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Foliões devem ter cuidado com raios nos blocos de Carnaval

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CLAUDINEI QUEIROZ
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A capital paulista terá no Carnaval de rua deste ano mais de 400 blocos, em cortejos com milhares de foliões por todas as regiões da cidade. Apesar da alegria, descontração e música que animam a festa, os participantes também precisam se atentar aos perigos de ficarem expostos a tempestades, principalmente pelos riscos trazidos por raios.

A previsão do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas), da Prefeitura de São Paulo, é que todo o feriado seja de sol, com muito calor e umidade, cenário propício para as conhecidas chuvas de fim de tarde, sempre com a possibilidade de queda de raios.

De acordo com o Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), de 2013 até 2022, 835 pessoas perderam a vida no Brasil devido às descargas elétricas.

Segundo outro levantamento do mesmo grupo, em 20 anos (2000 a 2019), 43% das mortes por raios no país ocorreram no verão. E o estado com o maior número de fatalidades é São Paulo, com 327 nesse período.

As estatísticas mostram que a cada 50 mortes por raios no mundo, 1 é no Brasil, o
país campeão mundial em incidência de raios, atingido por 78 milhões de descargas atmosféricas por ano.

O Elat destaca que os raios podem acontecer pouco antes de a chuva começar ou no estágio final da tempestade. Portanto, o ideal é buscar abrigo tão logo veja nuvens carregadas no céu ou escute um trovão, que sinalizam o início do temporal.

“As tempestades no verão são um fenômeno recorrente, caracterizadas por ventos intensos e precipitação abundante. Essas condições climáticas, frequentemente acompanhadas por trovoadas e raios, apresentam riscos significativos à segurança pública. A conscientização e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para minimizar potenciais danos e garantir a segurança de todos”, diz o capitão André Elias dos Santos, porta-voz do Corpo de Bombeiros.

Outra preocupação dos especialistas é que pesquisas já indicam uma alta na incidência de raios em áreas urbanas, em razão do aumento de temperatura (fenômeno conhecido como ilha de calor) e de poluição.
A presença de para-raios no topo dos edifícios ajuda a evitar uma queda de raio diretamente sobre os foliões, mas ainda há perigo nos efeitos indiretos das descargas atmosféricas, como quedas de fios de energia elétrica, incêndio e energização de postes metálicos.

Em 2018, o estudante Lucas Antônio Lacerda da Silva, de 22 anos, morreu após ser eletrocutado ao encostar em um poste no desfile do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta. Aquele caso não foi motivado por raio, mas, sim, por energização de uma instalação de câmeras de segurança. No entanto, isso também pode ocorrer em caso de descarga atmosférica durante uma chuva.

“Locais abertos, como praças, campos, avenidas e ruas sem qualquer tipo de proteção são extremamente perigosos durante fortes chuvas com raios e trovões”, alerta Juliano Gonçalves, especialista e diretor da divisão de cabos da empresa Megger Brasil.
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COMO SE PROTEGER DOS RAIOS
1. Se possível, não saia para a rua ou não permaneça na rua durante as tempestades, a não ser que seja absolutamente necessário. Nestes casos, procure abrigo nos seguintes lugares:
– Carros não conversíveis, ônibus ou outros veículos metálicos não conversíveis;
– Em moradias ou prédios, de preferência que possuam proteção contra raios;
– Em abrigos subterrâneos, tais como metrôs ou túneis, em grandes construções com estruturas metálicas, ou em barcos ou navios metálicos fechados.2. Se estiver dentro de casa, evite:
– Usar telefone com fio ou celular ligado a rede elétrica (utilize telefones sem fio);
– Ficar próximo de tomadas e canos, janelas e portas metálicas;
– Tocar em qualquer equipamento elétrico ligado à rede elétrica.3. Se estiver na rua, evite:
– Segurar objetos metálicos longos, tais como varas de pesca e tripés;
– Empinar pipas e aeromodelos com fio;
– Andar a cavalo.4. Se possível, evite os seguintes lugares que possam oferecer pouca ou nenhuma proteção contra raios:
– Pequenas construções não protegidas, tais como celeiros, tendas ou barracos;
– Veículos sem capota, tais como tratores, motocicletas ou bicicletas;
– Estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica.5. Se possível, evite também certos locais que são extremamente perigosos durante uma tempestade, tais como:
– Topos de morros ou cordilheiras;
– Topos de prédios;
– Áreas abertas, campos de futebol ou golfe;
– Estacionamentos abertos e quadras de tênis;
– Proximidade de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
– Proximidade de árvores isoladas;
– Estruturas altas, tais como torres, linhas telefônicas e linhas de energia elétrica.6. Se você estiver em um local sem um abrigo próximo e sentir que seus pelos estão arrepiados, ou que sua pele começou a coçar, fique atento, já que isto pode indicar a proximidade de um raio que está prestes a cair. Neste caso, ajoelhe-se e curve-se para frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles. Não fique deitado.
Fonte: Cartilha ‘Proteção Contra Raios no Brasil’, de 2020, do Elat/Inpe

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A previsão do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas), da Prefeitura de São Paulo, é… 

Médicos alertam sobre riscos para a saúde ocular durante o carnaval

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O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) recomenda aos foliões cuidados e atenção especiais aos olhos durante o carnaval para evitar prejuízos à visão, protegendo os olhos contra queimaduras químicas, por exemplo, além de traumas e infecções.

Segundo a médica Elisabeth Guimarães, que faz parte da Comissão Científica do CBO, durante as festas carnavalescas, muitas pessoas excedem no consumo de drogas e álcool, acabam perdendo um pouco a consciência e se expondo a riscos que vão desde traumas oculares até o envolvimento em brigas que podem resultar em traumas faciais e evoluir para danos oculares. Todo cuidado é pouco, disse a especialista, em entrevista à Agência Brasil.

Nos blocos carnavalescos, as pessoas se expõem muito ao sol forte do verão, destacou a médica, aconselhando o uso de viseiras, bonés e chapéus para proteger os olhos. “Todos são muito bem-vindos. Hoje em dia, a indústria os fabrica com tecidos que já vêm com proteção UV”. Além disso, os óculos escuros são indispensáveis. “Mesmo que não combinem com a fantasia, a pessoa deve usar”, para ter proteção garantida dos olhos.

Outra questão importante são os filtros solares que as pessoas passam no corpo e no rosto. Deve-se dar preferência àqueles produtos que são formulados para quem pratica esportes, porque a pessoa sua, mas o produto não vai escorrer, nem entrar no olho. Pode ser usado também o protetor facial em bastão que não derrete no olho.

Elisabeth recomendou que os foliões evitem contato principalmente com sprays de espuma, que podem ser extremamente irritantes para os olhos. Se houver contato desse produto com o olho, a orientação dos oftalmologistas é que a pessoa lave abundamente o local com água potável ou água mineral. Se a pessoa tiver condições e houver uma farmácia disponível, compre soro fisiológico novo, porque o soro fisiológico aberto se contamina com muita facilidade devido ao calor ambiente.”

Deve-se lavar o olho até tirar todo o resíduo. Se a dor persistir e o olho continuar vermelho, a pessoa deve procurar imediatamente um pronto-socorro, de preferência oftalmológico, para que haja um exame adequado, disse a especialista.

Quanto à maquiagem, que no carnaval costuma ser mais elaborada, com uso de muita sombra, cílios postiços e glitter, a recomendação é que ter cuidado com a cola que, em quantidade errada, pode escorrer para os olhos e queimar a córnea. Também não se pode esquecer de remover completa e adequadamente a maquiagem.

A atenção deve ser redobrada com os cílios que estão na moda, que são feitos de LED e grudam na pálpebra. “Aquilo tem alguns inconvenientes. Por ser um negócio que fica piscando, as pessoas têm curiosidade de por o dedo e isso pode levar micro-organismos para o olho, principalmente no meio de uma folia. Há risco de disseminação der conjuntivite, porque é muita gente junta, é multidão, é mão suja”, ressaltou a médica. Deve-se evitar levar a mão à face, principalmente nos olhos, para não pegar vírus e bactérias gratuitamente. Elisabeth Guimarães destacou que muitos desses cílios são importados, alguns têm procedência duvidosa e podem trazer problemas.

Como o carnaval é época de brilho, a maioria dos foliões gosta de caprichar no uso do glitter. Quando ele tem partículas grandes, se cai no olho, é de mais fácil identificação. Segundo a médica, o problema é o glitter pequeno, semelhante à areia. “Aquilo se desloca mais facilmente para dentro do olho. Se isso acontecer, a orientação é a mesma da espuma: lavar abundantemente. Se perceber que tem ainda coisa grudada no olho, não tente remover porque, às vezes, a tentativa e a emoção podem causar uma lesão na córnea, e isso é caso de pronto-socorro”.

A pessoa pode usar colírios lubrificantes oculares para tentar que a própria quantidade da lágrima seja capaz de expulsar aquele resíduo. “Mas nem sempre isso é possível”, alertou.

Sobre as lentes de contato, se forem gelatinosas, podem grudar no olho e desidratar, se o uso for excessivo, disse a médica. “Não se deve dormir com essas lentes, porque o risco de infecção aumenta. E se juntou lente de contato mais maquiagem, essa é uma combinação explosiva na hora de dormir.” Elisabeth aconselha àqueles que usam lentes de contato gelatinosas, a trocá-las pelas descartáveis, de uso diário, durante o carnaval. Tira-se da embalagem para usar e, do olho, vai para o lixo. “É mais saudável para o olho. Isso evita que se reutilize lentes contaminadas ou sujas de resíduos de maquiagem que não saíram com produtos de limpeza.”

Outra dica é pôr as lentes antes de fazer a maquiagem e tirá-las antes de removê-la. Isso evita a contaminação das lentes. “O problema é que algum tipo de resíduo de maquiagem pode ficar na lente e gerar problemas tanto alérgicos quanto infecciosos e irritativos para o olho.” Elisabeth chamou a atenção para outro cuidado: lentes de contato jamais podem ser compartilhadas.

De acordo com a especialista, a lente de contato está em contato íntimo com a córnea, com a lágrima da pessoa, e se torna um dispositivo médico que se contamina a partir do momento em que entra em contato com a lágrima. Sobre as lentes de contato coloridas, que são compartilhadas entre jovens como acessório de fantasia, ela advertiu: “esse tipo de comportamento pode trazer problemas muito sérios, se as lentes forem usadas indevidamente. O mesmo acontece com a maquiagem. Cada um deve ter a sua”, afirmou a especialista.

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, é preciso evitam abrir os olhos ao mergulhar no mar, em rios ou em piscinas clorificadas e, de preferência, não usar lentes de contato ao cair na água, porque há risco de contaminação por Acanthamoeba, uma infecção ocular rara, mas que pode ser grave e causar danos permanentes à visão. Elisabeth Guimarães disse que este é um bicho difícil de diagnosticar e de tratar e que, às vezes, o prognóstico nem sempre é feliz. “Se não se puder evitar estar em um ambiente desses, a opção deve ser por lentes de descarte diário. Olhos não foram feitos para ter contato com água.”

Quanto a pomadas modeladoras de cabelo, a orientação é dar preferência às autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois muitas são mais baratos e fáceis de encontrar, mas podem conter substâncias causadoras de irritação e até de queimadura química nos olhos.

O CBO destaca ainda a importância da hidratação e de uma alimentação saudável para a saúde ocular. Manter-se bem hidratado é essencial para garantir o adequado funcionamento do sistema lacrimal e prevenir sintomas de olho seco.

Segundo a instituição, se o desconforto ocular permanecer mesmo após a adoção de medidas como lavagem dos olhos, três sinais podem alertar para a presença de problemas: vermelhidão, dor intensa ou visão embaçada. Em qualquer desses casos, o melhor é procurar assistência médica para que o problema não se agrave. A vermelhidão persistente pode indicar irritações ou infecções, e a dor intensa ser sintoma de lesões ou condições graves. Alterações repentinas, como visão embaçada ou perda visual, demandam atenção imediata, alertou o CBO.

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O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) recomenda aos foliões cuidados e atenção especiais aos o… 

Incomodados podem denunciar desfile sem alvará

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Os blocos de rua são aguardados por foliões que curtem o carnaval, mas, ao mesmo tempo, tiram a tranquilidade de quem mora nas vias onde ocorrem os desfiles. Moradores reclamam de bloqueios de vias, barulho e muita sujeira no mês do evento, que não se restringe aos quatro dias do feriado.

Neste ano, a expectativa é de que ao menos 15 milhões de pessoas acompanhem o carnaval de rua na capital paulista. O pré-carnaval começou oficialmente em 3 de fevereiro. Além dos desfiles ao longo do feriado, entre 10 e 13 de fevereiro, haverá ainda o pós-carnaval, em 17 e 18 de fevereiro.

Segundo a Prefeitura, a Comissão Especial de Organização do Carnaval de Rua 2024 analisa todos os trajetos dos blocos, juntamente com outras autoridades municipais e associações que representam moradores e comerciantes. Durante os desfiles, agentes da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana (CGM) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) atuam para reduzir transtornos.

Associações de bairro, a exemplo da Sociedade Amigos de Vila Madalena (Savima), dizem não questionar o carnaval, mas a duração das festividades. “A pessoa que não gosta pode até viajar no feriado do carnaval, mas não o mês todo”, afirma Cássio Calazans, presidente da Savima.

Planejamento

Os desfiles são avaliados pela Comissão Especial de Organização do Carnaval de Rua 2024. São analisadas, segundo a Prefeitura, a legislação e as justificativas para eventuais mudanças de trajeto e horários em função do porte do bloco e das condições da região de desfile. As aprovações de trajetos, datas e horários também estão sujeitas à avaliação técnica das condições de impacto no trânsito e transporte em cada área.

Blocos e bandas tiveram prazo no ano passado para cadastrar seus desfiles, enviando detalhes como itinerário, horário, previsão do número de foliões e identificação dos responsáveis pelo desfile. Após as avaliações das inscrições, a lista dos blocos para o carnaval é publicada no Diário Oficial.

Segundo a Prefeitura, há critérios para a alterar ou adequar desfiles, como localidades com restrições de zoneamento: áreas hospitalares, áreas estritamente residenciais, áreas de atenção especial e de segurança pública.

Segundo Antonio Carlos de Freitas Jr, especialista em Direito Público e Administrativo, se algum cidadão verificar que um bloco faz um desfile que não foi previamente aprovado, pode administrativamente informar a falsidade à Prefeitura. Mas para o morador incomodado com a folia de rua, o caminho é mais difícil. “O cidadão pode, por vias administrativas e judiciais, apresentar suas razões, mas ‘não gosto do evento’ ou ‘vou me incomodar com a festa’ não são razões legítimas.”

Para conseguir anular uma autorização, por via administrativa, é preciso apresentar uma razão de interesse público. “Porque tem hospital na região ou um estabelecimento como asilo ou casa de albergue”, exemplifica Freitas Jr..

Judiciário

“Se a administração não tomar a atitude necessária, a pessoa pode acionar o Judiciário e ingressar com ação judicial ou até fazer a denúncia ao Ministério Público, que poderá atuar”, acrescenta o especialista. Ainda segundo o advogado, caso a pessoa verifique que o bloco não teve o alvará, deve acionar a Polícia Militar. “Pode avisar a Prefeitura, mas é dever do sistema policial, incluindo a PM, atuar no caso”, diz o advogado. Ainda segundo a Prefeitura, caso o munícipe se depare com qualquer irregularidade durante as festividades, é possível acionar a fiscalização da subprefeitura responsável pela região onde o bloco está localizado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Moradores reclamam de bloqueios de vias, barulho e muita sujeira no mês do evento, que não se restri… 

São Paulo teve grande terremoto há 2,5 milhões de anos, diz estudo

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Feições geológicas encontradas no subsolo do centro da capital paulista indicam que a região registrou um terremoto de grande magnitude há pelo menos 2,5 milhões de anos – bem pouco tempo do ponto de vista geológico. Um trabalho recente, publicado por pesquisadores da USP e da Universidade Federal do ABC, é o primeiro a documentar registros de abalos sísmicos de magnitude tão alta na região. Os tremores podem ter sido causados pela queda de um meteorito ou por atividade tectônica.

Publicado na Sedimentary Geology, o estudo revela que pelo menos um grande terremoto ocorreu na região, alcançando uma magnitude de, no mínimo, 6 graus na escala Richter – o suficiente para destruir boa parte do centro da cidade, se ocorresse nos dias de hoje. Os pesquisadores não sabem exatamente o que pode ter causado um terremoto tão intenso, mas uma das principais suspeitas é de que tenha sido a queda de um meteorito.

De fato, existe uma cratera na zona sul da cidade, a cerca de 40 km do centro, com 3,6 km de diâmetro e 450 m de profundidade, a Cratera Colônia, que passou muito tempo despercebida. Ela está coberta por sedimentos que formam uma planície. Os bairros de Colônia e Vargem Grande foram erguidos na região. Só na década de 1960 imagens aéreas e de satélite revelaram a cratera. Pela análise das bordas e dos sedimentos de seu fundo, é possível dizer que ela foi causada pela queda de um meteorito.

Atividade tectônica

A outra hipótese levantada pelos pesquisadores é de que o terremoto tenha sido causado por atividade tectônica. O Brasil está localizado bem no centro da Placa Sul-Americana e, por isso mesmo, os abalos sísmicos são raros por aqui. Terremotos são muito mais frequentes em regiões onde placas diferentes se encontram, pois há risco de choque entre elas. Porém, alertam os cientistas, tremores podem ocorrer em outras áreas pela simples movimentação das placas.

Se foi essa movimentação que causou os abalos sísmicos, existe um risco, ainda que remoto, de isso acontecer novamente na região. “Caso a gente consiga provar que não há relação entre o tremor e a Cratera Colônia, a única opção que nos restaria seria um terremoto de origem tectônica”, disse o geólogo Maurício Guerreiro dos Santos, da Universidade Federal do ABC, um dos autores do estudo. “Não seria algo inédito, isso ocorre com alguma frequência, embora seja mais comum nas bordas das placas tectônicas. Se um terremoto desses ocorresse hoje seria uma catástrofe completa, as construções de São Paulo não são feitas para esse tipo de ocorrência”, disse.

“Os grandes terremotos, em geral, ocorrem na plataforma continental, a 2 mil km de distância, e quando chegam aqui é com tremores muito fracos”, afirmou o geólogo Renato Henrique Pinto, do Instituto de Geociências da USP, que também assina o estudo. “A queda do meteorito faz mais sentido tanto do ponto de vista geológico, quanto da estratigrafia.”

Isolamento na pandemia

Os pesquisadores decidiram pesquisar o subsolo da cidade quando se viram no isolamento forçado pela pandemia de covid-19, em 2020. Estudar o subsolo paulistano não é uma tarefa simples, por causa da pavimentação e das construções, Os geólogos buscaram afloramentos de rochas no próprio câmpus da USP e também em praças no centro. O tipo de rocha encontrado é típico de regiões em que houve tremores de grande magnitude. Os pesquisadores também usaram os levantamentos do subsolo feitos pelo Metrô.

“Precisamos preservar esses afloramentos”, afirmou Renato Henrique Pinto. “Se forem cimentados, ninguém nunca mais vai poder ver. Então escrevi um projeto, para montarmos um roteiro de visitação e, se conseguirmos verba, fazer uma datação.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Os tremores podem ter sido causados pela queda de um meteorito ou por atividade tectônica. 

Mulher desiste do crack após sete anos nas ruas e recupera autonomia com maconha

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CLÁUDIA COLLUCCI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Franciele Silva, 43, lembra-se bem da data em que a vida deu uma reviravolta: 8 de agosto de 2008. Após um episódio de violência doméstica, ela fugiu com as três filhas para Curitiba (PR). Tinha 28 anos e estava casada havia 12.

Sem conhecer ninguém na capital paranaense, começou a vender balas nas ruas. Dois meses depois, o Conselho Tutelar recolheu as crianças e as entregou para o então marido de Franciele, pai de duas das filhas.
“Perdi o chão, o rumo. No dia seguinte, fumei a primeira pedra de crack e fiquei oito dias sem dormir e sem comer. Só fumando e chorando. Dali em diante, comecei a trabalhar para um traficante e a roubar.”

Franciele até tentou voltar a morar durante duas semanas com o marido, para estar próxima das filhas, mas recaiu e, após uma nova briga, foi viver na cracolândia, no centro de São Paulo.
“Lá eu fiquei por sete anos. Vi muita coisa feia, tive tuberculose, fui presa por tráfico, mas fui absolvida porque a juíza entendeu que eu era usuária.”

Em 2015, ela conheceu um rapaz no fluxo e ambos ingressaram no programa “De Braços Abertos”, implantado na cracolândia em 2014 pela gestão Fernando Haddad (PT) na Prefeitura de São Paulo e extinto pelo sucessor João Doria (PSDB).

Baseado na estratégia de redução de danos, o programa ofertava moradia, trabalho (os participantes ganhavam R$ 15 por dia por serviços como varrição e reciclagem) e acompanhamento médico. Estudo apontou que dois terços dos beneficiários reduziram o uso da droga. O abrigo nos hotéis da região, contudo, mostrou-se temerário: o tráfico acabou se infiltrando nesses locais.

“Fiquei 15 dias sem fumar crack. Para segurar, comecei a fumar maconha porque ia conhecer a mãe dele [do parceiro] e não queria que ela me visse com os dedos queimados [pelas pedras do crack]. Eu não prometi parar, mas depois disso não tive mais coragem de fumar crack. Isso foi no dia 28 de maio de 2015.”

Quase nove anos depois, ela mantém o uso de cânabis em forma de cigarro e de óleo, o canabidiol, faz acompanhamento psiquiátrico e utiliza o clonazepam, medicamento indicado para tratamento do distúrbio do pânico e da ansiedade. “Se eu não tomo, eu não durmo. Fiquei com sequelas do crack.”

Assim como Franciele, muitos pacientes têm desistido de perseguir a abstinência total de drogas, condição imposta por muitos serviços que oferecem internações como tratamento da dependência, e conseguido resgatar a autonomia e a dignidade por meio de estratégias de redução de danos.

“Nos melhores tratamentos do mundo com proposta de abstinência total, depois de dois anos de acompanhamento, só 20% conseguem essa meta. É uma grande perversidade a defesa da abstinência total como única estratégia aceitável”, diz o psiquiatra e palhaço Flávio Falcone, que atua na cracolândia.

Depois de deixar o fluxo, Franciele adotou sua quarta filha e se reaproximou das outras três. Para sobreviver, ela já teve banca de batata frita e pastel e, desde 2020, cadastrou-se em um aplicativo e atua como carroceira de recicláveis na região de Higienópolis (SP).
Também já trabalhou como educadora técnica em projeto de reeducação de danos na cracolândia e fez um curso de cuidadora. Até o fim deste ano, espera se recuperar totalmente do tratamento para o câncer de intestino que foi diagnosticado no fim do ano passado e concluir o ensino médio.

“Puxando carroça, conheci esse lado da sustentabilidade, do meio ambiente. Quero continuar atuando com isso e também com redução de danos.”

Segundo Falcone, não há oposição entre o modelo de redução de danos e o da abstinência total. “Cada pessoa tem o seu caminho. A gente constrói um projeto de terapêutico de acordo com as condições de cada pessoa e isso pode, inclusive, resultar em abstinência total”, reforça.
Para o psiquiatra Luís Fernando Tófoli, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e pesquisador de políticas sobre drogas, a ideia central da redução de danos é diminuir o impacto do uso problemático das drogas. “É uma visão deturpada achar que redução de danos é desistir da abstinência.”

Karin di Monteiro, que coordena o núcleo de ensino e pesquisa da ONG É de Lei, diz que essa ideia equivocada de que só existe um caminho, o da abstinência total, muitas vezes afasta as pessoas de tratamento.
“Elas tentam várias vezes, até conseguem ficar períodos abstinentes, mas voltam. Isso não significa que é uma falha da meta. Sem a gente impor essa obrigatoriedade de abstinência, muitas vezes a pessoa chega nesse lugar sozinha, vira uma chave.”

Dartiu Xavier da Silveira, psiquiatra e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), afirma que, em média, 70% das pessoas que buscam tratamentos para a dependência não conseguirão ficar abstinentes.

“A redução de danos é um plano B que dá certo. Muitos arrumam emprego, conseguem manter um relacionamento estável, se responsabilizam pela própria vida.”

De acordo com ele, a médio prazo, depois de um acompanhamento de dois a quatro anos, metade das pessoas inseridas em programas de redução de danos está abstinente.

“Embora não seja pré-requisito a abstinência, o fato de se tolerar que aquele indivíduo consuma [alguma droga], mas não de forma prejudicial, é um caminho para ele também ficar abstinente.”
Entre os que não conseguem a abstinência após esse período, 75% mantêm estratégias de redução de danos usando outras substâncias de uma forma controlada. “Ela desiste do projeto de abstinência total e vivem uma vida praticamente normal”, conta Silveira.

Para o psiquiatra Alexandre Valverde, a redução de danos é uma perspectiva mais realista para o paciente. “Essa ideia de que o paciente vai obedecer e adotar [a abstinência] porque você está na sua autoridade de médico dizendo que é esse o caminho é irreal. As pessoas abandonam os tratamentos e geram um circuito de frustração, culpa e punição, o que é totalmente contraproducente.”

Internacionalmente reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde), a redução de danos é política oficial em vários países como Holanda, Inglaterra, Canadá e Austrália. Em 2019, a gestão de Jair Bolsonaro (PL) pôs fim à redução de danos e colocou a abstinência como única política pública.

Silveira, da Unifesp, conta que muita gente que desiste de ficar abstinente nem precisaria perseguir isso porque, na verdade, não são dependentes químicos de fato, condição definida como a perda de controle do consumo.

“As pessoas tentam [a abstinência] porque a cultura do país é punitiva e policialesca com as drogas ilícitas. Só podem usar droga legalizada, como o álcool, se não são tachadas como dependentes químicos.”
Silveira explica que a dependência química atinge apenas uma minoria de usuários. Para o álcool, por exemplo, a taxa de dependência é de 15%, enquanto a maconha, de 9%, a cocaína, de 30%, e o crack, de 40%.

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Sem conhecer ninguém na capital paranaense, começou a vender balas nas ruas. Dois meses depois, o Co… 

Foliões recorrem à bênção da água para amenizar o calor de 37°C em bloco no Rio

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ALÉXIA SOUSA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – “Cada gota importa”, disse o motorista Marcelo Damião, 44. “Eu vi o padre e vim correndo pra me redimir dos pecados que estou pagando enfrentando esse calor”, completou.

Vestido de padre, Edson Rocha disse não imaginar que faria tanto sucesso com a ideia que julgou simples. “Uma garrafinha com água e pronto, todo mundo me notou”, disse o folião que não abre mão da roupa quente para manter a brincadeira.

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“Uma garrafinha com água e pronto, todo mundo me notou”, disse o folião que não abre mão da roupa qu… 

Trump ameaça não proteger aliados da Otan inadimplentes com gastos de defesa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump indicou que não protegeria os aliados da Otan, a aliança militar ocidental, de uma possível invasão da Rússia se os países atrasarem pagamentos ou não cumprirem as metas de gastos com defesa.

Trump disse ter alertado os membros da Otan de que encorajaria os russos a fazer “o que diabos eles quisessem” se os integrantes da aliança não atingirem os números estabelecidos.

Os comentários foram feitos no sábado (10) durante um comício de campanha na Carolina do Sul e evidenciam o risco de fratura no pacto militar do Atlântico Norte caso Trump ganhe um novo mandato na Casa Branca.

O ex-presidente dos EUA, que há muito tempo critica a Otan e que tinha relações próximas com o presidente russo, Vladimir Putin, disse a apoiadores que a aliança “estava quebrada” até ele assumir a Presidência, em 2017.

Aparentemente relembrando uma reunião com líderes da aliança, ele mencionou o presidente de “um grande país”, sem especificar qual, que o teria questionado sobre o apoio de Washington em caso de uma agressão russa. “Se não pagarmos e formos atacados pela Rússia, você nos protegerá?”, teria perguntado o líder, segundo Trump.

“Eu disse: ‘Vocês não pagaram? Vocês estão inadimplentes?’ Ele disse: ‘Sim, digamos que isso aconteceu.’ Não, eu não os protegeria. Na verdade, eu os encorajaria [os russos] a fazer o que diabos quisessem. Vocês têm de pagar”, afirmou o republicano.

O governo do atual presidente, Joe Biden rechaçou os comentários feitos por Trump, descrevendo-os como “chocantes e desequilibrados”. Um porta-voz da Casa Branca disse que “encorajar invasões de regimes assassinos” a países aliados de Washington coloca em perigo a economia e a segurança americana, além da estabilidade global.

Os comentários de Trump são um sinal de que, caso eleito presidente novamente, ele pode ameaçar o compromisso com a defesa mútua que está no cerne da aliança da Otan, num momento em que os temores em relação à Rússia aumentaram após a guerra contra a Ucrânia.
Recentemente, o ex-presidente pressionou o Congresso americano para se opor à aprovação de novos pacotes de ajuda a Kiev.

O tratado da Otan contém uma cláusula que garante a defesa mútua dos estados membros se um deles for atacado. Trump, favorito à indicação presidencial republicana, foi um crítico ferrenho da Organização do Tratado do Atlântico Norte quando era presidente, ameaçando repetidamente sair da aliança.

Ele diminuiu o financiamento de defesa para a Otan e frequentemente reclamava que os EUA estavam pagando mais do que sua parcela justa.
Sobre a guerra da Rússia na Ucrânia, Trump pediu a desescalada e reclamou dos bilhões gastos até agora. Desde a invasão em larga escala de Moscou em fevereiro de 2022, a ajuda dos EUA à Ucrânia totalizou cerca de US$ 75 bilhões, enquanto outros membros da Otan e estados parceiros combinados forneceram mais de US$ 100 bilhões.

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Policial civil de folga salva bebê que se afogou em banheira em GO; vídeo

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um policial civil salvou um bebê de seis meses que se afogou em uma banheira enquanto tomava banho. O caso aconteceu em Uruaçu (GO).

Câmeras de segurança mostraram momento em que os pais do bebê vão para a rua pedir socorro. De folga, o policial Ivan Dias Ferreira, da 18ª Delegacia Regional de Polícia de Uruaçu, voltava da casa da mãe e passou de moto pelo local. O caso aconteceu no dia 25 de janeiro, mas só foi divulgado neste sábado (10) pela Polícia Civil.

Ao ouvir os gritos, Ivan para a motocicleta, joga o capacete no chão e vai em direção à família. Ele pega o bebê das mãos da mãe e começa a fazer a manobra para desobstruir as vias aéreas, que dura pouco menos de um minuto.

“Estava ficando com a boca roxa”. A família relatou ao policial que o bebê brincava durante o banho, engoliu água e engasgou. A ideia dos pais era levá-lo ao hospital, mas Ivan acredita que o tempo não seria suficiente. “A criança estava ficando com a boquinha roxa quando a segurei nas mãos. Eu ia conversando com a criança, pedindo para ela voltar enquanto fazia o procedimento. Graças a Deus na segunda ou terceira tentativa ela voltou a respirar”, disse ao jornal Opção.

O bebê passa bem. Depois das manobras do policial, ele foi para o colo do pai e enrolado em uma toalha pela mãe.

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Câmeras de segurança mostraram momento em que os pais do bebê vão para a rua pedir socorro. De folga… 

Confira os blocos de carnaval do Rio de Janeiro neste domingo

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Entre os destaques estão o Cordão do Boitatá, que inicia a folia às 11h, no Centro, e o Simpatia é Quase Amor, marcado para às 14h, em Ipanema. 

Confira a lista de blocos oficiais do carnaval de rua do Rio de Janeiro neste domingo:

Bloco Areia – 7h  (Leblon) 

Charanga Talismã – 7h (Vila Kosmos)

Laranjada Samba Clube – 7h (Laranjeiras)

Divinas Tretas – 8h (Flamengo)

Bangalafumenga – 9h (Glória)

Bloco Buda Da Barra – 9h (Barra Da Tijuca)

Fanfinha – Fanfarani Infantil – 9h (Botafogo)

G.R.B.C.Vermelho & Branco Da Z-10 – 9h (Zumbi)

Bloco 10 + Malandros – 10h (Bangu)

É Tudo Ou Nada – 10h (Humaitá)

Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Arrastão Da Barra De Guaratiba – 10h (Barra De Guaratiba)

Que Merda É Essa? – 10h (Ipanema)

Cordão Do Boitatá – 11h – (Centro)

Quer Swingar Vem Pra Cá 11h – (Vila Isabel)

Bloco Da Tartaruga – 12h (Paquetá)

Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Vem Que Eu Te Abraço – 12h (Padre Miguel)

Marcha Nerd – 12h (São Cristóvão)

Banda Do Choppinho Da Paula Freitas – 13h (Copacabana)

Bloco Carnavalesco Cabrito Mamador – 13 (Tauá)

Bloco Toca Rauuul – 13h (Centro)

Vou Te Pescar – 13h (Padre Miguel)

Bloco 442 – 14h (Saúde)

Bloco Abraço Do Urso 14h – (Santíssimo)

Bloco Carnavalesco Xodó Da Piedade – 14h (Piedade)

Bloco Cultural Ai Que Vergonha – 14h (São Conrado)

Bloco Gargalhada – 14h (Vila Isabel)

Bohemios Da Pracinha E Vital – 14h (Curicica)

Bola Club – 14h (Quintino)

Coroinha – 14h (Pedra De Guaratiba)

Grbc Alegria Do São Bento – 14h (Padre Miguel)

G.R.B.C.Peru Do Méier – 14h (Méier)

Grêmio Recreativo Bloco Asa Temperada – 14h (Vargem Grande)

Simpatia É Quase Amor – 14h (Ipanema)

Associação Bloco Carnavalesco E Cultural Canetas De Ouro – 15h (Vila Isabel)

Banda Raizes Da Vila Da Penha – 15h (Vila Da Penha)

Bloco Do Limão Do Picareta – 15h (Honório Gurgel)

Bloco Pela Saco – 15h (Botafogo)

G.R.B.C. Arrasta Sepetiba – 15h (Sepetiba)

Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Badalo De Santa Teresa – 15h (Santa Teresa)

Hora Certa – 15h (Relaengo)

Agytoê – 16h (Centro)

A.R.B.C. Império Da Folia – Catete – 16h (Catete)

Arteiros Da Gloria – 16h (Glória)

Banda Do Lidinho Copacabana – 16h (Copacabana)

Birita Mas Não Cai – 16h (Madureira)

Bloco Bonecas Deslumbradas De Olaria – 16h (Olaria)

Bloco Carnavalesco Bambas Do Curuzu – 16h (São Cristóvão)

Bloco Carnavalesco Perereca Do Grajaú – 16h (Grajaú)

Bloco Da Praia – 16h (Pedra De Guaratiba)

Bloco Tchetcheca – 16h (Engenho De Dentro)

Fanfarani – 16h (Botafogo)

Grbc Virilha De Minhoca 16h – (Bangu)

Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Piranhas Da Senador Nabuco De Vila Isabel – 16h (Vila Isabel)

Lama O Bloco – 16h (Sepetiba)

Os 300 – 16h (Padre Miguel)

Pragradar Da Rocinha – 16h (Gávea)

Queima De Bangu – 16h (Bangu)

Bloco Das Tigresas – 17h (Pedra De Guaratiba)

Caldeirão Do Coqueiro – 17h (Santíssimo)

G.R Banda Da Conceição – 17h (Saúde)

Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Mau Mau De Bangu – 17h (Bangu)

Bloco Da Treta – 18h (Centro)

Grilo De Bangu – 18h (Bangu)

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Confira a lista de blocos oficiais do carnaval de rua do Rio de Janeiro neste domingo. 

Funcionária de supermercado encontra chocolate fora do prazo há 20 anos

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Por vezes somos surpreendidos com descobertas verdadeiramente inéditas e foi isso que aconteceu a uma funcionária de um supermercado na Austrália.

Durante uma remodelação, a mulher encontrou uma tablete de chocolate que estava fora do prazo de validade há mais de 20 anos. 

A barra de 250 gramas da marca Cadbury tratava-se de uma edição comemorativa dos Jogos Olímpicos de Sydney de 2000.

O chocolate estava intacto e na embalagem constavam as mascotes olímpicas do evento: o ornitorrinco Syd, a equidna Millie e o kookaburra Olly. 

A descoberta foi compartilhada num grupo de Facebook, denominado ‘Old Shops Australia’, que é dedicado “à nostalgia do consumidor australiano”, pelo marido da funcionária. 

“A minha mulher trabalha num supermercado e estavam mudando as prateleiras de lugar e isto estava preso entre duas prateleiras. Ainda estava embrulhado com o chocolate lá dentro”, escreveu Steve Fleming, compartilhando imagens da descoberta, que gerou grande nostalgia entre os utilizadores.

A publicação soma já milhares de ‘likes’.

Veja as imagens da descoberta na fotogaleria acima. 

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Brasileiro sequestrado pelo Hamas há 4 meses ganhou neto batizado de ‘coragem’

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MAYARA PAIXÃO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A vida seguiu ao longo dos últimos quatro meses, ainda que em um curso em nada considerado normal para os parentes de Michel Nisenbaum, 59, o brasileiro-israelense sequestrado pelo Hamas, sobre quem não se tem nem uma notícia sequer desde o último 7 de outubro.

A família cresceu. Avô de cinco netos antes de ser levado à força para a Faixa de Gaza, Michel há um mês e meio ganhou mais um neto para integrar a turma. O nome do menino é Oz (coragem, em hebraico).

É de certo modo a mensagem que a família tenta sustentar como mantra. “No momento em que a esperança morrer, nós não vamos ter mais para o que viver”, diz Mary Shohat, 66, a irmã mais velha de Michel, que fala de sua casa em Beersheba, conhecida como a capital do deserto de Neguev.

A vida da própria primogênita teve que voltar aos trilhos: enfermeira, de manhã Mary trabalha em um serviço em domicílio para a população idosa ao lado de uma assistente social. De tarde, encontra a mãe de 87 anos, para quem o sequestro de Michel foi um divisor de águas.

“A mãe está bastante mal, com muitos medos. No dia que eu contei para ela que o Michel estava desaparecido [levaram semanas para a confirmação oficial], ela perdeu totalmente a memória do dia a dia.”
“Ela não sabe que dia é hoje. Quase não sabe mais ler o relógio. Ela pode olhar a hora e não sabe se é de manhã ou de tarde. Se ela tem alguma coisa para fazer, eu tenho que escrever para ela, porque ela não se lembra. Estamos passando por um mau tempo o tempo todo.”

Na última semana, o Exército de Israel disse ter comunicado 31 famílias de reféns -ao menos 136 ainda eram mantidos em Gaza àquela altura- de que seus parentes morreram. Mary não recebeu nenhuma ligação do militar responsável pela comunicação com sua família. Um alento.

Ainda assim, já são mais de quatro meses vivendo “às cegas”. “Estamos na mesma situação: sem saber nada, sem nenhuma notícia nova. Cada dia que passa é pior.”

É uma realidade que essa família brasileira vivendo há quase 50 anos em Israel nunca imaginou enfrentar. Foi justamente Mary a primeira da família a fazer a aliá (maneira como judeus se referem ao retorno a Israel): aos 17, logo após completar o ensino médio e um ano após passar um período trabalhando nos kibutzim (comunidades agrícolas), emigrou de vez.

O caçula Michel iria um ano depois, levado por Mary. A irmã afirma que ele havia se envolvido com “grupos juvenis violentos” no Brasil e que fazer a aliá foi visto como uma chance de tirá-lo desse universo aos 13 anos. A mãe deles iria anos depois, quando Mary se casou.

Assim, a família descendente de judeus que emigraram de Rússia e Polônia testemunhou alguns dos momentos mais difíceis da história israelense, como, por exemplo, as duas intifadas, ondas de protestos palestinos contra Tel Aviv de 1987 a 1993 e de 2000 a 2005. Mas nada comparado aos dias atuais. “Nunca, em absoluto, imagine isso.”

“Guerra? Sim. Matar pessoas, soldados, como ocorre em todos os lados quando tem guerra. Mas não algo como raptar pessoas que não têm nada a ver, tanto crianças como pessoas de idade. É uma loucura.”

“Sempre soube e sigo consciente de que Israel está no meio de países árabes e que, por isso, vai ser muito difícil ter paz, não ter problema com nenhum lado. Mas o que eu vejo hoje em dia é que não tem muito diálogo. Tentam fazer diálogo, mas não sei o quanto pode ter ainda. Espero que possam chegar a acordos. Pelo menos para os sequestrados voltarem para as casas. Sobre a paz eu tenho muitas dúvidas.”

O eclodir da guerra após o massacre cometido pelo Hamas no sul do território de Israel congelou a esperança mesmo entre os mais assíduos pacifistas da região, em um sentimento que, guardadas as devidas proporções, se assemelha ao que ocorreu quando a segunda intifada reverteu os avanços dos Acordos de Oslo (1993).

Michel teria sido capturado quando, ao sair de Sderot, onde residia, se dirigia ao kibutz Re’im bara buscar uma das netas que estava na casa do pai, um militar. A menina, camuflada pelo pai com um casaco e distraída com um brinquedo durante os ataques no local, sobreviveu.

Mary diz ter consciência de que os bombardeios do Exército em Gaza podem matar os reféns. “Há coisas que têm de ser feitas. Temos certeza de que eles fazem tudo o que podem para não bombardear nossos queridos. Mas isso pode acontecer. Temos a consciência de que nós podemos perder os nossos queridos com as bombas de Israel.”

“Eu acho que eles fazem o que eles podem, mas eu creio que eles podem fazer mais do que eles estão fazendo”, declara Mary.

Michel não é a única marca deste conflito em sua família. O irmão de uma das noras de Mary, esposa de seu caçula, foi assassinado pelos terroristas no kibbutz Erez, também próximo da fronteira com Gaza.
Há tantos anos em Israel, os Nisenbaums não pensam em deixar o país. Os laços com o Brasil são preservados nos detalhes. Com a mãe, Mary mantém vivo o português. Mas diz que Michel, o irmão natural de Niterói (RJ), é quem mantém maior facilidade com a língua. E na comida: nos invernos, a mãe deles costuma fazer grandes quantidades de feijoada e repartir entre os filhos em “tupperwares”. Mary, às vezes, também tenta fazer brigadeiro. “Mas não é sempre que sai.”

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Homem que fazia xixi na margem de rio é derrubado por outro durante tombo

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Um homem que fazia xixi na margem do Rio São Francisco foi derrubado por outro que tropeçou e levou um tombo numa escadaria na cidade de Propriá (SE), distante 100 km de Aracaju.

A queda aconteceu no final da comemoração do aniversário da cidade, na madrugada dessa quinta-feira (8). 

Confira o vídeo acima!

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A queda aconteceu no final da comemoração do aniversário da cidade, na madrugada dessa quinta-feira … 

Helicóptero que caiu com ex-presidente do Chile é tirado de lago

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O helicóptero pilotado pelo ex-presidente do Chile Sebastian Piñera, 74, no momento de sua morte foi tirado neste sábado (10) do Lago Ranco, quatro dias após a queda.
Operação de retirada envolveu empresa privada, Marinha e Ministério Público. A aeronave foi coberta com uma lona preta e colocada sobre um caminhão guindaste.

Imagens mostram que hélices foram danificadas. Após ser entregue à Direção Geral de Aeronáutica Civil, a fuselagem passará por uma perícia para determinar as causas do acidente. Segundo o jornal La Nación, os investigadores querem elucidar a forma como ele caiu, por onde ele se deslocou e a velocidade que se chocou com o lago.

Ministério Público quer saber como eram as condições meteorológicas da região na hora do acidente. Já se sabe que chovia e ventava forte no local. O órgão também questionará a empresa fabricante do helicópteros e tentará esclarecer quando foi a última manutenção da aeronave. A queda do helicóptero ocorreu logo nos primeiros minutos de voo, por volta de 15h no horário local da última terça-feira (6).

PIÑERA FOI A ÚNICA VÍTIMA DO ACIDENTE
Ex-presidente ordenou que os três passageiros saltassem antes dele, segundo relato da irmã. Magdalena Piñera estava a bordo e afirma que o ex-presidente ficou na aeronave para tentar retomar o controle. “Pulem vocês primeiro porque, se eu pular junto, o helicóptero vai cair em cima de todos nós”, teria dito ele. Magdalena e os outros dois passageiros seguiram a ordem e sobreviveram.

Na hora de Piñera pular, ele teria ficado preso no cinto de segurança. Segundo as informações iniciais sobre o acidente, o ex-presidente tentou se soltar, mas não conseguiu. O helicóptero ficou submerso a 40 metros de profundidade.

Ex-presidente chileno morreu por afogamento. O Serviço Médico Legal do Chile na cidade de Valdivia, no sul do país, concluiu que ele morreu de asfixia devido à submersão.

O governo do Chile decretou luto nacional de três dias. O funeral de Estado foi realizado no antigo Congresso chileno, em Santiago, na sexta-feira (9).

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Estado do Alasca confirma primeiro caso fatal do vírus Alaskapox

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As autoridades sanitárias do Alasca confirmaram o primeiro caso fatal do vírus Alaskapox no estado norte-americano. 

Num documento divulgado no último dia 9 de fevereiro, o Departamento de Saúde Pública do Alasca revelou que a vítima mortal se trata de um idoso, com histórico de imunossupressão induzida por medicamentos, secundária ao tratamento do câncer. 

“Este é o primeiro caso de infecção grave por Alaskapox que resultou em hospitalização e morte. O estado imunocomprometido do paciente provavelmente contribuiu para a gravidade da doença”, lê-se no documento. 

O vírus foi relatado pela primeira vez em 2015 e, em fevereiro deste ano, foram identificados sete casos de infecção.

O vírus é um ortopoxvírus, ou seja, pertence ao mesmo gênero da varíola, conhecido por infectar mamíferos, incluindo humanos, e pode levar ao desenvolvimento de lesões cutâneas.

O caso fatal, o primeiro identificado fora do interior do Alasca, demorou meses a ser diagnosticado, uma vez que os casos de Alaskapox, até então identificados, só apresentavam sintomas leves. 

O homem notou um um inchaço vermelho na axila direita em setembro e foram-lhe receitados antibióticos. Contudo, seis semanas depois, os sintomas intensificaram-se, incluindo fadiga e dores.

Foi hospitalizado em dezembro, submetido a vários testes e deu positivo a varíola bovina. Contudo, testes adicionais, revelaram que, afinal, apresentava o vírus Alaskapox.

O seu estado de saúde melhorou uma semana após a administração de medicamentos por via intravenosa, mas morreu no final de janeiro, após sofrer de insuficiência renal e respiratória. 

A forma como contraiu o vírus ainda não é clara, embora as autoridades acreditem que em causa terão estado os arranhões causados por um gato de rua. 

Outros doentes a quem foi diagnosticado o vírus não necessitaram de tratamento, mas todos tinham um sistema imunológico saudável, segundo as autoridades sanitárias.

Os sintomas do Alaskapox “incluem uma ou mais lesões cutâneas (inchaços ou pústulas) e outros sintomas como gânglios linfáticos inchados e dores articulares e/ou musculares. As pessoas imunocomprometidas podem correr um risco acrescido de contrair uma doença mais grave”, afirma o  Departamento de Saúde Pública do Alasca.

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Mulher suspeita de furto e associação criminosa é presa em Campos

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134ª DP

Policiais civis da 134ª DP (Campos dos Goytacazes) prenderam uma mulher, pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa.

Ela foi capturada no Parque Califórnia, em Campos dos Goytacazes, Região Norte do estado. Após a ação, a mulher foi encaminhada para o sistema penitenciário e ficará à disposição da Justiça.

"Fofura": Cochilo de hipopótamos debaixo da água delicia ‘internet’

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Os animais protagonizam alguns dos momentos mais engraçados e, desta vez, há mais um vídeo a tornando-se viral na Internet, cujos protagonistas são os hipopótamos. 

O vídeo divulgado pelo Jardim Zoológico de Cincinnati, e captado por um visitante, mostra o momento em que um trio de hipopótamos dorme debaixo de água. 

As imagens, publicadas no último dia 6 de fevereiro, rapidamente se tornaram virais, arrecadando muitos elogios entre os utilizadores, mas também fizeram notícia na imprensa norte-americana.

Uma curiosidade é que um hipopótamo pode dormir debaixo de água e emergir para respirar sem acordar. Este animal pode permanecer até cinco minutos submerso sem necessitar de respirar.

Pode ver o vídeo na galeria acima.

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Bebê morre depois da mãe a colocar acidentalmente no forno nos EUA

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Uma bebê morreu, na última sexta-feira (9), no Missouri, Estados Unidos, depois da mãe a colocar para dormir, acidentalmente, no forno. A informação foi revelada por um procurador, em comunicado, no sábado (10). 

Segundo cita a Associated Press, a mulher, identificada como Mariah Thomas, foi acusada de pôr em perigo o bem-estar de uma criança. 

Foi na sexta-feira que a polícia respondeu a um alerta de uma bebê que não estava respirando. A criança foi encontrada com queimaduras e acabou por ser declara morta no local.

Uma testemunha disse à polícia que a mãe “deitou a criança para dormir a sesta e colocou-a acidentalmente no forno em vez de no berço”. 

Não é, contudo, revelado o que motivou essa atitude acidental. 

“Reconhecemos a natureza macabra desta tragédia e o nosso coração está pesado pela perda desta vida preciosa”, disse a procuradora do condado de Jackson, Jean Peters Baker, na mesma nota. “Confiamos no sistema de justiça criminal para responder adequadamente a estas terríveis circunstâncias”, acrescentou.

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Trump fará "operação de deportação" maciça de imigrantes se vencer

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“Não esqueçamos que esta semana também obtivemos uma grande vitória que todos os conservadores devem celebrar. Esmagamos o plano desastroso de fronteiras abertas do vigarista Joe Biden”, afirmou no sábado (10), numa reunião no estado da Carolina do Sul.

“Todo o grupo fez um ótimo trabalho no Congresso. Os esmagamos”, acrescentou.

Trump usou toda a influência junto dos membros republicanos do Congresso para bloquear o texto, privando o Presidente do país, Joe Biden, de um êxito na sensível questão da imigração, escreveu a agência de notícias France-Presse (AFP).

O ex-Presidente norte-americano, que durante a primeira campanha vitoriosa à Casa Branca prometeu construir um muro entre os EUA e o México, garantiu que a deportação de imigrantes será uma das prioridades caso volte a liderar o país.

“A partir do primeiro dia, vou pôr fim a todas as políticas de fronteiras abertas da administração Biden e vamos lançar a maior operação de deportação da história dos Estados Unidos. Não temos escolha”, afirmou.

Além da reforma da imigração, o acordo que foi bloqueado no Congresso na quarta-feira incluía um pacote de ajuda adicional à Ucrânia e a Israel.

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CNN Brasil sofre ataque de hacker e tem perfil em rede social invadida

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GABRIEL VAQUER
ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – O perfil oficial da CNN Brasil no X (ex-Twitter) sofreu um ataque hacker na madrugada deste sábado (10). Um perfil afirmou que estava de posse da conta, e tentava publicar mensagens sobre diversos assuntos, entre elas ofensas.

O responsável dizia ser um dos causadores do ataque hacker que aconteceu ao perfil da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, ocorrido em dezembro do ano passado.

Na ocasião, o perfil dela passou a publicar ofensas e também frase afirmando que foi invadido. Entre as postagens do invasor, houve menção ao escândalo do mensalão e ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Pouco depois das publicações, a CNN Brasil apagou as postagens do invasor, fazendo com que elas não ficassem no ar por muito tempo.
Por volta das 1h, a conta no X do canal de notícias de Rubens Menin já voltou a normalidade, com notícias diversas.

Até o fechamento desta reportagem, a CNN Brasil não havia se pronunciado oficialmente sobre o acontecido.

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O responsável dizia ser um dos causadores do ataque hacker que aconteceu ao perfil da primeira-dama … 

Suspeito algemado tenta fuga ao pular de viatura em Sergipe

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ALÉXIA SOUSA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A Polícia Militar recapturou um homem que tentou escapar algemado de uma viatura da corporação no bairro de Rosa Maria, em São Cristovão, na Região Metropolitana de Aracaju, nesta quinta-feira (8)

O suspeito foi abordado por agentes que faziam patrulhamento na região. Os policiais constataram no banco de dados da corporação que havia um mandado de prisão por homicídio contra o homem.
O nome do preso não foi divulgado. A polícia também não informou se ele possui advogado. Por isso, a reportagem não conseguiu localizar a defesa do suspeito.

Um vídeo que circula nas redes sociais registrou o momento da tentativa de fuga do homem.

As imagens mostram que ele é colocado na caçamba da viatura, que é uma camionete, algemado com as mãos para trás. Assim que os agentes fecham o fundo do veículo, o homem rapidamente se levanta, pula da carroceria e corre para tentar fugir dos agentes.

Os policiais, no entanto, capturam o fugitivo em seguida. Ele foi levado para a 5ª Delegacia Metropolitana, em Nossa Senhora do Socorro.

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O suspeito foi abordado por agentes que faziam patrulhamento na região. Os policiais constataram no …