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Leilão da Conab arremata 263 mil toneladas de arroz, com preço médio de R$ 24,98 a R$ 25

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Foi realizado nesta quinta-feira (6) o leilão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a importação de arroz. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, falou ao blog sobre o resultado, que somou 263 mil toneladas das 300 mil previstas.

Os lotes arrematados foram para o Ceará, Bahia e Maranhão. O preço médio atingido foi de R$ 24,98 a R$ 25 pelo saco de 5 kg.

Nesta quinta, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Fernando Quadros da Silva, acatou pedido da Advocacia-Geral da União e liberou a realização do leilão para compra de arroz. A medida era uma reivindicação do governo federal, para garantir estoque e impedir uma escalada nos preços do produto.

O governo decidiu importar arroz poucos dias depois do início das enchentes no Rio Grande do Sul. O estado é responsável por 70% da produção nacional do grão, mas já havia colhido 80% do cereal antes das inundações.

No dia 7 de maio, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o governo decidiu comprar arroz para evitar alta de preços diante da dificuldade pela qual o estado passava para transportar o grão para o restante do país. Na ocasião, ele disse também que nenhum atacadista, naquele momento, tinha “estoques para mais de 15 dias”.

Os pacotes importados virão com os logotipos da Conab e da União, além do escrito “Produto Adquirido pelo Governo Federal”. O produto terá um preço tabelado: será vendido em pacotes de 5 quilos por R$ 20 reais, ou seja, por R$ 4 o quilo, como o governo tem anunciado.

Fonte: g1

PF cumpre mandados de prisão de foragidos da Operação Lesa Pátria

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Foto: Joedson Alves/Agencia Brasil

Uma operação para cumprir mandados de prisão de centenas de pessoas investigadas por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes em Brasília, foram invadidas e depredadas, foi deflagrada nesta quinta-feira (6), pela Polícia Federal (PF).

As diligências fazem parte da Operação Lesa Pátria, que desde o ano passado apura os responsáveis e executores pelos ataques e já teve 27 fases. Ao todo, são 208 mandados de prisão preventiva, no Distrito Federal e em 18 estados. Os alvos são pessoas foragidas ou que descumpriram medidas cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a PF, até as 10h desta quinta 45 investigados já haviam sido presas, nos estados de Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Paraná e no Distrito Federal. “A Polícia Federal continua realizando diligências para localização e captura de outros 163 condenados ou investigados considerados foragidos”, informou a instituição.

“Mais de duas centenas de réus, deliberadamente, descumpriram medidas cautelares judiciais ou ainda fugiram para outros países, com o objetivo de se furtarem da aplicação da lei penal”, acrescentou a PF.

Alguns dos alvos da operação são procurados após terem violado tornozeleiras eletrônicas. Outros mandados miram pessoas que fugiram para países como a Argentina.

Todos os mandados de prisão foram assinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que é o relator das investigações sobre os atos antidemocráticos. Os alvos da operação desta quinta respondem pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

‘PEC das Praias’ pode beneficiar senadores que têm imóveis em área de marinha

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Nove dos 81 senadores que vão deliberar sobre a chamada “PEC das Praias” têm em seu nome propriedades que ficam em área de marinha, de acordo com dados públicos da Secretaria do Patrimônio da União (que faz parte do Ministério da Gestão e Inovação) e da Justiça Eleitoral.

São eles Alessandro Vieira (MDB-SE), Ciro Nogueira (PP-PI), Esperidião Amin (PP-SC), Fernando Dueire (MDB-PE), Jader Barbalho (MDB-PA), Laércio Oliveira (PP-SE), Marcos do Val (Podemos-ES), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Renan Calheiros (MDB-AL).

Procurados pela reportagem, cinco disseram não ver impedimento em analisar a proposta e os outros quatro não se manifestaram.

O levantamento levou em conta imóveis no nome do parlamentar ou de empresas da sua propriedade.

Os terrenos de marinha são áreas à beira-mar que ocupam uma faixa de 33 metros ao longo da costa marítima e das margens de rios e lagos que sofrem a influência das marés. Elas foram medidas a partir da posição da maré cheia do ano de 1831. Ou seja, em cidades litorâneas, são áreas que ficam atrás da faixa de areia.

A propriedade desses imóveis é compartilhada com a União, que cobra uma taxa de foro pelo uso e ocupação do terreno. Em caso de transferência para outra pessoa, é preciso pagar outra taxa, o laudêmio.

A PEC facilita a transferência dos bens em áreas urbanas da União para estados e municípios ou para proprietários privados, em texto criticado por técnicos e especialistas por criar insegurança jurídica, permitir a privatização de áreas do litoral brasileiro e abrir brechas para grilagem.

A medida é considerada por técnicos como de alto risco. O texto prevê a cessão onerosa das áreas, ou seja, os ocupantes serão obrigados a comprar a parcela da União no terreno de marinha.

Na prática, porém, a PEC não prevê sanções ou condutas em caso de não pagamento -em outras palavras, o governo pode levar um calote sem ter meios para cobrar os valores devidos.

Já em 2022, técnicos viam potencial de a medida se transformar na maior transferência de patrimônio público para o setor privado na história do país.

O texto tem como relator o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que encampou a defesa da proposta e emitiu parecer favorável ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados em fevereiro de 2022.

Seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi em seu governo um entusiasta de mudanças em regras para criar uma espécie de “Cancún brasileira” na região de Angra dos Reis (RJ) -região onde se situam diversas áreas de marinha potencialmente alcançadas pela PEC.

Entre os possíveis beneficiários diretos da PEC, os senadores Esperidião Amin e Oriovisto Guimarães se declararam favoráveis ao texto.

Oriovisto é o responsável por um imóvel de 2.982,89 m² de área total em Guaratuba, no Paraná, segundo os dados da Secretaria de Patrimônio da União. Procurado, ele disse que se trata de uma casa de veraneio e que a PEC não terá “reflexo significativo” em seu caso.

“Hoje pago uma taxa anual para a SPU e pago IPTU para a prefeitura. Se a PEC passar, vou examinar se vale a pena pagar um valor para a SPU para me livrar da taxa anual, ou se deixo como está hoje. São milhares de casas na mesma situação. Importante salientar que, em qualquer hipótese, não haverá alteração no uso do terreno”, disse.

Marcos do Val e Laércio Oliveira não manifestaram qual posição vão adotar na análise do tema, embora o segundo tenha votado a favor da proposta quando ela foi aprovada pela Câmara e ele era deputado.

“Vou acompanhar novas discussões que tragam segurança à população, porque a PEC está gerando interpretações equivocadas e imprecisas”, Disse Laércio.

Já Fernando Dueire se disse contrário à medida.

Todos os parlamentares que se pronunciaram negam desconforto em votar uma matéria que pode beneficiá-los.

Por meio de sua assessoria, Marcos do Val disse que se sentir impedido de analisar e votar a proposta por ter um imóvel em área de marinha “seria o mesmo que um senador da área do esporte se considerar impedido de analisar uma questão nesse assunto”. Seu imóvel fica em Vitória (ES).

Não responderam às perguntas da reportagem Renan Calheiros, Jader Barbalho, Ciro Nogueira e Alessandro Vieira.

Para o senador Flávio Bolsonaro, o projeto dará mais segurança jurídica aos atuais ocupantes das áreas, aumentará a arrecadação federal e atenderá necessidades de municípios com grandes áreas litorâneas.

Na época da aprovação do texto da Câmara, em fevereiro de 2022 -durante a gestão Bolsonaro, portanto-, a SPU já alertava para os efeitos deletérios da PEC sobre o patrimônio da União, uma vez que o valor das áreas envolvidas poderia chegar a R$ 1 trilhão.

O prejuízo, porém, pode ser ainda maior. A partir de dados do Censo Demográfico de 2022, a Secretaria do Patrimônio da União estima que 2,9 milhões de imóveis estejam em terrenos de marinha, mas apenas 565,3 mil deles estão cadastrados.

Os beneficiários tendem a ser pessoas de alta renda, que ocupam terrenos à beira-mar.

Ambientalistas apontam riscos para a diversidade ecológica, caso prospere a cessão onerosa dessas áreas. O governo federal ainda aponta que a demarcação e administração desses terrenos são fundamentais para garantir a gestão adequada dos bens da União.

O governo federal afirma que o Brasil tem cerca de 48 mil quilômetros lineares em terrenos de marinha, considerando reentrâncias em estados como Pará e Maranhão. Deste total, aproximadamente 15 mil quilômetros lineares estão demarcados.

 

Caminhoneiro de São Fidélis é encontrado morto dentro de caminhão

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Foto: Reprodução

Ocimar Serpa de Souza Júnior, morador do bairro da Penha em São Fidélis, foi encontrado morto dentro do caminhão em que trabalhava na cidade de Itatiba, São Paulo. De acordo com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), o caminhão estava parado há quatro dias no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia SP-065.

Ocimar estava transportando bois, e a Polícia Militar foi acionada por populares que estranharam o tempo em que o caminhão permanecia no local, além dos animais sem alimentação. Na carroceria do caminhão, havia cinco animais. Ocimar foi encontrado sem vida na cabine do veículo, com o corpo já em estado avançado de decomposição.

A causa da morte ainda não foi divulgada pela polícia, mas sabe-se que Ocimar já havia passado por uma cirurgia no coração.

Quadra do Jardim São Benedito e playground de creche ganham pisos tecnológicos

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Duas unidades em Campos receberam pisos de polipropileno, por meio do Programa Amigo da Cidade, para prática de atividades lúdicas e esportivas. Um desses equipamentos é a quadra do Jardim São Benedito. Outro é o playground da Creche Escola Chagas Manhães, no Parque Julião Nogueira, onde estão matriculados 134 alunos.

Tratam-se de pisos de alta tecnologia com revestimento esportivo ortopédico para área externa, que contam com 352 pinos cilíndricos de borracha termoplástica por metro quadrado, reduzindo em até 30% o impacto nas articulações dos atletas, amortecimento de impacto até 1 metro de altura em queda livre, diminuindo lesões nos ossos, tornozelos, joelhos e bacia, garantindo a jogabilidade e a segurança perfeita para os jogos.
Os pisos possuem, ainda, tecnologia de drenagem para escoamento de água e antiderrapante, além de ter uma vida útil de mais de 15 anos. Na quadra do Jardim São Benedito, os pisos modulares foram montados em oito horas.
De acordo com o diretor de Infraestrutura da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), Francisco Freitas, a implantação dos pisos na Creche Chagas Manhães representa um ganho na saúde e segurança para os alunos durante a recreação, com transformação no ambiente escolar, além de atender às normas estabelecidas para áreas de recreação.
Segundo a diretora da Creche Escola Chagas Manhães, Kelly Barros, a comunidade escolar está impactada com a novidade.
“Em se tratando de educação, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já nos afirma que o ato de brincar durante a infância promove a interação da criança com o seu cotidiano, proporcionando aprendizagens e potenciais para o seu desenvolvimento, e aplicar isso tudo de fato, ainda oferecendo a total segurança que esse material oferece, nos dá a tranquilidade em nosso dia a dia. A nossa creche atende várias crianças, promovemos a inclusão de todas elas e, sem dúvidas, o aspecto, as cores, as formas desse produto permitirão que avancemos ainda mais em uma educação de qualidade e segura”, pontuou.

Israel ataca escola da ONU e diz ter matado membros do Hamas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Israel bombardeou uma escola da ONU na Faixa de Gaza nessa quarta-feira (5) dizendo que o prédio abrigava um posto de comando do Hamas, mas o diretor do escritório de mídia do governo de Gaza, administrado pelo Hamas, Ismail Al-Thawabta, e um funcionário do Ministério da Saúde disseram à Reuters que 40 pessoas foram mortas e 73 ficaram feridas no ataque.

Os dois funcionários acrescentaram que 14 crianças e 9 mulheres foram mortas.

Uma autoridade do governo do território, que é controlado pelo Hamas, rejeitou a afirmação de Tel Aviv de que o prédio em Nuseirat, na região central de Gaza, era utilizado pelo grupo terrorista. “[Israel] mente e inventa histórias para justificar o crime brutal que cometeu contra dezenas de pessoas deslocadas”, disse Ismail Al-Thawabta à agência de notícias Reuters.

As Forças Armadas de Israel disseram que, antes de aviões bombardearam o local, medidas foram tomadas para reduzir o dano a civis -mas não especificou que medidas foram essas. O exército disse que a operação matou terroristas envolvidos com o ataque de 7 de outubro que serviu de estopim para o conflito atual.

O bombardeio acontece no momento em que a pressão internacional aumenta para que Tel Aviv e o Hamas aceitem a proposta de cessar-fogo apresentada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Entretanto, o governo israelense já disse que não vai interromper as ações militares em Gaza durante as negociações.

O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, disse na quarta que uma das exigências do grupo terrorista no acordo era que haja um fim permanente para o conflito atual. Embora isso estivesse previsto no plano de Biden, apresentado no último dia 31, Israel insiste que só encerrará a guerra com a destruição completa do Hamas -criando um aparente impasse.

No discurso em que apresentou o acordo, Biden disse que as negociações levariam a um “dia seguinte” para a Faixa de Gaza sem o Hamas no poder, mas não está claro como isso seria possível. Depois de meses de bombardeios e mais de 36 mil palestinos mortos em Gaza, o Hamas não dá sinais de que perdeu a coesão e a capacidade de agir como grupo.

A proposta de Biden prevê três fases: na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, Israel retiraria todas as tropas das áreas habitadas da Faixa de Gaza, e reféns sequestrados pelo Hamas nos ataques de 7 de outubro seriam libertados em troca da soltura de centenas de prisioneiros palestinos.

Na segunda, o Hamas e Israel negociariam um fim permanente para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas negociações -ponto já rejeitado por Tel Aviv. A terceira fase consistiria de um plano de reconstrução do território palestino.

Assim, a resposta de Haniyeh, junto com ameaças de parceiros da coalizão de Binyamin Netanyahu que ameaçam abandonar o governo caso o acordo seja aceito, torna distante, mais uma vez, a possibilidade de um cessar-fogo.

“Campos Sempre Rosa” será lançado nesta quinta, com capacitação para enfermeiros

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Visando a prevenção e deteção precoce do câncer de mama, neoplasia mais incidente em mulheres, sendo também a que mais mata, a Prefeitura, através do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente (PAISMCA), vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, estará lançando, nesta quinta-feira (6) no auditório do Centro Administrativo José Alves de Azevedo (CAJAA), o projeto “Campos Sempre Rosa”. O intuito é fazer com que as pacientes tenham acesso ao exame que é fundamental para a detecção precoce da doença: a mamografia.
No mesmo dia haverá uma capacitação com os enfermeiros e técnicos de enfermagem da rede básica de saúde, das 8h às 16h. No dia 19, das 14h às 17h, será a vez dos médicos, e no dia 27 serão treinados o pessoal do administrativo e encarregados, das 8h às 12h.
A mastologista da Rede Campos de Saúde Pública, Maria Nagime, destaca a importância de capacitar a equipe para que ela possa desempenhar um papel fundamental na detecção precoce do câncer de mama. A especialista reitera que essa iniciativa de encurtar o caminho da paciente, desde a Unidade Básica de Saúde (UBS) até o ambulatório especializado, é crucial para agilizar o diagnóstico e o tratamento.
“O objetivo é que, com essa capacitação, a equipe possa solicitar exames e encaminhar os pacientes de forma mais ágil, contribuindo para uma jornada mais eficiente no diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Também será apresentado um fluxograma chamado ‘linha rosa’, inspirado em um programa de sucesso em Goiânia, sendo uma excelente forma de organizar e direcionar as pacientes, garantindo que recebam a atenção necessária o mais rápido possível”, avaliou.
A médica reforça a relevância do diagnóstico precoce, já que a maioria dos casos de carcinoma mamário tem possibilidade de cura, se diagnosticado no estágio inicial da doença. “A nossa ideia é fazer que até o administrativo do posto, quando tiver o relato de alguma paciente com suspeita de carcinoma, possa referenciar essa mulher para o polo de mama, que será um ambulatório especializado, onde tentaremos dar agilidade ao processo”, explicou.
Para a coordenadora do PAISMCA, Rayssa Gonçalves Machado, é importante planejar ações de conscientização sobre a prevenção do câncer de mama durante todo o ano, não apenas no ‘Outubro Rosa’. “Após essa primeira etapa de capacitações, iremos iniciar o processo de organização da segunda etapa, onde iremos organizar a rede para a implementação do polo de mama, ainda sem local definido. O intuito é que essa paciente seja atendida na Unidade Básica, realize os exames, a mamografia e seja encaminhada para a mastologista, se houver necessidade”, detalhou.

Prazo para inscrições no Enem 2024 termina nesta sexta

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O prazo para alunos e alunas se inscreverem no Enem 2024 se encerra nesta sexta-feira, 7 de junho. A data vale também para os pedidos de tratamento por nome social e atendimento especializado. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.

Após a realização da inscrição, a Página do participante vai gerar um boleto do Banco do Brasil para o pagamento da taxa de R$ 85 aplicada a quem não teve a isenção aprovada. Esse boleto só é disponibilizado ao inscrito após acesso ao sistema do exame por meio do login único do gov.br. A taxa de inscrição pode ser paga até o dia 12 de junho por boleto bancário, PIX, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança.

Os resultados de recursos sobre isenção da taxa foram divulgados no último dia 24, assim como as justificativas de ausência no Enem 2023 para candidatos que estavam isentos da taxa.

Homem é preso com revólver em São Francisco de Itabapoana

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na madrugada desta quinta-feira (06), na RJ-224, na localidade de Praça João Pessoa, em São Francisco de Itabapoana, um homem foi preso com uma arma. Identificado pelas iniciais V.D.N.L., de 30 anos, ele foi avistado pela Polícia Militar em alta velocidade em uma motocicleta Honda CG 160 de cor preta.

Durante o patrulhamento, os agentes decidiram abordar o suspeito. Em revista pessoal, encontraram um revólver calibre 38 desmuniciado, mas não identificaram nenhuma irregularidade na moto.

Diante dos fatos, o homem foi encaminhado para a 147ª Delegacia de Polícia de SFI, onde a ocorrência foi registrada.

Brasileira ferida em bombardeio no Líbano é transferida para hospital em Beirute

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SÃO PAULO, SP (FOAHLPRESS) – A brasileira ferida em um bombardeio no sul do Líbano no último sábado (1º), Fatima Boustani, foi transferida para um hospital na capital do país, Beirute, por volta do meio-dia local desta quarta-feira (5), afirmou seu tio, Jihad Azzam.

“Fátima está em boas condições hoje, graças a Deus. Ela foi transferida do hospital libanês-italiano em Tiro para o Hospital Zahra em Beirute. Tudo isso aconteceu em constante coordenação com o embaixador brasileiro no Líbano, que estava acompanhando tudo momento a momento”, disse ele.

Pouco antes do contato a Folha, Azzam esteve no centro de saúde e conversou com Boustani, que estava “totalmente consciente”, segundo ele. O familiar diz que os médicos decidiram pela transferência para que ela recebesse um tratamento mais adequado.

Dois de seus filhos também foram atingidos pelos bombardeios. Zahraa, 10, passou por uma operação bem-sucedida na perna e chegou a ficar na UTI, mas agora está estável, embora em estado de choque, de acordo com o tio. Ela continua hospitalizada na cidade de Tiro. Ali, 9, que havia sofrido ferimentos leves, foi liberado na segunda-feira (3).

No mesmo dia, Fatima já estava respirando sem ajuda de aparelhos e havia conversado com outras pessoas, de acordo com seu tio.

Boustani passou por uma cirurgia no próprio sábado, quando teve um ferimento na cabeça após um bombardeio atingir a casa da família em Saddikine, cidade perto da fronteira com Israel e a cerca de 100 quilômetros de Beirute.

A região convive com troca de agressões entre Israel e Hezbollah desde o início da guerra entre Tel Aviv e Hamas na Faixa de Gaza -a facção palestina recebe ajuda do grupo extremista libanês. Os ataques na fronteira levantam preocupações sobre um possível alastramento do conflito pela região.

Segundo um balanço da agência de notícias AFP, cerca de 450 pessoas morreram no Líbano, incluindo 80 civis, desde o início da guerra. Do lado israelense, pelo menos 14 soldados e 11 civis morreram, de acordo com o Exército.

No sábado, Tel Aviv afirmou em nota que havia bombardeado mais de 40 alvos militares em território libanês nas 72 horas anteriores. Os locais, de acordo com o Exército, eram “infraestruturas onde operam terroristas do Hezbollah, bem como lançadores usados para atacar Israel”.

À AFP, uma pessoa do Comitê Islâmico de Saúde, vinculado ao Hezbollah, afirmou que 16 crianças entre 4 e 14 anos foram levadas ao hospital devido a ferimentos dos ataques aéreos. Já a agência oficial de imprensa do Líbano, a ANI, disse que um ataque israelense tinha deixado sete pessoas feridas em Siddikine.

As informações não puderam ser verificadas de forma independente, mas, nesta quarta, as Forças Armadas israelenses disseram à Folha que abriram uma investigação para apurar um possível “mau funcionamento técnico” em uma ou mais bombas usadas na ofensiva daquele dia.

Saddikine fica em uma região a partir de onde o grupo extremista libanês tem realizado ataques contra cidades israelenses, usando mísseis e foguetes. Um deles provocou, na segunda, um incêndio que levou 48 horas para ser controlado e consumiu 15 km², obrigando o governo de Israel a remover 70 mil pessoas de sua faixa de fronteira.

Mega-Sena sorteia nesta quinta prêmio acumulado em R$ 100 milhões

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As seis dezenas do concurso 2.733 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 100 milhões.

O sorteio terá a transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 100 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

As apostas para a Quina de São João, com prêmio estimado em R$ 220 milhões, já estão sendo feitas, em volante específico, nas casas lotéricas de todo o país e pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa. O sorteio do concurso 6.462, será realizado no dia 22 de junho.

Cada aposta simples custa R$ 2,50. Para jogar, basta marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no cartão. Quem quiser, também pode deixar para o sistema escolher os números, opção conhecida como Surpresinha. Ganham prêmios os acertadores de dois, três, quatro ou cinco números.

Assim como em todos os concursos especiais das Loterias Caixa, a Quina de São João não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de cinco números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (quatro números) e assim por diante, conforme as regras da modalidade.

Caso apenas um apostador leve o prêmio da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1,2 milhão de rendimento no primeiro mês.

A pessoa também tem a opção de realizar apostas em grupo com o Bolão Caixa. Os apostadores da Quina podem preencher o campo próprio no volante ou comprar uma cota dos bolões organizados pelas unidades lotéricas. 

A novidade é que agora as cotas de bolão organizadas pelas lotéricas também podem ser adquiridas no portal Loterias Online com tarifa de 35% do valor da cota. 

 

Mais Ciência promove conscientização da igualdade de gênero na escola

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A Escola Municipal José do Patrocínio, na Penha, foi a primeira a receber o projeto “Empoderamento feminino na infância e adolescência: modificando trajetórias de vida”, desenvolvido pela professora Marusa Bocafoli da Silva, da Universidade Cândido Mendes (Ucam), por meio do Programa Mais Ciência, da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct). O objetivo do projeto é contribuir para a conscientização da igualdade de gênero na escola por meio de ações que visem ao reforço de ideias ligadas à harmonia entre as pessoas.
De acordo com Marusa, são realizados encontros e rodas de conversa com alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Campos. Nessa primeira edição foram selecionadas duas escolas que ficam na periferia do município. Os encontros já foram realizados na primeira, que foi a José do Patrocínio, e a segunda ainda está nas tratativas quanto às datas. O projeto também prevê a produção de material informativo, como panfleto e cartilha, disponibilizados gratuitamente.
“A desigualdade de gênero é uma realidade sociocultural, que gera desvalorização social da mulher, sendo importante tratar questões sobre tal temática ainda na base da construção da identidade social. Dando, por exemplo, a oportunidade para meninas acreditarem em si mesmas, se valorizarem e se autoconhecerem”, comentou.
Para ela, também há de se pensar na importância de levar tal debate aos jovens do gênero masculino, no intuito de fazê-los refletir sobre injustiças, preconceitos entre outras mazelas referentes à desigualdade de gênero. “O Mais Ciência é uma política muito importante, pois permite que alunos da graduação tenham contato com a pesquisa aplicada, uma vez que o estímulo é para pensar e propor ações que impactem positivamente o município”, explicou a Marusa.
Para a coordenadora do Mais Ciência, Leonora Tinoco, essa conexão com o meio acadêmico permite que conteúdos tão importantes e diversos sejam trabalhados nas escolas, contribuindo para o debate e a conscientização de jovens e até mesmo de professores e equipe gestora.
“Atualmente temos 19 projetos aprovados em nosso último edital com temáticas direcionadas para a Seduct e que já se encontram em atuação em diversas escolas”, informou Leonora.
Gestora da Escola Municipal José do Patrocínio, Bárbara Maria Lemos Ferreira contou que receber o projeto do Mais Ciência na unidade foi um marco importante, pois vive-se numa sociedade em que a mulher ainda está galgando seus espaços e, para que isso ocorra, é preciso que ela possa ter seu lugar de fala validado.
“Somente através desta conversa acontecendo com nossos jovens é possível que um futuro melhor seja vislumbrado. Nossa escola está inserida numa comunidade onde a maioria das nossas mães são mulheres trabalhadoras, sendo assim é essencial conseguir que suas crianças enxerguem que é necessário conhecer a história da luta feminina na sociedade para que elas estejam onde estão e para que as gerações futuras possam ir mais longe. Portanto, foi com muito entusiasmo e alegria que recebemos a professora Doutora Marusa Silva em nossa escola para trabalhar esse tema com nossos alunos”, finalizou Bárbara.

Lei para motoristas de app pode mudar futuro do trabalho

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Na próxima semana, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados deverá votar a proposta de lei complementar encaminhada pelo governo para regulamentar a relação de trabalho intermediado por empresas operadoras de aplicativos de transporte remunerado privado individual de passageiros em veículos automotores de quatro rodas.

Os parlamentares deverão votar o substitutivo do PLP 12/2024, escrito pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE), relator da matéria. O projeto original, modificado por Coutinho, foi apresentado pelo governo no começo de março.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a proposta que chegou no Congresso Nacional é fruto das discussões de grupo de trabalho (GT) criado em maio do ano passado pelo próprio MTE, com a participação das empresas e de trabalhadores do setor. O PLP também estabelece “mecanismos de inclusão previdenciária e outros direitos para melhoria das condições de trabalho.”

De acordo o parecer do deputado Augusto Coutinho, o PLP reflete “questões mais amplas sobre o futuro do trabalho, a proteção dos direitos trabalhistas em uma economia cada vez mais digitalizada e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a inovação tecnológica e os patamares mínimos de proteção social.”

Jurisprudência negativa

O impacto no futuro do trabalho é esperado até mesmo por quem não tem sua atividade alcançada diretamente pelo PLP, como é o caso do SindimotoSP que representa motociclistas, ciclistas e mototaxista intermunicipal do estado de São Paulo. Para o presidente da entidade, Gilberto Almeida dos Santos, se o projeto virar lei cria “grande jurisprudência negativa” que “vai arrastar todas as outras atividades que estão sucateadas e precarizadas pelos aplicativos.”

Para Santos, a categoria não precisa da nova lei. Bastaria que as empresas de aplicativo cumpram a Lei 12.009/2009, sobre a atividades de motoboys e mototaxistas; a Lei 12.436/2011, vedando o aumento de velocidade das entregas; e a Lei 12.997/2014, que inclui o trabalho do motociclista como atividade perigosa na CLT. “A legislação atual já seria suficiente. O PLP assegura menos direitos do que essas outras três leis.”

O sindicalista alerta para a possibilidade de que a nova legislação retire garantias e direitos aos trabalhadores como carteira de trabalho assinada, férias remuneradas, décimo terceiro salário; recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Homicídio em obra: Polícia Militar captura suspeito após rápida ação

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Foto: Reprodução

Na manhã desta quinta-feira (6), um homicídio ocorreu em uma obra na Rua Francisco Teresa Filho, na região da Fronteira, em Macaé. A vítima identificada como Cláudio Menezes dos Santos de 48 anos, natural de Salvador, Bahia, foi encontrado morto com um ferimento na nuca.

Trabalhadores da obra chamaram a Polícia Militar ao encontrarem o corpo e relataram que Cláudio havia se envolvido em uma discussão com um colega de trabalho pouco antes de ser morto.

O 32º Batalhão de Polícia Militar e a equipe da Operação Segurança Presente iniciaram diligências imediatas. Os policiais descobriram que a vítima e o autor do crime dormiam diariamente na obra. Eles seguiram as pistas até um contêiner onde os trabalhadores tomavam banho, encontrando o local ensanguentado. Uma testemunha informou que o criminoso havia tomado banho lá momentos antes da chegada dos agentes.

Com base nas características fornecidas, os policiais localizaram o suspeito no Centro da cidade e o prenderam. O autor, identificado como Carlos Eduardo Azarias Filho de 26 anos, natural de Volta Redonda, confessou o crime, afirmando ter matado Cláudio com um pedaço pontiagudo de piso.

O homem foi encaminhado para a 123ª Delegacia de Polícia de Macaé e permanece à disposição da justiça.

Aprovado projeto que visa cortar benefícios sociais de quem ocupa ou invade propriedades

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, na terça-feira (4), um projeto de lei que visa cortar benefícios sociais promovidos pelo estado a quem invade ou ocupa propriedades rurais e urbanas. O texto recebeu 35 votos favoráveis e 14 contrários.

O projeto aprovado ainda precisa passar pela análise do governador Eduardo Leite (PSDB), que pode sancionar ou vetar a lei. Procurada pelo g1, a Casa Civil afirmou que a proposta ainda não foi encaminhada ao Executivo e não adiantou a posição do governo sobre a sanção ou o veto ao texto.

O autor da proposta, deputado estadual Gustavo Victorino (Republicanos), afirma que a intenção da lei é “impedir que o dinheiro dos impostos do trabalhador seja direcionado a pessoas que cometem crime.

A oposição cogita ingressar na Justiça com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) caso a lei seja sancionada. O deputado Adão Pretto Filho (PT) cita as disposições da Constituição sobre politica urbana e reforma agrária como garantias sociais.

Parceria do CCZ com corretores de imóveis fortalece combate ao Aedes aegypti

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As ações conjuntas entre a Prefeitura, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), e os corretores de imóveis têm sido eficazes no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. No 5º Gabinete de Crise da Dengue e outras Arboviroses, realizado nessa quarta-feira (5), foi proposto um selo de boa conduta para proprietários que seguirem os procedimentos exigidos pelo poder público em relação à manutenção de seus imóveis. A ideia será encaminhada ao prefeito Wladimir Garotinho para transformar o selo em lei municipal.
Manoel Leandro Neto, que é corretor e membro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI/RJ), explica que esse selo agregará valor ao imóvel e será utilizado pelos corretores para orientar os potenciais compradores. Além disso, várias outras atividades já estão em andamento, juntamente com o CCZ, incluindo a criação de uma cartilha. O objetivo é facilitar o acesso dos órgãos públicos a esses espaços privados durante as ações de combate à dengue, tornando essa prática rotineira, com o cadastro dos imóveis nos órgãos públicos.
“A ideia do selo é uma sugestão, porque quando fazemos a captação de um imóvel, o mais importante para o corretor é que aquele espaço esteja com a melhor imagem possível para os clientes que estão chegando. Então, a partir do momento em que o proprietário está sendo bastante receptivo, ele vai receber esse selo. Outra coisa é que já estamos realizando inúmeras atividades, porque entendemos que temos que estar próximo ao corretor, próximo às empresas que têm essa representatividade, próximo aos corretores autônomos, que são muitos no município, para que eles sejam facilitadores no acesso a esses imóveis e trabalhem em conjunto com o poder público no combate à dengue”, destacou Manoel Leandro, que estava acompanhado do delegado do CRECI/RJ Antônio Carlos de Lima.
Leandro também adiantou que o conselho pretende compartilhar nacionalmente, por meio da revista do CRECI/CONFECI, o trabalho realizado em parceria com corretores de imóveis, proprietários e órgãos municipais, visando combater a proliferação do mosquito da dengue. A ideia é apresentar o que está sendo feito em Campos como um exemplo a ser seguido por outras cidades, mostrando como a união de forças pode trazer benefícios para todos. A publicação da revista é trimestral.
“Queremos aproveitar tudo que está sendo feito aqui em Campos e apresentar nacionalmente, através da revista do CRECI/CONFECI, todo esse trabalho que vem sendo realizado. Além disso, a revista também transmitirá informações sobre eventos e tudo o que está acontecendo na cidade, servindo como uma referência para outros municípios do Brasil. Essa iniciativa é muito importante para disseminar as boas práticas e ajudar outros locais a adotarem medidas eficazes no combate à dengue”, completou Antônio Carlos, acrescentando que Campos tem atualmente em torno de 700 corretores.
O diretor do CCZ, Luciano Souza, disse que essas ações em parceria com os corretores de imóveis são muito importantes. “Inicialmente, estamos finalizando a cartilha com as orientações, mas que também é uma forma de responsabilizar todos para o combate à dengue. Também estamos estabelecendo um contato direto entre o CRECI e o CCZ para identificar imóveis com focos do mosquito e combatê-los de forma eficaz”, frisou.

Governo libera R$ 30 milhões para contenção de encostas em MG e PE

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O governo federal destinou R$ 30 milhões para obras de contenção de encostas no Recife e Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, e em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

A cerimônia que marcou a assinatura dos contratos para autorização do início das obras teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos ministros Jader Filho (Cidades) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), além do presidente da Caixa, Carlos Vieira, o vice-presidente do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, e os prefeitos das cidades. 

De acordo com o ministro Jader Filho, os recursos serão usados para contenção e drenagem, procedimentos cada vez mais necessários diante das mudanças climáticas. “Prevenção tem que ser prioridade em todas as esferas de poder nesse país, na União, nos estados e nos municípios. Esses eventos climáticos que nós estamos vendo no Rio Grande do Sul vão ser cada vez mais frequentes, não só no Brasil, como no mundo. E as cidades precisam estar preparadas, resilientes”, disse, em nota divulgada pela Presidência da República. 

Para Recife, foram liberados mais de R$ 4 milhões para obras de contenção de encostas, que irão beneficiar cerca de 250 moradores que vivem em áreas de risco. A obras devem ter início na próxima segunda-feira (10). No total, as obras somam R$ 44,2 milhões, sendo que R$ 40 milhões estão em execução. O prefeito João Campos assinou ainda uma operação de crédito de R$ 204 milhões com o Banco do Brasil, a partir de uma renegociação de dívida. Os recursos serão usados para a dragagem de canal, incluindo pavimentação e drenagem, proteção de encostas, restauração de mercados públicos, requalificação de parques e praças, unidades de saúde e ampliação do hospital veterinário. “As decisões tomadas aqui salvam vidas e impactam vidas no Brasil inteiro”, afirmou. 

Em Cabo de Santo Agostinho, os recursos, da ordem de R$ 14,57 milhões, serão empregados na segunda etapa de obras de contenção de encostas em diversos pontos da cidade. O prefeito Clayton Marques disse que a medida “traz dignidade para as pessoas que moram em áreas de risco”.

Para a capital mineira, foram firmados dois contratos: um no valor de R$ 4,8 milhões e outro de R$ 6,4 milhões O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, disse que as “obras são para proteger as pessoas mais pobres, as pessoas que, pelo momento, por falta de opção, acabam indo morar em áreas de extremo risco”. “As chuvas estão vindo de forma absolutamente inesperada”, ressaltou.

 

Homem é preso por tentativa de furto de bicicleta em Campos

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Foto: Divulgação Operação Segurança Presente

Na noite de quarta-feira (05), agentes da Operação Segurança Presente prenderam um homem suspeito de tentar furtar uma bicicleta em frente ao Colégio Auxiliadora, localizado na Rua Barão da Lagoa Dourada, em Campos.

A equipe foi acionada por um pedestre que informou ter visto um homem tentando levar a bicicleta. Os agentes se dirigiram ao local, onde abordaram o suspeito. Ele foi conduzido, junto com a bicicleta e o material utilizado no crime para a 134ª Delegacia de Polícia do Centro, onde permanece preso à disposição da justiça.

Dia Livre de Impostos acontece nesta quinta-feira em Campos

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Foto: Reprodução CDL Campos

A CDL Campos e a CDL Jovem Campos participarão mais uma vez nesta quinta-feira (06) do DLI (Dia Livre de Impostos). O evento que acontece todos os anos, é uma realização da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem), quando lojistas dos 26 estados e do Distrito Federal vão comercializar seus produtos e serviços sem repassar o valor da tributação aos clientes. Em alguns casos, os descontos podem chegar a 70% do valor final do produto. Participam da ação, lojas de rua do varejo, ⁠shopping centers, ⁠restaurantes, ⁠prestadores de serviço e ⁠postos de gasolina.

Em Campos, participarão ativamente do evento com descontos em combustível a Rede Postos Líder, na sua Unidade de Guarus (ao lado do Guarus Plaza Shopping) que comercializará 1.000 litros de combustível, limitado em 10 litros por veículo e a Chevrolet Aspen Campos, com um veículo chevrolet Onix Turbo içado na Avenida 28 de Março com preços exclusivos.

Fonte: CDL Campos

Israel admite ‘erro técnico’ em ataques na região do Líbano onde brasileira ficou ferida

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JERUSALÉM, ISRAEL (FOLHAPRESS) – As Forças Armadas de Israel disseram à Folha que abriram uma investigação para apurar um possível “mau funcionamento técnico” em uma ou mais bombas usadas num ataque dirigido contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano no último sábado (1º), mas que podem ter resultado na destruição da casa na qual vivia a brasileira Fatima Boustani, com quatro filhos, na cidade de Saddikine, a aproximadamente 5 km da fronteira com o território israelense.

Na resposta enviada à reportagem, Tel Aviv disse ter realizado no sábado “um ataque contra um centro de comando e controle militar do Hezbollah na área de Saddikine, no sul do Líbano” -ou seja, nas mesmas localidade e data em que Boustani foi ferida. Devido a uma suposta falha, o ataque pode ter ocorrido “em uma área diferente do alvo designado” e, por isso, “o incidente está sob análise”.

Boustani foi internada em estado grave e continuava em uma UTI, mas na segunda-feira (3) passou a respirar sem ajuda de aparelhos, segundo um tio dela, Jihad Azzam. A filha Zahraa, 10, que passou por uma operação bem-sucedida na perna, saiu da UTI no domingo (2) e ainda está hospitalizada, enquanto o filho Ali, 9, que havia sofrido ferimentos leves, foi liberado na segunda.

Nesta quarta-feira (5), Boustani foi transferida para um hospital na capital libanesa, Beirute, segundo disse à Folha seu tio, Jihad Azzam. Segundo ele, os médicos tomaram a decisão para que ela receba um tratamento mais adequado. A família de Boustani disse que espera melhorias nas condições de saúde dela e na segurança da região para transferi-la a um hospital no Brasil.

A cidade em que a família vive fica em uma área a partir de onde o Hezbollah tem realizado ataques contra o território israelense, usando mísseis e foguetes. Um desses ataques provocou na segunda (3) um incêndio que levou 48 horas para ser controlado e consumiu 15 km², obrigando o governo de Israel a remover 70 mil pessoas de sua faixa de fronteira.

No Brasil, o Itamaraty protestou com indignação contra o ataque que atingiu a cidadã brasileira, pedindo a Israel “máxima contenção” em suas ações. A nota da chancelaria, porém, não responsabilizava expressamente Tel Aviv pelo ocorrido. Dizia que o episódio havia ocorrido “no contexto de ataques das Forças Armadas israelenses no sul do Líbano, e do Hezbollah no norte de Israel”.

Desde o início do conflito com o Hamas, em 7 de outubro, a Procuradoria de Justiça Militar de Israel já abriu pelo menos 70 investigações formais por crimes de guerra possivelmente cometidos por suas forças. Além disso, o país está sendo julgado na Corte Internacional de Justiça por uma denúncia de genocídio contra os palestinos, feita pelo governo da África do Sul.

Em outra frente, o TPI (Tribunal Penal Internacional) analisa um pedido de prisão feito no dia 20 de maio pelo procurador do tribunal, Karim Khan, contra o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, e seu ministro da Defesa, Yoav Gallant, por privar palestinos de alimentos, como um método de guerra. Na mesma solicitação, Khan pediu a detenção de três líderes da facção terrorista Hamas.

De acordo com o Direito Internacional Humanitário -conjunto de normas que regulam os meios e métodos de guerra e protegem certas categorias de pessoas-, os civis devem ser poupados dos efeitos do conflito e não podem, jamais, serem tomados como alvos deliberados de ataques. A lei deixa, no entanto, margem para justificativas de dano colateral, entre outras.

Com base nessas brechas, a defesa jurídica israelense argumenta que as mortes de civis em Gaza e em outras frentes, como no sul do Líbano, não resultam de ataques deliberados, mas de danos colaterais ou de erros técnicos, como o que pode ter vitimado a brasileira Boustani.