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Drogas são apreendidas pela Polícia Militar no Parque Lebret

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na tarde desta segunda-feira (13), pinos de cocaína e buchas de maconha foram apreendidos pela Polícia Militar na Rua Paciência, no Parque Lebret, em Guarus.

Apos observar um local frequentado por homens ligados ao tráfico de drogas, que se aproveitam do local por conta da vegetação aquática densa para esconder os entorpecentes, os agentes realizaram buscas e conseguiram apreender em uma sacola plástica, 31 pinos de cocaína e 31 buchas de maconha.

Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e encaminhado para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde o caso foi registrado. Ninguém foi preso durante a ação.

 

INSS pede ao STF suspensão nacional dos processos da revisão da vida inteira

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(FOLHAPRESS) – O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal) suspenda todas as ações de revisão da vida inteira, até que saia o trânsito em julgado da decisão, ou seja, até a etapa final do processo, que ocorre apenas após a publicação do acórdão e a apresentação e análise de eventuais embargos de declaração.

O pedido foi apresentado pela AGU (Advocacia-Geral da União), que defende o órgão na Justiça, nesta segunda-feira (13).

Aprovada pelos ministros do Supremo no dia 1º de dezembro, essa revisão inclui no cálculo de aposentadorias, auxílios e pensões as contribuições feitas antes de 1994, beneficiando quem tinha contribuições maiores antes do início do Plano Real. O julgamento teve 6 votos favoráveis aos aposentados contra 5 contrários.

Em seu pedido, a AGU afirma ainda que a fila de benefícios requeridos ao INSS tem atualmente 5 milhões de segurados com atendimentos pendentes.

Segundo a advogada Adriane Bramante, presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), o processo ainda não está nem em fase de embargos, que ocorre após a publicação da decisão dos ministros, chamado de acórdão. “Por enquanto tivemos o julgamento e a publicação da ata do julgamento apenas.”

Agora, segundo a especialista, o INSS pediu para suspender a aplicação dos efeitos da decisão, considerando que muitos juízes já estão concedendo tutela antecipada (uma antecipação para começar o pagamento da revisão imediatamente, antes de a ação terminar). “Vamos aguardar a manifestação do STF quanto ao pedido do INSS”.

Na opinião do advogado previdenciário Rômulo Saraiva, o INSS sabe que não reverterá o julgamento, mas pretende ao menos frear os aumentos imediatos em benefícios.

No pedido apresentado ao Supremo, a AGU diz que os pedidos de suspensão não vêm sendo aceitos nas instâncias da Justiça, “inclusive com a imposição de multa ao INSS”. Outro argumento é que ainda poderá haver modulação dos efeitos da decisão, etapa em que é possível limitar o alcance da revisão, como o período de atrasados, por exemplo.

O governo também abordou questões de ordem prática, como a necessidade de adaptação de seus sistemas, rotinas e processos e que envolvem remunerações “que podem chegar à década de 1970 (há mais de 50 anos)”.

Segundo a AGU, os sistemas atuais não permitem a simulação ou cálculo da aposentadoria considerando remunerações anteriores a julho de 1994. Os dados de salários recebidos antes de 1994 não estão validados e estão sujeitos a “enormes inconsistências”, afirma a petição.

Reportagem da Folha de S.Paulo de janeiro mostrou que o órgão criou a opção “Revisão da Vida Toda” em seu serviço online Meu INSS. Na ocasião, o órgão afirmou que continua aguardando a publicação do acórdão para identificar quais providências adotará nas revisões.

Jiboia de quase 2 metros escondida em carro surpreende motorista em Macaé

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Foto: Divulgação g1

Um motorista levou um grande susto na manhã desta segunda-feira (13) depois de encontrar uma jiboia de quase 2 metros dentro do carro dele em Macaé.

O caso aconteceu na Rua Alcides Mourão, na Aroeira. O motorista registrou o momento em vídeo e o caso viralizou nas redes sociais na cidade.

O motorista contou que pensou que o motor tinha dado defeito, mas quando foi verificar, encontrou a jiboia dentro da parte inferior do veículo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e os militares tiveram dificuldade para resgatar e colocar dentro de um recipiente.

Depois do resgate, a jiboia foi encaminhada para a Pesagro-Rio, que é Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro. O órgão de pesquisa constatou que o animal é da espécie Boa Constrictor , também chamada de Jiboia-constritora.

O órgão explicou a jiboia boa Constrictor é uma espécie de serpente grande e não peçonhenta que é frequentemente mantida e reproduzida em cativeiro.

Após análises, o animal encontrava-se aparentemente saudável e sem lesões e foi devolvido à natureza.

Fonte: g1

Câmara recebe profissionais de enfermagem

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O presidente da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes, Marquinho Bacellar (Solidariedade), recebeu, na manhã desta terça-feira (14), a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Enfermagem, Roseni Camilo, e uma comissão de representantes dos profissionais no município. A categoria pede a aplicação do piso salarial.

Também participaram da reunião o procurador Legislativo, Flávio Gomes da Silva, e a subprocuradora, Bianca Cruz de Carvalho. Os profissionais de enfermagem afirmaram que estão há oito anos sem reajuste, apesar da atuação essencial durante a pandemia da Covid-19. Além disso, destacaram que alguns municípios já estão pagando o novo piso, mesmo a legislação federal tendo tido efeito suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente Marquinho Bacellar informou que a Procuradoria vai analisar a demanda e será proposta uma Indicação Legislativa, uma vez que matéria orçamentária é de competência da Prefeitura. Os representantes da enfermagem serão convidados, assim como representantes do Executivo, para discutir o projeto, buscando a melhor solução para os trabalhadores.

Mais de sete milhões de crianças afetadas por sismo na Turquia e Síria

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“Na Turquia, o número total de crianças que vivem nas dez províncias afetadas pelos dois terremotos é de 4,6 milhões. Na Síria, 2,5 milhões de crianças foram afetadas”, disse o porta-voz da UNICEF, James Elder, numa coletiva de imprensa em Genebra, citado pela agência francesa AFP.

Elder disse que muitas crianças sobreviventes perderam os pais na catástrofe, que provocou mais de 35 mil mortos na Turquia e na Síria.

O porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse que muitas crianças, juntamente com as suas famílias, “estão dormindo nas ruas, em centros comerciais, escolas, mesquitas, estações de ônibus e debaixo de pontes, por medo de regressar para a casa”.

Ainda é desconhecido o número de crianças que ficaram órfãs, mas pelo menos 1.362 foram separadas das suas famílias nas áreas afetadas da Turquia, referiu Elder, segundo a agência espanhola EFE.

A ministra da Família e dos Serviços Sociais turca, Derya Yanik, disse hoje que “369 crianças foram identificadas pelas suas famílias e entregues a elas”.

Disse também que 792 menores estão sendo tratados em vários hospitais, enquanto outros 201 foram alojados em instituições do seu ministério.

“Identificamos 1.071 destas crianças. As identidades de 291 ainda não foram determinadas”, afirmou.

As autoridades turcas apelaram ao público para entregar a funcionários do Estado quaisquer menores não acompanhados que encontrarem, e não a pessoas que afirmem ser familiares próximos.

Nesse apelo, recordaram que no sismo que afetou a Turquia em 1999, crianças foram raptadas para vários fins, incluindo tráfico de órgãos.

O porta-voz da UNICEF disse ainda que no lado sírio, os terremotos atingiram um território onde as “crianças com menos de 12 anos só conheceram conflitos, violência e deslocações forçadas”.

Muitas dessas crianças tiveram de mudar de casa até seis ou sete vezes durante a guerra civil síria, que começou em 2011.

Os sismos ocorreram em dois locais diferentes do sudeste da Turquia, junto à fronteira com a Síria, tendo atingido magnitudes de 7,8 e 7,5 na escala de Richter, com réplicas fortes, uma das quais de 6,0.

Mais de uma semana depois, as equipes de resgate conseguiram hoje retirar quatro pessoas com vida dos escombros de edifícios nas cidades turcas de Kahramanmarash e Adiyaman.

Os canais de televisão turcos transmitiram ao vivo o resgate de dois irmãos de 17 e 20 anos em Kahramanmarash, que foram enviados para hospitais com diferentes graus de ferimentos.

Momentos mais tarde, um jovem de 18 anos foi retirado dos escombros em Adiyaman.

A agência turca Anadolu noticiou o resgate de uma professora de 26 anos, 201 horas depois do primeiro sismo.

Apesar dos sucessos de hoje, os trabalhos de salvamento pararam na maioria dos locais e as equipes de salvamento estrangeiras começaram a regressar para casa, enquanto gruas e outras máquinas de trabalho começaram a remover os escombros, segundo a EFE.

 

Carnaval pode provocar alta de casos de covid

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O carnaval deste ano é o que ocorre com o coronavírus em situação mais controlada desde que a pandemia foi decretada, há quase três anos. Especialistas em saúde não descartam eventual alta de casos, mas dizem que o aumento de ocorrências graves e mortes é mais improvável do que em edições anteriores. Reforçam também alguns cuidados para os foliões, como atualizar o esquema vacinal e evitar contato com pessoas com sintomas gripais.

“Com certeza teremos mais casos (de covid no carnaval), mas não dá para ter certeza se teremos mais óbitos e mais pacientes internados em UTI (unidade de terapia intensiva)”, diz o infectologista Marcelo Otsuka, vice-presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Ele afirma que esse diagnóstico ocorre principalmente por causa do avanço da vacinação no País.

“A expectativa é de que a gente não tenha uma grande repercussão (na pandemia) em relação ao carnaval”, diz a infectologista Raquel Stucchi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ela relembra que boletim recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontou que a maioria dos Estados segue com queda ou estabilização de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Conforme o balanço, divulgado na semana passada, considerando as 27 unidades federativas, apenas Acre, Amazonas, Espírito Santo e Pernambuco apresentam crescimento na tendência de longo prazo. No período recente, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 1,3% para influenza A; 1,1% para influenza B; 24,8% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 61,7% para Sars-CoV-2. A covid representa 91% dos óbitos, seguida pelo VSR, com 5%.

Segundo Raquel, eventos como o carnaval costumam causar preocupação, mas há alguns fatores que podem frear quadros graves no momento atual. “Quase a totalidade das pessoas presentes nas festividades de carnaval e em aglomerações deve ter tomado possivelmente duas doses da vacina, no mínimo, e está na faixa etária de jovem adulto. São pessoas que normalmente não têm nenhuma comorbidade importante e para quem o risco de quadros graves é muito pequeno.”

TESTES

Em boletim publicado na última semana, o Instituto Todos pela Saúde (ITpS) apontou que tanto a taxa de a positividade dos testes de covid-19, que está em 15%, quanto do vírus sincicial respiratório (18%) apresentaram leve tendência de alta no início deste mês. As análises foram feitas com base em 928 mil testes realizados pelos laboratórios parceiros Dasa, DB Molecular, HLAGyn e Sabin.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ipea: população em situação de rua no Brasil supera 281 mil

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A população de rua superou as 281 mil pessoas no Brasil em 2022. Isso representa um aumento de 38% desde 2019, após a pandemia de covid-19. Essa é a conclusão de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O Mauro veio de Santa Catarina para Brasília após um acidente de moto em novembro, que tirou a fonte de renda dele. Ele conta que não tem apoio de ninguém e agora quer voltar para o Sul do país. Mauro tenta uma saída em um dos Centros Pop, locais que atendem pessoas em situação de rua.

“Eu rompi relação com todos os meus familiares. Eu não tenho ninguém, no caso. Justamente por isso, talvez eu me encontre nesta situação. Eu tinha um troco aí, estava me alimentando, mas agora eu venho aqui, pra me alimentar e pra tentar uma passagem, pra voltar por Sul.”.

O estudo do Ipea alerta que o aumento de pessoas nas ruas é muito maior em proporção do que o da população em geral. No período de dez anos, de 2012 a 2022, o crescimento desse segmento vulnerável foi de 211%. Segundo dados do IBGE, o aumento populacional brasileiro foi de 11% entre 2011 e 2021.

A Região Sudeste concentra pouco mais da metade da população em situação de rua do país: são 151 mil pessoas. Na sequência estão Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte. A pesquisa destaca a Região Norte, onde está a menor parcela de população de rua do país, mas que, no entanto, mais que dobrou de 2019 para 2022, saindo de oito mil para mais de 18 mil pessoas vivendo nas ruas.

Por falta de provas, juiz Marcelo Bretas determina a soltura de CVC

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Carlos Victor Carvalho, principal nome da Direita Campos, foi solto na tarde desta segunda-feira (13), em Campos. A decisão para a soltura foi proferida pelo juiz Marcelo Bretas.

O juiz revogou a prisão preventiva, por ausência de provas da existência de crime e indício de autoria. E por absoluta ausência dos requisitos necessários a manutenção da prisão

“A autoridade policial não apresentou dados que fossem capaz de demonstrar que o mesmo participou dos atos e praticou violência, ou grave ameaça na capital federal no dia 8 de janeiro”, diz trecho da decisão.

CVC, como é conhecido, ficou preso por cerca de 27 dias. Na última sexta-feira chegou a ser transferido para o presídio de Itaperuna, mas ontem, no final da tarde, foi liberado após a decisão.

Síria concorda em abrir passagens a regiões rebeldes para entrega de ajuda

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DAMASCO, SÍRIA (FOLHAPRESS) – Uma semana após o terremoto que matou mais de 37 mil pessoas na Síria e na Turquia, a ditadura de Bashar al-Assad concordou nesta segunda-feira (13) com a abertura de passagens na fronteira com o país vizinho para o transporte de ajuda humanitária a áreas que estão fora do controle do regime.

O acordo foi intermediado pelas Nações Unidas, tem validade de três meses e reabre as fronteiras entre os dois países, fechadas desde 2011, quando as relações diplomáticas foram rompidas depois da explosão da guerra civil -o conflito levou milhões de sírios a buscarem refúgio na Turquia.

Até então, o único ponto de acesso a áreas dominadas por rebeldes no nordeste da Síria era a passagem Bab al Hawa, criada em resposta a uma resolução da ONU e definida por Damasco como uma violação à soberania síria. Nos próximos dias, dois novos corredores serão abertos, de acordo com o secretário-geral das Nações Unidas, o português António Guterres, que não informou a data precisa.

“A abertura desses pontos certamente permitirá que a ajuda entre mais rapidamente”, disse o chefe da ONU. “À medida que o número de vítimas aumenta, é de extrema urgência fornecer alimentos, medicamentos, proteção, roupas de inverno e outros suprimentos para salvar vidas.”

Mais cedo, Assad se reuniu em Damasco com Martin Griffiths, coordenador de ajuda emergencial da ONU. O ditador pediu mais auxílio internacional para reconstruir as regiões destruídas pelo terremoto. Enquanto várias nações enviaram equipes para as operações de assistência na também arrasada Turquia, onde a contagem de mortes ultrapassou 31 mil, a mesma oferta não foi vista no território sírio.

A Síria está isolada internacionalmente desde o início da guerra civil provocada pela repressão violenta a uma revolta popular contra o regime, cenário que dificulta os esforços para levar ajuda a vítimas do sismo.

Vários países, entre os quais EUA, Reino Unido, França, anunciaram a doação de recursos por meio de organizações humanitárias, mas sem qualquer diálogo com o regime. Nesta segunda, em nota, Assad destacou a “importância dos esforços internacionais” para ajudar na reconstrução da infraestrutura.

Além de conversar com o ditador, Griffiths, o coordenador de ajuda emergencial da ONU, também se reuniu em Damasco com o chefe da diplomacia síria, Fayçal Moqdad. Ele ainda viajou a Aleppo, cidade do norte do país onde o terremoto deixou mais de 200 mil pessoas desabrigadas. No total, mais de 5.700 pessoas morreram na Síria e 5,3 milhões de pessoas podem ficar desabrigadas, de acordo com a ONU.

Prefeitura de SFI decreta ponto facultativo nos dias 17, 20 e 22

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Prefeitura de São Francisco de Itabapaona

Em virtude do feriado de carnaval na próxima terça-feira (21), a Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) decretou ponto facultativo nas repartições públicas municipais na sexta-feira (17), na segunda-feira (20) e na quarta-feira de cinzas (22).

O decreto foi publicado no Diário Oficial dessa segunda-feira (13) e destaca a tradição popular do período carnavalesco. Também é ressaltado que o “Poder Público Municipal, sempre coeso com os servidores públicos,” reconhece “que nessa data as pessoas se reúnem com familiares e também se deslocam para o convívio com parentes distantes”.

A publicação, que é assinada pela prefeita Francimara Barbosa Lemos, afirma que serão garantidos “os serviços públicos essenciais e imprescindíveis às práticas de atos administrativos já agendados”, que incluem as secretarias municipais de Obras, Serviços Públicos e Urbanismo; de Saúde; de Meio Ambiente; de Segurança, Ordem Pública e Defesa Civil (SESEP); de Transporte; de Turismo, Indústria e Comércio, e; de Esporte e Lazer.

Fonte: Prefeitura de São Francisco de Itabapaona

Agência dos Correios é invadida e furtada na área central de Campos

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Foto: Reprodução g1

Neste final de semana, uma agência do Correios localizada na Avenida Sete de Setembro, na área central de Campos, foi alvo de furtos.

Segundo o gerente da agência, os suspeitos teriam entrado no estabelecimento por meio de uma escola infantil desativa na Rua 21 de Abril, ao lado. Durante a ação foram furtados cinco aparelhos de ar condicionado, balança comercial, quatro ventiladores, rádio portatil, e um crachá de um dos funcionários.

Equipes da Polícia Federal, com apoio da polícia militar, estiveram no local na manhã desta segunda-feira (13), onde foi realizado uma perícia. Ninguém foi preso.

Dois homens são detidos com bicicleta furtada em Guarus

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na tarde desta segunda-feira (13), dois homens foram detidos após serem flagrados com uma bicicleta furtada na Avenida Senador José Carlos Pereira Pinto, no Guarus Plaza Shopping, no Parque Calabouço, em Guarus.

Após informações de que uma bicicleta havia sido furtada por dois homens no bairro da Pecuária, os policiais iniciaram buscas e encontraram os suspeitos, ao serem questionados, os mesmos tentaram se passar como os proprietários da bicicleta.

Diante dos fatos, os dois foram encaminhados para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde foram ouvidos e liberados. A bicicleta foi recuperada e devolvida ao verdadeiro proprietário.

Roupas com indícios de falsificação são apreendidas pela Operação Foco em Campos

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Foto: Divulgação

Na tarde deste domingo (12) as equipes da Operação Foco Divisas do Posto Fiscal de Mato Verde, aprenderam centenas de peças de vestuário e acessórios para celulares sem nota fiscal e com indícios de falsificação. O caso ocorreu na BR-101, na localidade de Morro do Coco, em Campos.

De acordo com os agentes da Operação Foco, o motorista passou por fora do posto e chamou a atenção dos servidores. Uma abordagem foi realizada e durante a revista, foi constatado que o veículo estava sem a bancos e foram encontradas sacolas com lingerie, bermudas, cuecas, capas e películas de celulares.

Ao ser questionado, o motorista disse que saiu de Vitória, no Espírito Santo, e ia entregar o material em Campos.

A ocorrência foi registrada na delegacia de Campos. O condutor irá responder em liberdade por crime contra a ordem tributária.

Brasil tem quase 3 milhões de armas particulares após Bolsonaro facilitar acesso

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A quantidade de armas em acervos particulares no Brasil (aqueles que não pertencem aos órgãos públicos), está próxima de 3 milhões, segundo dados obtidos pelos institutos Sou da Paz e Igarapé meio da Lei de Acesso à Informação. Esse acervo mais que dobrou nos últimos cinco anos – em 2018, o total era de 1,3 milhão de armas em coleções privadas. Em sua gestão, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) facilitou as regras de acesso de civis a esse tipo de equipamento – o que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promete rever.

Os acervos particulares incluem armas de caçadores, atiradores desportivos e colecionadores (CACs), de cidadãos com registro para defesa pessoal, caçadores de subsistência; servidores civis (como policiais e guardas civis) com prerrogativa de porte e que compraram armas para uso pessoal; membros de instituições militares (policiais militares, bombeiros militares) que compraram armas para uso pessoal.

O perfil dos registros também mudou. Em 2018, quase metade do acervo de armas pessoais pertencia a membros de instituições militares (47%). O restante se dividia entre os registros na Polícia Federal (servidores civis, cidadãos comuns com registro para defesa pessoal e caçadores de subsistência – com 26%) e registros pertencentes a CACs (27%). Ao longo dos últimos quatro anos, essa proporção se inverteu com o crescimento da categoria de CACs, que passou a ter 42,5% do total em 2022.

Os CACs foram a categoria mais beneficiada pelas mudanças na legislação, como decretos, portarias e instruções normativas publicadas entre 2019 e 2022 que facilitaram o porte municiado, o acesso a armas mais potentes e em grande quantidade.

Preocupação

Especialistas mostram preocupação com os dados, pois relacionam a maior disponibilidade de armas ao aumento da violência, em especial quando estão nas mãos de particulares e não são submetidas aos controles das Corregedorias e Ouvidorias.

No início do mês, o governo Lula determinou que todas as armas sob poder de civis sejam cadastradas no sistema da PF no prazo de 60 dias. Isso reforça o poder da Polícia Federal na vigilância e monitoramento sobre esses arsenal – os CACs, por exemplo, estavam submetidos somente ao controle dos militares.

Êxodo de garimpeiros pobres da terra yanomami tem medo da polícia e planos para Guianas

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(FOLHAPRESS) – “Olha o buru!” Buru, na linguagem dos garimpeiros, é helicóptero. Alguém, no meio da confusão no portinho do Arame, gritou ter avistado um buru no céu. Foi o suficiente para transformar confusão em caos. Garimpeiros se entocaram no mato. Embarcações foram arrastadas nas águas do rio Uraricoera para serem escondidas. Caminhonetes deram marcha a ré.

Era um alarme falso. Não havia helicóptero nenhum se aproximando do portinho. O medo era de mais uma ação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e de forças policiais federais para retirada dos mais de 20 mil invasores da Terra Indígena Yanomami. Uma operação está em curso há uma semana.

O temor se dissipou rápido, na mesma velocidade do buru imaginário. O portinho clandestino voltou do caos à confusão em minutos, e retomou o seu aspecto de fuga e êxodo, cada vez mais intensos nos últimos dias. Os garimpeiros seguiram seus caminhos de volta, após meses ou anos de atividade predatória na maior terra indígena do Brasil.

O porto do Arame é, hoje, o maior entreposto da fuga por terra e água de milhares de garimpeiros que exploravam ouro e cassiterita no território tradicional.

Quem não tem dinheiro ou ouro suficiente para um voo acaba caminhando por dias na floresta, até alcançar um barco. De barco, são mais um ou dois dias até o portinho. De lá, mais duas ou três horas na caçamba de uma caminhonete, até a vila Reislândia -ou Paredão-, que pertence ao município de Alto Alegre (RR), aparecer no horizonte. A saga continua para múltiplos destinos.

A Folha de S.Paulo acompanhou um dia de fuga dos garimpeiros, com os garimpeiros. Neste domingo (12), a reportagem fez o percurso de Reislândia ao porto clandestino na cabine de uma caminhonete; permaneceu no Arame para documentar a chegada dos barcos e conversar com os invasores; e voltou na carroceria de uma segunda caminhonete usada para transportar as pessoas para fora dali.

O contato com os garimpeiros, nesse contexto de fuga, temor, vulnerabilidade e movimento incessável, permite traçar um perfil difuso dessas pessoas e compreender as dificuldades do caminho de volta após o início da retomada da terra indígena.

Um garimpo tem várias camadas. Se uma simplificação é possível, essas camadas podem ser resumidas em duas: a de trabalhadores braçais da exploração de ouro, que são migrantes vindos de diferentes partes do país (especialmente do Maranhão) e da Venezuela, e a de operadores da logística que ganham dinheiro para viabilizar essa exploração, inclusive na atual fase de desintrusão.

Quem está fazendo as varações pela mata e lotando as embarcações -um barco de 12 metros carrega até 40 pessoas de uma vez- são os trabalhadores braçais do garimpo. São raizeiros (trabalhador braçal que arranca as raízes das árvores para a escavação da terra), jateiros (quem opera os grandes jatos d’água para revirar a terra), cozinheiras, prostitutas.

Ao longo dos dias, com a intensificação das ações de destruição de maquinários e aeronaves pelo Ibama e pela PF (Polícia Federal) e com a maior presença da Força Nacional de Segurança Pública, aumentou o fluxo de barcos no portinho clandestino.

No período em que a reportagem esteve no local, seis barcos aportaram por lá. Quatro estavam abarrotados de gente. Dois chegaram mais vazios.

As pessoas transportam suas roupas, galinhas, cachorros, TVs, antenas de internet. O percurso custa quatro gramas de ouro (pouco mais de R$ 1.000). Uma vaga na carroceria de uma caminhonete, mais R$ 400.

No sábado (11), o fluxo foi igualmente intenso. Quem trabalha no transporte contou 20 caminhonetes cruzando a estrada quase intransitável ao longo do dia, cada uma transportando de 10 a 12 garimpeiros na carroceria. Assim, mais de 200 invasores deixaram a terra indígena num único dia, somente pelo porto do Arame.

Ao longo das duas horas e meia no caminho de volta, na carroceria de uma caminhonete, a reportagem dividiu o parco espaço com uma grande quantidade de galões, abarrotados de mantimentos e roupas, e com dois garimpeiros que prosseguiam no longo caminho de volta.

A história dos dois maranhenses, na faixa dos 40 anos de idade, é um resumo do que ocorre na linha de frente de um garimpo.

Shrek -no garimpo, todo mundo tem um apelido, e quase ninguém diz seu nome- ficou dois anos e dois meses na exploração de ouro nos rios que cortam a terra indígena. Ele faz isso desde a década de 80. Já garimpou na Guiana Francesa e já esteve na terra yanomami em diferentes fases da exploração predatória.

Garoto de Ipanema teve uma experiência bem curta: três meses. Sempre trabalhou na construção civil. No território amazônico, foi acometido por sucessivas malárias. Atuou como raizeiro. Não quer voltar. “Não valeu a pena.” Ele pretende retornar ao Maranhão.

O destino de Shrek é mais incerto. Ele segue entusiasta da lógica do garimpo ilegal. “Já enriquei e já fiquei pobre três vezes no garimpo”, disse. “Quando que eu consigo comprar um sítio desse [aponta para um sítio no percurso feito] se não for garimpando?”

A Guiana e a Guiana Francesa serão os destinos de diversos garimpeiros com quem a reportagem conversou. Parte deles já esteve em garimpos nesses países, que ficam próximos de Roraima -o estado fica na fronteira do país com a Guiana.

“Vou procurar outro lugar. Vou para a Guiana Francesa, a mais comentada. O risco é maior, mas tem mais chance de achar ouro”, disse Chucky, 24. Ele é garimpeiro desde os 17 anos, quando terminou o ensino médio em Boa Vista (RR). Os irmãos mais velhos também estão no garimpo. Um tem um barco. O outro, maquinário. “Garimpo é independência.”

No porto do Arame, o som é dos motores dos barcos subindo e descendo o rio, mais o das falas simultâneas dos garimpeiros em busca de transporte para Reislândia. “Saímos do garimpo, chegamos ao Brasil”, disse um passageiro de um dos barcos, já em terra.

O cheiro é o de lixo, roupas e materiais queimados, num processo de incineração constante. Uma caminhonete queimada por policiais numa operação passada permanece no mesmo lugar. O temor de quase todos ali é perder objetos de valor -inclusive gramas de ouro- em ações de fiscalização e desmobilização da invasão.

Cida, 49, e Maria Rita, 46, chegaram no fim de tarde ao portinho clandestino. Uma é de Boa Vista (RR), a outra, de Pinheiro, no Maranhão. As duas trabalharam como cozinheiras no garimpo.

Cida quer seguir adiante na atividade. “Vou para a Guiana. Lá não tem essa pressão que está tendo aqui.” Rita, depois de um ano no rio Uraricoera, só quer ir embora. “Vim para juntar um dinheiro e comprar uma casa. Não deu. Vou voltar para o Maranhão, trabalhar em roça e na quebra de coco.”

Louro, 48, também é maranhense e uma parte de sua vida foi em Borba (AM). A outra foi no garimpo. “Estou desde os 14 anos no garimpo. Já garimpei aqui, em Rondônia, no Pará, no Amazonas e em Mato Grosso.”

Depois de aportar no Arame, ele seguiu o caminho de volta na carroceria de uma caminhonete até Reislândia. Louro tem 12 filhos. Teve carteira assinada por menos de dois anos, quando trabalhou na construção de hidrelétricas em Rondônia. “É uma vida muito difícil de garimpeiro. É o tempo todo fugindo de polícia e sendo tratado como bandido.”

O crescimento e a consolidação do garimpo ilegal na terra yanomami, permitidos e estimulados pelo governo Jair Bolsonaro (PL), provocaram uma crise humanitária, sanitária e de saúde entre os indígenas, com explosão dos casos de malária, desnutrição grave e infecções respiratórias -doenças associadas à fome.

Yanomamis de comunidades em regiões como Surucucu e Auaris se viram empurrados e pressionados pelo garimpo ilegal -algumas aldeias foram cooptadas pela atividade garimpeira. Os indígenas encolheram suas plantações, não têm água potável para beber e nem para tomar banho. Não conseguem pescar. A caça foi afugentada.

O governo Lula (PT) declarou no dia 20 do mês passado estado de emergência em saúde pública, com ações de assistência médica na terra indígena. Depois, o governo deu início à Operação Libertação, para retirada dos invasores do território, com participação de agentes de Ibama, Funai, Força Nacional de Segurança Pública e Forças Armadas. A operação deve durar entre seis meses e um ano.

No caminho entre Reislândia e o porto do Arame, dois grupos de indígenas irromperam na estrada. Cada um com três yanomamis adolescentes ou crianças. Uma está grávida, com a gravidez avançada. Caminhavam sozinhos, sem um adulto por perto, tentando alcançar algum lugar que não a terra indígena. Às caminhonetes abarrotadas de garimpeiros, pareciam invisíveis.

Rua Joaquim Thomaz de Aquino Filho interditada em SJB para o carnaval

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Foto: Divulgação Secom

Para montagem da estrutura para o carnaval, que começa nesta quinta-feira, 16, em São João da Barra, a principal rua da Sede do município, a Joaquim Thomaz de Aquino Filho, ficará interditada das 18h desta segunda-feira, 13, até a quarta-feira de cinzas.

De acordo com o Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), moradores da via que possuem garagens em suas residências terão os veículos adesivados, para trânsito livre, a partir desta terça-feira, 14. Já os moradores que possuem veículos, mas não têm garagem, não poderão deixar o carro na rua, nem mesmo no período noturno, já a partir desta segunda.

Ainda de acordo com informações do Demutran, outras vias no entorno da “Avenida do Samba” serão fechadas no período da folia, como ocorre de praxe. Os moradores dessas ruas também começarão a ter os veículos adesivados para livre acesso às residências que possuem garagens a partir desta terça.

Novo trecho da Avenida 28 de Março interditado nesta terça-feira

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Foto: Divulgação Ascom

Novo trecho da Avenida 28 de Março será interditado nesta terça-feira (14) para dá seguimento às obras que estão sendo executadas na via para garantir maior fluidez e segurança aos usuários. A recuperação do asfalto é uma parceria entre a Prefeitura de Campos e o Governo do Estado, por meio do programa Asfalto Novo, que contempla 103 ruas e avenidas do município.

O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) informa que haverá interdição na Avenida 28 de Março – sentido Pecuária/Centro-Jóckey, no trecho entre a Rua Visconde de Itaboraí e a Rua Carlos Lacerda.

Motoristas devem ficar atentos quanto ao desvio programado pelo IMTT, conforme mapa acima. Para o sentido Pecuária-Jóckey, os usuários podem utilizar como alternativa o caminho pela Rua Visconde de Itaboraí, Rua Machado de Assis e Rua Carlos Lacerda para retornar para a Avenida 28 de Março (AZUL NO MAPA). Já no sentido Centro-Penha, tem a seguinte alternativa: Avenida 28 de Março, Avenida José Alves de Azevedo (Beira Valão) e Avenida Arthur Bernardes (VERDE NO MAPA).

Equipes resgatam sobreviventes na Turquia, uma semana após terremoto

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Equipes de resgate na Turquia retiraram várias pessoas com vida de prédios desabados nesta segunda-feira (13) e estavam cavando para encontrar avó, mãe e filha de uma única família, uma semana após o pior terremoto da história moderna no país.

Com a esperança de encontrar muitos mais sobreviventes nos escombros diminuindo rapidamente, o número oficial de mortos na Turquia e na vizinha Síria, desde o terremoto de magnitude 7,8 graus na escala Richter da última segunda-feira (6) subiu para mais de 37 mil e deve continuar aumentando.

A fase de resgate está “chegando ao fim”, com a urgência agora mudando para fornecer abrigo, alimentação, educação e atendimento psicossocial aos afetados, disse o chefe de ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU), Martin Griffiths, durante uma visita a Alepo, no Norte da Síria, nesta segunda-feira.

Cerca de 176 horas após o primeiro terremoto, uma mulher chamada Serap Donmez foi retirada com vida hoje de um prédio de apartamentos desabado em Antáquia por equipes de busca e resgate da Turquia e Omã, informou a emissora estatal TRT.

Outra mulher foi resgatada na província de Gaziantep, no sul, algumas horas antes, informou a CNN turca. Uma pessoa foi resgatada dos escombros de um prédio na cidade de Adiyaman, segundo autoridades.

Equipes de resgate em Kahramanmaras souberam de uma avó, mãe e bebê presas em um quarto de um prédio de três andares, com uma quarta pessoa possivelmente em outro quarto. Os socorristas disseram que estavam tentando quebrar uma parede para alcançar os sobreviventes, mas uma coluna os estava atrasando.

Membros de uma equipe de resgate espanhola, do Exército turco e equipes de busca da polícia estavam trabalhando no prédio, que permaneceu praticamente intacto.

“Elas ainda estão vivas e em muito boas condições. Estamos fazendo o possível para pegá-las e tenho um forte pressentimento de que vamos pegá-las”, disse Burcu Baldauf, chefe da equipe voluntária de saúde turca.

O terremoto mais letal na Turquia desde 1939 matou 31.643 pessoas, disse a Autoridade de Gerenciamento de Emergências e Desastres da Turquia. Mais de 4,3 mil pessoas morreram e 7,6 ficaram feridas no Noroeste da Síria até domingo (12), segundo uma agência da ONU.

O terremoto é agora o sexto desastre natural mais mortal neste século, atrás do tremor de 2005 que matou pelo menos 73 mil no Paquistão.

Na Síria, o desastre atingiu mais fortemente o Noroeste controlado pelos rebeldes, deixando desabrigadas novamente muitas pessoas que já haviam sido deslocadas várias vezes por uma guerra civil de uma década. A região recebeu pouca ajuda em comparação com as áreas controladas pelo governo.

“O que é mais impressionante aqui é que, mesmo em Aleppo, que sofreu tanto nestes muitos anos, este momento, aquele momento… foi o pior que essas pessoas viveram”, disse Griffiths, da ONU.

Atualmente, há apenas uma única passagem aberta na fronteira Turquia-Síria para suprimentos de ajuda da ONU. Griffiths afirmou que a ONU teria ajuda se deslocando das regiões controladas pelo governo na Síria para o noroeste controlado pelos rebeldes.

Os Estados Unidos pediram ao governo sírio e a todas as outras partes que concedam imediatamente acesso humanitário a todos os necessitados.

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Amsterdã vai proibir maconha nas ruas do distrito da luz vermelha

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A cidade de Amsterdã, na Holanda, anunciou que irá banir o consumo de maconha nas ruas do bairro De Wellen, o distrito da luz vermelha, conhecido pelos clubes de sexo, e tornar mais rígidas as regras para os estabelecimentos do bairro. Também serão endurecidas as normas relativas à venda e consumo de álcool.

As medidas tentam amenizar os efeitos negativos do turismo de massa na região, que têm incomodado os moradores. “Residentes sofrem muito com o turismo de massa e o abuso de álcool e drogas nas ruas. Turistas também atraem traficantes às ruas, que são causa de crime e insegurança. A atmosfera de noite pode ficar especialmente sombria”, afirmou em comunicado o órgão equivalente à câmara de vereadores da cidade.

As novas normas valerão a partir de meados de maio, e as autoridades consideram estender a proibição da maconha para áreas externas dos chamados coffeeshops, lojas que comercializam a cânabis.

Estabelecimentos que vendem álcool já são proibidos de vender produtos alcoólicos após as 16h de quinta a domingo, e agora deverão também retirá-los das vitrines.

Cafés e restaurantes antecipam o horário de fechamento das 3 horas da manhã -atualmente fecham às 3 horas em dias de semana e às 4 em fins de semana. Novos clientes só poderão entrar até a 1 hora da manhã. As casas de prostituição também são alvo das medidas. Antes abertas até as 6 horas da manhã, elas precisarão fechar às 3 horas.

Pela primeira vez, Brasil não registra morte por covid-19 em 24 horas

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Dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgados no início da noite de domingo (12), mostram que pela primeira vez, em 24 horas, o Brasil não registra mortes causadas pela covid-19.

Segundo o Conass, no período de 24 horas foram registrados 298 novos casos de covid-19. A média móvel dos últimos 7 dias foi de 45 óbitos e 9.126 novos casos diários da doença.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, foram registrados 36.932.830 casos da doença, com 697.674 óbitos. As taxas de incidência e de mortalidade, referentes a casa 100 mil habitantes, são de 17.575 casos de covid-19 e 332 óbitos.

No início do mês, o Ministério da Saúde divulgou o cronograma para 2023 do Programa Nacional de Vacinação, inclusive da covid-19. As ações começam em 27 de fevereiro, com a aplicação de doses de reforço bivalentes contra a doença na população com maior risco de desenvolver formas graves da covid-19, como idosos acima de 60 anos de idade e pessoas com deficiência.

Também está previsto para abril intensificar a campanha de vacinação contra a influenza, antes da chegada do inverno, quando as temperaturas mais baixas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Já em maio, deve ocorrer uma ação de multivacinação contra a poliomielite e o sarampo nas escolas.

As etapas, de acordo com o ministério, foram organizadas de acordo com os estoques de doses existentes, as novas encomendas realizadas pela pasta e os compromissos de entregas assumidos pelos fabricantes de vacinas.