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São Paulo deve ter calor e chuva nesta sexta-feira (3)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A capital paulista deve registrar elevação de temperatura nesta sexta (3), com condições para a formação de um temporal no fim do dia.

Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo, o dia começa com céu nublado e temperatura de 17ºC. O sol aparece entre nuvens ao amanhecer, e a previsão é de calor no início da tarde, com máxima de 31°C.

Entre o meio da tarde e a noite, porém, a chegada de uma frente fria vai provocar pancadas de chuvas de intensidade moderada a forte. A tempestade deve estar acompanhada de trovoadas e eventuais rajadas de vento, que podem superar os 60km/h –essa condição, alerta o CGE, eleva risco de quedas de árvores e formação de alagamentos.

FIM DE SEMANA

A passagem da frente fria, contudo, deve ser rápida, e não estão previstos novos temporais no fim de semana.

Para o sábado (4), a previsão é de queda de temperatura e vento moderado, mas sem frio intenso. A mínima deve ser de 15ºC, e a máxima, de 26ºC.

O sol aparece no amanhecer e em meio a nuvens ao longo do dia. A expectativa é que o dia termine com poucas nuvens e ligeira sensação de frio.

No domingo (5), último dia do feriadão, o sol volta a aparecer e não há previsão de chuva. A ventania, porém, deve aumentar a sensação de frio, com mínima de 12°C e máxima de 21ºC.

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A passagem da frente fria, contudo, deve ser rápida, e não estão previstos novos temporais no fim de… 

Homem é preso em flagrante pela Polícia Civil após agredir a esposa em Campos

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Foto: Divulgação DEAM

Na manhã desta sexta-feira (03) por volta das 08h, policiais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Campos dos Goytacazes (DEAM-CAMPOS) sob a liderança da Delegada Titular Madeleine Dykeman realizaram uma prisão em flagrante.

O homem identificado pelas iniciais W.F.L foi detido pelo crime de lesão corporal. A prisão ocorreu quando um policial civil que estava saindo de seu plantão, testemunhou a vítima identificada pelas iniciais D.P.M.da.S registrando uma ocorrência contra seu companheiro.

De acordo com o relato da vítima, ela foi vítima de agressões físicas dentro de sua residência, ocorridas após a meia-noite de sexta. O homem alegou que a mulher teria ordenado a agressão por parte de terceiros nos dias anteriores, acusação negada por ela.

As agressões teriam ocorrido por volta da 01h e, posteriormente, por volta das 06h, resultando em leves escoriações na vítima. Após tomar conhecimento dos fatos, os policiais civis da DEAM-CAMPOS imediatamente se dirigiram ao local, na BR-101, KM 87, entrada de Ibitioca, onde encontraram o suspeito, em sua residência. O homem não ofereceu resistência e confirmou as agressões, embora não tenha fornecido detalhes.

Ele acrescentou que sairá da casa, mesmo sendo de sua propriedade. O agressor não apresentava ferimentos visíveis e foi conduzido à DEAM para que a autoridade policial avaliasse o caso, resultando em sua prisão em flagrante.

Brasileiros seguem em Gaza apesar de apelo do Itamaraty

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IGOR GIELOW  (FOLHAPRESS) – Apesar das gestões feitas pelo Itamaraty na véspera, o grupo de 34 pessoas que se inscreveram para serem repatriadas ao Brasil na Faixa de Gaza seguirá nesta sexta (3) no território sob bombardeio intenso de Israel.

“Ainda sem brasileiros”, disse o embaixador do Brasil em Ramallah, na Cisjordânia, Alessandro Candeas.

Ele trata há quase quatro semanas do processo para tentar tirar o grupo, formado na sua composição atual por 24 brasileiros, 7 palestinos buscando imigrar e 3 parentes dele.

A lista informada pelo governo do Egito tem 571 nomes da Alemanha, Estados Unidos, Itália, Indonésia, México e Reino Unido. Assim como na véspera, quando 400 nomes eram de seus cidadãos, americanos são maioria: 367. Britânicos, por sua vez, são 127 dos escolhidos.

Washington e Londres são aliados de primeira hora de Israel, mas a Indonésia, também agraciada agora, é um país de maioria muçulmana que não tem laços diplomáticos com Tel Aviv.

A frustração vem depois de o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, procurar seu colega egípcio, Sameh Shoukry na noite de quinta (2). Ambos foram colegas como embaixadores de seu país em Washington, de 2010 a 2012, e o ministro do Egito disse que iria analisar o caso nesta sexta.

Vieira já havia falado antes, por quatro vezes, com Shoukry, além de duas conversas com o homólogo israelense e uma, tanto com o secretário de Estado americano quanto com seu par qatari. O processo de liberação de estrangeiros e feridos graves de Gaza começou na quarta (1º), e já atendeu quase 1.000 dos cerca de 7.000 cidadãos elegíveis a sair.

São centrais no processo de liberação o Egito, Israel, EUA e Qatar, país do golfo Pérsico que abriga parte da liderança do Hamas, grupo terrorista que comanda Gaza e cujo mega-ataque ao israelenses em 7 de outubro levou à guerra atual. Todos são consultados sobre os nomes a deixar o território palestino.

A saída dos estrangeiros ocorre pela passagem de Rafah, que liga as cidades homônimas em Gaza e no Egito. O Cairo comanda os portões, mas ali só é possível passar com um arranjo de segurança com Tel Aviv, que segue bombardeando a área enquanto concentra sua operação militar por terra no norte da Faixa de Gaza, a partir dos limites da capital do território.

Na quinta, as IDF (Forças de Defesa de Israel) disseram ter cercado a capital, também chamada Gaza, e iniciado combates em sua região central. Mas bombardeios seguem em Rafah, onde há 18 pessoas do grupo brasileiro, e 16, em Khan Yunis, cidade cerca de 10 km ao norte.

A situação é angustiante, como relata Candeas e os refugiados que divulgam vídeos para relatar seu cotidiano. Um deles, Hasan Rabee, espalhou na quinta uma gravação em que criticava o governo federal, apesar de o Itamaraty ter trabalhado para manter as famílias abastecidas e promoveu a retirada de parte delas da cidade de Gaza, onde foram concentradas numa escola católica no começo da guerra.

No Itamaraty, a palavra de ordem é compreensão com a insatisfação dos brasileiros, pela tensão óbvia que a situação gera. Se e quando conseguir sair, o grupo será repatriado a partir de um voo provavelmente do Cairo, onde está parado um avião VC-2 da Presidência, uma versão de transporte de autoridades do Embraer-190.

Até aqui, 1.410 brasileiros foram evacuados de Israel e 32, da Cisjordânia, na maior operação do tipo em tempos de guerra da Força Aérea Brasileira.

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Carro tomba após se envolver em acidente com veículo de empresa de telefonia em Campos

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Foto: Reprodução

Na manhã desta sexta-feira (3), uma colisão entre dois veículos foi registrada no cruzamento das ruas Dr. Siqueira e Barão de Miracema, no Centro de Campos. Um dos carros envolvidos no acidente acabou capotando.

Um dos veículos pertence a uma empresa de telefonia. O Corpo de Bombeiros foi chamado para prestar assistência, porém, não houve registro de vítimas, já que os envolvidos foram prontamente atendidos no local e recusaram transporte para o hospital. O trânsito na área foi normalizado, e a circulação foi restabelecida.

Polícia Militar resgata casal de idosos em assalto e prende suspeitos em Campos

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134ª DP/Foto: ClickCampos
134ª DP/Foto: ClickCampos

A ação rápida da Polícia Militar frustrou uma tentativa de assalto a uma residência em Campos, onde um casal de idosos estava sendo mantido como refém por criminosos. O caso ocorreu por volta das 4h da manhã desta sexta-feira (3), na Avenida Arthur Bernardes.

De acordo com os policiais, o alarme da casa foi acionado, e vizinhos notificaram a PM. Os agentes entraram na residência, libertaram as vítimas e prenderam em flagrante os dois suspeitos, cujos nomes não foram divulgados. O caso foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia do Centro.

Casal é preso após furtar bicicleta em Campos

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Dois suspeitos envolvidos em um caso de furto de bicicleta foram presos nesta sexta-feira (3) pela Polícia Militar. O caso ocorreu na Travessa Alberto Cruz, no Parque Alberto Sampaio, região central de Campos.

Após circular imagens nas redes sociais que mostravam dois indivíduos roubando uma bicicleta por volta das 19h na Rua do Príncipe, também no centro de Campos, as equipes policiais conseguiram localizar e deter os suspeitos do furto, identificados pelas iniciais L.A.G (sexo masculino) e A.A.F.R (sexo feminino), com histórico de envolvimento anterior em furtos de fios.

Além da prisão dos suspeitos, a bicicleta roubada foi recuperada. A vítima do furto foi contatada e compareceu à delegacia, onde reconheceu os envolvidos no crime. Diante dos fatos, ambos foram apresentados às autoridades e enquadrados no artigo 155 do Código Penal, permanecendo sob custódia à disposição da justiça. O caso foi encaminhado e registrado na 134ª Delegacia de Polícia do Centro.

SP terá metrô, trens e ônibus de graça nos dias de prova do Enem

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), assinou nesta quinta (2) um decreto que garante gratuidade no metrô, trens e ônibus metropolitanos no estado nos dois domingos de prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), dias 5 e 12 de novembro.

A gratuidade valerá das 9h às 21h e abrange todos os serviços de ônibus da EMTU e também de metrô e trens da CPTM, incluindo linhas operadas pela ViaQuatro e pela Via Mobilidade, na capital e na Grande São Paulo.

A medida foi publicada nesta quinta em edição extra do Diário Oficial do Estado de São Paulo. Em nota, o governo afirma que vai avaliar nas datas a necessidade de reforço perto dos horários de início e encerramento das provas.

Na cidade de São Paulo, a gratuidade do transporte público já havia sido decretada pela gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB), a fim de disponibilizar acesso dos candidatos à prova.

Conforme a Folha de S.Paulo mostrou, milhares de estudantes de diversas regiões reclamam que foram alocados para realizar as provas em locais bem distantes de suas residências, o que rendeu críticas ao Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

O governo Lula (PT) confirmou que cerca de 50 mil inscritos no Enem 2023 foram alocados em locais distantes das suas casas e terão a oportunidade de fazer as provas em dezembro.

PROVAS DO ENEM

O Enem é realizado em dois domingos. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h nos dois dias (horário de Brasília). As provas começam às 13h30 e terminam às 19h, no primeiro dia de prova, e às 18h30 no segundo dia.

No primeiro dia serão aplicadas as provas de Linguagens –que inclui português ou espanhol, de acordo com a inscrição do candidato–, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias e a redação.

No segundo domingo de exame os candidatos fazem as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias.

Para levar o caderno para casa, é preciso sair nos últimos 30 minutos de prova.

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A gratuidade valerá das 9h às 21h e abrange todos os serviços de ônibus da EMTU e também de metrô e … 

Homem sofre tentativa de homicídio na Baixada Campista

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134ª DP/Foto: ClickCampos

Nessa quinta-feira (2), uma tentativa de homicídio foi registrada na Rua Padre Mateus, no bairro Nova Goytacazes, em Campos. O homem identificado como Rafael Alves Concebida, sem histórico criminal, foi atingido por um tiro na nádega, desencadeando uma operação policial na região.

A Polícia Militar foi acionada para o local após receber informações sobre a vítima, que foi levada em estado grave para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas sem risco de morte.

Segundo relatos da esposa da vítima, Rafael não tinha envolvimento com o tráfico local. O casal havia tido um desentendimento no Hospital São José (HSJ) no dia anterior, mas não conseguiu identificar o possível funcionário do hospital envolvido. Essa versão dos eventos não foi confirmada pela administração do hospital.

Rafael também teria tido desentendimentos anteriores com elementos do tráfico local, o que pode ter causado a animosidade entre as partes. Informações do Disque Denúncia sugerem que, na ocasião, a vítima teria afirmado que o tráfico não tinha relação com sua vida pessoal, o que supostamente motivou os disparos que o atingiram. No entanto, nem o denunciante nem a vítima conseguiram fornecer nomes ou apelidos dos agressores.

As autoridades estão investigando o caso, com a equipe de busca da P/2 do 8º BPM realizando levantamentos. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado, e o caso permanece sob investigação na 134ª Delegacia de Polícia do Centro.

Saúde prevê 60 mi de doses contra Covid em 2024; pessoas em atraso devem se vacinar este ano

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(FOLHAPRESS) – O Ministério da Saúde prevê um contrato com 60 milhões de doses da vacina contra a Covid para imunizar grupos prioritários em 2024.

De acordo com anúncio feito na última terça (31), a imunização contra a Covid deverá ser anual e apenas para os indivíduos do público-alvo, como é feito hoje com a vacinação contra influenza.

Para quem está em atraso ou não fez ainda o reforço com a bivalente, é possível fazer a atualização até o final do ano. “O que temos de evidência até agora e, inclusive, é a recomendação da própria OMS [Organização Mundial da Saúde], é que para quem já recebeu três doses ainda há proteção contra doença grave e Covid longa”, disse à reportagem a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Neste sentido, adultos saudáveis, segundo ela, não teriam benefício aparente de vacinação anual contra a doença. A decisão foi recomendada pela CTAI (Comitê Técnico de Assessoramento para Imunização), do Ministério da Saúde, como ocorre com outros imunizantes incluídos no calendário anual. Uma análise de custo-efetividade também foi realizada, e, a partir disso, foi tomada a decisão de só incluir os grupos prioritários.

O restante da população será imunizado de acordo com a disponibilidade de doses, disse. “Vimos que não há um ganho substancial em relação à vacina que já temos disponível em adultos imunocompetentes [que não têm problemas de saúde graves], inclusive porque as vacinas utilizadas até agora não previnem contra infecção, elas têm um papel de reduzir o risco de adoecimento grave e de óbito”, afirmou.

No entanto, alguns estudos científicos que apontam o chamado “decaimento da imunidade”, isto é, a queda natural dos anticorpos produzidos de quatro a seis meses após a última dose, indicam que pode haver necessidade de doses anuais mesmo em pessoas fora do grupo de risco.

“É importante lembrar que estamos ainda aprendendo muito sobre essa doença, que é muito nova, sobre a própria proteção das vacinas em pessoas com múltiplas infecções. Então com os dados que temos até agora, seguimos com a recomendação da OMS de uma imunização anual”, afirma a representante do governo federal.

Outro anúncio feito pela secretária é de utilizar somente vacinas atualizadas na campanha. Estas vacinas, chamadas de monovalentes atualizadas, são formuladas utilizando a proteína S (ou espícula, o gancho molecular usado pelo vírus para entrar nas células) da variante dominante em circulação. A FDA (agência que regulamenta medicamentos e alimentos nos EUA) aprovou, em setembro, duas formulações contra a variante BA.2.86, uma da farmacêutica Pfizer e outra da empresa de biotecnologia Moderna.

As duas empresas, assim como a Novavax, estão trabalhando em novas formulações que utilizam a subvariante XBB.1.5, predominante no Hemisfério Norte e considerada a mais transmissível até agora.

“Como não estamos mais em uma emergência sanitária, os nossos processos agora ocorrem no ritmo regular de compra, e por isso estamos readequando nosso contrato para previsão de 60 milhões de doses para o próximo ano conforme a versão mais atualizada, que ainda não temos como afirmar qual será”, disse Maciel, ressaltando ainda que as vacinas devem passar pelo processo de registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A agência recebeu novos pedidos de registro das fabricantes, que seguem em análise.

Para adultos de 18 anos a 59 anos que ainda não receberam a dose de reforço bivalente, é importante procurar um posto de saúde até o final do ano. “Entendemos que uma dose anual é o que garante a proteção e, no caso das pessoas saudáveis, o esquema mínimo de três doses. Então, quem ainda não completou esse esquema deve ir o quanto antes”, finaliza.

O QUE DIZ A OMS

Grupo de alta prioridade para vacinação anual inclui idosos, adultos com comorbidades ou obesidade grave, imunossuprimidos (incluindo crianças com seis meses ou mais), gestantes e trabalhadores de saúde.

Grupo de prioridade média são adultos saudáveis sem comorbidades, com menos de 50 ou 60 anos (idade limite depende do país), e crianças e adolescentes com comorbidades graves; estes não fazem parte da recomendação de doses adicionais anuais, mas podem ser incluídos de acordo com a disponibilidade do imunizante.

Pessoas não incluídas em nenhum grupo de prioridade e para as quais não há recomendação de doses anuais são crianças e adolescentes saudáveis de seis meses a 17 anos.

O QUE DIZ O CDC (CENTRO DE CONTROLE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS DOS EUA)

Pessoas com cinco anos ou mais independente da vacinação prévia podem receber um novo reforço com a vacina atualizada a partir de dois meses da última vacina.

Bebês e crianças de seis meses a quatro anos de idade vacinados previamente podem receber uma ou duas doses da vacina atualizada (o tempo e o número de doses administradas dependem da vacina contra Covid que receberam antes).

Bebês e crianças de seis meses a quatro anos de idade que nunca receberam doses monovalentes podem receber até três doses da fórmula atualizada da Pfizer ou duas doses da nova versão da Moderna.

O QUE DIZ O MINISTÉRIO DA SAÚDE

São incluídas para vacinação anual crianças de seis meses a menos de cinco anos de idade, idosos, imunocomprometidos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores, pessoas com deficiência permanente, privados de liberdade maiores de 18 anos, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, funcionários do sistema penitenciário e pessoas em situação de rua.

Para as demais pessoas, incluindo adultos saudáveis, não há recomendação de vacinação anual.

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Para quem está em atraso ou não fez ainda o reforço com a bivalente, é possível fazer a atualização … 

Homem é detido em flagrante ao dirigir embriagado em Campos

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Foto: Reprodução Operação Segurança Presente

Na noite da última quarta-feira (1), agentes do programa Segurança Presente detiveram um motorista de 50 anos, identificado pelas iniciais A.J.R.J., por conduzir um veículo sob influência de álcool na Avenida Rui Barbosa, localizada no Centro de Campos.

O condutor desrespeitou uma ordem de parada, conduzindo seu veículo imprudentemente na avenida e realizando ultrapassagens perigosas entre os carros. Os policiais que o abordaram logo notaram o forte odor de bebida alcoólica.

O motorista foi conduzido pelas autoridades à 134ª Delegacia de Polícia do Centro e posteriormente submetido ao exame de alcoolemia, que resultou positivo. Como resultado, ele foi preso em flagrante.

Menina resgatada após ataque em Gaza: "Está me levando ao cemitério?"

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As imagens que chegam do conflito armado na Faixa de Gaza são de partir o coração pela brutalidade que representam para a população, principalmente para as crianças.

Após um bombardeio no centro de refugiados Al Bureij, onde pelo menos duas pessoas morreram e 31 ficaram feridas, as equipes de resgate intensificaram os esforços para retirar sobreviventes dos escombros.

Desta vez, uma menina foi retirada dos destroços de sua casa, que foi totalmente destruída por um ataque.

“Você está me levando para o cemitério?”, perguntou a menina enquanto era retirada do local pelos socorristas, em um vídeo que pode ser visto na galeria de imagens acima.

Vale lembrar que a guerra entre Israel e o Hamas está prestes a completar um mês, iniciada em 7 de outubro, após um ataque do grupo islâmico em território israelense que causou 1.400 mortos, 5.400 feridos e 242 reféns em Gaza.

Desde então, Israel tem bombardeado a Faixa de Gaza, lançando, há uma semana, uma ofensiva terrestre, que já causou mais de 8.800 mortos e mais de 22 mil feridos.

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Mulher corre pela pista de aeroporto e obriga piloto a desligar motor

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Uma mulher correu pela pista movimentada do aeroporto de Canberra, na Austrália, na quarta-feira, 1º de novembro, exigindo que o comandante de um avião parasse a aeronave para ela embarcar. A atitude obrigou o piloto a desligar o motor,  a tempo de evitar uma tragédia.

As imagens, que foram divulgadas nas redes sociais, mostram a passageira, que não teve sua identidade revelada, correndo em direção à aeronave da Qantas Link e gritando em direção à cabine de comando. Em seguida, ela é detida.

O que não está claro é como a mulher, que estava atrasada, conseguiu passar pela segurança do aeroporto e chegar à pista sem autorização.

De acordo com a 9News, devido a este incidente, o voo partiu com cerca de 30 minutos de atraso. A Polícia Federal da Austrália está investigando o incidente e a grave falha na segurança.

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Ratos pintados com cores da Palestina soltos em restaurantes McDonald’s

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Um homem de 32 anos foi preso depois de vídeos mostrarem manifestantes pró-Palestina colocando ratos vivos em três restaurantes McDonald’s em Birmingham, na Inglaterra. Os animais estavam pintados com as cores da bandeira da Palestina.

A polícia ainda está procurando outro homem, Billal Hussain, de 30 anos, que está envolvido em dois dos incidentes, de acordo com a Sky News.

As autoridades confirmaram o incidente em um restaurante perto da Watson Road, na segunda-feira. Os outros dois incidentes aconteceram no dia seguinte, em um restaurante nos bairros de Perry Barr e Small Health.

Várias publicações nas redes sociais afirmaram que restaurantes McDonald’s em Israel ofereceram 100 mil refeições gratuitas a soldados e membros das forças de segurança israelenses, após um ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro. Em resposta, os manifestantes decidiram boicotar a rede de fast-food.

A McDonald’s afirmou que está “consternada com a desinformação e relatos imprecisos” sobre sua posição no conflito entre Israel e o Hamas. “A McDonald’s Corporation não está financiando ou apoiando nenhum governo envolvido neste conflito, e quaisquer ações de nossos parceiros comerciais licenciados de desenvolvimento local foram realizadas de forma independente, sem o consentimento ou aprovação da McDonald’s”, disse um porta-voz.

A rede de restaurantes também afirmou que “abomina qualquer tipo de violência” e que se posiciona “firmemente contra discursos de ódio”.

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Pelo menos 32 mortos em incêndio em centro de reabilitação no Irã

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Um incêndio de grandes proporções, que começou nesta sexta-feira em um centro de desintoxicação em Langarud, na província de Gilan, no Mar Cáspio, no norte do Irã, deixou pelo menos 32 mortos e 16 feridos, segundo a imprensa iraniana, citada pela agência Reuters.

A investigação para determinar a causa do incêndio no centro, que tinha capacidade para abrigar 40 pessoas, ainda está em andamento.

A agência noticiosa iraniana Isna publicou imagens do incêndio iluminando o céu durante a noite e liberando nuvens espessas de fumaça.

Outras imagens mostram danos consideráveis ao edifício, de acordo com a agência de notícias France-Presse.

Leia Também: Irã prende ativista crítica ao regime e nega atendimento médico a Nobel da Paz que não usou véu

Irã prende ativista crítica ao regime e nega atendimento médico a Nobel da Paz que não usou véu

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma cidadã do Irã foi condenada a 13 anos de prisão pela Justiça do país, acusada de de crimes que incluem blasfêmia, incitação, insulto ao líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e disseminação de propaganda contra o regime teocrático.

Mahsa Yazdani foi presa em sua casa após criticar publicamente as autoridades do país pela morte do seu filho, Mohammad Javad Zahedi, 20. Ele foi baleado à queima-roupa por forças de segurança durante durante os protestos que ocorreram após a morte de Mahsa Amini. Ela foi detida pela polícia moral do Irã por supostamente não usar o hijab, o véu islâmico, corretamente, e morreu enquanto estava sob custódia das autoridades.

Segundo familiares e amigos de Yazdani, ela cumprirá os primeiros cinco anos de sua pena sem possibilidade de liberdade condicional. No Instagram, sua filha, Mitra Zahedi, questionou: “O que acontecerá com meu irmão de três anos? Quem é o responsável por tanta crueldade?”.

As sucessivas violações de direitos humanos por parte do regime iraniano vêm suscitando indignação no próprio país e na comunidade internacional. O Centro para os Direitos Humanos chamou a condenação de “vergonhosa”. “Centenas de mães no Irã foram impedidas de procurar justiça para os seus entes queridos assassinados, enquanto elas próprias eram perseguidas por simplesmente levantarem a voz”, disse a entidade.

Na semana passada, morreu Armita Geravand, adolescente iraniana que foi hospitalizada e entrou em coma após ter sido abordada pela chamada polícia moral do Irã no último dia 1º. A agência estatal reforçou a versão do regime de que o coma em que Armita se encontrava foi causado pelo impacto sofrido na cabeça quando a adolescente teria desmaiado.

Familiares e testemunhas descartam essa versão e dizem que ela foi agredida durante uma abordagem da polícia moral, também por não usar o hijab.

Nesta quinta-feira (2), as autoridades penitenciárias do Irã também impediram a transferência de Narges Mohammadi, ganhadora do Nobel da Paz deste ano, ao hospital para receber atendimento médico urgente, segundo sua família. Ela sofre de problemas cardíacos e pulmonares e está detida na prisão de Evin, em Teerã, por também ter se recusado a usar o hijab, obrigatório para as mulheres em espaços públicos desde a Revolução Islâmica de 1979.

Em outubro, a ativista de 51 anos recebeu o Nobel “por sua luta contra a opressão das mulheres no Irã”. Após a morte de Mahsa Amini, Mohammadi anunciou que não usaria o hijab sob nenhuma circunstância.

“Durante dois dias e duas noites, um grupo de mulheres em Evin protestou no pátio da prisão para mandar Narges Mohammadi ao hospital”, diz uma publicação no perfil da ativista no Instagram.

“O diretor da prisão anunciou que, segundo ordens de autoridades superiores, era proibido levá-la ao hospital sem o véu, e sua transferência foi cancelada”, acrescentou a família. Na segunda-feira, uma equipe médica examinou Mohammadi e a submeteu a um ecocardiograma depois que “a prisão se negou, inclusive, a transferir Narges para a enfermaria” sem o véu, informou o comunicado.

Um exame de imagem mostrou duas veias com grandes obstruções e pressão pulmonar elevada, razão pela qual ela precisaria passar por procedimentos de urgência. “Ela está disposta a arriscar sua vida por não usar o ‘hijab forçado’, inclusive para se tratar”, disse a família.

Em mensagem de agradecimento ao prêmio, lida por sua filha e difundida no site oficial do Nobel, Mohammadi descreve o hijab obrigatório como “a principal fonte de dominação e repressão na sociedade, com o fim de manter e perpetuar um governo religioso autoritário”.

Saiba como é feita a correção das provas e das redações do Enem

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Após a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos aguardam a correção das provas para saber se atingiram a pontuação necessária para ingressar em uma universidade. Neste ano, o Enem será aplicado nos dias 5 e 12 de novembro.

As notas das provas podem ser usadas para concorrer a vagas no ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu); a bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni); e a financiamentos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Após a realização das provas, o consórcio aplicador do Enem recebe os malotes, e as equipes separam e digitalizam o cartão-resposta e a folha da redação de cada candidato. Todo o processo é monitorado por câmeras de segurança em tempo integral.

A correção das provas objetivas é feita por meio da tecnologia de reconhecimento do cartão-resposta. Serão corrigidas somente as respostas efetivamente marcadas no cartão, sem emendas ou rasuras, com caneta esferográfica de tinta preta. Isso é importante para possibilitar a leitura óptica do cartão-resposta.

Para o cálculo da nota, o Inep adota a metodologia chamada Teoria da Resposta ao Item (TRI), que utiliza um conjunto de modelos matemáticos para representar a relação entre a probabilidade de o participante responder corretamente a uma questão, seu conhecimento na área em que está sendo avaliado e as características dos itens.

Com esse modelo, a natureza específica de cada questão é considerada no cálculo, para que se possa diferenciar alunos com a mesma quantidade de acertos. Segundo o Inep, certas questões são acertadas consistentemente apenas por participantes com elevada habilidade, enquanto outras são frequentemente acertadas pela maioria.

Dessa forma, duas pessoas com a mesma quantidade de acertos na prova são avaliadas de forma distinta, dependendo de quais itens estão certos e errados, e podem ter notas diferentes.

Os arquivos digitalizados das redações são repassados às equipes responsáveis pela correção dos textos. Serão corrigidas somente aquelas transcritas para a Folha de Redação com caneta esferográfica preta.

A nota da redação é atribuída em uma escala que varia entre 0 e 1.000 pontos. Cada redação é corrigida por dois avaliadores, que atribuem nota entre zero e 200 pontos para cada uma das cinco competências. A nota final é a média aritmética das notas totais atribuídas.

Em caso de discrepância, ou seja, quando as notas diferem em mais de 100 pontos ou se a diferença for superior a 80 pontos em qualquer uma das competências, a redação é avaliada de forma independente por um terceiro avaliador, Nesse caso, a nota final é a média das notas que mais se aproximarem.

Com as notas da redação e o resultado das questões objetivas, o Inep processa o resultado, dando origem ao Boletim de Desempenho. Ele é disponibilizado em janeiro do ano seguinte na Página do Participante e no aplicativo do Enem.

As notas das provas podem ser usadas para concorrer a vagas no ensino superior público, pelo Sistema… 

Garotinho mistura insanidade com burrice esperando ter resultado diferente

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“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”, já dizia Albert Einsten.

Em Campos, exemplo claro de insanidade é o ex-governador Anthony Garotinho. Repetindo os mesmos erros que cometeu em 2016 durante a operação Chequinho, ele busca ter resultado diferente. Se naquela época perdeu uma eleição e foi preso junto com sua esposa, agora ele não parece se importar tanto com as consequências.

Em pleno feriado de finados, o ex-governador posta uma montagem relacionada ao presidente da Câmara e diz que ele quer “acabar com o Cartão Goitacá”. Fez o mesmo em 2016, dizia que Rafael ia acabar com o Cheque Cidadão, mas para sua infelicidade, todos viram que o programa era usado para comprar votos, e além de não conseguir eleger o seu primo Chicão, ainda foi preso e botou sua esposa na cadeia.

E não podemos esquecer, o Cheque Cidadão foi interrompido pelo fato da justiça constatar que havia sacanagem com o dinheiro público e desvio de finalidade do programa.

Ultrapassado e obsoleto, Garotinho tenta ter algum protagonismo na vida pública em um momento que o seu próprio filho o renega. Tenta usar as mesmas estratégias que usava na década de 90, colocando apelidos em adversários e fazendo sensacionalismo em um caso que ainda não há nem indícios de que será investigado com rigor pelas autoridades. Como resposta, recebe apoio de 7 ou 8 nomeados na Prefeitura e nada mais. Porque tanto desespero?

Em resumo, Garotinho chama o foco para um problema grave do governo do filho, tentando culpar terceiros por irregularidades no programa, enquanto na sua rede social ataca o chefe do MPRJ. Se não for insanidade, é burrice.

Fazendo as mesmas coisas, o final será o mesmo, assim como a desculpa tradicional: é perseguido por denunciar os poderosos.

Projeto ensina alunos do DF a identificar fake news sobre vacinas

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Nesta semana, alunos do Centro de Ensino Fundamental Queima Lençol, em uma área rural de Sobradinho, no Distrito Federal, aprenderam como identificar se uma informação que recebem pelas redes sociais, chats de conversa é verdadeira ou não.

O grupo participou da segunda edição do projeto Conhecimento é vacina para desinformação. Nele, cerca de 30 estudantes, na faixa etária de 13 a 15 anos, conheceram quais caminhos para identificar a veracidade de uma mensagem.

Desde 2017, a jornalista Gracielly Bittencourt, idealizadora do projeto, passou a pesquisar sobre desinformação, e passou a se dedicar aos impactos da divulgação de notícias falsas, as fake news, na vacinação de HPV, que previne o Papilomavírus Humano, responsável pela infecção sexualmente transmissível mais frequente no mundo e associado ao desenvolvimento do câncer de colo de útero e outros tumores.

Em suas pesquisas, ela identificou que a baixa procura pela vacina, indicada para meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade, está relacionada à divulgação de informações infundadas sobre a eficácia e segurança do imunizante. 

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019, 87,08% das meninas entre 9 e 14 anos de idade receberam a primeira dose da vacina. Em 2022, o percentual caiu para 75,81%. Entre os meninos, a cobertura vacinal passou de 61,55%, em 2019, para 52,16% em 2022. O recomendado é imunizar 90% do público-alvo.

Veja aqui especial 50 anos de vacinas para todos.

A partir daí, desenvolveu o projeto como forma de mostrar aos jovens a importância de consumir informações corretas. “Não adianta mais apenas checarmos as notícias. A gente precisa formar o público para saber o que é verdade ou falso”, afirma a jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

A iniciativa foi vencedora do programa FactCheckLab em 2020. Em 2022, a jornalista participou do International Visitor Leadership Program (IVLP), curso de jovens líderes promovido pelo governo norte-americano e decidiu tirar o projeto do papel. O projeto tem apoio financeiro do Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado dos Estados Unidos.  

Nas oficinas, realizadas nos dias 30 e 31 de outubro, os estudantes da escola Queima Lençol conheceram o trabalho de um profissional especializado em checar notícias e puderam aprender passos básicos que podem ser adotados para identificar uma fake news, como verificar a fonte da informação, a data de divulgação da notícia ou se a imagem é realmente relacionada ao fato descrito por meio de buscas na internet. 

Segundo a jornalista, pela proximidade com as redes sociais e habilidade com tecnologia, os jovens rapidamente conseguem encontrar uma fake news, no entanto, precisam saber como entender o que é confiável ou não. “Com ações simples, você consegue perceber [a desinformação]. Não é preciso ser um grande investigador”, explica. “Eles são capazes, só falta o despertar”, acrescenta.

Nas conversas, os jovens trazem dúvidas básicas sobre a vacina de HPV, entre elas, se podem tomar doses atrasadas. 

É o caso de João Felipe Oliveira, do 8º ano, que contou não saber do imunizante antes de participar do projeto. “Achei bem legal conscientizar os jovens sobre a importância das vacinas. Não ficar caindo em qualquer coisa que vê no WhatsApp, porque normalmente é mentira”, disse.

Para Gracielly Bittencourt, o desconhecimento sobre a vacina mostra que a informação não chegou a esse público por uma falta de ação do Estado e das próprias famílias. 

A professora de matemática do centro de ensino, Raiane Ribeiro, contou que a escola tentou promover a ida de uma equipe de saúde para uma ação de vacinação dentro da escola, porém vários pais desautorizaram a medida. Para a docente, as negativas têm relação com informações falsas.

Raiane Ribeiro acredita que projeto poderá ajudar a difundir a cultura da checagem de informação entre os estudantes e nos seus lares. “É importante que eles [alunos] entendam como procurar sites confiáveis. O que eles recebem via WhatsApp, Instagram, eles passam para frente sem verificar a veracidade da informação.”

As oficinas terão uma terceira edição. A primeira ocorreu em 2022 em uma escola de Ceilândia, também no Distrito Federal. 

O grupo participou da segunda edição do projeto Conhecimento é vacina para desinformação. Nele, cerc… 

Aeroporto de Congonhas tem novos voos cancelados e atrasos

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O Aeroporto de Congonhas ainda enfrenta reflexos do problema com o trem de pouso de um avião de pequeno porte nesta quinta-feira, 2, na zona sul da cidade de São Paulo. Pelo menos 10 voos foram cancelados na manhã deste feriado de Finados, chegando a ao menos 23 cancelamentos desde a noite anterior, com o fechamento da operação por cerca de duas horas.

Entre os cancelamentos desta manhã, estão voos para Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Goiânia, Florianópolis, São José do Rio Preto e Vitória. Também são registrados atrasos.

Segundo a Aena, concessionária responsável pelo aeroporto, a pista foi liberada para pousos e decolagens às 21h49, após a retirada do avião. A operação foi prorrogada em uma hora, até a meia-noite.

Ao menos 17 voos foram transferidos para outros terminais de São Paulo, como os aeroportos de Viracopos, em Campinas, e de Cumbica, em Guarulhos. Não houve feridos.

Por volta das 19h50 de quarta-feira, 1º, uma pequena aeronave de modelo Piper Aircraft PA-42 teve problemas durante a aterrissagem. O voo era procedente de Cuiabá. “A aeronave realizava transporte aeromédico e o passageiro foi retirado imediatamente pela equipe médica do aeroporto, em segurança”, informou a concessionária.

A Aena orienta os passageiros afetados a entrarem em contato com as companhias aéreas. O Estadão procurou as três principais empresas que operam em Congonhas.

Em nota, a Azul apontou que o fechamento temporário resultou no cancelamento de ao menos seis voos e a transferência de cinco pousos (advindos de Brasília, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro) para os aeroportos de Guarulhos e Campinas. A companhia salientou que as operações em Congonhas estão retomadas e que “os clientes estão recebendo toda a assistência necessária”.

Já a Gol apontou que a operação está normalizada em Congonhas. Segundo a empresa, nove voos foram cancelados e oito foram transferidos para outros aeroportos na noite de quarta-feira. “A empresa ressalta que os clientes estão recebendo as devidas facilidades e sendo remarcados para os próximos voos da companhia”, apontou.

A Latam informou, por sua vez, que “reorganiza de forma gradual a sua malha aérea prejudicada por cancelamentos e desvios de voos após a interdição do aeroporto de Congonhas”. Além disso, destacou que presta “assistência necessária aos clientes afetados por esta situação totalmente alheia ao controle da Latam” e orientou os passageiros a consultar o status do voo antes de se dirigir aos aeroportos.

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Entre os cancelamentos desta manhã, estão voos para Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto … 

Europa fecha cerco sobre Airbnb em meio a crise de moradia

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(FOLHAPRESS) – Na Itália, estudantes de Milão e Roma dormiram em barracas em frente a universidades, em protesto contra a falta de moradia acessível no início do ano acadêmico, em setembro. Dias depois, milhares de pessoas saíram às ruas de Lisboa e outros centros de Portugal em ato contra os preços de aluguel.

Os dois países enfrentam, como outros da Europa, uma crise habitacional que tem, entre os fatores, a explosão dos aluguéis de curta duração oferecidos por plataformas como Airbnb.
Como forma de responder ao fenômeno, autoridades locais têm implementado regras que tentam proteger suas cidades e residentes sem melindrar o setor turístico e os visitantes.

A eficácia dessas medidas varia de acordo com os objetivos das normas, a capacidade de aplicação e a colaboração das plataformas online, mas um estudo recente mostrou que a regulamentação diminui a oferta de imóveis para locação breve e coíbe a profissionalização desse mercado, limitando a ação de anfitriões com múltiplas unidades.

Depois da recuperação, no ano passado, dos efeitos do Covid-19 sobre o turismo, baqueado pelas restrições de viagens, os países europeus caminham para bater neste ano recordes de 2019, antes da pandemia. A União Europeia registrou, na primeira metade de 2023, aumento de 12,9% no número de noites em acomodações turísticas tradicionais em relação ao mesmo período de 2022 -alta de 0,9% em relação a 2019.

Os aluguéis de curta duração por meio de plataformas online mostraram ainda mais vigor. O número de noites reservadas em plataformas cresceu 18,8% no primeiro semestre comparado com o mesmo período de 2022 e 22,6% em relação a 2019. Os dados são do Eurostat, instituto de estatísticas da UE, a partir de dados fornecidos por Airbnb, Booking, Tripadvisor e Expedia.

Se para quem busca hospedagem, as plataformas se tornaram atraentes pelos preços mais vantajosos em relação a hotéis, para as cidades mais turísticas se tornaram um problema.

“O efeito mais direto e perigoso é a redução da disponibilidade de unidades para aluguel a longo prazo”, diz à Folha Filippo Celata, professor de geografia econômica da Universidade La Sapienza de Roma.

“Isso compromete o acesso a moradia da população de renda baixa e média. E, quando o fenômeno é concentrado em uma área, produz efeitos na cidade toda, alimentando a desigualdade entre bairros ricos e pobres.”

Celata é coautor de um estudo, publicado em julho na revista científica Annals of Tourism Research (anais de pesquisa em turismo), que comparou 16 cidades europeias com diferentes graus de regulamentação das plataformas de aluguéis breves para verificar a eficácia das medidas. Com dados até 2019, o artigo analisa desde exemplos pioneiros como Amsterdã, que implementou as primeiras regras em 2014 -o Airbnb foi criado em 2008-, até Roma, sem nenhum tipo de norma.

Em geral, o debate e a implementação de medidas regulatórias se baseiam em duas abordagens que nem sempre caminham juntas. Uma delas é limitar a profissionalização do setor, situações em que um anfitrião administra várias unidades nas plataformas. Outra é combater a hiperconcentração em bairros turísticos, normalmente centros históricos e áreas urbanas bem atendidas por transporte público, o que afasta moradores.

No primeiro caso, o instrumento principal das autoridades é impor um limite de dias que cada unidade pode ser alugada. Em Amsterdã, esse teto é de 30 dias, enquanto em Paris chega a 120 dias. No segundo, a opção é por restrições geográficas, como a proibição de novos registros nos bairros mais afetados. É o que tenta fazer atualmente o prefeito de Florença para preservar o centro histórico, patrimônio Unesco, que concentra 75% dos imóveis para locação breve da cidade.

O estudo conclui que cidades que adotam uma regulamentação minimamente severa conseguem reduzir a pressão geral causada pelas plataformas online, medida pelo número de anúncios de unidades disponíveis, em cerca de 30% na comparação com os municípios sem normas.

Em relação aos objetivos principais, a eficácia das regras muda. Elas funcionam bem para inibir a profissionalização do setor, ao mesmo tempo em que protegem o anfitrião que aluga um único imóvel. O estudo calcula que o percentual de administradores de múltiplas unidades cai cerca de 25% em cidades com regulamentação.

Já as regras que miram barrar a concentração da oferta em poucos bairros têm efeitos mínimos. A não ser que haja a proibição total do aluguel breve em zonas turísticas -uma decisão que, em cidades saturadas, precisaria ser retroativa, o que esbarra em questões jurídicas-, a limitação geográfica envolve uma série de questões técnicas, como a diferenciação da cidade por zonas, dificultando sua aplicação, além do risco de difundir o fenômeno para endereços vizinhos.

“Acho que uma boa abordagem é a de Paris, que busca reduzir a oferta profissional por meio de normas que valem para toda a cidade. É mais simples e eficaz”, afirma Celata. “Além disso, os anfitriões profissionais costumam agir mais no centro que na periferia, o que acaba por ser um instrumento indireto para a desconcentração.”

Outra conclusão é que, no pacote de regras, é preciso convencer -ou obrigar- as plataformas a colaborarem com as autoridades banindo anfitriões irregulares e compartilhando dados, tema que é alvo de normativa da União Europeia, em tramitação no Parlamento.

Uma informação fundamental que deve ser fornecida pelos sites é a quantidade de dias que um imóvel é alugado, principalmente onde existe o limite para locação breve. “Fiscalizar caso a caso em uma cidade como Roma, que tem 25.000 unidades, é muito difícil. É preciso a colaboração das plataformas para a aplicação de normas”, diz o professor.

Diante de cidades com diversas características e níveis de dependência econômica do turismo, Celata afirma que o ideal é ter um mix de intervenções locais, para necessidades específicas, e nacionais, com mais competência para normativas. “O importante é a vontade política e a capacidade de introduzir normas suficientemente severas.”

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