será sempre assim, com bolsistas e intercambistas?”, questiona. “Com a precarização do vínculo trabalhista, corremos o risco de ter uma precarização na própria qualidade do atendimento.”

Para ela, o programa precisa de um “segundo passo”. “Nele, seria importante vincular esse processo com universidades públicas de excelência para garantir que não haja essa precarização”, sugere ela, que aponta parcerias em pesquisas e formação como caminho.

Preocupação semelhante tem Fernando Aith, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP. Para ele, a retomada é positiva e a oferta de incentivos pode ajudar a atrair profissionais, mas não resolve a fixação a longo prazo ou de forma definitiva, fator que é influenciado também pelas condições de trabalho e estrutura, afirma.

“O salário que estão oferecendo e as indenizações podem parecer altas para o salário médio no Brasil, mas há médico que se forma e faz plantões e consegue R$ 30 mil por mês. Por que então iria para a Amazônia? Temos que ver como isso vai funcionar no mercado médico.”

Nos últimos anos, a alta taxa de desistências em algumas regiões era uma das principais dificuldades do Mais Médicos.
Dados obtidos pela Folha via Lei de Acesso à Informação, e atualizados em janeiro, mostram que o tempo médio de permanência no programa é de 1 ano e 8 meses para médicos com registro no Brasil e de 2 anos e 7 meses para brasileiros formados no exterior.

Em alguns casos, não chega a isso. Entre 2013 e 2017, por exemplo, cerca de 20% dos brasileiros que ingressavam no programa desistiam em até um ano. Até então, o contrato era de três anos.

Felipe Proenço, secretário-adjunto de atenção primária do Ministério da Saúde, diz que, em estudo para retomada do programa, a pasta identificou três motivos principais que levavam médicos a não permanecerem. O principal era busca por formação, como residência –motivo que levava à saída de 40% dos profissionais.

Outros eram questões familiares e ofertas no mercado de trabalho.

Segundo ele, diante desse cenário, a nova versão do Mais Médicos deve ampliar ofertas de formação, incluindo também possibilidade de mestrado, entre outras. A pasta ainda não detalhou a medida. Em outra frente, a busca foi por ampliar a cobertura de licença-maternidade e paternidade.

Já a previsão de incentivos financeiros ocorreu como estratégia frente a outras ofertas do mercado de trabalho, o que pode ser atrativo especialmente para médicos formados com Fies, diz o secretário-adjunto. A pasta calcula que haja 15 mil neste grupo nos últimos três anos.

“Isso nos leva a entender que há possibilidade grande de atrair mais médicos com registro no Brasil”, afirma Proenço.

Para Lígia Giovanella, coordenadora da rede de pesquisa em atenção primária da Abrasco, a oferta de novos incentivos mostra preocupação em garantir a presença de profissionais. “É certo que a fixação em áreas remotas é um desafio em todo o mundo. Às vezes, não consegue fixar, mas consegue ter continuidade do cuidado.”

A retomada do programa, porém, gerou críticas nas redes sociais por alguns médicos, que questionam o vínculo precário e o valor da bolsa frente à do Médicos pelo Brasil (de R$ 15.750, contra R$ 12.386 no Mais Médicos), que previa contrato CLT após dois anos.

Proenço, no entanto, diz que a soma de auxílios e incentivo a quem vai a local vulnerável torna o novo programa mais atrativo a quem permanecer no posto.

Os embates continuam. Nos últimos dias, entidades médicas voltaram a questionar a abertura de vagas para médicos sem revalidação do diploma e prometeram recorrer ao Congresso para mudanças na medida provisória que traz as regras do programa.

A possibilidade de entrada de médicos brasileiros formados no exterior, porém, foi comemorada por alguns gestores de saúde.
Para Franmartony Firmo, presidente do Cosems-AM, que reúne secretários municipais de saúde do Amazonas, a retomada do programa pode ajudar a diminuir o déficit de profissionais.

“Médico com CRM não conseguimos colocar em todas as regiões do estado, mas os brasileiros formados no exterior, sim. Por isso acredito que agora teremos médicos como já teve no primeiro Mais Médicos.”

Estimativa do conselho aponta falta de 400 médicos no estado. Em Maués, onde é secretário, ele diz aguardar a reposição de três médicos. Por enquanto, profissionais fazem um rodízio entre unidades de saúde para garantir o atendimento.

“Muitos médicos até se inscrevem, mas não se apresentam, ou desistem em alguns meses pelas condições de cidade de interior.”

Segundo ele, parte das últimas vagas abertas era de médicos cubanos que passaram no Revalida. “Passaram e foram embora. Até brinquei que passaram e viraram brasileiros, e riram. Ninguém queria ficar no município”, relata.

O QUE MUDA NO MAIS MÉDICOS
Editais
Como era: embora ainda fosse o principal programa de provimento, o Mais Médicos vinha sendo deixado em segundo plano em meio a substituição para Médicos pelo Brasil
Como fica: programa volta a ter editais. Ideia é que seja lançado edital com 5.000 vagas até abril, e outras 10 mil vagas até o fim deste ano. Valor da bolsa será de R$ 12,4 mil, com previsão de incentivos financeirosTempo de participação no programa
Como era: três anos, prorrogável por igual período
Como fica: quatro anos, prorrogável por igual período
Oferta de incentivos financeiros
Como era: programa dava auxílio-deslocamento, entre outros
Como fica: mantém auxílios e passa a trazer outros incentivos financeiros
– Incentivo de fixação (ao permanecer ao menos três anos): modelo em que profissional poderá receber adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período em que esteve no programa, a depender da vulnerabilidade do município. Pelas regras, médico receberá o incentivo completo ao final de 48 meses ou poderá antecipar 30% desse valor ao final de 36 meses. Assim, um médico que esteve 48 meses, por exemplo, e estiver em uma cidade que der adicional de 10% das bolsas receberia R$ 59,4 mil extras
– Incentivo para fixação para médico do Fies (ao permanecer pelo menos 12 meses): modelo em que profissional poderá receber adicional de 40% a 80% da soma total das bolsas de todo o período em que esteve no programa, a depender da vulnerabilidade do município. Valor será pago em quatro parcelas: 10% por ano durante os três primeiros anos, e 70% restantes ao completar 48 meses
– Incentivo para médico do Fies residente de medicina de família e comunidade: serão ofertadas vagas para os médicos residentes de medicina de família e comunidade que foram beneficiados pelo Fies, auxiliando no pagamento total do valor da dívida
Oferta educacional
Como era: especialização
Como fica: especialização, mestrado ou aperfeiçoamentoLicença-maternidade
Como era: médica deixava de receber a bolsa durante o período da licença, passando a receber auxílio do INSS
Como fica: receberá a bolsa para completar o valor do auxílio do INSS durante o período de até seis mesesLicença-paternidade Como era: sem previsão de afastamento nesse período
Como fica: receberá a bolsa durante o período de até 20 dias
Outros benefícios
Pontuação adicional de 10% na seleção de programas de residência para médicos que concluírem a residência de medicina de família e comunidade
Contrapartida com municípios
Como era: seleção e vagas eram financiadas pelo Ministério da Saúde
Como fica: municípios serão responsáveis pelo pagamento das bolsas aos médicos contratados nas demais 10 mil vagas, enquanto o processo de seleção fica por conta do Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde

Turista morre após passar mal em brinquedo aquático em Jericoacoara

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um homem morreu no sábado (25) depois de passar mal em um brinquedo aquático inflável na Lagoa do Paraíso, em Jericoacoara (CE).

O turista de 55 anos teve parada cardiorrespiratória enquanto brincava em parque aquático, de acordo com informações da TV Verdes Mares, afiliada da Rede Globo no Ceará. Ele foi levado ao hospital, mas não sobreviveu.

De acordo com o clube onde ele estava, o Samu foi chamado e o homem foi atendido por socorristas.

“Atividades que exigem esforço físico devem ser praticadas apenas por pessoas que gozem de perfeitas condições de saúde física”, alertou o Alchymist Club em publicação nas redes sociais.

Lamborghini de R$ 1 milhão é consumida por fogo em BH

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma Lamborghini conversível amarela foi consumida pelo fogo e ficou irreconhecível na tarde deste sábado (25) em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O carro estava na avenida Raja Gabáglia, nas proximidades do BH Shopping, no bairro Belvedere. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento que o fogo se inicia e o motorista tem apenas tempo de sair do veículo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, ninguém se feriu.
O carro é um modelo Lamborghini Gallardo Spyder, de 2008. Ele está avaliado em aproximadamente R$ 1 milhão.

Rei Charles 3º condecora soldados que carregaram caixão da rainha Elizabeth 2ª

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O rei Charles 3º condecorou com a medalha real vitoriana oito soldados que carregaram o caixão da rainha Elizabeth 2ª, morta em setembro passado aos 96 anos.

Segundo a rede britânica BBC, os agraciados com a honraria são os militares Alex Turner, Elias Orlowski, Ryan Griffiths, Tony Flynn, Fletcher Cox, James Patterson, Luke Simpson e David Sanderson. Eles receberam a condecoração pelos serviços prestados à monarquia.

O rei também condecorou Angela Kelly, estilista da rainha por mais de 20 anos que liderou uma equipe que tinha em torno de dez pessoas.

No livro “The Other Side of the Coin: The Queen, the Dresser and the Wardrobe”, Kelly revelou alguns segredos e curiosidades. Elizabeth, por exemplo, não amaciava os próprios sapatos. Era a estilista quem usava primeiramente os calçados da rainha.

Os ingleses se despediram da monarca em uma cerimônia fúnebre realizada 11 dias depois de sua morte. Na ocasião, o caixão com o corpo da rainha foi exibido por cinco dias no Salão de Westminster, enquanto milhares de britânicos enfrentavam filas gigantescas por uma chance de homenagear pessoalmente a soberana.

Depois do velório, o caixão foi erguido pelos carregadores reais –os oitos soldados que foram condecorados.

Como em procissões anteriores, o caixão foi coberto por uma bandeira com o estandarte real, a Coroa Imperial do Estado e um arranjo com flores de vários jardins da realeza –sustentável a pedido do rei Charles 3º, historicamente engajado no ativismo ambiental.

Depois do funeral, o caixão foi levado por marinheiros por Londres em um dos maiores cortejos militares já visto na capital, com dezenas de membros das Forças Armadas trajando figurinos cerimoniais.

Eles marchavam de acordo com a melodia fúnebre tocada pela banda marcial ao mesmo tempo que o Big Ben marcava os minutos ao fundo.

A procissão foi encerrada com a chegada do corpo de Elizabeth 2ª ao Arco de Wellington, monumento construído no Hyde Park no século 19 para comemorar as vitórias do Reino Unido contra Napoleão.

Dali, o caixão viajou em um carro fúnebre até o Castelo de Windsor, a oeste de Londres, onde a rainha foi enterrada ao lado de seu marido, Philip. A rota foi mais uma vez acompanhada de perto pelo povo, que batia palmas e jogava flores sobre o veículo.

Putin acusa Ocidente de iniciar conflito na Ucrânia: "São responsáveis"

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou os países Ocidentais de iniciarem e instigarem o conflito na Ucrânia.

“Um golpe armado – foi aí que tudo começou. Fomos forçados a proteger a população da Crimeia e, de uma forma ou de outra, acabamos a apoiar o Donbass”, começou por dizer o chefe de Estado russo, em resposta a perguntas do jornalista Pavel Zarubin, segundo cita a agência TASS.

“Eles [países Ocidentais] fingem que não tiveram nada a ver com isso. Eles são os responsáveis deste conflito e os instigadores. E hoje estão a entregar mais milhões de munições, equipamentos e por aí fora”, acusou.

De acordo com a agência estatal, para o líder russo, o Ocidente cruza todas as linhas vermelhas, incluindo as mais profundas com o envio de armas para a Ucrânia. “Sim, é isso que eles estão a fazer. Fizeram desde o início em 2014. Quando facilitaram um golpe”, acusou Putin.

Recorde-se que a a invasão russa à Ucrânia, que teve início em fevereiro de 2022, já causou a fuga de mais de 14,6 milhões de pessoas.

Putin justifica a ofensiva com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia.

Naufrágios matam ao menos 29 migrantes na Tunísia, e crescem acidentes do tipo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pelo menos 29 migrantes de países da África Subsaariana morreram quando dois barcos afundaram próximo à Tunísia enquanto eles tentavam cruzar o Mediterrâneo para chegar a Itália, informou neste domingo (26) um oficial de segurança tunisiano, Houssem Jebabli.

Nos últimos quatro dias, cinco barcos de migrantes afundaram perto das costas de Sfax e Mahdia, na Tunísia, deixando 67 desaparecidos e outros nove mortos, após um aumento significativo de embarcações rumo à Itália.

A guarda costeira informou ter parado cerca de 80 barcos com destino à Itália nos últimos quatro dias e detido mais de 3.000 migrantes, a maioria de países da África Subsaariana.

A costa perto de Sfax tornou-se um importante ponto de partida para pessoas que fogem da pobreza e dos conflitos na África e no Oriente Médio na esperança de uma vida melhor na Europa.
O último desastre ocorre em meio a uma campanha de prisões, levada a cabo pelas autoridades tunisianas, de pessoas oriundas da África subsaariana sem documentos.

O presidente da Tunísia, Kais Saied, lançou há pouco um discurso contra a imigração ilegal, acusando os migrantes de serem responsáveis por violência e crimes e de quererem alterar a demografia do país.

Desde então, boa parte dos 21 mil cidadãos da África subsaariana registrados oficialmente na Tunísia, muitos de forma irregular, perderam seus empregos e suas casas.

Segundo dados da ONU, pelo menos 12 mil migrantes que chegaram à Itália este ano partiram da Tunísia, em comparação com 1.300 no mesmo período de 2022. Anteriormente, a Líbia era o principal ponto de partida.

De acordo com as estatísticas do Fórum de Direitos Sociais e Econômicos (FTDES), a guarda costeira da Tunísia impediu que mais de 14 mil migrantes embarcassem durante os primeiros três meses deste ano, em comparação com 2.900 durante o mesmo período do ano passado.

A guarda costeira italiana disse na quinta-feira que resgatou cerca de 750 imigrantes em duas operações na costa sul da Itália.

A Europa corre o risco de ver uma enorme onda de migrantes vindos do norte da África chegar às suas costas se a estabilidade financeira na Tunísia não for estabilizada, disse a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, na sexta-feira (23). Meloni pediu ao FMI e a alguns países que ajudem a Tunísia rapidamente para evitar seu colapso.

Desde 2014, mais de 26 mil migrantes morreram ao tentar cruzar o Mediterrâneo com destino à Europa, segundo dados do Projeto Migrantes Desaparecidos, da agência da ONU para a migração.

Rio Grande do Norte registra 298 ataques em onda de violência

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Depois de 10 dias de ataques, o estado do Rio Grande do Norte não registrou nenhum ato de violência nesta sexta-feira (24), segundo governo do estado. Neste sábado (25), balanço parcial das forças de segurança que atuam para combater a organização criminosa aponta que 187 suspeitos foram presos. Desses, 22 foram no âmbito da Operação Normandia e 15 da Operação Sentinela.

Ao todo foram registrados 298 ataques pelo estado. A maioria deles aconteceu na terça-feira (14), quando os atos de violência começaram. Naquela data, foram 104 ataques. Nos dias seguintes foram registrados 68 (quarta-feira) e 57 (16). 

Foram apreendidas 43 armas de fogo, capturados 148 artefatos explosivos e 33 galões de combustíveis. De acordo com o estado do Rio Grande do Norte, também foram apreendidos dinheiro, drogas e munições. Produtos de furto foram recuperados. Nesses casos, não foram divulgados quantidades ou valores.

Desde o dia 14 de março, ações orquestradas por facções criminosas causam terror à população, com incêndios e tiros contra prédios públicos, veículos, comércio e até residências.  As ações são uma retaliação às condições dos presídios, indicam investigações da polícia.

A custódia de presos está entre os motivos apontados pelos criminosos para a série de ataques no estado.

Precisely what is E Personal Technology?

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The e signature is verified and validated by simply certificate respective authorities, trust service providers, and complex methods. This makes certain that the unsecured personal is genuine, which in turn, protects the doc from tampering and scams.

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Incêndio em prédio na Vila Olímpia, em SP, deixa dois feridos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um incêndio em um prédio residencial na Vila Olímpia, na zona oeste de São Paulo, deixou duas pessoas feridas na tarde deste sábado (25). Uma delas se feriu ao pular do apartamento, que fica no sexto andar, para fugir do fogo, e a outra inalou fumaça.

A ocorrência mobilizou 13 equipes do Corpo de Bombeiros, que chegaram ao local do incêndio, no número 121 da rua do Rocio, por volta das 10h39 da manhã. O fogo foi controlado.

No vídeo, gravado de um prédio do outro lado da rua, é possível ver as chamas em uma varanda e fumaça saindo por duas janelas.

A pessoa que pulou foi encaminhada ao Hospital das Clínicas com parada cardiorrespiratória. A outra, para o Hospital Beneficência Portuguesa.

Mãe é presa por vender cenas de sexo com a filha adolescente por até R$ 80

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma mulher foi presa e denunciada à Justiça do Paraná nesta semana por estupro de vulnerável da própria filha. O crime foi descoberto após a adolescente contar à equipe pedagógica da escola o que era obrigada a fazer em casa.

Segundo o Ministério Público, a mãe obrigava a adolescente a contracenar cenas de cunho sexual com ela e vendia os conteúdos na internet por até R$ 80. O comprador era um homem de 58 anos, morador da Bahia, que também foi preso pelo mesmo crime.

O MP-PR diz que os adultos mantinham um relacionamento virtual.

A polícia encontrou com o homem mais conteúdo pornográfico, mas de outras crianças e adolescentes. A investigação segue sob sigilo e busca eventuais outros participantes nos crimes.

Comerciante ameaça com faca ‘cortar a genitália’ de meninos suspeitos de furto

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O dono de um mercado em Caxias do Sul (interior do Rio Grande do Sul, a 130 quilômetros de Porto Alegre), está sendo investigado pela Delegacia da Criança e do Adolescente por ameaçar e agredir verbalmente dois meninos – um de 11 e outro de 13 anos – dentro do seu estabelecimento.

O caso aconteceu no dia 11 de março, mas chegou ao conhecimento da Polícia nesta semana através de uma denúncia anônima. Nas imagens, o homem, que é marido da dona do estabelecimento e administra o local, suspeita que os meninos estão roubando itens do mercado e se enfurece com os dois.

“Tá roubando aqui? Te corto agora”, são algumas expressões usadas pelo homem, que estaria empunhando uma faca. Um dos meninos, abalado emocionalmente com a situação, urina no piso do mercado e o homem se irrita. “Não quero sujeita, lambe isso aí.” O dono chega a puxar o cabelo de um deles.

Os meninos choram e chegam a admitir que era a primeira vez que estavam furtando o mercado. O homem ameaça cortar a genitália deles com a faca que brandia próxima ao rosto de um de um dos meninos.

A reportagem do Estadão entrevistou a delegada Thalita Giacometti Andrich, que investiga o caso. Segundo ela, o comerciante já foi ouvido na delegacia. Os familiares dos meninos só ficaram sabendo da situação quando a investigação foi aberta.

“Conseguimos visualizar alguns fatos e o contexto geral. O homem faz ameaças, pratica vias de fato, e tudo isso associado pode caracterizar outro crime”, explica a delegada. A tipificação correta (os crimes exatos pelos quais o dono do mercado pode responder) será feita no final do inquérito.

Ibama anula manobra do governo Bolsonaro que barrou cobrança de R$ 29 bi em multas

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JOÃO GABRIEL
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) anulou o despacho do governo Bolsonaro que podia levar à anulação de R$ 29,1 bilhões de multas ambientais.

Na última terça-feira (21), a Advocacia Geral da União (AGU) aprovou um parecer permitindo ao instituto a cobrança dessas multas.

A Folha teve acesso a um despacho do Ibama do início de fevereiro –mais de um mês antes da manifestação da AGU–, no qual o instituto anulou a medida do governo Bolsonaro e solicitou a revisão de todas as medidas decorrentes dela e ainda a apuração do impacto que a medida teve.

Em 2022, o então presidente do órgão, Eduardo Bim, fez uma manobra e publicou um despacho no qual fazia valer o entendimento de que uma série de multas aplicadas eram inválidas sob o argumento de prescrição.

Ele anulou etapas de processos de infração ambiental, invalidando a notificação de suspeitos por edital para a apresentação de alegações finais -método comumente usado por agentes do órgão para intimação a quem devia multa.
Na prática, ao anular essa etapa, Bim fez esses processos prescreverem.

Desde a transição do governo do presidente Lula (PT), o grupo de trabalho ambiental, integrado pelo atual presidente do instituto, Rodrigo Agostinho, já havia afirmado que veria formas de reverter essa medida.

No primeiro dia do novo governo, um decreto publicado já abria o caminho para a derrubada do entendimento de Bim, ao revalidar a notificação por edital para alegações finais.

O despacho publicado em 2 de fevereiro “torna sem efeito” a manobra da gestão Bolsonaro e reverte a interpretação “que reconheceu a nulidade” das multas, assim como uma série de orientações dadas pelo órgão em decorrência daquela medida.
O documento é assinado por Jair Smith, então presidente substituto do Ibama, já que Agostinho ainda não havia sido nomeado –em que pese que os dois já atuavam juntos no comando da entidade naquele momento.

Além disso, orientava todas as equipes do Ibama que deixem de seguir o entendimento dado pela gestão Bolsonaro e retomem a cobrança das multas.

A decisão também cria de um grupo de trabalho para revisar decisões administrativas “tomadas em desconformidade com preceitos legais, orientações jurídicas e teses históricas” durante todo o governo Bolsonaro.

Determina ainda que sejam feitas análises para se descobrir a estimativa de impacto que a manobra de Eduardo Bim teve.
Segundo o portal G1, ainda, o Ibama informou essa anulação ao Ministério Público Federal, órgão que abriu investigação sobre a manobra de Bim, ainda antes da manifestação da AGU.

No ano passado, a Folha revelou que a ofensiva por invalidação de multas ambientais se somava a outras iniciativas da gestão de Eduardo Bim no Ibama.

Em 13 de março de 2022, uma reportagem mostrou que um documento do próprio órgão apontou risco de prescrição de mais de 5.000 autos de infração ambiental lavrados no governo Bolsonaro, em razão da incapacidade de processamento dos autos para encaminhamento a julgamento.

No dia 30 do mesmo mês, outra reportagem noticiou que um despacho assinado por Bim anulava etapas de processos de infração ambiental e ampliava as possibilidades de prescrição das multas.

Repórter que enganou New York Times elogia imprensa e se diz arrependido

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THIAGO AMÂNCIO
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Jayson Blair, 47, ainda acredita nos jornais. O americano que trabalha como “coach de vida” assina as versões digitais de New York Times, Washington Post, Boston Globe e Atlanta-Journal Constitution e diz que, ao lê-los, sabe “que os repórteres fizeram o melhor que podiam para chegar à verdade”.

Ao contrário dele próprio há 20 anos, quando apareceu na capa do New York Times, onde trabalhava à época, não por uma reportagem, mas por ter plagiado e fabricado trechos de uma série de textos.

A primeira página da edição de 11 de maio de 2003 do jornal dizia: “A fabricação e o plágio generalizados representam uma profunda traição à confiança e um ponto baixo nos 152 anos de história do jornal”.

Uma investigação interna apontou problemas em 36 dos 73 artigos que Blair escreveu nos oito meses anteriores. Havia cópias de trechos de jornais concorrentes, descrição de cenas que nunca ocorreram e até matérias assinadas de locais para os quais ele não havia viajado.

Duas décadas depois, Blair diz que mudou sua visão sobre o que ocorreu. Na época, abriu fogo. Afirmou que o caso ganhou tamanha proporção porque ele era negro e creditou o que fez ao transtorno bipolar, que também o teria levado a um vício em drogas.

Em 2004, menos de um ano depois do escândalo -palavra que agora ele se diz confortável em usar para se referir ao episódio–, publicou “Burning Down My Masters’ House – My Life at the New York Times” (queimando a casa de meus senhores – minha vida no New York Times).

Hoje, diz que não vê “como o caso seria diferente por causa da raça” e afirma que quem deu mais peso a isso foi o restante da imprensa, não o New York Times -ele foi contratado, aliás, em meio a um esforço para aumentar a diversidade na Redação. “Parte disso foi por minha culpa, eu tinha tanta raiva que joguei a questão da raça na história.”

Em conversa com a Folha por telefone, Blair afirma que o episódio ocorreu “na alvorada da era da internet”, período em que a chefia do jornal queria borrar as linhas que separavam impresso do digital. “Foi uma terrível colisão de eventos, muita gente era contra, a ponto de alguns editores seniores nem se falarem.”
Essa, diz, é uma das justificativas para o que fez. “Tinha medo de pedir ajuda porque achava que nunca teria uma segunda chance e estava apenas tentando ser funcional quando não estava bem mentalmente.”

É por isso que Blair não chama o que fez de fake news, expressão que não tinha o mesmo significado à época do que o que tem na era pós-Donald Trump. “Não fabriquei notícias para gerar desinformação. Nunca quis deliberadamente enganar ninguém. Também não fiz isso para alavancar minha carreira ou avançar em alguma agenda específica, como me acusaram. Eu só tentava fazer meu trabalho enquanto estava muito doente e não deveria tentar fazer isso.”

Blair fala quase com ternura do período em que “editores, advogados do Times, o sindicato, o RH, pessoas realmente boas” o procuraram durante a investigação para ajudá-lo a explicar o que havia acontecido.

“Mas eu mentia e mentia.” Ele afirma que decidiu assumir o escândalo e se demitir do jornal durante uma noite em que, pela primeira vez, teve pensamentos suicidas, antes que o caso viesse à tona.

“Quando entreguei minha carta de demissão, sumi. E a Redação, enquanto tinha que lidar com um escândalo gigante, colocou dez pessoas atrás de mim em Nova York, repórteres e editores à minha procura, e me ajudaram a me tratar”, diz, lembrando que o jornal estendeu o convênio médico após a demissão.

Ele tentou ficar em Nova York por mais um ano após deixar o jornal, mas, sentindo-se isolado, voltou à cidade dos pais, Leesburg, na Virgínia, a menos de uma hora do centro de Washington, onde vive hoje.

Foi só em 2007, quatro anos após o escândalo, que começou a lidar melhor com o caso, afirma Blair. À época, ele encontrou o tratamento adequado para sua bipolaridade, depois de passar por 60 combinações diferentes de medicamentos.

Ele define o escândalo como “uma experiência de humildade”. “Você está no topo da carreira, acredita que está conquistando tudo, e isso acontece. Não quero nunca passar por algo como aquilo de novo, mas muita coisa boa veio a partir desse caso. Não acho que gostaria da pessoa que eu me tornaria se isso não tivesse acontecido.”

Ele começou a trabalhar com iniciativas sobre a importância de cuidar da saúde mental, até que um psicólogo sugeriu que aprendesse sobre coaching. “Eu ri na cara dele. Você sabe o que eu já fiz na vida? Como vou ser coach? Mas ele insistiu e assim cheguei aonde estou agora”, conta Blair, que abriu uma empresa de coach de saúde mental, vida e carreira em 2010.

Hoje, tem ainda um podcast, o Silver Linings Handbook, em que trata do assunto. É por isso que aceitou falar com a reportagem, embora diga estar “um pouco cansado” de remoer o erro que cometeu aos 27 anos.

Newsletter Colunas e Blogs Receba no seu email uma seleção de colunas e blogs da Folha; exclusiva para assinantes. * Blair diz que, em uma era em que os salários são muito mais baixos, a cobrança muito maior, com concorrência da internet, e os ataques mais frequentes, jornalistas precisam focar a saúde mental.

“O jornalismo é essencial em uma democracia. Mas você precisa colocar a máscara de oxigênio em si próprio antes de ajudar os outros.”

“É uma profissão poderosa para ajudar as pessoas. Mas é uma indústria. O jornal não vai te abraçar à noite quando você chega em casa. Então, tome conta de você e da sua saúde.”

Tornado e tempestades deixam ao menos 23 mortos no Mississippi

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ao menos 23 pessoas morreram em decorrência de um tornado e violentas tempestades que atingiram na noite de sexta-feira (24) o estado do Mississippi, ao sul dos Estados Unidos, informaram autoridades.

Além disso, pelo menos quatro pessoas estão desaparecidas e dezenas ficaram feridas, segundo a agência de gestão de emergência do estado, MEMA, que informou ainda que o número de mortes deve subir nas próximas horas.

As operações de busca e resgate estão em andamento nos condados de Sharkey e Humphreys, cerca de 110 quilômetros ao norte de Jackson, a capital do estado.

“Minha cidade se foi”, disse o prefeito de Rolling Fork, Eldridge Walker, no condado de Sharkey, à WJTV: “O que encontramos é a devastação ao nosso redor”.

Woodrow Johnson, um funcionário do condado de Humphreys, disse à CNN que sua esposa o acordou assustada com o barulho. “Foi uma coisa muito assustadora”, afirmou Johnson, acrescentando que a casa de seu vizinho, um trailer, havia “desaparecido completamente”.

O Serviço Nacional de Meteorologia alertou os moradores neste sábado que “os riscos persistirão mesmo depois que as tempestades passarem”. Imagens de televisão mostraram casas destruídas e escombros espalhados pelas estradas.
“Quanto aos números oficiais de danos, não os teremos até amanhã”, disse Malary White, da MEMA.

O Serviço Meteorológico Nacional de Jackson informou no início deste sábado que o alerta de tornado havia passado, mas que chuvas e trovoadas adicionais são esperadas.

Estudantes de Campos representam a cidade em Feira Nacional de Empreendedorismo

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Cinco alunos do Cebrac Campos irão representar a cidade de Campos na Feira Nacional de Empreendedorismo (FNE), neste sábado. A competição mostra soluções práticas e ideias inovadoras para o dia-a-dia das pessoas, gerando impacto na sociedade. Os estudantes de Campos apresentaram um projeto de aplicativo educacional compatível com diversas plataformas digitais.

Bruno de Jesus Silva, Ítalo dos Santos, Jullye Rebel da Silva, Laríssa Gonçalves e Kaylan de Freitas receberam nessa quarta-feira uma moção de aplausos na Câmara Municipal de Campos; referente a criação do aplicativo OnClass, que busca aproximar alunos que precisam de uma aula extra, algum conhecimento específico e aula particular ou de reforço com professores parceiros do aplicativo; tirando suas dúvidas em tempo real, de forma online, no momento escolhido por ambos.

O evento contará com representantes de todo país e será realizada numa plataforma de multiverso, reunindo grupos de estudantes, acadêmicos e empresários.

O mentor do projeto, Uidemar Belarmindo explicou sua importância:

– Nesse cenário de inovação se torna necessário criar novas ferramentas para aprendizagem. A era digital chegou, precisamos usar isso ao nosso favor, afim de melhorar a educação dos nossos jovens. O OnClass é um elo fantástico entre os alunos que tem a necessidade de aprender mais e professores com sede de dividir seus conhecimentos

A professora Laura Coimbra, validou o projeto:

– Vejo no OnClass mais que uma parceria, uma oportunidade de adquirir maior experiência e dar minhas aulas conforme minha disponibilidade de tempo, além de adquirir uma renda extra

A competição contará com mais de 20 concorrentes e dará uma premiação de R$ 5000, 00 aos vencedores. Autoridades da região apoiam o projeto e estaremos acompanhando a competição.