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Irã nega participação em ataque que matou militares dos EUA na Jordânia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O regime do Irã negou nesta segunda-feira (29) ter tido qualquer participação no ataque que matou três militares dos Estados Unidos e deixou vários outros feridos no nordeste da Jordânia. Na véspera, o presidente Joe Biden havia responsabilizado grupos apoiados por Teerã e prometido retaliação.

“As acusações foram feitas com objetivos políticos específicos para reverter a realidade da região”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Nasser Kanaani, à agência estatal Irna.

Kanaani disse que as acusações de Washington são “infundadas” e parte de uma conspiração para envolver os EUA em uma nova guerra no Oriente Médio. Uma eventual ofensiva americana contra alvos do Irã, por sua vez, intensificaria de forma significativa o “ciclo de instabilidade” na região, acrescentou.

A morte dos militares ocorreu na noite de sábado (27) e marcou as primeiras baixas dos EUA na região desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em outubro -antes disso, dois membros da Marinha do país morreram afogados, durante uma missão em um navio que buscava armas iranianas.

O incidente mais recente, portanto, representa um agravamento da crise no Oriente Médio -a região está em ebulição desde os atentados do Hamas no dia 7 de outubro, que mataram cerca de 1.200 pessoas em Israel. A reação do Estado judeu em Gaza matou mais de 26 mil palestinos, segundo o grupo terrorista.

O Irã financia o Hamas e outros grupos inimigos dos EUA no Oriente Médio, entre os quais os houthis, do Iêmen, que passaram a atacar embarcações mercantes no mar Vermelho desde novembro passado em apoio ao grupo palestino. Mas Teerã tem evitado um confronto direto com os americanos, que chegaram a enviar porta-aviões à região em esforço para coibir novas ofensivas contra Israel. O porta-voz iraniano Kanaani disse que os chamados “grupos de resistência” não recebem ordens do regime.

O ataque que matou os americanos foi feito com drones e atingiu uma base da Jordânia perto da fronteira com a Síria. Menos de 48 horas depois, explosões foram registradas nesta segunda nos arredores de Damasco, a capital síria. As ofensivas foram atribuídas a Israel, o maior aliado dos EUA no Oriente Médio.
As informações sobre número e identidade das vítimas na Síria são desencontradas. As estimativas de mortes variam de duas, segundo a imprensa estatal iraniana, a sete, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

Em um primeiro relato do ocorrido, a Sana, agência síria de notícias, publicou em seu site que os mortos incluíam um “número não especificado de conselheiros iranianos”, mas a informação foi excluída do texto.

A agência de notícias Tasnim, do Irã, acusou Israel de atacar um centro de aconselhamento militar iraniano na cidade de Sayyida Zeinab, próxima de Damasco. Já o enviado de Teerã à Síria, Hossein Akbari, disse que não havia iranianos entre as vítimas.

Ataques de Israel contra alvos na Síria se tornaram frequentes após a eclosão da guerra contra o Hamas. No último dia 20, outra ofensiva atribuída a Tel Aviv contra Damasco matou cinco membros de elite da Guarda Revolucionária do Irã, incluindo o chefe e o vice da unidade de inteligência. Antes, as forças de Tel Aviv já haviam destruído infraestruturas, incluindo aeroportos, e instalações supostamente utilizadas pelas forças iranianas. Teerã disse que responderia às ações.Embora os EUA tenham afirmado até agora que não estão em guerra na região, Washington tem realizado ofensivas contra alvos dos grupos houthis, em resposta aos ataques contra navios no mar Vermelho.

Desde o início do conflito em Gaza, as forças dos EUA foram atacadas mais de 150 vezes por grupos apoiados pelo Irã no Iraque e na Síria, causando ferimentos em 70 pessoas antes da ofensiva de sábado -a maioria sofreu lesões cerebrais.

As mortes na Jordânia ainda viraram munição na mão dos opositores de Biden, que consideram o ocorrido uma evidência do fracasso do presidente democrata em confrontar o Irã.

Usuários da Vivo em Campos enfrentam instabilidades na rede

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Usuários da Vivo enfrentaram desafios para se conectar à internet e realizar chamadas telefônicas na tarde desta segunda-feira (29) em diversos bairros de Campos.

Relatos indicam oscilações nos sinais 3G, 4G e 5G, resultando em lentidão no acesso a aplicativos como WhatsApp e outras redes sociais. Algumas ligações também foram afetadas, mas o sinal está gradualmente sendo restabelecido.

Até o momento, a Vivo não se manifestou sobre a instabilidade.

Semana em São Paulo começa com calor e pancadas de chuva

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Depois de um final de semana de fortes chuvas, a cidade de São Paulo inicia a semana com previsão de mais temporais. Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas), a capital paulista vai receber pancadas de chuva nesta segunda-feira (29).

O órgão da prefeitura informa que a segunda-feira começa com uma madrugada de céu nublado, com termômetros na faixa dos 18°C. Ao longo do dia, a máxima pode chegar aos 29°C. No período da tarde são esperadas pancadas rápidas e isoladas de chuva com baixo potencial para a formação de alagamentos.

Na terça-feira (30), as condições típicas de verão se mantêm, com céu nublado na madrugada e sol entre poucas nuvens durante a tarde. Em razão disso, faz calor, com previsão de pancadas de chuva entre o meio e o fim da tarde, em função da chegada da brisa marítima. Com temperatura mínima de 19°C e máxima que pode chegar aos 31°C.

Até este domingo (28), a cidade de São Paulo registrou cerca de 255,4mm de chuva, o que representa 99,6% dos 256,5mm esperados para o mês.

As fortes chuvas desse final de semana provocaram danos e assustaram moradores de cidades do litoral paulista na noite de quarta (24). O temporal alagou bairros de São Sebastião e fez a prefeitura acionar sirenes na Vila Sahy. Caraguatatuba também registrou inundações, e Santos pôs áreas de morro em estado de atenção. As rodovias Mogi-Bertioga e Tamoios acabaram bloqueadas.

Só em São Sebastião, no litoral norte, caíram 50 milímetros em menos de uma hora. A chuva se estendeu até esta quinta (25), e os alagamentos atingiram Juquehy, Barra do Sahy, Barra do Una, Camburi e Boraceia.

Na Vila Sahy, comunidade que fica na área de encosta do lado oposto da praia de Barra do Sahy, a madrugada foi tensa para moradores. Muitos saíram de suas casas temendo novos deslizamentos, como os que ocorreram em fevereiro do ano passado, quando 64 pessoas morreram.

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No período da tarde são esperadas pancadas rápidas e isoladas de chuva com baixo potencial para a fo… 

Homem morre após paraquedas falhar ao saltar de edifício na Tailândia

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O britânico Nathy Odinson, 33, morreu após seu paraquedas falhar ao saltar de uma torre de apartamentos na Tailândia.

Odinson subiu no telhado de um edifício de 29 andares, em Pattaya, na noite de sábado (27), para realizar um salto de base jumping, uma modalidade esportiva na qual o praticante salta de locais inusitados como penhascos, prédios e pontes.

Ele conseguiu acesso ao telhado do edifício graças à intervenção de alguns amigos. Um deles estava com Odinson e acabou gravando o acidente que culminou com a sua morte. O vídeo chegou a ser compartilhado nas redes sociais.

Nas imagens é possível vê-lo apontando para a câmera, equipado com um capacete que possui uma câmera acoplada, que inspeciona antes de pular. Imagens da cena publicadas pela mídia tailandesa mostram equipes de emergência na rua, logo após o salto, rodeando o paraquedas azul caído na calçada.

Além de praticante de base jumping, Odinson era paraquedista e postava imagens de suas façanhas nas redes sociais. A página do Facebook conta com 10 mil seguidores.

Segundo as autoridades, o paraquedas utilizado não abriu após ele saltar do alto do prédio e ele sofreu uma queda livre até bater violentamente contra o solo. O amigo chegou a ser interrogado por policiais, informou o jornal tailandês The Nation.

O paraquedas que ele usou para pular deu problema e não abriu como esperado. Os policiais forenses estão investigando o caso mais detalhadamente e examinando o equipamento usado por Odinson.Kamolporn Nadee, vice-inspetor de investigações da delegacia do distrito de Bang Lamung

Veículo furtado em Cachoeiro de Itapemirim é recuperado pela PM em Campos

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Viatura da Polícia Militar/Foto: ClickCampos

Neste domingo (8), a Polícia Militar recuperou um veículo com registro de furto de Cachoeiro de Itapemirim. O caso ocorreu na Rua Projetada, no Morro da Parabólica, em Conselheiro Josino, em Campos. Ninguém foi preso durante a ação.

Durante o patrulhamento na região, a guarnição deparou-se com homens dentro de um terreno, que, ao avistarem os policiais, evadiram-se tomando rumo desconhecido. No local, foi encontrado um veículo que, após consulta, foi identificado como produto de furto registrado em 27/01/2024 na 7ª Delegacia Regional de Cachoeiro do Itapemirim-ES.

Posteriormente, a equipe procedeu à 147ª Delegacia de Polícia de São Francisco de Itabapaona para o devido registro da ocorrência.

Homem acusa irmãs de matarem pai com ansiolíticos para ficar com herança

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Um homem apresentou queixa contra duas das suas irmãs, acusando-as de terem matado o próprio pai com doses elevadas de um ansiolítico para ficarem com a herança. A denúncia chegou em um tribunal de Málaga, na Espanha, segundo o jornal El Mundo.

De acordo com a queixa, as irmãs “precisavam cada vez mais do dinheiro do pai” e davam-lhe doses elevadas de Diazepam para que “adormecesse e se calasse”. 

No último dia 5 de janeiro, o homem foi internado num hospital de Málaga por falência de órgãos e acabou morrendo. O relatório médico, a que a agência de notícias espanhola Efe teve acesso, indica que a causa da morte foi intoxicação por drogas com fim autolesivo.

Segundo Paola Martínez Ledesma, advogada do homem que fez a denúncia, a vítima era “incapaz de atentar contra a sua vida” e as irmãs terian admitido que deram medicamentos misturados com água ao pai e, após a morte, “tiveram pressa” em cremar o corpo.

O homem defende que as irmãs o “intoxicaram para poderem liquidar e gerir os seus bens”. No entanto, “as discussões financeiras continuaram, mesmo durante o velório, demonstrando uma falta de respeito e consideração pelo falecido”.

Após a morte, as irmãs foram a casa do pai para jogar os comprimidos fora, com o objetivo de “fazer desaparecer a prova do resto dos comprimidos que lhe estavam dando sem o seu consentimento e para simular um suicídio”.

Homem é preso após invadir casa e furtar botijão de gás em São João da Barra

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146ª DP/Foto: ClickCampos

Um homem foi preso na rua Francisca dos Santos Melo, em Chapéu do Sol, Atafona, distrito de São João da Barra, após invadir uma residência e roubar um botijão de gás.

Segundo informações da polícia, o homem, portando o botijão e uma bicicleta, indicou aos militares o local da invasão. Ao chegarem, os policiais confirmaram o arrombamento.

O suspeito foi conduzido à 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, sendo autuado no artigo 155 § 4 inciso, e permanece sob custódia.

Quando volta a fazer calor em São Paulo? Veja a previsão do tempo para o fim de semana

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Depois de uma semana com registro de temperaturas mais baixas na cidade de São Paulo, após a passagem de uma frente fria, a expectativa é que os termômetros voltem a subir gradativamente nos próximos dias, já a partir deste sábado, 27. Os dias devem ficar mais quentes pelo menos até quinta-feira, 1º.

Neste sábado, diminuem as condições meteorológicas para chuva significativa, embora estejam previstas pancadas isoladas no período da tarde. “No entanto, com baixo potencial para a formação de alagamentos”, afirma o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo. No decorrer do dia, a projeção é de sol entre muitas nuvens.

As áreas de instabilidade permanecem atuando na faixa leste do Estado, principalmente no litoral Sul e Norte e na Baixada Santista. As chuvas ainda persistem, mas as temperaturas se elevam gradativamente a partir da próxima semana.

Para domingo, 28, a previsão indica a formação de uma nova área de baixa pressão atmosférica no litoral paulista, que vai provocar chuva moderada a forte entre a tarde e a noite na capital paulista e cidades vizinhas da Grande São Paulo.

“Há potencial para a formação de alagamentos e transbordamentos de rios e córregos, além de aumentar o risco de deslizamentos de terra”, acrescenta o órgão municipal.

Veja a previsão do tempo para a cidade de SP nos próximos dias:

Sábado: entre 18ºC e 25ºC;

Domingo: entre 18ºC e 27ºC;

Segunda-feira: entre 18ºC e 28ºC;

Terça-feira: entre 19ºC e 31ºC.

Segundo a Meteoblue, os próximos dias devem registrar gradual aumento de temperatura até quinta-feira, dia em que a previsão indica a maior precipitação de chuva para a semana na cidade de São Paulo.

Maiores acumulados de chuva em 24 horas, de acordo com último boletim divulgado na noite de sexta-feira, 26, pela Defesa Civil do Estado de SP:

Iguape: 45mm

São Sebastião: 39mm

Santos: 34mm

Registro: 28mm

Bom Sucesso de Itararé: 24mm

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Os dias devem ficar mais quentes pelo menos até quinta-feira, 1º 

Guarujá, São Vicente, Praia Grande e Bertioga têm recorde de furtos em 2023

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quatro cidades da Baixada Santista, em São Paulo, tiveram recorde de furtos em 2023, o primeiro ano da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos). Guarujá, Praia Grande, São Vicente e Bertioga registraram a maior alta do crime da série histórica, iniciada em 2001.

No ano passado, das 9 cidades da Baixada Santista, 6 tiveram alta no índice criminal ligado ao comércio ilegal de celulares roubados.

Bertioga teve a maior alta do ano, com 22% mais ocorrências do que em 2022, quando foram comunicados 1.419 casos. Em 2023, saltou para 1.735. Em comparação com 2021, a cidade quase dobrou no ano passado a quantidade de furtos.

Praia Grande foi o município com maior número de furtos, com 6.864 ocorrências, seguido por Santos (6.616), São Vicente (4.654), Guarujá (4.412), Itanhaém (2.516), Mongaguá (1.931), Bertioga (1.735), Peruíbe (1.670) e Cubatão (1.376).

Praia Grande teve em 2023 o terceiro ano consecutivo de altas nos furtos –em relação a 2021, houve aumento de 32% nas ocorrências.

Em Guarujá, a tendência de alta nos furtos segue ininterrupta desde 2019, após seis anos seguidos de baixa no indicador criminal. Em relação aos roubos, o balneário teve dois anos de crescimento consecutivos, 2022 e 2023, com salto de 25,5% no ano passado.

O mesmo ocorreu em São Vicente, que teve duas altas seguidas e viu um aumento de 65% no número de ocorrências de roubo em 2023 na comparação com 2021.

Em Santos, 2022 foi um dos anos mais violentos da cidade, quando houve um salto de 37% nos roubos em comparação a 2021, após sete anos seguidos de quedas nesse tipo de crime. No ano passado, manteve patamar parecido. Em relação aos furtos, o município mantém tendência de alta desde 2021.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP), da gestão Tarcísio de Freitas, disse que, na Baixada Santista em 2023, houve a recuperação de 2.326 veículos roubados e furtados, um aumento de 42,1% em relação ao ano anterior, e que 853 armas ilegais foram apreendidas, um crescimento de 19,1%. No período, foram presos 11.246 infratores, 9,5% a mais em comparação com 2022.

A Operação Verão, que reforça o policiamento no litoral durante o período de férias, resultou, até o momento, na prisão de 286 adultos e apreensão de 19 menores, segundo a pasta. Entre eles estavam 129 foragidos da Justiça.

Entre as cidades que tiveram queda nos registros de furtos, Itanhaém teve a maior retração, com 14% menos ocorrências do que no ano anterior. Mongaguá e Peruíbe registraram, respectivamente, 11% e 8% menos furtos no mesmo período.
A alta histórica de furtos na Baixada Santista já havia sido constatada em balanço prévio das estatísticas criminais de 2023, entre janeiro e novembro.

Policiais que atuam na região ouvidos pela reportagem indicaram que, assim como em outras partes do estado, o celular é o item mais visado, além de bicicletas e motos.

Em relação aos roubos, cinco municípios tiveram um 2023 com maior número de assaltos do que no ano anterior. O mais violento foi São Vicente, onde foram registrados 32% mais ocorrências, seguido por Guarujá (26%), Cubatão (24%), Praia Grande (16%) e Bertioga (5%).

Em Santos, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe caíram as ocorrências desse tipo.

A alta recorde de furtos também acometeu o estado de São Paulo no ano passado, quando foram registradas 576.278 ocorrências do tipo. O número é o maior da série histórica e 2,4% a mais do que o observado no período anterior (562.610).
Situação semelhante foi constatada na capital, onde os furtos atingiram patamar histórico. Foram 250,8 mil ocorrências ante 235,4 mil em 2022.

Chamado de crime de ocasião, o furto de celular é um crime de menor potencial ofensivo, mas o crescimento dos registros leva a uma crescente sensação de insegurança na população, segundo Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.

Para o pesquisador Guaracy Mingardi, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as estatísticas refletem a expansão do crime de receptação de celular roubado por se tratar de um item rentável e fácil de revender. “O ladrão rouba celular porque é mais fácil, é rentável. Tem celular que o ladrão vai ganhar mais ou menos a mesma coisa do que ele ganha se roubar um carro, e o risco é menor”, diz. “E [o aumento de furtos] vai continuar acontecendo. Não tem trabalho para se evitar o furto de celular”, continua.

Além disso, o pesquisador explicou que o ano passado consolidou o período pós-pandemia em que as pessoas voltaram à vida normal sem as restrições impostas pela Covid-19. “O pessoal começou a ir mais para praia. Então, vai ter mais turista e mais celular circulando nessas cidades.”

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No ano passado, das 9 cidades da Baixada Santista, 6 tiveram alta no índice criminal ligado ao comér… 

Garçom do TST descobre durante palestra que foi escravizado por 14 anos

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(FOLHAPRESS) – O garçom deve entrar e sair rápido do local em que serve café e água, ele não pode ficar. Assim Maurício de Jesus Luz, 44, descreve o ofício que exerce no TST (Tribunal Superior do Trabalho).

Foi nesses intervalos, entre palestras e audiências, que ele descobriu ter sido vítima de trabalho escravo dos 4 aos 18 anos, em fazendas no interior do Pará.

O despertar começou em 2022, quando ele ouviu, pela caixa de som da copa do TST, a palestra da empresária Simone André Diniz. Ela denunciou ter sido vítima de racismo ao ser rejeitada para uma vaga de empregada doméstica.

O caso foi arquivado por falta de provas, mas gerou a responsabilização do país por violação aos direitos humanos.
Até então, Luz achava normal o que sofreu na infância e na juventude, situação comum em sua região, no município de Tucuruí.

Ele afirma que nas fazendas não recebia salário e era agredido fisicamente quase todos os dias, com golpes de chicote, chibata, corda, lapada, chutes e beliscões –além de xingamentos como “neguinho escravo” e “filhote de urubu”.
Guarda cicatrizes físicas e mentais da época até hoje.

“Quando eu ouvi o que a patroa fazia com ela, vi que a história era parecida com a minha. Por mais que eu trabalhasse, nunca agradava o patrão. Eu trabalhava 24 horas sem receber, era um escravo moderno. Quando você não tem conhecimento, ninguém para te abrir a mente, aquilo se torna normal”, afirma.

Segundo dados do MPT (Ministério Público do Trabalho), no ano passado 3.190 pessoas foram resgatadas de condições de trabalho análogas à escravidão no Brasil, o maior número em 14 anos.

Entre 2021 e 2023, os 24 tribunais regionais do trabalho do país receberam 2.786 processos sobre o tema.

Este domingo (28) é o dia nacional de combate ao trabalho escravo. Ações de conscientização e fiscalização são preparadas para marcar a data.

Luz diz que veio de uma família muito pobre e foi abandonado aos 8 meses pela mãe, que o deixou com uma vizinha. O pai foi embora ainda antes de ele nascer, com seus quatro irmãos, que nunca conheceu.

A vizinha, percebendo que a mãe não voltaria, acabou entregando o bebê para a avó, que trabalhava em uma fazenda no município de Imperatriz (MA). Ela era uma espécie de faz tudo no local: lavava, passava e cozinhava. Não recebia remuneração.

Os dois moravam em condições insalubres, comiam restos de comida e dormiam no estábulo, com as celas dos animais e maquinários. Também não era permitido o acesso aos banheiros da casa e eles utilizavam o mato e tomavam banho no rio.

Luz relata que aos 4 anos já começou a receber tarefas, como transportar bacias d’água e alimentar animais, sob o argumento de justificar as despesas que dava à sede. Ele afirma que se submetiam a essas condições por não terem para onde ir, recursos financeiros ou parentes que pudessem ajudá-los.

“Tinha vezes que a dona da casa me chamava de neguinho escravo, filhote de escravo, filhote de urubu, estorvo, esse era o palavreado. Pelo nome, nunca chamaram. Era negão, macaco, de acordo com a situação”, relembra.

A jornada piorou aos 9 anos, quando sua avó morreu, e as obrigações aumentaram. Ele relata que a rotina começava a partir das 3h da manhã e só terminava às 21h.

Muitas vezes, era acordado por barulhos de tiro propositais disparados só para assustá-lo. Tinha apenas uma muda de roupa, que secava atrás da geladeira.

Não podia entrar na cozinha e recebia a comida pela janela. Também não tinha acesso a objetos de higiene pessoal. Diz que nunca teve infância, momentos de lazer ou brinquedos. “Não tinha tempo”, afirma. Tampouco frequentou escola porque os donos não permitiam.

“Era como se fosse o filho da mucama que ficou. E aí o dono acha que é teu dono também. Eu nunca fui a uma festa, nunca brinquei, era só trabalhar. Você recebe a vida como a vida lhe é oferecida”, diz.

Foi nesse período também que começou a sofrer agressões físicas quase que diárias. Numa das vezes, uma porca lhe mordeu e atravessou o dedo. Foi obrigado a trabalhar mesmo assim.

Há cicatrizes no corpo e dores na coluna e no braço, provocados dessa época.

“Muitas vezes eu não dava conta. Eles diziam: vai trabalhar, não pode parar, escravo não tem querer, tem obrigação. Na hora da raiva, quando eu levava uma lapada, uma cacetada na cabeça, e a dor persistia, eu falava que ia embora. Mas pensava: ‘Para onde?’ Aí a dor e a raiva passavam, e tudo recomeçava”, diz.

Ele tomou coragem de fugir para uma segunda fazenda, quando tomou um golpe no tórax que lhe tirou o fôlego. Diz ter uma marca no local até hoje.

Luz pensou que seria diferente na nova fazenda por ela, segundo ele, ser mais moderna e os donos serem religiosos. Mas o tratamento foi o mesmo, com violência e sem salário.
“Nessa, eu jogava óleo diesel no cupim nas estruturas do curral com a boca, e ele [dono] ficava com a vara. Eu dizia: ‘Não’. E ele: ‘Não, o quê?’. Aí, enchia a boca de óleo diesel. Nessa também eu sofri bastante”.

O único presente que diz ter recebido foi a certidão de nascimento, aos 18 anos, por um casal de idosos que morava nos fundos da terceira fazenda em que trabalhou e que o registrou como filho.

O rapaz pediu para que seu nome fosse Maurício, não mais Francisco, em homenagem a um locutor de rádio do qual ele gostava.

Nessa fazenda, ele não sofreu violência por parte dos donos, mas também não recebia salário. Apesar de todo o sofrimento, ele diz que não pensa em buscar a Justiça contra os seus agressores.

O coordenador do Programa de Enfrentamento ao Trabalho Escravo do TST, ministro Augusto César Leite de Carvalho, disse à Folha de S.Paulo que a história de Luz representa “a escravidão tradicional rural”.

Segundo Carvalho, uma decisão recente do tribunal que adotou precedentes da Corte Interamericana de Direitos Humanos entendeu que a submissão do trabalhador à condição de escravidão é um crime de lesa humanidade, imprescritível. Portanto, a qualquer momento uma pessoa que tenha sido submetida a isso pode processar os autores.

Ele afirma ainda que outros tipos de escravidão contemporânea ainda estão muito presentes no país, praticadas até mesmo por grandes empresas na área urbana, que controlam o trabalhador por sua condição de dependência econômica.

“É possível perceber como, infelizmente, a nossa sociedade ainda naturaliza certas condutas. Pessoas pensam que, se ele está aceitando, é porque de alguma forma ele estaria concordando ou que trabalham em condições precárias porque estão acostumadas a isso”, diz.

O ministro também afirma que falta uma posição mais firme do Poder Judiciário e uma sensibilidade maior sobre o tema.
Ele diz que decisões às vezes põem em dúvida ou minimizam os relatos da vítima, ou admitem que há uma condição de trabalho escravo, mas estabelecem valores módicos de reparação que não inibem o crime.

“Se essa decisão não for severa, que faça com que não se compense financeiramente a escravização, é decisão inócua. Isso vai entrar no custo-benefício. Falta muito uma postura do Poder Judiciário mais efetiva e intransigente e de priorizar esses processos”, afirma.

Para o procurador Luciano Aragão Santos, coordenador nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, o problema deve ser enfrentado sob a ótica da prevenção e redução de vulnerabilidade das potenciais vítimas, com ajuda de secretarias de assistência social dos municípios que realizam políticas públicas e exigência de empresas líderes das cadeias produtivas.

Ele explica que pessoas que submeterem trabalhadores a essas condições podem sofrer punições administrativas, lavradas por auditores fiscais, que geram multa e a repressão cível, feita pelo MPT, com propostas também de termos de ajuste de conduta para o empregador regularizar a situação.

“Também temos a consequência penal, que fica a cargo do Ministério Público Federal, em que o empregador pode sofrer uma pena privativa de liberdade. Além da punição administrativa de constar do cadastro de empregadores flagrados com trabalho escravo, popularmente conhecida como justiça suja”, afirma.

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Ele afirma que nas fazendas não recebia salário e era agredido fisicamente quase todos os dias, com … 

Bebê de 1 ano morre afogada após se enrolar em lona de piscina

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(FOLHAPRESS) – Uma bebê de 1 ano morreu após se afogar na piscina da casa da família, na tarde de sexta-feira (26), no Setor Campos Elísios, em Anápolis (GO). O Corpo de Bombeiros chegou a prestar os primeiros socorros, mas a criança não resistiu.

A corporação informou que os pais usavam uma lona para evitar a exposição da piscina, entretanto, a mesma não conseguiu impedir a queda da bebê, que acabou se enrolando e afundando junto com a lona.

Ao perceberem o que aconteceu, os pais acionaram os bombeiros. O Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu) também foi chamado para atender a criança, que já estava inconsciente. A bebê morreu no local.

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O Corpo de Bombeiros chegou a prestar os primeiros socorros, mas a criança não resistiu 

Homem morre após comer fígado de baiacu

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Um homem de 46 anos, identificado como Magno Sérgio Gomes, morreu na manhã deste sábado (27), em um hospital particular de Vitória, após passar 35 dias internado, com suspeita de intoxicação por uma substância tóxica presente no peixe baiacu.

De acordo com a Rede Notícias e segundo informações da irmã de Magno, Myrian Gomes Lopes, o irmão ganhou o peixe de um amigo e, na casa dele, eles limparam o baiacu e ferveram o fígado, que é a parte mais venenosa do animal. Em seguida, eles comeram o fígado com sal e limão.

Após comer o fígado, Magno e o amigo começaram a passar mal, sentindo náuseas e vômitos. Magno foi dirigindo o próprio carro até o Hospital São Camilo, em Aracruz, mas, ao chegar ao hospital, teve uma parada cardíaca e precisou ser reanimado. Ele foi intubado e transferido para um hospital particular de Vitória, onde passou por vários exames em coma induzido.

Magno não resistiu às complicações da intoxicação e morreu na manhã deste sábado. O amigo de Magno que também comeu do fígado do baiacu também chegou a ir para o hospital, mas foi liberado após uma semana de internação.

Os baiacus, também conhecidos como peixes-bola, são peixes venenosos que podem ser encontrados com frequência ao longo da costa brasileira. A ingestão desses peixes pode levar a complicações neurológicas, que se manifestam por meio de sintomas como dormência na boca e nas extremidades, fraqueza muscular, distúrbios visuais e outros sinais. Além disso, a intoxicação por baiacus pode causar náuseas, vômitos, dores abdominais e diarreia. Em casos mais graves, podem ocorrer convulsões e até mesmo parada cardiorrespiratória nas primeiras 24 horas após a ingestão.

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Magno não resistiu às complicações da intoxicação e morreu na manhã deste sábado 

Fortes chuvas deixam duas crianças mortas na Bahia; veja municípios mais afetados

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Ao menos duas crianças morreram na Bahia em decorrência das fortes chuvas que atingem o Estado. De acordo com a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), a tragédia aconteceu na sexta-feira, 26, em Elísio Medrado, cidade do interior, após o carro em que estavam cinco pessoas ter sido arrastado pela correnteza do Rio Paraguaçu. Até sábado, 27, ao menos doze municípios estavam em situação de emergência. O órgão estadual ainda contabiliza o número de desabrigados e desalojados.

“É importante ressaltar que as prefeituras municipais ainda estão realizando o levantamento das informações necessárias dos danos e prejuízos causados pelas chuvas intensas. Assim que os dados forem encaminhados para a Sudec, serão compilados e veiculados pelo órgão.”

A Sudec afirma ainda que está monitorando os municípios baianos atingidos pelas fortes chuvas nos últimos dias e desenvolvendo ações de resposta imediata a fim de minimizar os impactos sofridos pelas população afetada.

“Neste momento, está sendo prestado todo suporte técnico aos municípios e envio de kits de ajuda humanitária, contendo cestas básicas, água mineral, itens de higiene e limpeza, colchões e cobertores”, acrescentou a pasta.

Municípios em situação de emergência pelas fortes chuvas:

Brumado

Medeiros Neto

Cícero Dantas

São Miguel das Matas

Anagé

Wanderley

Ilhéus

Cravolândia

Muquém do São Francisco

Cotegipe

Ubaíra

Mutuípe

O que fazer em caso de fortes chuvas e rajadas de vento?

Não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas;

Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;

Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia;

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil e ao Corpo de Bombeiros.

Até sábado, 27, ao menos doze municípios estavam em situação de emergência. O órgão estadual ainda c… 

Casos de dengue em SP sobem 26% este ano; 4 mortes são confirmadas

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou ter confirmado 10.728 casos de dengue até a terceira semana epidemiológica de 2024 (com dados até o dia 20 de janeiro). O número representa uma alta de 26,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 8.466 registros da doença haviam sido confirmados em território paulista.

Quatro pessoas morreram neste ano por complicações da doença: um óbito foi registrado no município de Bebedouro, um em Jacareí e dois em Pindamonhangaba, todas cidades no interior do Estado. Em 2023, foram oito mortes registradas nas três primeiras semanas epidemiológicas do ano – importante lembrar, porém, que há um atraso na transmissão dos dados, então as estatísticas de 2024 ainda podem ser revisadas para cima.

Nas três primeiras semanas do ano, foram confirmados ainda 187 casos de chikungunya, com nenhuma morte relacionada, e nenhum caso de zika. As três doenças são transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Brasil

O número de casos de dengue está em alta em todo o Brasil, com três unidades federativas (Minas Gerais, Acre e Distrito Federal) já tendo decretado situação de emergência em saúde pública. Nas três primeiras semanas epidemiológicas de 2024, mais de 120 mil casos prováveis foram registrados no País, ante 44 mil da mesma época do ano passado. Também foram registrados 12 óbitos pela arbovirose, diante de 26 no mesmo período do ano anterior.

O combate às doenças é feito principalmente tentando evitar a reprodução do mosquito Aedes, impedindo que ele consiga encontrar locais com água parada que possa transformar em criadouros.

Neste ano, o governo federal iniciou também a vacinação contra a dengue com o imunizante Qdenga, do laboratório japonês Takeda, aprovado para uso recentemente.

Vacinação

O Ministério da Saúde anunciou que crianças de 10 a 14 anos serão priorizadas para a vacinação diante do número limitado de doses. Eles devem começar a ser vacinados já em fevereiro.

A faixa etária está dentro do que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), dos 6 aos 16 anos. De acordo com Eder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do ministério, a escolha foi feita levando em consideração que, entre as crianças, o grupo de 10 a 14 anos concentra o maior número de hospitalizações.

A pasta também selecionou 521 municípios – de 16 Estados e o Distrito Federal – que serão contemplados com a vacina.

No Estado de São Paulo, 11 municípios participarão da primeira fase da imunização, todos da região do Alto Tietê: Guarulhos, Suzano, Guararema, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Mogi das Cruzes, Arujá, Santa Isabel, Biritiba-Mirim e Salesópolis.

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O número representa uma alta de 26,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 8.466 regis… 

Inscrições para o Prouni começam nesta segunda (29)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As inscrições para o Prouni (Programa Universidade para Todos) começam nesta segunda-feira (29), pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O programa federal concede bolsas a estudantes de baixa renda em instituições privadas de ensino superior. Neste ano, o MEC (Ministério da Educação) decidiu aumentar o número de vagas para os cursos de graduação em direito e medicina.

Ao todo, serão ofertadas 403.711 bolsas, sendo 306.908 integrais e 96.803 parciais. O número de bolsas é preliminar e pode mudar até o início das inscrições.  Elas são ofertadas para 15.482 cursos de 1.028 instituições de ensino superior.

O período de inscrição para o programa vai de 29 de janeiro a 1º de fevereiro, pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A divulgação do resultado ocorrerá em duas chamadas, sendo a primeira no dia 6 de fevereiro e a segunda no dia 27 do mesmo mês.

CRITÉRIOS

A bolsa de estudo integral será concedida a brasileiros que ainda não têm diploma de curso superior. Para participar do processo seletivo, é necessário que o candidato à bolsa: 

tenha participado do Enem, na edição de 2022 ou de 2023; 
– tenha obtido nota igual ou superior a 450 pontos na média das cinco provas do Enem; 
– tenha tirado nota acima de zero na prova de redação do Enem; 
– não tenha participado do referido exame na condição de treineiro (candidato que não concluiu o ensino médio e participa do exame para fins de autoavaliação).  
– Além desses critérios, o candidato a bolsista precisa atender a pelo menos uma das seguintes condições: 
– ser pessoa com deficiência; 
– ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica (educação infantil, ensinos fundamental e médio), conforme Decreto nº 5.493/2005;
– ter cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública; ou ter estudado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição, entre outras condições de estudo.

RENDA FAMILIAR

A inscrição no processo seletivo do Prouni é condicionada também ao cumprimento do critério de renda do estudante. Para o cálculo, é considerada a renda bruta mensal de todos os membros da família do candidato à bolsa estudantil.

Para ter o benefício no valor de 100% da mensalidade da faculdade privada é preciso ter renda familiar mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para bolsa parcial, de 50% do programa, a renda mensal não pode ultrapassar três salários mínimos por pessoa da família. Os requisitos de renda foram estabelecidos na Lei nº 11.096/2005.

Caso o estudante seja selecionado, a comprovação de renda deve ser feita no momento da inscrição e, também, na matrícula na instituição privada de ensino superior, com contracheques, declaração de Imposto de Renda ou extratos bancários.

Para comprovar a renda familiar, é necessário apresentar documentação como contracheque, declaração do imposto de renda ou extrato bancário.

O candidato professor da rede pública de ensino não precisa se submeter à regra da renda familiar do Prouni. 

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Ao todo, serão ofertadas 403.711 bolsas, sendo 306.908 integrais e 96.803 parciais. O número de bols… 

Caravelas-portuguesas com tentáculos ‘gigantes’ aparecem no litoral; veja os cuidados

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A presença de caravelas-portuguesas tem chamado a atenção de banhistas nas praias dos litorais paulista e gaúcho. Comum nessa época do ano, quando as águas estão mais quentes, a espécie gera encantamento pela beleza, mas ao mesmo tempo preocupa pelo risco de queimaduras na pele.

As caravelas-portuguesas, que ganharam esse nome pelo formato, que lembra as antigas embarcações, têm cores que variam do azul para o rosa, às vezes roxo. Elas não nadam, e se locomovem pelo mar flutuando.

As células urticantes ficam nos tentáculos, que podem chegar a 30 metros de comprimento. Em contato com a pele, pode provocar queimaduras de até terceiro grau.

No último dia 18, o fotógrafo Rafael Mesquita Ferreira registrou imagens de caravelas-portuguesas em Bertioga, no litoral paulista. Ele alertou para o risco de queimaduras, mas ressaltou a beleza das caravelas. “São perigosas, mas são lindas, não são?”, escreveu.

No Rio Grande do Sul, imagens de caravelas-portuguesas foram feitas na praia de Capão da Canoa, uma das mais movimentadas do litoral norte gaúcho. O registro foi feito na semana passada.

O que fazer em caso de queimaduras por caravelas-portuguesas?

Quem encontrar uma dessas espécies não deve tocá-las. Caso haja contato, elas pode causar fortes dores, inchaço, vermelhidão no local afetado e sensação de queimadura.

A principal dica é lavar o local afetado com a própria água do mar. Não se deve usar água doce, porque ela piora o ardor e pode aumentar o inchaço;

Caso permaneçam restos de tentáculos na pele, eles devem ser retirados com o auxílio de uma pinça ou usando luvas;

Faça uso de compressas com vinagre. O ideal é mantê-la por cerca de dez minutos, fazer nova lavagem do local com água do mar, e repetir a compressa com vinagre;

Procure o pronto-socorro casos mais graves ou caso as dores permaneçam.

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Comum nessa época do ano, quando as águas estão mais quentes, a espécie gera encantamento pela belez… 

Papa Francisco diz não temer cisma entre católicos após bênção a casais LGBTQIA+

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A autorização da bênção a casais do mesmo sexo, aprovada pelo papa Francisco em meados de dezembro, continua reverberando no Vaticano. Em entrevista ao jornal italiano La Stampa, o pontífice disse não temer um cisma na Igreja Católica após a decisão provocar ira entre setores conservadores.

Francisco minimizou as críticas e disse que possibilidade de um cisma na igreja é ventilada somente por grupos pequenos. “Devemos deixá-los à vontade e seguir em frente… e olhar para o futuro”, disse o papa, sem especificar a quais grupos se referia, na entrevista publicada nesta segunda-feira (29).

A autorização concedida pela igreja vem motivando debates, com bispos em alguns países se recusando a permitir que seus sacerdotes implementem a bênção a casais LGBTQIA+.

A resistência é maior em países da África, onde a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo pode levar à prisão ou até mesmo à pena de morte em algumas regiões.

Francisco se disse confiante na entrevista de que os críticos acabem entendendo os propósitos da medida. Em seguida, emendou que os católicos no continente africano são “um caso à parte”. “Para eles, a homossexualidade é algo ‘ruim’ do ponto de vista cultural. Eles não a toleram”, afirmou.

“[Os críticos] me perguntam como é possível [a bênção a casas do mesmo sexo]. Eu respondo: o Evangelho é para santificar a todos. É claro, desde que haja boa vontade. […] Somos todos pecadores: então por que fazer uma lista de pecadores que podem entrar na igreja e outra lista de pecadores que não podem estar na igreja? Isso não é o Evangelho”, disse.

Desde a declaração, divulgada em 18 de dezembro, o Vaticano tem se esforçado para enfatizar que as bênçãos não representam “endosso” ou “absolvição” de atos homossexuais -que a igreja considera pecados- e que não devem ser vistas como algo equivalente ao sacramento do matrimônio para casais heterossexuais.

Mas mesmo um esclarecimento divulgado no começo do mês pelo escritório doutrinário do Vaticano não foi suficiente para arrefecer as críticas feitas pelos bispos na África. Líderes da igreja no continente emitiram uma carta dizendo que a decisão havia causado “inquietação na mente de muitos” e que não poderia ser aplicada devido ao contexto cultural na região.

A declaração que autoriza a bênção, conhecida por seu título em latim Fiducia Supplicans (confiança suplicante), foi emitida pelo departamento doutrinário do Vaticano e aprovada pelo papa. Embora a abertura do papa à prática tenha sido bem recebida por muitos, conservadores disseram que isso poderia abalar os fundamentos da fé e até levar a um cisma na igreja.

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Mergulhadores buscam homem que se afogou em Farol de São Tomé

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros estão em ação para localizar um homem ainda não identificado que se afogou na praia do Farol de São Tomé, em Campos, no início da tarde deste domingo (28).

Conforme informações dos Bombeiros, o homem estava nadando em direção ao farol da Marinha quando ocorreu o afogamento. As equipes permanecem mobilizadas no local com o objetivo de encontrar a vítima.

Acidente deixa quatro feridos na BR-356 em SJB

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Por volta das 15h deste domingo (28), um acidente entre dois carros resultou em quatro feridos na BR-356, em Cajueiro, distrito de São João da Barra.

Equipes do Corpo de Bombeiros, Resgate e da Polícia Rodoviária Federal foram até o local e o e o tráfego na rodovia ficou congestionado, mas logo depois foi normalizado. Duas vítimas foram socorridas para o Hospital Ferreira Machado e as outras duas foram encaminhadas para o Centro de Emergência de São João da Barra.

Devido à colisão, um dos veículos envolvidos parou às margens da rodovia. O acidente foi registrado na 145ª Delegacia de Polícia de São João da Barra.

Homem é assassinado dentro de casa em SFI

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147ª DP/Foto: Reprodução

Na noite do último sábado (27), Joebes de Oliveira Souza, de 34 anos, foi morto a tiros em sua residência na rua Projetada, Barra Seca, em São Francisco de Itabapoana.

A esposa, despertada pelos disparos, acionou a Polícia Militar, que ao chegar no local, constatou o óbito. Testemunhas informaram que a vítima não possuía vínculos com o tráfico e frequentava uma igreja local.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campos. A motivação e autoria do crime permanecem desconhecidas, e nenhum suspeito foi detido. O caso foi registrado na 147ª Delegacia de Polícia de SFI.