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Lula lamenta morte de Piñera e diz que sempre teve ‘bom diálogo’ com chileno

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VIÑA DEL MAR, CHILE, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) e diversos outros líderes e ex-líderes da América Latina lamentaram nas redes sociais a morte do ex-mandatário chileno Sebastián Piñera. O petista se disse “surpreso e triste” com o ocorrido e afirmou que os dois sempre tiveram bom diálogo.

“Convivemos, trabalhamos pelo fortalecimento da relação dos nossos países e sempre tivemos um bom diálogo, quando ambos éramos presidentes, e também quando não éramos. Muito triste seu falecimento de forma tão abrupta. Meus sentimentos aos seus familiares e amigos de Piñera por esta perda”, escreveu ele no X.

Piñera foi um empresário bilionário e uma importante liderança da direita no Chile, eleito duas vezes, de 2010 a 2014 e de 2018 a 2022. Ele faleceu na tarde desta terça-feira (6), quando pilotava um helicóptero que caiu num lago na região centro-sul de Los Ríos. Outros três membros de sua família sobreviveram ao acidente.

O governo argentino de Javier Milei foi um dos primeiros a lamentar a morte, mesmo antes de ela ser confirmada oficialmente. “Em nome do Estado argentino, enviamos nossas condolências a seus familiares, amigos e todo o povo chileno”, informou em comunicado a Casa Rosada.

Já o ex-presidente Mauricio Macri, que governou ao mesmo tempo que Piñera entre 2018 e 2019, se referiu a ele como “querido amigo”: “Gente boa, comprometida como ninguém com o Chile e com os valores da liberdade e da democracia na América Latina… Realmente é uma perda total, insubstituível. Hoje me despeço de um amigo e de um líder notável”, afirmou.

A Câmara dos Deputados da Argentina chegou a fazer um minuto de silêncio enquanto discutia o pacote de reformas liberais de Milei chamado de “lei ônibus” no plenário, depois que um dos parlamentares anunciou a morte de Piñera ao microfone.

O uruguaio Luis Lacalle Pou disse conhecê-lo há vários anos. “Sempre teve uma atitude positiva em relação ao Uruguai e pessoalmente. Como prova, basta nomear seu apoio com a logística oferecida para a chegada das vacinas durante a pandemia. Aos chilenos e à sua família, meus pêsames. Descanse em paz”, escreveu.

Governo brasileiro quer evitar ‘nakba 2’ ao descartar visto para palestinos de Gaza

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cálculo feito pelo governo brasileiro para não colocar de pé uma política de vistos de acolhida humanitária para os palestinos que vivem na Faixa de Gaza, palco da atual guerra Israel-Hamas, foi dominado pelo argumento de evitar “uma nova nakba”.

Reservadamente, interlocutores da diplomacia brasileira afirmam que Brasília evitará dar gás a qualquer medida que possa provocar algum deslocamento em massa da população da faixa de terra adjacente a Israel para nações vizinhas ou outros continentes.

É a ideia, relata um desses interlocutores, de que a “história desaconselha” a abrir brechas para que a emigração massiva possa ocorrer. “Nakba” (catástrofe ou desastre em árabe) é o nome dado à diáspora forçada de palestino no fim da década de 1940, em meio à independência de Israel e primeira guerra árabe-israelense.

Argumento semelhante já foi usado por nações como Egito e Jordânia, fronteiriços a Israel, para não abrir suas fronteiras para os milhares de palestinos em desespero. A recusa se baseava no receio, verbalizado, de que Tel Aviv busca forçar uma expulsão permanente dos palestinos e naufragar a ideia da criação de um Estado palestino.

O tema corre nos corredores de Brasília, mas não é tornado público também pelo fato de o governo Lula já ter aberto rusgas com Israel ao equiparar a resposta do governo de Binyamin Netanyahu em Gaza aos ataques terroristas do Hamas no 7 de Outubro.

O presidente Lula (PT) fará uma visita a Cairo no próximo dia 15, quando se reúne com altas autoridades, como o ditador Abdel Fattah al-Sisi, e depois segue para a Etiópia. O Egito é um dos agentes diplomáticos mais importantes dessa guerra. Afinal, é o único país além de Israel que faz fronteira com Gaza, pela passagem de Rafah.

Ademais, qualquer plano de ofertar residência humanitária aos palestinos, neste momento, seria quase irreal. Haveria um enorme imbróglio para conseguir autorizar a saída dessas pessoas, que teria de ser negociada com Tel Aviv.

Até aqui, o Brasil já repatriou mais de 140 palestinos que viviam em Gaza. Muitos tinham nacionalidade brasileira, alguns deles por terem buscado refúgio no país anteriormente. Uma vez no Brasil, alguns deles foram levados para abrigos de acolhida no interior paulista.

Alguns dos ministros de Bibi, como o premiê de Israel é conhecido, manifestam publicamente o desejo de expulsar palestinos da Faixa. Itamar Ben Gvir, (Segurança Nacional) e Bezalel Smotrich (Finanças), os mais radicais do gabinete e expoentes da ultradireita, apregoam o que chamam de “emigração voluntária” como solução para a guerra.

É o tipo de defesa que fez crescer na comunidade internacional o receio de uma nova nakba.

A informação de que o governo descarta ofertar vistos de acolhida humanitária para os palestinos, adiantada pela coluna de Mônica Bergamo, porém, também refletiu o que alguns especialistas vem descrevendo como uma crise no modelo de acolhida do Brasil.

Ações de acolhida humanitária são previstas pela política migratória brasileira para nacionais de países em situação de grave ou iminente instabilidade institucional, como conflitos armados ou desastres ambientais. Já foram aplicadas para sírios, vítimas de uma guerra civil; para haitianos, vítimas de um colapso humanitário; e para afegãos, alvos da repressão do Talibã, de volta ao poder desde 2021.

Mas o modelo tem mostrado seus desafios, e por vezes fracassos, nos últimos tempos. O principal ponto de tensão está na garantia da acolhida que realmente é dada a esses imigrantes.

Muitos haitianos que na década de 2010 encontravam trabalho em construções ligadas à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016 hoje estão em vagas marginais do mercado de trabalho, sufocados pela economia e pela cotação do dólar, uma vez que a maioria deles precisa também enviar dinheiro para familiares que seguem em Porto Príncipe. Para uma larga parcela, a decisão é deixar o Brasil.

No caso dos afegãos, as cenas de dezenas, ou centenas, deles vivendo no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, uma cena que se repete ainda nesta terça (6), mostram a deficiência da acolhida. Sem vagas em abrigo e incentivos para aulas de português e com pouca ou nenhuma perspectiva de inserção no mercado de trabalho, a decisão para a maioria deles também é emigrar.

Defensor público federal e especialista em migrações, João Chaves diz que há um claro “ponto de inflexão” na atual política de acolhida humanitária. “É um instituto em crise e que precisa ser repensado, mas não para extinguir esse tipo de possibilidade, e sim para garantir uma política eficiente, com capacidade adequada de emissão de vistos.”

Como um dos principais desafios, ele menciona a dificuldade de acesso aos vistos. Já há quatro meses afegãos não têm conseguido solicitar um visto –enquanto reformula sua política para essa população, Brasília interrompeu as concessões. No caso dos haitianos, um imbróglio que mistura a dificuldade para conseguir documentos no país caribenho à enorme demanda criou uma fila de milhares de demandantes.

Segundo a reportagem apurou, apenas a demanda por reunião familiar de haitianos (ou seja, o pedido daqueles que já vivem no Brasil para levar seus parentes, em grande parte filhos pequenos, que ainda estão no Haiti) tem uma fila represada de mais de 8.000 nomes.

Prevent Senior é alvo de ação que pede R$ 940 milhões por violações na pandemia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O MPT (Ministério Público do Trabalho), o MPF (Ministério Público Federal) e o MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) anunciaram, nesta terça-feira (6), o ajuizamento de uma ação civil pública conjunta contra a Prevent Senior que pede o pagamento de R$ 940 milhões por dano moral e social coletivo.

Os MPs afirmaram que, durante os inquéritos civis, encontraram provas de que a empresa assediava funcionários para a prescrição de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid.

Procurada, a operadora de saúde afirmou, em nota, que não pode se manifestar porque desconhece a ação. “A Prevent Senior atende às melhores práticas em todos os segmentos em que atua, o que será reconhecido ao fim do processo”, escreveu.

Segundo os promotores e procuradores, os trabalhadores da empresa também eram desincentivados a utilizar máscaras de proteção e obrigados a manter a jornada de trabalho mesmo quando contraíam a doença, e o cruzamento de dados de testes de coronavírus da Secretaria de Saúde e dos registros de ponto teria comprovado essa prática.

“Constatamos que ao menos 2.848 trabalhadores no período de 2020 e 2021 trabalharam infectados com Covid-19 nos dois dias seguintes à confirmação do resultado. Ao menos 3.147 trabalhadores trabalharam infectados nos sete dias seguintes à confirmação do resultado”, afirmaram durante entrevista a jornalistas na manhã desta terça, no prédio do MPT em São Paulo.

De acordo com os promotores, a ação foi apresentada à Justiça do Trabalho nesta segunda-feira (5) e engloba as seis empresas do grupo, os sócios Fernando e Eduardo Parrillo e suas esposas.

Procuradora do MPT e integrante da força-tarefa criada em 2021 para analisar a conduta da empresa durante a pandemia, Lorena Porto contou que houve uma tentativa de acordo extrajudicial com o grupo no ano passado, mas sem sucesso.

“As defesas apresentadas nos inquéritos civis foram no sentido da regularidade da conduta, mas foi exatamente o contrário do que nós apuramos, tanto na parte do assédio moral quanto no meio ambiente do trabalho”, afirmou. “E não houve uma disposição da empresa em assinar um termo de ajuste de conduta para essas obrigações trabalhistas. Por isso tivemos que ajuizar a ação civil pública.”

Na época, também foi apresentado o valor de R$ 940 milhões. A empresa afirmou que não tinha condições de arcar com o montante e não apresentou uma contraproposta.

Segundo Arthur Pinto Filho, promotor de Justiça do MPSP, a indenização foi calculada a partir do faturamento da Prevent. “A lei permite que o pedido seja de até 20% do faturamento das empresas. Nós estipulamos 10% do faturamento líquido em 2020 e 2021”, detalhou.

Os promotores entenderam que, a partir de 2021, após a assinatura de um TAC (termo de ajuste de conduta), a operadora de saúde interrompeu a distribuição do “kit Covid” e, como acordado, divulgou que não tinha autorização de nenhum Comitê de Ética em Pesquisa para realizar pesquisas com pacientes e que a hidroxicloroquina era ineficaz no tratamento da Covid-19.

Até a assinatura do TAC, porém, o grupo avaliou que as ações da empresa violaram a autonomia médica e os direitos dos consumidores, e colocaram em risco trabalhadores, pacientes e pessoas externas ao ambiente de atendimento.

Se o julgamento for favorável à causa, o dinheiro será revertido em favor de órgãos públicos, entidades, instituições ou projetos indicados pelo Ministério Público.

SEM PRAZO PARA ACABAR

As investigações abrangeram análise de documentos oriundos de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) de escala federal e municipal, processos administrativos da ANS (Agência Nacional de Saúde), sindicâncias do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), oitiva em audiências presenciais de quase 60 testemunhas, pesquisa e análise de ações trabalhistas, laudos da Perícia de Medicina do Trabalho do MPT, realização de diligências na empresa, dados da Secretaria de Saúde, dos réus e da Receita Federal.

Entre as provas apresentadas, estão conversas de WhatsApp entre funcionários e seus superiores, as quais não podem ser divididas em arquivos de imagem sob pena de comprometimento de sua integralidade. Assim, o primeiro pedido à Justiça do Trabalho foi para a entrega do material em dispositivo físico, como pen drives, e seu upload para a nuvem.

Uma vez aceito o formato, o processo seguirá o tradicional rito, com apresentação dos argumentos da defesa e a possibilidade de interpor recursos à decisão, e não há uma previsão de término.

Os MPs afirmaram que encontraram provas de que a empresa assediava funcionários para a prescrição de… 

Fraude e invasão ao sistema da PRF geram multas que nunca existiram

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SÃO PAULO, SP E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O acesso fraudulento a dez credenciais de servidores da PRF (Polícia Rodoviária Federal) possibilitou a criação de multas que nunca existiram.

A PRF não quis dizer quantas delas entraram sem autorização no sistema após a invasão, detectada no dia 10 de janeiro. A corporação diz apenas que o “trabalho de identificação dos autos de infração lavrados irregularmente e seus respectivos cancelamentos seguem em apuração restrita”.

A suspeita é que os fraudadores tenham comercializado na internet informações sensíveis dessa dezena de servidores. Com as senhas em mãos, teria sido possível então incluir as multas. Os acessos indevidos aconteceram em datas diferentes, e a “violação de credenciais é geralmente obtida por uso de softwares maliciosos (malwares)”, segundo a força policial.

A Folha de S.Paulo teve acesso a um documento da PRF que determina o cancelamento de mais de dez multas “que foram lavradas de forma criminosa, após invasão hacker ao sistema da PRF”. Internamente, acredita-se que a dimensão possa ser bem maior, atingindo vários estados do país.

As penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro variam de R$ 88,38 para infrações consideradas leves, como estacionar em acostamento, a R$ 17.608, como a imposta a pessoas identificadas como organizadoras de bloqueios em rodovias após a vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) na eleição de 2022.

Um boletim de ocorrência feito por um policial rodoviário federal ajudou a justificar a decisão administrativa disparada dentro da instituição. Ele percebeu que suas credenciais foram usadas por alguém para acessar irregularmente o sistema e emitir multa. Esse episódio ocorreu em Alagoas.

Ainda não está clara a motivação para a inserção de falsas infrações. Policiais especulam que a adulteração serviria para prejudicar desafetos.

Quem recebeu uma penalidade mas não a reconhece pode contestá-la apresentando um formulário de defesa por carta, internet ou indo a uma unidade administrativa da polícia.

Questionada sobre o alcance da fraude, a PRF evocou um decreto de 2021, que instituiu a Rede Federal de Gestão de Incidentes Cibernéticos. As informações solicitadas pelo jornal, sobre a quantidade de casos e onde eles aconteceram, só estariam à disposição de “profissionais autorizados pelas autoridades responsáveis”, afirma a PRF para explicar por que o pedido foi negado.

A Polícia Federal foi acionada e está apurando o caso, assim como detalhes de como os dados foram obtidos pelos invasores.

Em nota enviada à reportagem, a PRF diz que, apesar de ter usado essas palavras em informe interno, não houve ataque hacker contra o órgão, porque isso configuraria “uma violação do sistema, e não uma violação de credencial de usuário”. A expressão “invasão hacker aos sistemas”, de acordo com a corporação, “foi usada de forma genérica para identificar o acesso não autorizado”.

No dia 10 de janeiro, quando ficaram a par da burla, servidores receberam um aviso sobre um processo para melhorar medidas de segurança da PRF. Isso inclui a implementação do duplo fator de autenticação para entrar no SEI (Sistema Eletrônico de Informações), e a atualização completa da plataforma foi prometida para depois do Carnaval.

Fora a emissão anômala de multas, a PRF diz que não houve roubo de dados nem cancelamento de punições “porque isso passa por rito processual, não sendo permitida a anulação via aplicativo por qualquer policial”.

Servidores disseram à Folha de S.Paulo, em anonimato, que houve tentativa de abafar o caso na corporação, para não prejudicar o período de transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública. O novo ministro da pasta, Ricardo Lewandowski, decidiu manter no cargo o diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Oliveira, no posto desde o início do governo Lula.

Entre as atribuições do novo titular do ministério, substituto de Flávio Dino, está a de decidir se mantém ou não a portaria da PRF que dá poderes para a instituição atuar fora das rodovias, a exemplo de ações em favelas.

Integrantes da equipe do ministro consideram a medida problemática porque pode extrapolar as atribuições constitucionais da polícia rodoviária, que delimitam a atuação do órgão às estradas federais. Por isso a tendência é que o ato seja alvo de análise.

Em junho, ainda no comando da Justiça, Dino determinou a suspensão de todos os perfis regionais da PF e da PRF nas redes sociais, por suspeita de uma investida hacker contra o perfil da força rodoviária de Sergipe. A conta da instituição havia compartilhado uma publicação em que declarava apoio e pedia doações por Pix ao ex-presidente Bolsonaro.

A PRF não quis dizer quantas multas entraram sem autorização no sistema após a invasão, detectada no… 

Abertas vagas gratuitas para Curso de Segurança em Montagem de Andaime e Trabalho em Altura

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Energia e Economia do Mar, está com vagas abertas para qualificar gratuitamente profissionais que pretendem atuar no setor de mercado de óleo e gás, da indústria naval, e atualizar os que já trabalham no segmento.

Estão sendo disponibilizadas 180 vagas para o Curso de Segurança em Montagem de Andaime e Trabalho em Altura. A capacitação terá duração de 16 horas divididas em aulas teóricas e práticas.

Os interessados devem se inscrever até o próximo dia 15 de fevereiro, na sede da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH), na Avenida Vereador Edenites da Silva Viana, nº 141, no Centro, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e pontos facultativos, no período das 8h às 17h.

É necessário apresentar cópia dos seguintes documentos: RG (Registro Geral), CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), Comprovante de Residência atualizado e Declaração de Conclusão de Ensino Médio.

O curso está previsto para ter início no dia 16 de fevereiro. Será fornecida alimentação para os alunos. A

Hamas dá resposta ‘positiva’ a plano de cessar-fogo em Gaza

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Hamas respondeu de forma “positiva” à proposta feita pelo Egito e pelo Qatar para tentar colocar um fim à guerra na Faixa de Gaza, provocada pelo ataque do grupo terrorista palestino a Israel em 7 de outubro.

Segundo o premiê qatari, xeque Moahmmed bin Abdulrhaman bin Jassim al-Thani, e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a resposta foi enviada para Tel Aviv. Eles se encontram em Doha, como parte do giro do americano pelos países envolvidos na crise do Oriente Médio.

Ambos se recusaram a dar detalhes da proposta e da resposta, alegando que isso prejudicaria as negociações. Blinken foi cauteloso: “Ainda há muito trabalho a ser feito”, afirmou, sugerindo que apenas um cessar-fogo daria as condições para que as conversas evoluíssem.

Em um comunicado, o Hamas diz ter “tratado o plano positivamente, de um modo que permita o fim completo da agressão e um fim para a guerra, provisões de ajuda humanitária e soluções para habitação, reabilitação, fim do bloqueio [a Gaza] e a troca de prisioneiros”.

A terminologia tem tudo para ser malvista em Tel Aviv, e analistas dizem haver divisões inclusive na liderança do Hamas. A cúpula do grupo, que vive confortavelmente em Doha, está segundo esses relatos mais reticente ante ceder a Israel, enquanto a facção sob bombas em Gaza buscaria um acordo rápido.

No fim de novembro, um acordo mediado pelos mesmos atores permitiu um cessar-fogo de sete dias, nos quais 240 prisioneiros palestinos sem julgamento definitivo foram libertados, enquanto cerca de cem reféns feitos pelo Hamas no mega-atentado deixaram o cativeiro.

A proposta do Egito e do Qatar, entregue ao Hamas na quinta (1), previa segundo relatos da mídia árabe que os combates cessariam por 30 dias, período no qual seriam soltos reféns feridos, mulheres e idosos. Ao todo, 121 pessoas já foram libertadas desde o início da crise.

Ainda segundo esses relatos, nesta etapa seriam acertados detalhes para um novo mês de cessar-fogo, para finalizar a libertação com os soldados e civis do sexo masculino.

A pressão dos EUA tem tido efeito limitado até aqui, apesar o escopo da crise humanitária que a obliteração de Gaza por Israel gerou. Mais eficaz, contudo, tendem a ser os protestos domésticos pela libertação dos reféns. Segundo um relatório interno do governo israelense citado pelo jornal The New York Times, 32 das 136 pessoas ainda nas mãos do Hamas estariam mortas.

O atentado do Hamas deixou cerca de 1.300 mortos no dia 7 de outubro. A reação israelense, por sua vez, matou cerca de 27,5 mil palestinos -segundo Tel Aviv, mais de 10 mil eram membros do Hamas, mas o grupo não divulga suas baixas.

Blinken, que considerou haver “uma possibilidade” de cessar-fogo, e ressaltou que os EUA também iriam rever os termos apresentados pelo Hamas. Segundo ele, a prioridade é desescalar a crise, que atingiu pontos altos de tensão com a retaliação americana a ataques na Síria e no Iraque a alvos ligados a milícias pró-Irã que, na semana retrasada, mataram pela primeira vez soldados dos EUA na região.

Enquanto isso, os combates seguem intensos no sul da Faixa de Gaza, com Israel prometendo uma ação ainda mais dura sobre Rafah, a cidade que faz fronteira com o Egito que concentra os refugiados da região.

Em outra frente subjacente ao conflito, o enviado especial dos EUA para o Iêmen, Tim Lenderking, afirmou em um vídeo gravado para uma conferência que a diplomacia americana está trabalhando para criar uma saída para que os rebeldes houthis do país árabe deixem sua campanha de ataques no mar Vermelho e região.

Apoiados pelo Irã, os rebeldes têm atacado rotas mercantes que dizem ser ligadas a Israel, além de navios militares dos EUA e do Reino Unido, que os bombardearam em retaliação pelas ações na região que concentra 15% do comércio marítimo do mundo.

Nesta terça, dois navios cargueiros foram atingidos, um por um míssil e outro, por um drone, mas conseguiram seguir viagem sem vítimas ou danos mais sérios

Ciclista atropelado em acidente com ônibus no Centro de Campos é identificado

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Richard Franco Tavares, de 58 anos, foi identificado como o ciclista que morreu no acidente na manhã desta terça-feira (6), ao ser atropelado por um ônibus no cruzamento da Avenida XV de Novembro com a Rua Dr. Helio Póvoa, no Centro de Campos.

Testemunhas relataram que a vítima estava na ciclofaixa da Avenida XV de Novembro quando foi atingida pelo ônibus na região da cabeça. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu na hora. A Guarda Civil Municipal esteve no local controlando o trânsito.

A empresa São João informou que o ônibus estava realizando uma curva em direção à Beira-Valão quando o ciclista colidiu com a lateral traseira do veículo e caiu. O caso será investigado pela 134º Delegacia de Polícia do Centro.

Incêndio engole bairro em 5 minutos e deixa ‘cidade de ferro’ no Chile

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VIÑA DEL MAR, CHILE (FOLHAPRESS) – “Está sentindo este cheiro de queimado?”, perguntou a esposa de Eugenio Valenzuela, 62, enquanto, sentados na varanda, viam uma nuvem preta ao longe. Bastaram cinco minutos para que a nuvem baixasse, um vento de fogo tomasse a casa, e o filho do casal gritasse “vamos agora”.

A família entrou no carro com a roupa do corpo e deixou o imóvel que construiu há 20 anos enquanto o jardim virava pó e as paredes derretiam. Valenzuela, que é motorista e hoje está desempregado, aponta onde ficavam os cômodos abaixo do único que sobrou: um esqueleto de metal.

O bairro onde ele vive –ou vivia– virou uma grande “cidade de ferro” depois de ser engolido pelas queimadas que deixaram mais de 130 mortos no Chile na última sexta-feira (2). Trata-se de Villa Independencia, região de classe média baixa na cidade litorânea de Viña del Mar, a cerca de uma hora e meia de carro de Santiago.

Telhados, estruturas, cadeiras e eletrodomésticos pretos se acumulam retorcidos nos cantos das ruas, retirados por moradores, voluntários e algumas equipes da Marinha que limpavam os escombros na manhã desta terça (6). O cheiro ainda é de queimado, por isso muitos usam máscara.

A maioria dos objetos está irreconhecível depois do incêndio, exceto os veículos. Fileiras inteiras de carros e ônibus dos quais restaram apenas os chassis ainda se espalham pelas vias, muitos deles revirados por uma forte ventania de fogo que foi descrita por muitos como um verdadeiro “inferno na terra” que se instalou de repente naquela tarde.

Sabe-se que as queimadas começaram ao mesmo tempo em quatro pontos distintos da região. Por isso, as autoridades falam em ato intencional. Os morros da zona litorânea têm um histórico de problema com incêndios pela invasão de terras, da qual se acusam tanto pessoas sem-teto quanto imobiliárias, mas ninguém foi preso até agora.

O fogo espalhou em poucos minutos impulsionado pela onda de calor que atingiu o sul da América do Sul nos últimos dias, intensificado pelo fenômeno climático El Niño, que aquece o oceano Pacífico. Segundo especialistas, essas ondas se tornarão cada vez mais comuns no verão devido à crise climática, exacerbada pela ação humana.

Ex-presidente do Chile Sebastián Piñera morre em acidente de helicóptero

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O ex-presidente do Chile Sebastián Piñera morreu, esta terça-feira (6), num acidente de helicóptero, segundo revelou a imprensa chilena.

De acordo com o jornal El Tipografo, o acidente aconteceu em Lago Ranco, na região de Los Ríos, no centro do país.

A mesma fonte destacou que o acidente provocou ainda três feridos.

Piñera foi presidente do Chile durante dois períodos, tendo o primeiro sido entre 2010 e 2014 e o segundo entre 2018 e 2022, quando foi sucedido pelo atual presidente Gabriel Boric.

Morre no HFM motorista envolvido em acidente entre carretas na BR-101

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Foto: Divulgação PRF

Morreu na noite desta segunda-feira (05), no Hospital Ferreira Machado (HFM), o motorista identificado como Luiz Carlos de Lima de 49 anos, após uma colisão frontal entre duas carretas no km 32 da BR-101, na localidade de Conselheiro Josino, em Campos.

A carreta que a vítima estava, pertencia a uma empresa de móveis de Minas Gerais que seguia no sentido Sul quando colidiu com a outra carreta no sentido oposto. Parte da carga foi saqueada. De acordo com apuração da Redação ClickCampos, a vítima teve diversas escoriações e fraturas, passou por uma cirurgia de alta complexidade, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito às 21h40.

Conforme informações da Arteris Fluminense, concessionária responsável pela administração da rodovia, não houve derramamento na pista. As equipes de socorro prestaram atendimento às vítimas, encaminhando-as para o Hospital Ferreira Machado. A segunda vítima, identificada pelas iniciais M.V.C de 67 anos, teve fratura na costela, fez exames de raio-x e tomografia. O motorista foi medicado, fez curativo e está em observação na Clínica Cirúrgica do HFM.

Oposição acusa presidente de Senegal de tentar dar um golpe

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IGSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Até aqui uma ilha de relativa estabilidade na conturbada região da África Ocidental, o Senegal entrou em uma grave crise política que ameaça colocar em rota de colisão novamente a França, ex-potência colonial, e a Rússia de Vladimir Putin.

O presidente do país, Macky Sall, propôs no sábado (3) o adiamento das eleições gerais que aconteceriam no próximo dia 25 para agosto. Após muita discussão e protestos reprimidos pela polícia, o Congresso aprovou na segunda (5) a nova data do pleito para ainda depois no calendário: 15 de dezembro.

Sall, o primeiro senegalês nascido no país a ser presidente após a independência da França em 1960, chegou ao poder em 2012 e foi reeleito sete anos depois. Em julho passado, após a prisão de seu principal rival, Ousame Sonko, ele buscou esvaziar boatos de golpe dizendo que não iria buscar mudar a lei para poder concorrer uma terceira vez.

O líder acusa o órgão que elaborou a lista com 20 presidenciáveis de corrupção. Alguns candidatos, mesmo de oposição, foram barrados. Isso levou o oposicionista Partido Democrático Senegalês a se unir ao governo e passar o adiamento, com o apoio de 105 dos 165 deputados.

Outros rivais de Sall o acusaram de querer dar um golpe de Estado dentro do escopo das regras vigentes. “É um golpe institucional”, afirmou o candidato Khalifa Sall, da coalizão F24. Cinco postulantes prometeram recursos à Corte Constitucional para derrubar o adiamento, e o bloco político-econômico da África Ocidental, o Ecowas, pediu a volta do calendário regular.

O desfecho da crise ainda é insondável, mas ela leva mais um país da região para o rumo da instabilidade política. Desde 2020, foram oito golpes de Estado no centro-sul do continente, concentrados na faixa que divide o deserto do Saara do resto da África.

Só em 2023, foram dois, no Níger e no Gabão. Cada caso, claro, tem suas particularidades, mas há um substrato comum de esgotamento no relacionamento dos países com sua antiga colonizadora, a França.

Ele se sustentou ao longo das décadas pós-independências, mas insurreições jihadistas, guerras civis, desigualdade e miséria, tudo isso dentro do contexto da crise climática que tem afetado duramente a região, acabaram alimentando o discurso político de revolta contra os franceses.

Paris investiu pesado, ao longo dos anos, na presença militar ativa para tentar coibir o terrorismo islâmico no Sahel, de olho em evitar que ele transbordasse para a Europa junto com os fluxo migratório ilegal.

O caso senegalês é simbólico. “O país tradicionalmente foi estável, e teve um papel importante no desenvolvimento da África Ocidental graças a seus portos e ao comércio de energia coma Europa. Suas Forças Armadas sempre ajudaram as missões europeias contra o terror”, escreveu o analista Ronan Wordsworth, da consultoria americana Geopolitical Futures.

A França mantém 1 de suas 5 bases na região justamente no Senegal, onde 400 soldados estão estacionados desde 2011. Mas a nova realidade já se impõe: a junta militar que governa o Níger ordenou a saída dos 1.500 militares franceses que ocupavam três instalações usadas para combater grupos extremistas.

De olho nesse vácuo está a Rússia, que vem lentamente buscando ocupar espaços deixados por Paris. O arcabouço do projeto africano de Putin havia sido estabelecido pelo grupo mercenário Wagner, que atuou em pelo menos sete países da região.

Com a queda em desgraça da entidade após a tentativa de golpe contra a cúpula militar russa em 2023 e o assassinato de seu fundador dois meses depois, nomes ligados às Forças Armadas assumiram o controle das forças e negócios do Wagner no continente -há 2.000 homens no Mali, por exemplo, pagos pela junta militar que assumiu em 2020.

Putin criou uma cúpula com países africanos que, em 2019, se mostrou promissora. A sua segunda edição, no ano passado, acabou esvaziada pela Guerra da Ucrânia, mas nem tanto: o presidente Sall, por exemplo, esteve entre os convidados mais cortejados.

Politicamente, o pé na África é uma forma de amplificar o discurso do Kremlin de que o isolamento proposto pelo Ocidente é inócuo, embora economicamente ainda falte muito. Segundo dados do Congresso americano, o comércio bilateral de Moscou com nações africanas foi de US$ 18 bilhões em 2023, ante US$ 64 bilhões dos EUA e astronômicos US$ 254 bilhões com a China.

Moscou apoiou o que chamou de autodeterminação dos povos ao analisar os golpes recentes. No Níger, manifestantes gritavam “vida longa a Putin” em manifestações pró-golpe, segundo registro de mídias sociais repetido por redes ocidentais.

No caso senegalês, analistas russos afirmam que o país seria um parceiro ideal para o estabelecimento de uma base naval do Kremlin no Atlântico, algo que outros aliados até aqui na região não têm como oferecer.

Por ora, a situação é fluida. “Muito agora depende do que a Corte Constitucional do Senegal fará quando analisar os recursos dos candidatos de oposição questionando a decisão de Sall. Se ela considerar legal, podemos esperar um período de protestos nas ruas e mais gestos de abertura para a Rússia”, diz Wordsworth.

Trump não tem imunidade presidencial no processo dos ataques ao Capitólio

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Donald Trump não tem imunidade presidencial e pode ser processado sob a acusação de conspirar para anular as eleições de 2020, decidiu um tribunal em Washington DC, nos EUA.

A notícia, divulgada pela BBC, revela ainda que este é um revés para Trump e que se espera que o ex-presidente apele da decisão, o que significa que o caso poderá acabar no Supremo. 

A decisão ocorre um mês depois que os advogados de Trump argumentarem que ele gozava de imunidade criminal face às acusações de ter tentado mudar ilegalmente os resultados das eleições de 2020.

Trump é acusado de vários crimes relacionados com a invasão ao Capitólio, em janeiro de 2021, bem como por tentativas de reverter o resultado das eleições presidenciais de 2020, que perdeu para Biden.

O ex-presidente nega todas as acusações e continua alegando que as eleições foram roubadas – algo que várias decisões jurídicas, entidades independentes e órgãos de comunicação refutam. Afirma ainda que as acusações com base na 14.ª emenda, são um abuso do sistema.

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MEC divulga nesta terça resultado da 1ª chamada do Prouni 2024

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O Ministério da Educação (MEC) programou para esta terça-feira (6) a divulgação da lista dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni), referente ao primeiro semestre de 2024. O processo seletivo oferta bolsas de estudo para cursos de graduação em instituições de educação superior privadas.

A relação estará disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior – Prouni. Ao todo, a primeira edição do programa ofertou 406.428 bolsas, sendo 308.977 integrais (100%) e 97.451 parciais (50%), distribuídas em 15.482 cursos, de 1.028 instituições participantes.

Esta é a edição do programa com a maior oferta de bolsas, desde a primeira, em 2005. Os cinco estados com o maior número de bolsas ofertadas desta vez são São Paulo (104.893 vagas), Minas Gerais (39.910 vagas), Paraná (35.630 vagas), Rio Grande do Sul (26.398 vagas) e Bahia (22.051 vagas).

O candidato pré-selecionado na primeira chamada deverá entregar a documentação na instituição de ensino superior para a qual foi pré-selecionado no período de 6 a 20 de fevereiro. Para comprovação das informações prestadas no ato de inscrição, o candidato pode comparecer na instituição ou enviá-las por meio virtual/eletrônico.

O MEC alerta que é de inteira responsabilidade do candidato verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para conferência das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a perda da bolsa.

A instituição deverá emitir documento de comprovação de entrega da documentação ao recebê-la do candidato pré-selecionado.

O processo seletivo do primeiro semestre do Prouni 2024 terá duas chamadas. Segundo o cronograma, o resultado da segunda chamada será conhecido em 27 de fevereiro. 

De acordo com o edital, o período para o candidato manifestar interesse em participar da lista de espera por uma vaga no ProUni, no site do processo seletivo, será nos dias 14 e 15 de março de 2024. O resultado da lista de espera do primeiro semestre vai ser divulgado em 18 de março.

Mais informações estão disponíveis no edital do processo seletivo, publicado pelo MEC em janeiro.

Criado em 2004, o Programa Universidade Para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de educação superior privadas.  

O programa ocorre duas vezes ao ano e tem como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior. Como critérios para seleção dos candidatos, o ProUni considera a renda familiar bruta mensal, por pessoa; se o candidato cursou integralmente o ensino médio em escola da rede pública ou na condição de bolsista integral em instituição privada de ensino médio, ou ser pessoa com deficiência, entre outros previstos na legislação.

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O processo seletivo oferta bolsas de estudo para cursos de graduação em instituições de educação su… 

Banana do Equador é nova vítima da Guerra da Ucrânia

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IGOR GIELOW (FOLHAPRESS) – Se a verdade é a primeira vítima da guerra, como teria dito em 1918 o senador americano Hiram Warren Johnson, a lista das baixas dos quase dois anos de conflito na Ucrânia ganhou uma nova e inusitada adição: as bananas do Equador.

A agência reguladora agrícola da Rússia, Rosselkhoznadzor, divulgou nesta terça (6) uma lista com cinco produtores equatorianos que não poderão mais vender suas frutas no país. A alegação formal foi a detecção de uma praga, a mosca branca, em alguns lotes de bananas.

O contexto político, contudo, é mais complexo e mostra uma confluência entre a invasão russa da Ucrânia e a aguda crise de segurança no país sul-americano, que vive sob um estado de emergência e uma guerra declarada ao narcotráfico desde o começo do ano.

Em 31 de janeiro, o presidente equatoriano, Daniel Noboa, confirmou que toparia um acordo proposto pelos Estados Unidos para receber US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) em armas novas americanas para equipar suas forças de segurança.

Em troca, disse, daria para Washington enviar à Ucrânia antigo material militar soviético comprado por Quito, “sucata de metal” nas suas palavras, que pode ter utilidade para Kiev, herdeira de um grande arsenal do antigo império comunista ao qual esteve subordinada de 1922 a 1991.

Os EUA têm procurado parcerias semelhantes em todo mundo, para tentar mitigar o esvaziamento dos depósitos ucranianos com a guerra, já que o ritmo de produção ocidental para supri-los é insuficiente, prejudicando as ações de Kiev.

Moscou não gostou. “O Equador tomou uma decisão irresponsável sob séria pressão de partes externas interessadas”, afirmou na semana passada a porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova. Segundo ela, Quito não pode fornecer o material soviético sem a autorização da Rússia, algo que Noboa contestou.

O impasse migrou para a área econômica. O Equador é o maior exportador de banana do mundo. Responsável por 10% de suas vendas, estimados R$ 3,7 bilhões em 2023, a fruta só fica atrás do petróleo e dos crustáceos na pauta comercial do país.

E a Rússia é destino de cerca de 1/4 de todas essas bananas. Nada menos que 90% das frutas do tipo consumidas no país de Vladimir Putin vêm da terra de Noboa, o que dá a medida prática da crise em curso. O Equador não adotou as sanções ocidentais devido à guerra contra a Rússia.

Bananas são particularmente apreciadas em Moscou e São Petersburgo, onde o quilo sai por algo perto de R$ 8. Segundo disse à agência Associated Press o chefe da associação de produtores da fruta no Equador, Richard Salazar, o mercado russo é vital e de difícil substituição.

Ele aponta, por outro lado, que o veto não se aplica a outros 15 grandes produtores do país, o que sugere um tiro de advertência.

Noboa precisa do armamento americano, composto basicamente por equipamento de segurança pública, como fuzis, armas leves, coletes à prova de bala, drones. Suas Forças Armadas têm, segundo o Instituto IISS (Internacional de Estudos Estratégicos, de Londres), 41 mil integrantes para lidar com um grande contingente criminoso.

Só os Los Choneros, principal facção do país e no centro da atual crise, iniciada com a fuga de seu líder de uma cadeia em Guayaquil, tem cerca de 12 mil integrantes na estimativa do governo. A gangue rival, Los Lobos, outros 8.000, com milhares de outras pessoas associadas aos cerca de 20 grupos em ação no país.

Noboa tem certa razão quando fala que só opera sucata soviética. Sua principal contribuição deverá ser na área de munição. Os equatorianos, devido a alinhamentos diversos ao longo de sua história na Guerra Fria, têm uma mistura de equipamentos militares inusitada: carros blindados brasileiros, tanques leves e helicópteros franceses, aviões ocidentais como o Embraer Super Tucano.

E algumas armas russas. Segundo o IISS, ao menos cinco helicópteros de uso misto da família Mi-17, 18 lançadores de múltiplos foguetes Grad, modelos portáteis antiaéreos Igla e Strela, canhões antiaéreos diversos.

Nada que irá mudar o rumo da guerra para Volodimir Zelenski, mas os aliados de Kiev têm tentado manter o equipamento soviético dos ucranianos em funcionamento enquanto discutem o nível de apoio ao país. O Congresso dos EUA ainda bloqueia um pacote de R$ 300 bilhões, enquanto a União Europeia liberou R$ 270 bilhões após dura negociação.

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Mãe e duas crianças brasileiras morrem em acidente nos EUA

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Uma família brasileira de Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais, morreu em um acidente na Rota 8, em Beacon Falls, Connecticut, EUA, na tarde de domingo (3).

O carro em que estavam a mãe, Andresa Alves de Brito, de 25 anos, o pai, de 33 anos, e seus dois filhos, Riquelme Alves Brito, de 3 anos, e Laura Vitoria Alves Brito, de 6 anos, foi atingido na traseira por uma caminhonete dirigida por um americano de 40 anos.

   [Legenda]© Reprodução- Redes Sociais  

Todas as cinco pessoas foram levadas para o Hospital Waterbury, mas as crianças não resistiram aos ferimentos e morreram ao dar entrada na unidade. Andresa também faleceu pouco depois.

O pai das crianças permanece internado em coma com fraturas na clavícula e no pescoço. O motorista da caminhonete sofreu apenas ferimentos leves.

A família morava no bairro Santa Rita em Governador Valadares e havia emigrado para os EUA há três anos. Andresa estava grávida do terceiro filho quando se mudou.

A notícia da morte da família comoveu as comunidades brasileiras e os conhecidos da família nas redes sociais.

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Idoso morre após saltar e o paraquedas não abrir; acidente foi nos EUA

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Um homem de 73 anos morreu após um acidente de paraquedismo, na última quarta-feira, em Eloy, no estado norte-americano do Arizona.

Terry Gardner estava saltando pela terceira vez naquele dia, quando o seu paraquedas não abriu completamente, segundo adiantou o Departamento de Polícia de Eloy, citado pela ABC News.

O idoso, que estava acompanhado por três amigos, foi o único a enfrentar problemas, de acordo com as autoridades.

O homem foi transportado para o hospital de Casa Grande mas, apesar dos esforços, não sobreviveu.

Após uma investigação inicial, as autoridades continuam sem certeza se houve algum problema com o paraquedas.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla original) está investigando o caso.

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Problema em câmara frigorífica destrói décadas de investigação na Suécia

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Amostras de pesquisa valiosas, coletadas ao longo de pelo menos três décadas, foram perdidas após uma falha na câmara frigorífica do Instituto Karolinska na Suécia durante o período natalino. O incidente, que resultou em perdas estimadas em 43 milhões de euros, foi relatado às autoridades e está sob investigação.

A falha no fornecimento de nitrogênio líquido para 16 tanques criogênicos entre 22 e 23 de dezembro de 2023 causou o aumento da temperatura interna, danificando as amostras armazenadas a -190°C. Segundo a AFP, os tanques poderiam passar apenas quatro dias sem receber gás criogênico.

As amostras perdidas eram cruciais para pesquisas sobre leucemia, com algumas coletadas ao longo de 30 anos. O reitor do Instituto Karolinska, Ole Petter Ottersen, lamentou o incidente, que considerou “o pior momento imaginável”, e destacou o impacto para os estudos sobre a doença.

Embora o incidente não tenha afetado os cuidados com pacientes em andamento, pois as amostras eram para pesquisas futuras, representa um atraso significativo no desenvolvimento de novos tratamentos para leucemia e outras doenças. A perda de anos de trabalho e investimento em pesquisa exige que a coleta de amostras seja reiniciada, o que pode levar anos.

O Instituto Karolinska apresentou uma queixa policial e está conduzindo uma investigação interna para determinar a causa da falha. Até o momento, não há indícios de sabotagem ou influência externa.

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Verão da Família com animação e bom público no fim de semana

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 A animação e o bom público marcaram o último fim de semana durante a programação do Verão da Família, promovido pela Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), através da Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio (SecTur). Entre as principais atrações, Circuito de Ciclismo, Kids Verão, PetFest Verão, Corrida Rústica e Trilha Ecológica.

“A programação do Verão da Família vem se destacando a cada semana e agradando aos moradores e turistas que prestigiam o município durante a estação mais quente do ano. Tenho observado uma movimentação muito grande em todos os eventos, o que proporciona bons negócios para os comerciantes e vendedores ambulantes”, destacou o titular da SecTur, Júnior Junqueira, acrescentando:

“Na próxima sexta-feira (9), acontecerá a abertura oficial do Carnaval de SFI, no pátio da prefeitura. Haverá a apresentação da Banda Força Maior, bateria de escola de samba e show com Nana Nunes. Teremos uma justa homenagem ao Josuel Albernaz, que é mais conhecido por Jô Cabeleireiro, que já confirmou presença, em reconhecimento pelos 34 anos dedicados ao Carnaval do município”, finalizou Junqueira. 

 

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Fiscalização intensifica combate à dengue em Campos

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Foto: Divulgação Ascom

A atuação incisiva da Secretaria Municipal de Ordem Pública tem se destacado no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika.

A secretaria realiza diariamente minuciosas vistorias em imóveis em estado de abandono, empenhando-se na identificação dos proprietários, para notificá-los a realizar a limpeza necessária.

O rigor segue a legislação municipal, com notificações por meio do Diário Oficial e, quando possível, via carta registrada. Em 2023, um total de 1.972 notificações foram expedidas, sendo 417 delas enviadas por carta.

A eficácia dessa abordagem revelou-se, alcançando um retorno significativo de 40% com a implantação da notificação por cartas. No entanto, a secretaria não possui competência para ingressar nesses imóveis abandonados.

O Mutirão do CCZ, em ações integradas com as secretarias de Saúde, Ordem Pública, Meio Ambiente e Limpeza Pública, tem impacto positivo na prevenção às doenças. Nesse processo colaborativo, cada entidade desempenha notificações de acordo com suas competências, cobrindo 190 imóveis e 39 veículos em 2023, concentrando esforços nas áreas com maiores índices de dengue, chikungunya, entre outras doenças transmitidas pelo mosquito.

Fonte: Ascom

Mulher é presa em operação policial em Campos por suspeita de envolvimento em crimes no Espírito Santo

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146ª DP/Foto: ClickCampos

Na manhã desta terça-feira (6) durante uma operação policial nos distritos de Santa Maria e Santo Eduardo, na região Norte de Campos, uma mulher foi presa em flagrante sob suspeita de integrar um grupo criminoso envolvido em tentativa de latrocínio, roubo, homicídio e tráfico na cidade de Bom Jesus do Norte, no Espírito Santo.

A identidade da suspeita não foi divulgada. Ela foi conduzida para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, acompanhada de seu filho, uma criança de aproximadamente quatro anos, transportados na viatura policial.

De acordo com informações fornecidas por policiais civis da cidade capixaba, uma investigação sobre os crimes na região levou à descoberta da ligação do grupo com os distritos de Campos.

Durante a operação, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão contra um homem ligado ao grupo, que foi levado para a delegacia de Bom Jesus do Norte. Drogas, dinheiro e telefones foram apreendidos com os criminosos durante a ação policial.