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Manifestantes lançam cocktail molotov e deixam policiais em chamas

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Pelo menos dois policiais ficaram em chamas, depois de manifestantes terem atirado um cocktail molotov para a multidão, no âmbito da manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, em Paris.

Imagens divulgadas nas redes sociais, às quais pode conferir na publicação abaixo, mostram dois policiais deitados no chão, em chamas, enquanto os colegas procuram auxiliá-los.

É ainda possível ouvir os gritos animados da multidão, naquele que foi um incidente que teria ocorrido por volta das 15h15 (hora local), segundo a imprensa francesa.

O estado de saúde dos agentes é desconhecido.

??EN DIRECT – Des policiers prennent feu après le jet d’un cocktail molotov de la part d’un manifestant à #Paris. (@LibreQg) pic.twitter.com/7ZEvXMVqHb

— AlertesInfos (@AlertesInfos) May 1, 2023

Milhares de pessoas voltaram hoje a sair à rua nas principais cidades de França, em protesto contra a reforma das pensões do Governo de Emmanuel Macron, promulgada em 15 de abril.

Os sindicatos convocaram mais de 300 protestos e manifestações em todo o país apesar de a reforma – que passa para os 64 anos de idade – ter sido aprovada. No total, estima-se que 1,5 milhões de pessoas possam juntar-se às manifestações.

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Casal é detido com motocicleta sem placa em Guarus

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Foto: Divulgação Polícia Militar

Na noite deste domingo (30) um casal foi detido após serem flagrados trafegando sem capacetes com uma motocicleta sem placa e sem a rabeta. O caso ocorreu na Rua Wilson Batista, no Parque Aldeia, em Guarus.

Durante patrulhamento, os agentes avistaram uma motocicleta de cor azul, sem placa e sem a rabeta, com um casal a bordo, ambos sem capacete. Os agentes deram ordem de parada, sendo obedecido.

Diante dos fatos, a motocicleta foi apreendida e a dupla foi encaminhada para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde a mulher foi ouvida e liberada. Já o homem foi autuado e depois liberado.

Jovem foragido da justiça é detido pela PM em Guarus

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146ª DP/Foto: ClickCampos

Neste domingo (30) um adolescente foragido da justiça foi detido na Rua Adão Pereira Nunes, no Parque Maciel, em Guarus.

Durante diligências na localidade, os agentes  realizaram buscas em alguns suspeitos, que se evadiram ao notarem a aproximação das guarnições. Quando um deles foi alcançado, se apresentou com nome diverso.

Ao pesquisar no sistema, foi constatado um mandado de busca e apreensão em aberto para cumprimento de medidas sócioeducativas.

Proximo ao jovem, os policiais conseguiram localizar 17 pinos de cocaína. Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e o adolescente foi encaminhado para a 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, onde permaneceu detido.

Mulher é baleada na boca durante tentativa de assalto em Campos

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HFM/Foto: ClickCampos
HFM/Foto: ClickCampos

Na noite deste sábado (29) uma mulher de 35 anos foi baleada durante uma tentativa de assalto próximo a um salão de festas, no Parque Rosário, em Campos.

A mulher informou à polícia que dois suspeitos em uma motocicleta teriam chegado para roubar aparelho celular e efetuaram os tiros mesmo sem nenhuma reação da vítima. O tiro atingiu a boca da vítima.

A vítima foi para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde recebeu atendimento médico. Ninguém foi preso até o momento. Câmeras de segurança devem auxiliar na identificação dos suspeitos. O caso foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia do Centro.

Homem é preso após agredir e arrastar a esposa grávida pelo pescoço em SJB

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134ª DP/Foto: ClickCampos
134ª DP/Foto: ClickCampos

Na madrugada deste domingo (30) um homem de 23 anos foi preso após agredir a esposa grávida e arrastá-la pelo pescoço. O caso ocorreu na Rua Ademir Martins Almeida, no bairro Água Santa, em São João da Barra.

A vítima informou que estava em casa, quando o marido começou a usar cocaína com um amigo. Ela reclamou sobre o caso com o homem, que logo a empurrou e depois a arrastou pelo pescoço.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito contou que usou drogas e empurrou a vítima, mas negou ter segurado no pescoço. Diante dos fatos, ele foi encaminhado para 145ª Delegacia de Polícia de São João da Barra e, posteriormente, para 134ª Delegacia de Polícia do Centro de Campos, onde foi autuado na Lei Maria da Penha e permaneceu preso.

Vacina contra gripe ampliada para todos os grupos prioritários a partir dessa terça em Campos

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Foto: Divulgação Ascom

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) estende a vacinação contra o vírus Influenza para todos os grupos prioritários indicados pelo Ministério da Saúde. Sendo assim, a partir dessa terça-feira (02), o imunizante poderá ser aplicado em trabalhadores da saúde dos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade, professores das escolas públicas e privadas, forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso e trabalhadores portuário.

Os grupos beneficiados no início da vacinação, em 10 de abril, que são das crianças de 6 meses a 5 anos, pessoas acima de 60 anos, gestantes, puérperas, indígenas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente seguem sendo vacinados, assim como os funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, além da população privada de liberdade.

Ao todo são 33 postos de vacinação distribuídos pelo município e a meta é imunizar 90% do público-alvo que totaliza 188.729 pessoas. A influenza é uma infecção viral aguda, que afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade. Os sintomas podem ser confundidos com os da covid-19. A vacina influenza é trivalente e protege contra as cepas Sidney da H1N1, a Darwin da H2N3 e a tipo B, linhagem Victória.

Para receber a vacina é necessário apresentar a identidade, CPF, comprovante de residência e cartão de vacina. No caso das gestantes, deve-se acrescentar o cartão pré-natal. Já as puérperas, a certidão de nascimento do bebê, cartão da gestante ou documento do hospital onde ocorreu o parto.

Crianças e adultos com comorbidades e deficiências, além dos documentos pessoais, devem apresentar documento comprobatório que pode ser laudo médico; cartões de gratuidade no transporte público, incluindo a Carteira Municipal de Identificação do Autista (CMIA); documentos de atendimento em centro de reabilitação ou unidades especializadas; documento oficial que identifique a deficiência; carteirinha de algum programa, como, por exemplo, Programa de Assistência ao Paciente com Asma e Rinite (Proapar), entre outras.

Todas as categorias de trabalhadores devem apresentar, além dos documentos pessoais, documentos que comprovem o efetivo exercício da função que pode ser carteira do conselho, contracheque, crachá, entre outros.

POSTOS PARA PESSOAS COM COMORBIDADES E DEFICIÊNCIAS/TRABALHADORES DA SAÚDE/ CAMINHONEIROS/ PROFESSORES DA REDE PÚBLICA E PRIVADA/ FORÇAS DE SEGURANÇA E SALVAMENTO/ FORÇAS ARMADAS/ TRALHADORES PORTUÁRIOS/ TRABALHADORES DE TRANSPORTE COLETIVO RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS URBANO E DE LONGO CURSO:

Automóvel Clube – 9h às 16h

Campos Shopping – 9h às 16h

Drive-thru do Guarus Plaza Shopping – 9h às 16h

Fundação Municipal de Esportes, antiga AABB – 9h às 16h

Quiosque Rodoviária Roberto Silveira – 9h às 16h

POSTOS PARA IDOSOS ACIMA DE 60 ANOS:

Automóvel Clube – 9h às 16h

Campos Shopping – 9h às 16h

Clube da Terceira Idade – 9h às 16h

Drive-thru do Guarus Plaza Shopping – 9h às 16h

POSTOS PARA GESTANTES E PUÉRPERAS:

Automóvel Clube – 9h às 16h

Secretaria Municipal de Saúde – 8h30 às 17h

POSTOS PARA CRIANÇAS DE 6 MESES A 5 ANOS, 11 MESES E 29 DIAS:

Cidade da Criança – 8h às 17h

Clínica da Criança – 9h às 18h

Fundação Municipal de Esportes, antiga AABB – 9h às 16h

UPH Saldanha Marinho – 11h às 20h

POSTOS PARA CRIANÇAS, IDOSOS, GESTANTES E PUÉRPERAS:

Centro de Saúde de Guarus – 9h às 16h

UBS Baleeira– 9h às 16h

UBS Custodópolis – 9h às 16h

UBS Poço Gordo – 9h às 16h

UBS Santa Maria – 9h às 16h

UBS Tocos – 9h às 16h

UBSF Carvão– 9h às 16h

UBSF Conselheiro Josino – 9h às 16h

UBSF Félix Miranda – 9h às 16h

UBSF IPS – 9h às 16h

UBSF Jamil Ábido – 9h às 16h

UBSF Lagamar/Farol de São Tomé – 9h às 16h

UBSF Morro do Coco – 9h às 16h

UBSF Parque Aldeia – 9h às 16h

UBSF Parque Imperial – 9h às 16h

UBSF Parque Prazeres – 9h às 16h

UBSF Parque Rodoviário – 9h às 16h

UBSF Patronato São José – 9h às 16h

UBSF Santo Amaro – 9h às 16h

UBSF Saturnino Braga – 9h às 16h

UPH Santo Eduardo – 9h às 16h

UPH Ururaí – 9h às 16h

UPH Travessão – 9h às 16h

Fonte: Ascom

Partida de golfe transforma-se em briga por ‘lentidão’ dos jogadores

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Uma partida de golfe tomou contornos agressivos, devido à ‘lentidão’ de alguns jogadores. O incidente acorreu no campo de golfe Cleveland Heights, em Lakeland, no estado norte-americano da Florida.

Imagens divulgadas na rede social Instagram mostram a interação entre dois grupos de homens, que se tornou violenta, devido a ‘lentidão’ de um quarteto.

“Está um grupo à nossa frente. Não podemos ir mais depressa”, diz um dos homens, no vídeo que pode ver acima.

É nesse momento que o conflito passa a ser físico, sendo marcado por socos e pontapés.

Quando um guarda se aproxima e questiona o que está acontecendo, é informado de que o grupo “estava atirando bolas contra eles o dia todo”.

Assista às imagens.

Leia Também: Meios-irmãos apaixonados e com 2 filhos lutam por direito a casamento na Espanha

Menino de 4 anos morre ao ser esfaqueado acidentalmente

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Uma criança de quatro anos morreu, no domingo, depois de ter sido acidentalmente esfaqueado no pescoço, em Guadalajara, Espanha.

Tudo aconteceu quando o menino entrou na cozinha correndo, sendo que um adulto, que tinha uma faca na mão, espetou-a acidentalmente no pescoço do menor, segundo contou o autarca Marco Antonio Campos à Europa Press.

A criança foi transportada para o centro de saúde do município, onde recebeu os primeiros socorros. Foi, depois, encaminhada para o Hospital Universitário de Guadalajara, tendo perdido a vida durante o percurso ou à chegada da unidade hospitalar.

Ainda que a família do menino não vivesse no local, passava ali “muitos fins de semana”.

“São pessoas conhecidas e os vizinhos estão chocados”, afirmou o autarca.

A Câmara Municipal está ponderando a possibilidade de declarar um dia de luto oficial.

Leia Também: Polícia lança caça a suspeito após morte de 5 pessoas em tiroteio nos EUA

Avião quase atropela homem em pista de pouso da Agrishow

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VITÓRIA DE GÓES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um avião quase atingiu um homem durante a aterrissagem em uma pista dentro da Agrishow, em Ribeirão Preto, no sábado (29). O fato foi filmado e compartilhado nas redes sociais. A feira agrícola é a maior da América Latina e começa na próxima segunda-feira (1º).

As imagens que circulam mostram o avião se aproximando do parque da feira para aterrissar na pista que tem cerca de 600 metros de comprimento. No mesmo momento, um homem atravessa o local falando ao celular e ao perceber a aproximação da aeronave imediatamente se abaixa. Ele escapa por pouco de ser atingido.

No Instagram, o comandante Galdino, que estava dentro da aeronave junto com o piloto no momento, disse que o plano de voo foi apresentado e seguia normal. “Foi coordenado a parada do trânsito dos carros na cabeceira” relata. E continua, “na curta final, antes do toque, esse cidadão atravessou do nada na nossa frente”. Ele ainda completa dizendo que o local contava com dois veículos dos Bombeiros e outros organizadores da feira realizando a segurança.

Até a noite de sábado (29) a organização da Agrishow ainda não havia se posicionado sobre o ocorrido.

Meios-irmãos apaixonados e com 2 filhos lutam por direito a casamento na Espanha

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IVAN FINOTTI
MADRI, ESPANHA (FOLHAPRESS) – Meios-irmãos por parte do pai, Ana e Daniel Parra estão tentando mudar a lei da Espanha para que possam se casar e, assim, oficializar a relação amorosa que mantêm há nove anos. Os dois já tem dois filhos, de três e cinco anos -em cujas certidões de nascimento constam os nomes dos irmãos como pais legítimos das crianças.

Isso foi possível graças a um antecedente jurídico de 2012. Na época, um casal de irmãos da Galícia, Daniel e Rosa Moya Peña, conseguiram, após 35 anos de convivência, vencer a batalha legal para serem reconhecidos como pais de seus filhos, então com 26 e 19 anos.

O Código Civil espanhol proíbe, no entanto, o casamento entre parentes diretos -ainda que o incesto tenha deixado de ser considerado delito no país em 1978.

“Na Suécia, por exemplo, eles nos deixariam casar. Falamos com alguns advogados e eles nos disseram que não seria tão difícil, mas é muito tempo e dinheiro”, disse Ana Parra ao jornal El Español. De fato, no país nórdico é permitido que meios-irmãos se casem, apesar de irmãos de mesmo pai e mesma mãe não possam fazer o mesmo.

À reportagem, o magistrado Ignacio González Vega, especialista em Código Penal e membro do grupo Juízes pela Democracia, afirma que os irmãos talvez conseguissem se casar na Espanha com uma espécie de burla às regras.

Primeiro, Ana teria de renunciar ao pai verdadeiro, que na certidão de nascimento a assumiu como pai adotivo. Depois, teria que encontrar outro homem que a assumisse como filha adotiva. Assim, os meios-irmãos de pai passariam a ter pai e mãe diferentes nos documentos.

“Mas, como ela é maior de idade, é muito complicado”, afirmou Daniel Parra. “As sociedades precisam avançar e não ficar ancoradas no tradicionalismo. Os homossexuais não tinham permissão para se casar e agora podem. Nós nos amamos e é isso que deve prevalecer. Não prejudicamos ninguém. É por isso que queremos que as pessoas conheçam nossa história real”, disse Ana.

Ana e Daniel se conheceram há pouco mais de uma década, quando ela completou 20 anos e se interessou em ir atrás do irmão que nunca tinha encontrado. Criada por um pai adotivo, Ana sempre soube da existência de Daniel, mas não tinha contato com seu verdadeiro pai, que só criou o rapaz.

Ela o encontrou pelas redes sociais, e logo eles se conheceram -Daniel tinha 17 anos na época. Ambos viviam na região de Barcelona e, segundo contam, a ligação foi imediata. “Tentamos manter um relacionamento fraternal, mas era difícil”, disse Daniel ao El Español.

Quando Ana foi morar sozinha, ele passou a visitá-la com frequência. “No final, Dani passava mais tempo no meu apartamento do que em casa”, eles contaram, ainda na mesma entrevista. “Até que começamos a morar juntos.”
O primeiro beijo aconteceu numa festa de amigos e, após algum tempo angustiado com sentimento de culpa, o casal resolveu ir a Londres, para longe dos olhos de qualquer conhecido, e viver uma espécie de lua de mel.

Na volta, decidiram ir a público contar sua história em um programa de TV. “Queremos dizer que, além de irmãos, somos um casal, estamos apaixonados”, disseram. Era 2017.
Foi após esse programa que eles resolveram averiguar a possibilidade de ter filhos. Por haver vínculo sanguíneo, sua futura prole poderia nascer com algum tipo de necessidade especial.

“O ginecologista nos disse que, no nosso caso, o risco de eles nascerem com algum tipo de doença recessiva seria 4% maior do que o de um casal que não compartilha gene”, contou Ana. “O chefe de genética do Hospital Vall d’Hebron, em Barcelona, fez um estudo genético, e nem Dani nem eu compartilhamos doenças recessivas, portanto o risco seria menor do que se eu engravidasse de outra pessoa”, acrescentou.

Mesmo assim, eles lidam com comentários críticos e de ódio em suas redes sociais, que são abertas e onde eles postam fotos das crianças. “Ponho fotos dos meus filhos porque ainda nos escrevem dizendo que eles devem ter algum tipo de síndrome. Mas eles são perfeitamente saudáveis e bonitos”, disse Ana.

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Throughout the period, we have noticed a few spinning browse around these guys occurrences that have helped us understand the rotation of our planet. An example is the Earth’s speed of rotation, which is often measured with atomic clocks. This speed changes, and researchers estimate so it heightens with a small amount of ms every hundred years. Another revolving event is definitely precession, that may explain a number of substantial trends, including the switching rotation recommendations of cyclones. The Coriolis impact is also a rotating event, and it’s very best observed at meteorological scales.

The Earth revolves on the axis on a daily basis, but we don’t know the way fast it’s moving or why. Experts have been trying to figure out what’s occurring by reducing things on to the surface of the The planet. Eventually, Leon Foucault performed an research that was conclusive, and it could be been best-known since 1851 as the pendulum try things out. Today, we can say that the Earth’s rotation rate is 107, 800 kilometers 1 hour.

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Criador de pombos mata três pessoas a tiros e se suicida em Portugal

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um homem matou três pessoas a tiros e depois se suicidou, neste domingo (30), na cidade portuguesa de Setúbal, a 45 quilômetros de Lisboa. Segundo a imprensa local, o homicídio está relacionado a desavenças entre o autor e as vítimas.

Entre os mortos está o secretário da Associação Columbófila de Setúbal -prática da criação, seleção e cultivo de pombos-correio para competição. De acordo com a CNN Portugal, no momento do homicídio as vítimas esperavam a chegada de pombos lançados em Cáceres, na Espanha. Todos os envolvidos eram praticantes da modalidade e tinham mais de 50 anos.

Segundo o jornal português Público, o assassino e as vítimas discutiam sobre dinheiro e repartição de lotes na região onde ocorreu o homicídio. Na área, há um aglomerado habitacional, conhecido como Bairro Azul.

A jornalistas, a comissária da Polícia de Segurança Pública Andreia Gonçalves, do Comando Distrital de Setúbal, disse que o caso seria uma situação isolada e que não tem relações com o dia a dia da região.

Segundo policiais ouvidos pelo Público, o assassino se matou logo depois da chegada dos policiais ao local. “Estamos a recolher dados sobre a gênese do conflito e elementos junto de outras fontes”, disse um policial à agência de notícias Lusa. Ele afirmou ainda que a arma do crime, uma escopeta, foi apreendida pelas autoridades.
O caso será investigado pela Polícia Judiciária.

Passageira é retirada de voo após discussão; relatos citam racismo

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Uma mulher negra foi retirada por policiais federais de um voo da Gol Linhas Aéreas que seguiria de Salvador para o aeroporto de Congonhas na madrugada deste sábado (29). Em vídeos que viralizaram nas redes sociais, é possível observar que Samantha Vitena já estava dentro da aeronave, aguardando a decolagem, quando foi retirada em meio a uma discussão acerca do despacho de sua bagagem. Um dos policiais argumenta que a decisão foi tomada por determinação do comandante. 

No Twitter, o Ministério das Mulheres condenou o caso. “O episódio contra Samantha Vitena em um voo de Salvador na madrugada deste sábado demonstra o racismo e a misoginia que atingem de forma estrutural as mulheres negras em nosso país”. No post seguinte, a pasta cita que a mulher foi retirada da aeronave cerca de uma hora depois que o problema da bagagem já havia sido resolvido, conforme relato da própria Samantha e de passageiros que testemunharam o ocorrido. 

“A cena é uma afronta à Samantha e a todas as mulheres negras. Pediremos providências à companhia aérea e à PF [Polícia Federal], que devem desculpas e explicações após a abordagem.” 

Em sua página no Instagram, a jornalista Elaine Hazin, que estava na mesma aeronave que Samantha, classifica o episódio como “um caso extremamente violento de racismo”. Segundo ela, os passageiros embarcaram no voo 1575 da Gol Linhas Aéreas com uma hora de atraso e a mulher não conseguia lugar para guardar a mochila, que continha um laptop. 

“Conseguimos um lugar para a mochila de Samantha e, nem mesmo assim, o voo decolaria. Mais uma hora de atraso, nenhuma satisfação da cia área, gente passando mal no avião e eis que três homens da Polícia Federal entram de forma extremamente truculenta no avião para levar a ‘ameaça’ do voo embora – a Samantha. Ela se defende, mas não reage. Alguns pedem pra ela não ir (na maioria mulheres).” 

“Esta história não termina aqui, queremos justiça e respeito para todos, queremos que a Gol, este comandante e a tripulação paguem por este crime e os policiais também respondam por tamanha violência”, concluiu a jornalista no post. 

Em nota, a Gol Linhas Aéreas informou que, durante o embarque do voo 1575 com destino ao aeroporto de Congonhas, havia uma grande quantidade de bagagens a serem acomodadas a bordo. “Muito clientes colaboraram despachando volumes gratuitamente. Mesmo com todas as alternativas apresentadas pela tripulação, uma cliente não aceitou a colocação da sua bagagem nos locais corretos e seguros destinados às malas e, por medida de segurança operacional, não pôde seguir no voo”.  

“Lamentamos os transtornos causados aos clientes, mas reforçamos que, por medidas de segurança, nosso valor número 1, as acomodações das bagagens devem seguir as regras e procedimentos estabelecidos, sem exceções. A companhia ressalta ainda que busca continuamente formas de evitar o ocorrido e oferecer a melhor experiência a quem escolhe voar com a Gol e segue apurando cuidadosamente os detalhes do caso.” 

Crise demográfica na Itália se agrava, e governo corre para propor soluções

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MICHELE OLIVEIRA
MILÃO, ITÁLIA (FOLHAPRESS) – Era um cenário previsível havia algumas décadas, com os italianos tendo cada vez menos filhos. No ano passado, porém, o que era um futuro distante tornou-se realidade palpável com a quebra de um recorde histórico -pela primeira vez desde a unificação do país, em 1861, nasceram menos de 400 mil bebês no território.

Foram apenas 393 mil nascimentos, marca alcançada após sucessivas quedas desde 2008, o último ano em que se registrou uma alta de natalidade. A diferença de nascimentos entre 2008 e 2022 é de 184 mil bebês a menos.

Além disso, no ano passado, foram menos de 7 nascidos para cada 1.000 habitantes, ante 12 óbitos para cada 1.000, resultando em um saldo natural negativo de 320 mil habitantes. A população continua a diminuir, e hoje vivem no país 58,8 milhões de pessoas.

Eleito no ano passado com a promessa de apoiar a natalidade e a família -literalmente o primeiro item do programa do partido Irmãos da Itália, de ultradireita–, o governo corre para apresentar soluções. Nas últimas semanas, o tema permeou o debate sobre a próxima lei orçamentária, com promessas de mais recursos para impulsionar o crescimento demográfico, incluindo possíveis isenções no imposto de renda para quem decidir ter filhos e discussões sobre a participação feminina no mercado de trabalho.

Para a primeira-ministra, Giorgia Meloni, o déficit de mão de obra não se resolve apenas com imigrantes, mas com incentivos para que as mulheres tenham filhos. O ministro da Agricultura, Francesco Lollobrigida, foi ainda mais explícito ao seguir a mesma linha de raciocínio.

“É preciso construir um sistema de bem-estar social que permita a qualquer um trabalhar e ter uma família. Não podemos nos render à substituição étnica”, afirmou, usando um termo associado a teorias conspiratórias de movimentos supremacistas brancos. “Os italianos fazem menos filhos, então os substituímos por outros -não é esse o caminho”, completou.

A declaração do ministro, que é cunhado de Meloni, foi rechaçada pelas forças políticas, incluindo partidos aliados. Fato é que, ao largo de comentários impróprios, os indicadores divulgados em abril pelo Istat (Instituto Nacional de Estatística da Itália) revelam a acentuação do declínio demográfico no país e chamam a atenção para suas consequências.

Com a população diminuindo e se tornando sempre mais velha, surgem questões sobre a sustentabilidade dos sistema de saúde e de aposentadoria -quem vai pagar impostos nas próximas décadas? Em 20 anos, o número de idosos com mais de cem anos triplicou no país, e hoje, eles são cerca de 22 mil.

As causas para o chamado inverno demográfico estão ligadas a fatores comportamentais e, o que é mais preocupante, estruturais. No primeiro caso, os casais, por motivos como incerteza financeira e dificuldades no mercado de trabalho, atrasam ou suspendem a ideia de ter filhos ou mais de um filho. Segundo especialistas, não é uma coincidência que os nascimentos passaram a cair depois de 2008, ano marcado pela crise financeira mundial.

Já as razões estruturais refletem décadas de uma crise sem intervenções governamentais adequadas. “Em 1995, atingimos a taxa de 1,19 filho por mulher, menor do que hoje. Depois de quase 30 anos, essa geração escassa está entrando em idade reprodutiva. Isso significa que, simplesmente, existem poucas mulheres que podem procriar”, afirma Maria Rita Testa, professora de demografia e sociedade na Universidade Luiss Guido Carli, em Roma. “É uma situação crítica.”

A Itália não é o único país afetado pela queda demográfica na Europa, mas está ficando para trás em comparação a seus vizinhos. Na União Europeia, a taxa de fecundidade -isto é, número de filhos por mulher- começou a cair a partir dos anos 1960, mas devido a políticas de incentivo à natalidade em países como França e Alemanha e à chegada de imigrantes, voltou a crescer no começo deste século.

Em 2010, quando a taxa atingiu 1,57, essa alta foi interrompida e, desde então, oscila. Em 2021, as mulheres do bloco tiveram em média 1,53 filho, mas a Itália registrou a terceira pior taxa de fecundidade do grupo, de 1,25, atrás de Espanha e Malta.
Segundo Testa, é positivo que o problema esteja no centro do debate público. Afinal, o declínio demográfico italiano acontecerá de maneira cada vez mais rápida, e isso exige intervenções imediatas. O Istat projeta que, em 2070, a população total será de 47,7 milhões, 11 milhões a menos do que hoje. É como se a região da Lombardia, a mais populosa, desaparecesse por completo.

Reverter essa tendência não será fácil. “Não existe uma fórmula mágica. É preciso entender as complexidades e obstáculos e intervir com diversas medidas, sem enfatizar um único aspecto”, afirma a professora. Nesse sentido, o auxílio de renda universal para famílias implementado pelo governo anterior, que prevê de 54 euros (R$ 300) a 189 euros (R$ 1.050) mensais por filho, é bem-vindo, assim como as isenções fiscais em discussão.

As medidas precisam, porém, ser duradouras para que possam ser efetivas, acrescenta a pesquisadora. “O nó crucial é a mulher ter condições de conciliar maternidade e trabalho. E isso depende de serviços que atendam a primeira infância, não só em termos de cobertura, mas em termos de qualidade, custos e horários flexíveis”, afirma ela.

Testa cita também reformas como a regulamentação de mais opções de trabalhos de meio período e de licença-paternidade. Na Itália, 44% das mulheres não trabalhavam em 2021, o pior índice da União Europeia, ao lado da Romênia. Ao mesmo tempo, as regiões em que as italianas estão mais presentes no mercado de trabalho são as que têm as taxas de fecundidade mais altas. “É preciso promover uma cultura na qual não é a mulher que deve fazer tudo”, diz Testa.

Há ainda a questão da participação dos imigrantes, categoria recebida com hostilidade pelo governo Meloni. Os estrangeiros residentes somam 5 milhões e, em 2022, o saldo migratório foi positivo em 229 mil.

“Certamente o imigrante pode contribuir, porque as mulheres e os casais geralmente chegam em idade reprodutiva. Ao longo do tempo, porém, o comportamento fecundativo do estrangeiro acompanha aquele da população autóctone. Os mesmos desafios que a mulher italiana enfrenta são apresentados à estrangeira.”

‘Não é agora, com 80 anos, que vou desacelerar’, diz Drauzio Varella

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CLÁUDIA COLLUCCI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Prestes a completar 80 anos, na quarta (3), o médico e escritor Drauzio Varella diz que não pretende desacelerar o ritmo frenético das atividades, entre elas uma coluna na Folha de S.Paulo, atendimento voluntário na cadeia, palestras, participações em programas de TV, produção de material para o seu site, canal no YouTube e rede sociais.

“Sempre trabalhei muito. Tive fases da vida em que dizia: ‘preciso reduzir’. E não consegui. Não é agora com 80 anos que vou Ele estava com a voz rouca e se queixando de dor de garganta por ter passado grande parte do dia anterior em um estúdio gelado gravando entrevistas para um videocast no YouTube, que estreia no dia 3. Entre os entrevistados estão o diretor Zé Celso Martinez Corrêa, a cantora Negra Li, o padre Julio Lancelotti e o rapper Dexter.

Com o fechamento do consultório particular, Drauzio conta que tem buscado formas mais eficientes de comunicação e se dedicado à leitura e à escrita. Revisitou recentemente o clássico “Anna Karenina”, de Liev Tolstói. “Com a idade de hoje, pude entender melhor a estrutura do livro.”

Maratonista há mais de 30 anos, ele não tem corrido nas ruas do centro de São Paulo como costumava fazer. Mas não devido à onda de saques e assaltos na região. “Nunca tive problema nenhum. Ao contrário, muitos [dos usuários de crack] me conhecem da cadeia. O que me preocupa mais agora é a condição das nossas calçadas.”

PERGUNTA – Quando o sr. nasceu, a expectativa de vida era de 45 anos. Pensava que chegaria tão bem aos 80?
DRAUZIO VARELLA – Não, não imaginava [risos]. Quando eu era menino, eu lembro que, quando se falava de pessoas de 50 anos, era [se referindo a] um velho. Os jornais davam manchete: ‘sexagenário é atropelado na av. São João’. Eram poucas as pessoas que chegavam aos 60 anos. Minha geração foi observando esse aumento estupendo da duração da vida. Naquela época, colocar uma pessoa de 50 anos na mesa cirúrgica, precisava pensar se valia a pena quando não era uma emergência. Hoje, a gente opera a pessoa com 90 anos e ela sai muito bem.P. – Seu pai morreu aos 80 anos. Essa idade te desperta algum temor ou reflexão em especial?
DV – Claro que você se preocupa com isso. A geração do meu pai foi fumante, a minha também, mas a dele não parou de fumar como a minha. E ele foi tendo complicações. Eu parei de fumar aos 36 anos e, claro, eu acho que eu vou viver muito mais, mas não há garantias.P. – O sr. é ateu e já esteve à beira da morte, por causa da febre amarela. Naquela situação limite, apegou-se em algo espiritual, religioso?
DV – Não, porque [ser ateu] é mais forte do que eu. Você não tem domínio sobre essas coisas. Elas são como são. A vida dos religiosos deve ser mais fácil. Eu rezo e vou resolver os meus problemas assim, vou me sentir amparado por alguém, pela figura de Deus. Mas quando isso não faz sentido prático para você, você não consegue fingir que está tendo esses princípios religiosos.P. – Se tivesse que escolher seus maiores acertos e maiores erros quais seriam?
DV – Acertei primeiro escolhendo a profissão. Desde pequeno queria ser médico e nunca me arrependi dessa escolha. O segundo acerto foi quando escolhei a oncologia. No começo dos anos 1970, a ênfase da oncologia era a cirurgia e a radioterapia. A quimioterapia ensaiava os primeiros passos. Eu pude acompanhar esses avanços todos até o que temos hoje, o impacto da biologia molecular.
Outro acerto foi durante a epidemia de Aids. No Hospital do Câncer, eu era chefe do serviço de imunologia, e a Aids era uma doença que dava depressão imunológica, infecções oportunistas e câncer, que eram as coisas que mais me interessavam na medicina.
E, por causa da epidemia de Aids, entendi que a função dos médicos não é só atender os doentes, é também educar, contar para a sociedade as coisas que ele aprendeu, tentar fazer com que os outros não precisem passar por situações que a ignorância leva. E isso me dá muito prazer.P. – E os erros?
DV – São inúmeros [risos]. Eu não fui um aluno brilhante. Entrei na faculdade e, como precisava trabalhar, comecei a dar aula em cursinho. Ficava na faculdade o dia inteiro, ia para o cursinho e dava aula até as 11h da noite, todos os dias, de segunda a sexta. No sábado dava aula o dia inteiro, e no domingo de manhã também.
Acho que as coisas erradas que eu fiz foram no exercício profissional. A medicina é uma profissão muito curiosa. Você trata cem doentes, cura 99, mas com um doente as coisas não dão certo por uma série de razões. Você vai esquecer os 99 e só vai pensar naquele doente em que as coisas não deram certo.
No começo da profissão faltava maturidade para entender essa coisa da vida e da morte.
A tendência do médico quando o doente vai mal, quando as coisas que você faz dão errado, é se afastar do doente. E isso aconteceu comigo numa certa fase. Eu ficava tão triste com os doentes que evoluíam mal que eu considerava que essa fase não dependia de mim. [Pensava] ‘Estudei medicina para curar, tratar as pessoas não para que elas morressem na minha frente’. Era altamente frustrante.P. – E quando isso mudou?
DV – Com o passar do tempo, comecei a enxergar a verdadeira arte da medicina. Quando as coisas vão bem, você dá o medicamento, o doente fica bom. Qualquer médico é capaz de fazer isso. Mas como você acompanha a pessoa nos momentos finais da vida? O que você faz? O que você aprende com ela?
Mais tarde, com mais maturidade, isso me deu uma grande realização. Mais até do que curar os doentes. A figura do médico é crucial quando ele exerce o papel dele de verdade. Quando ele leva aqueles dados todos em consideração e tenta fazer com que aquele final tenha o mínimo sofrimento possível.P. – O sr. lida bem com a morte de pessoas próximas?
DV – Acho que sim, mas isso começou lá atrás. Eu perdi minha mãe com quatro anos. Aí fomos morar com a avó paterna, e ela morreu quando eu tinha oito anos. Depois eu vivi isso tantas vezes no exercício da profissão que eu me preparei para essa realidade.
Eu perdi meu irmão mais novo, ele tinha 45 anos, era médico, a gente trabalhava junto. Eu tinha 47 anos, fui o médico dele. Se o meu irmão estivesse vivo, teria 78 anos, um velho como eu. E eu tenho a imagem dele com 40 e poucos anos. Ele era muito bonito. Passavam dez mulheres na rua, as dez olhavam para ele e nenhuma para mim [risos].
Quando você vai perdendo pessoas queridas, a felicidade possível, o teto que você consegue alcançar, é rebaixado. Não é que você vai ficar infeliz para o resto da sua vida, mas vai te faltar alguma coisa e isso é para sempre.P. – Esse é um dos aspectos mais duros da velhice, quando você começa a perder as pessoas que te cercam. Você precisa se adaptar a essa posição nova e, se não fica esperto, fica sozinho. Quantas pessoas de idade caem nessa situação porque não se prepararam para esse momento?
DV – A gente não pode cair nessa de jeito nenhum.P. – E quais são os próximos planos? Pretende desacelerar?
DV – Não quero desacelerar. Não quero primeiro porque eu não sei. Sempre trabalhei muito. Tive fases da vida em que dizia: ‘tô trabalhando demais, que absurdo, preciso reduzir’. E não consegui. Não é agora com 80 anos que vou aprender. Por outro lado, tem uma premência por causa da idade. Não fiz tudo o que eu queria ainda.P. – O que ainda falta?
DV – Quero melhorar essa comunicação, encontrar formas mais eficientes de transmitir informações, ler mais. Li há pouco tempo o “Anna Karenina”. Até tinha começado a ler no passado, mas tive que parar. Agora li com enorme prazer. Com a idade de hoje, pude entender melhor a estrutura do livro, aqueles personagens que o Tosltói descreve maravilhosamente bem. Quero me aplicar mais. Ter mais tempo para ler e escrever.P. – Ainda corre na região central de São Paulo? Sente-se inseguro com o aumento da violência?
DV – Não corro tanto quanto eu corria porque a epidemia atrapalhou um pouco, mudaram os nossos costumes. Correr na rua não me preocupa pela violência, nunca tive problema nenhum.
Ao contrário, conheço a população que vive no centro, os craqueiros, muitos me conhecem da cadeia. O que me preocupa mais agora é a condição das nossas calçadas. É difícil ter que correr olhando pro chão, senão você tropeça e cai. Já tomei alguns tombos assim. E o último que eu tomei fiquei chateado.P. – O sr. e a [atriz] Regina [Braga] estão casados há mais de 40 anos. Qual o segredo para um casamento tão longevo?
DV – Eu acho que é o respeito mútuo. É um privilégio de poucos. Ou as pessoas se separam rapidamente ou continuam a viver juntos mas é aquele relacionamento que, de fora, você olha e diz: ‘que tristeza! A vida é isso?’ Vai dando um desencanto com a vida em comum.
Mas é possível você ter uma relação decente com uma pessoa em que um não queira prejudicar o outro, que um veio na relação para ajudar o outro e vice-versa. Quando você tem a sua parte emocional equilibrada, sobra muito tempo para o resto.
Quando penso nos anos que passei com desencontros, um com ciúme do outro, um criando problemas para o outro, eu penso: ‘que perda de tempo! A vida é uma só!’ A gente que tem casa, comida, roupa para vestir, que tem dinheiro para passear, tem que ser feliz.RAIO-X
Drauzio Varella, 79 Médico cancerologista formado pela USP, dirigiu durante 20 anos o serviço de imunologia do Hospital do Câncer (SP). Foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil, especialmente do sarcoma de Kaposi. Em 1986, iniciou em rádios campanhas de prevenção à Aids. A partir de 2000, começou sua participação em programas da rede Globo e sua coluna na Folha de S.Paulo. Tem um portal de notícias de saúde e um canal no YouTube. Realiza atendimentos voluntários em um centro de detenção provisória. É autor de 18 livros, entre eles o best-seller “Estação Carandiru” (1999). Casado com a atriz Regina Braga, é pai da editora e tradutora Mariana e da médica Letícia. Tem duas netas. Faz 80 anos no dia 3 de maio de 2023

Pedidos de green card aumentam 28% entre os brasileiros em 2022

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O número de brasileiros querendo morar e trabalhar nos Estados Unidos da América (EUA) não para de crescer. É o que aponta um levantamento do escritório de advocacia AG Immigration, com informações obtidas no Departamento de Segurança Interna do país. Os números revelam que 23.596 cidadãos do Brasil receberam o documento americano de residência permanente – o chamado green card – em 2022: alta de 28,5% sobre o ano anterior e o maior volume da série histórica. Com isso, o Brasil foi o nono país que mais recebeu o documento. O ranking é liderado por México (138 mil), Índia (125 mil), China (68 mil), República Dominicana (39 mil) e Filipinas (36 mil). 

De acordo com o CEO da AG Immigration, Rodrigo Costa, os dados reforçam o movimento de fuga de cérebros que já vinha sendo observado no Brasil nos últimos anos. “Os três maiores volumes anuais de emissão de green cards foram registrados justamente de 2019 para cá”, explicou. “E não é improvável que um novo recorde seja atingido agora em 2023”.

Na avaliação do executivo, o fenômeno de fuga de cérebros é explicado por dois motivos principais: a escassez de mão de obra nos EUA, que inflaciona salários e estimula a contratação de imigrantes, e a deterioração político-econômica do Brasil na última década, “que muitas vezes provoca um sentimento de desesperança na população”. O maior número de green cards emitidos para brasileiros havia sido em 2019 (19,8 mil). 

O levantamento revelou ainda que a quantidade de brasileiros que obtiveram a cidadania americana também bateu recorde em 2022. Ao todo, foram 12.983 naturalizações, leve aumento de 5,7% sobre as 12.448 de 2021 – até então, a máxima histórica. O Brasil foi o 19º país que mais teve nacionais obtendo a cidadania dos EUA, atrás de México (127 mil), Índia (64 mil), Colômbia (17 mil), Irã (14 mil) e Bangladesh (13 mil), por exemplo.

Em geral, um estrangeiro pode naturalizar-se cidadão americano após cinco anos com o green card, desde que a maior parte deste tempo tenha sido passada em solo americano. “Quando a pessoa recebe a residência permanente, ela tem que, de fato, morar no país. Caso contrário, o benefício pode ser revogado”, explica o CEO da AG Immigration. Ele destaca também que, embora haja dificuldades na adaptação de alguns brasileiros à cultura americana, a grande maioria opta por ficar nos EUA, dadas as melhores condições de trabalho, renda e segurança. “Além disso, com a cidadania, o brasileiro ainda pode patrocinar a vinda de familiares, que apenas como residente permanente ele não conseguiria trazer para cá”, diz Costa, que desde 2008 vive na Flórida.

De acordo com outro levantamento, com base em números oficiais do Departamento de Trabalho americano, o Brasil ocupa a sétima posição entre os países que mais tiveram cidadãos indo trabalhar nos EUA. Ao todo, 865 brasileiros foram contratados por empresas americanas no ano fiscal passado. Lideraram o ranking Índia (22.967), China (4.039), México (1.779), Filipinas (1.039), Canadá (1.001) e Coreia do Sul (945). Em média, os brasileiros contratados nos Estados Unidos receberam um salário anual de US$ 72 mil – o equivalente a R$ 30 mil por mês, na cotação atual de cinco reais para cada dólar. Os menores salários identificados pela pesquisa foram para o cargo de babá (R$ 7.314 por mês), auxiliar de limpeza (R$ 7.384) e preparador de comida (R$ 7.800). A maior remuneração foi para um cardiologista contratado por uma clínica médica, com R$ 208.333 mensais. Em geral, os maiores salários entre os brasileiros foram para profissionais da medicina, administração, engenharia e economia.